Nos primeiros dez dias, siga Formação para dominar o cargo e produza as evidências de cada dia.
Na operação, comece pelo Calendário e pelo placar.
Antes de executar uma tarefa nova ou difícil, abra o POP correspondente.
Quando houver exceção, use Da cultura à execução e leve uma decisão preparada.
Se a realidade mostrar uma lacuna, registre o caso para a próxima versão. Não altere silenciosamente a regra vigente.
Seu mapa de leitura
Encontre o que precisa.
Leia em sequência ou entre direto no capítulo.
01 / Manual do cargo
Boas-vindas
Seu próximo capítulo começa junto com o nosso.
Leitura estimada: 1 minAplicação: 5 min de reflexão
Você chegou em um momento de construção.
A Mobflix está abrindo uma nova etapa. Vamos criar produtos, formar profissionais, ampliar o time e preparar líderes para um negócio maior. Você chega para participar dessa construção, com espaço para aprender, contribuir e assumir responsabilidades cada vez maiores.
Queremos que você tenha ambição. De fazer um trabalho excelente, ganhar mais, construir uma carreira da qual se orgulhe e melhorar a sua vida. Essa ambição ganha força quando se conecta ao resultado que você entrega para o aluno, para o time e para a empresa.
Aqui, pertencimento vem acompanhado de responsabilidade. Cuide dos combinados. Perceba o que precisa melhorar. Dê sua opinião com respeito, peça ajuda quando precisar e ajude quem estiver ao seu lado. Queremos um time próximo, que celebre conquistas e também tenha maturidade para conversar sobre o que precisa mudar.
Este manual acompanha você no trabalho.
Comece entendendo a empresa e o funcionamento do time. Depois, estude os processos do seu cargo, pratique os exemplos e use o calendário para organizar a execução. Volte a estas páginas sempre que precisar decidir o próximo passo.
A oportunidade está sendo construída agora. Sua entrega faz parte dela. Bem-vindo à Mobflix.
02 / Manual do cargo
Sobre a Mobflix
Formar profissionais melhores para construir um mundo melhor.
Leitura estimada: 1 minAplicação: 5 min de síntese
Somos o polo educacional do Grupo Mobdec.
A Mobflix nasceu para educar e se conectar com os profissionais que projetam e constroem os espaços em que vivemos. Arquitetura, Engenharia Civil, Construção, Design de Interiores, Paisagismo e Urbanismo fazem parte dessa visão de futuro.
Há pessoas com vontade de crescer que ainda precisam de direção para transformar estudo em competência. Ao mesmo tempo, o mercado precisa de profissionais preparados, responsáveis e capazes de entregar um bom trabalho. A Mobflix existe para aproximar essas duas necessidades.
Uma história que nos trouxe até aqui.
Começamos reunindo dezenas de cursos em uma única assinatura, com uma experiência de acesso inspirada no modelo da Netflix. Nossa trajetória já soma mais de 10.800 vendas, conexão com milhões de pessoas, milhares de alunos e centenas de clientes ativos.
Essa trajetória nos ensinou o que impede alguém de começar, o que faz um aluno abandonar e o que o ajuda a continuar. Aprendemos também que transformar conhecimento em competência exige prática, direção e acompanhamento humano.
O próximo passo
Agora, a Mobflix utiliza tudo o que aprendeu para construir uma nova categoria de produto: as Acelerações.
03 / Manual do cargo
As Acelerações
Um projeto seu. Um caminho acompanhado.
Leitura estimada: 3 minAplicação: 15 min para desenhar a jornada
Imagine chegar ao final de uma jornada com um projeto que você consegue desenvolver, explicar e apresentar com orgulho. É para isso que uma Aceleração existe: transformar o que o aluno deseja aprender em algo que ele consegue realizar.
A Aceleração reúne produto editorial e acompanhamento humano na mesma oferta. A coleção organiza conceitos, exemplos, exercícios, documentação e arquivos para o aluno aprender executando o próprio projeto com autonomia. O acompanhamento inclui o cuidado do Gestor de Evolução, checkpoint conforme a atribuição do programa, correções técnicas e live com o Mentor. Cada etapa prepara a seguinte; o aluno entende o que fazer e enxerga sua evolução no trabalho que está construindo.
O material precisa permitir estudo e execução com autonomia. A compra da Aceleração inclui os três volumes editoriais e o acompanhamento humano juntos, com agenda e escopo publicados. A oferta, o checkout, o acesso e a passagem para Evolução apresentam esse mesmo pacote completo.
Para quem esse caminho faz sentido
Para quem tem um objetivo compatível com o resultado da Aceleração e quer transformar estudo em competência: um estudante que deseja produzir um projeto melhor, um profissional que precisa dominar uma ferramenta ou alguém que quer ampliar o que consegue entregar. Antes da matrícula, confirmamos conhecimentos prévios, equipamentos e tempo para praticar. A pessoa certa, no programa certo, encontra um caminho que consegue aproveitar.
Como funciona a semana com acompanhamento
Durante a semana, o Gestor de Evolução acompanha a execução, pesquisa a dificuldade e ajuda o aluno a realizar o próximo passo.
No checkpoint, o Mentor ajuda a esclarecer dúvidas técnicas e orientar o trabalho em andamento.
Até sexta-feira, o aluno envia a entrega da missão. Depois, o Mentor avalia o trabalho e indica os ajustes pelos critérios do programa.
Na live de domingo, a turma aprende com os projetos, as correções e as demonstrações do Mentor.
Com a orientação recebida, o aluno ajusta seu projeto e avança. O Gestor de Evolução acompanha essa continuidade.
A agenda de cada turma informa os horários, os canais e os prazos. No programa de Revit, por exemplo, as entregas chegam até sexta-feira, às 23h59; o sábado concentra as correções; e a live acontece no domingo, das 19h às 20h.
O cuidado por trás da experiência
A Designer de Aprendizagem é responsável pelo produto completo: resultado, competências, percurso, missões, aulas, materiais, critérios, projeto final, Manual do Mentor e melhorias. A produção editorial se soma a esse trabalho. A Coordenação prepara os mentores e organiza os materiais técnicos que a Designer precisa. O Líder de Programas garante que a experiência aconteça. Evolução cuida da execução diária e aciona apoio técnico do Mentor quando necessário, mantendo o acompanhamento do aluno.
O resultado precisa aparecer
Concluir significa entregar todas as atividades, ter o projeto final aprovado pelo Mentor e fazer isso dentro do prazo original. Nossa meta é que pelo menos 90% dos alunos cheguem lá, atendendo aos critérios de qualidade do programa.
Um resultado que o aluno tem orgulho de mostrar. Uma experiência que tem prazer em recomendar.
04 / Manual do cargo
Missão, visão e valores
O futuro que queremos construir começa no trabalho que fazemos hoje.
Leitura estimada: 2 minAplicação: 20 min com casos
Nossa missão
Formar profissionais melhores para construir um mundo melhor.
Um profissional mais preparado toma decisões melhores, projeta com mais qualidade e executa com mais responsabilidade. Seu conhecimento chega aos ambientes em que as pessoas vivem, às obras que precisam funcionar e às cidades que todos compartilhamos.
Quando ajudamos alguém a desenvolver essa capacidade, nossa contribuição continua muito além da sala de aula. É assim que cada aluno, e cada pessoa da Mobflix, participa da construção de um mundo melhor.
Nossa visão
Construir uma das maiores e mais admiradas empresas de educação para Arquitetura, Engenharia e Construção, reconhecida pela excelência dos profissionais que forma.
Queremos que a confiança no nome Mobflix seja reconhecida na competência de quem passou por aqui. Que, diante de um profissional formado por nós, o mercado pense:
Se foi formado pela Mobflix, é um profissional de alto nível.
Ambição com verdade
Queremos crescer, prosperar e conquistar resultados grandes. Buscamos superar nosso desempenho com energia, coragem e preparação, sustentando cada promessa em fatos, números reais e entregas que mereçam confiança.
Cuidado que transforma
Conhecemos a pessoa por trás de cada matrícula, dúvida e entrega. Prestamos atenção ao seu contexto, percebemos suas dificuldades e acompanhamos nossa ajuda até que ela produza avanço real.
Excelência que dá orgulho
Cuidamos profundamente do que leva o nome Mobflix. Buscamos qualidade em cada produto, conversa, orientação e experiência para construir algo de que o aluno, o time e a empresa possam se orgulhar.
Mentalidade de dono
Agimos com protagonismo, proatividade e vontade de realizar. Usamos nossa autonomia para identificar oportunidades, propor soluções e transformar ideias em resultados extraordinários. Participamos ativamente da construção da Mobflix.
Um só time
Talentos podem decidir uma partida. Por isso, buscamos e desenvolvemos o nosso craque em cada função. Mas é o entrosamento do time que conquista o campeonato. Nosso campeonato é o sucesso do cliente. Quando ele vence, a Mobflix vence.
05 / Manual do cargo
Como funciona o time
Cada pessoa domina sua função. Juntas, fazemos a transformação acontecer.
Leitura estimada: 5 minAplicação: 20 min para mapear passagens
A estrutura que executa o M1
O quadro inicial tem nove colaboradores internos: um Líder de Pessoas, três Executivos de Vendas de ciclo completo, um Executivo de Parceiros, uma Designer de Aprendizagem, um Coordenador de Mentores, um Gestor de Evolução e um Líder de Programas. O CEO assume temporariamente direção e controle; mentores e especialistas externos atuam conforme a contratação. Os demais cargos deste manual descrevem responsabilidades de desenvolvimento da estrutura, com responsável atual indicado na matriz M1.
Tudo começa com uma pessoa que quer avançar
Uma estudante quer apresentar um projeto melhor. Um profissional precisa dominar uma ferramenta. Um influenciador reconhece a mesma necessidade na sua audiência. Nosso trabalho começa entendendo esse objetivo e conectando a pessoa à Aceleração que pode ajudá-la.
Vendas coloca a operação em movimento. O produto dá força à promessa. A entrega transforma essa promessa em resultado. Uma experiência bem cuidada gera confiança, indicações e novas matrículas. É assim que uma conquista ajuda a próxima a acontecer.
Executivo de Vendas
Encontra oportunidades, entende objetivos e dificuldades, apresenta o caminho adequado e conduz a decisão de matrícula. Também aborda as indicações recebidas de Evolução e os interessados vindos de parceiros. Ao confirmar a venda, entrega à Gestora o contexto que ela precisa para receber bem o aluno.
Executivo de Vendas de Parceiros
Encontra influenciadores, blogs e revistas com público compatível, conquista a parceria e desenvolve a conta. Ajuda o parceiro a contar sua experiência real, organiza as divulgações e acompanha as oportunidades com Vendas. Depois da primeira ação, continua trabalhando novos motivos para apresentar a Mobflix à audiência.
Designer de Aprendizagem
É responsável pelo produto completo: resultado, competências, semanas, missões, aulas, materiais, entregas, critérios, projeto final e Manual do Mentor. Soma a produção da coleção editorial, com guia, atividades, documentação, exemplos e arquivos utilizáveis com autonomia. Recebe inteligência de Vendas, Evolução, Mentor e Programas, investiga padrões e melhora a próxima versão. A Coordenação organiza o apoio técnico dos especialistas; a responsabilidade pelo produto continua com a Designer.
Líder de Programas
É responsável pela Aceleração funcionando. Confirma página, turma, acessos, agenda, materiais, equipe, encontros, entregas e correções. Distribui o trabalho, acompanha as passagens e resolve os problemas com quem precisa participar. Garante que a semana atual aconteça e que a próxima esteja pronta.
Coordenador de Mentores
Encontra e seleciona especialistas, testa domínio técnico e capacidade de ensinar, prepara cada pessoa no método Mobflix e mantém a agenda coberta. Acompanha a qualidade das orientações e das avaliações. Desenvolve ou substitui mentores quando necessário, preservando a continuidade das turmas. Também intermedeia e acompanha os pedidos de materiais técnicos que a Designer precisa para produzir o editorial, confirmando especialista, escopo, prazo e aceite.
Mentor
Orienta tecnicamente nos checkpoints e nas lives, analisa as entregas e faz as correções segundo os critérios do produto. Ajuda o aluno a compreender o erro e a melhorar a própria execução. Apoia o Gestor de Evolução quando ele precisa de julgamento técnico e compartilha padrões que podem melhorar a Aceleração. Como especialista externo, contribui com demonstrações, arquivos e validação técnica solicitados pela Designer e organizados pela Coordenação.
Gestor de Evolução
Cuida do progresso de cada aluno no dia a dia. Recebe, ativa, acompanha, pesquisa dúvidas, explica e ajuda a executar. Quando envolve outra pessoa, continua acompanhando até o aluno avançar. Reconhece conquistas, recupera quem está ficando para trás e transforma valor percebido em depoimentos, indicações e oportunidades de próxima evolução.
Líder de Pessoas
Encontra as pessoas certas e prepara cada uma para desempenhar bem. Organiza seleção, entrada, desenvolvimento e acompanhamento de desempenho. Antecipa necessidades de capacidade, ajuda o time a evoluir e cria condições para que talento e colaboração apareçam no trabalho. Conduz também transições, carreira e desligamentos com respeito e continuidade, com apoio dos analistas e do Departamento Pessoal.
A estrutura cresce junto com a operação
Lideranças desenvolvem quem executa e garantem consistência. Gerências coordenam equipes, capacidade e prioridades. Diretorias decidem estratégia e recursos. Comercial tem sua direção; Produto e Experiência compartilham uma direção integrada. Cada posição é preenchida quando o negócio precisa do escopo e consegue sustentá-lo.
Recrutamento encontra e avalia talentos. Pessoas e Talentos organiza formação e desenvolvimento. Departamento Pessoal cuida dos registros e eventos do vínculo com apoio da contabilidade. Recebíveis confere vendas e repasses; Financeiro executa pagamentos e concilia caixa; Controller organiza resultado, orçamento e decisões econômicas.
Enquanto uma posição ainda não existe no time, o mapa de responsabilidades nomeia quem responde por ela hoje, com limite e substituto. O organograma futuro orienta o crescimento e não presume que todas as lideranças já estejam contratadas.
A próxima pessoa continua de onde você parou
Quando Vendas confirma uma matrícula, Evolução recebe o objetivo do aluno, seu ponto de partida e o que foi combinado. Quando Design conclui o produto, Programas e Mentor recebem materiais testados e critérios compreensíveis. Quando um aluno trava, Evolução leva ao Mentor a tentativa, a dificuldade e o que já investigou.
Cada passagem precisa ter contexto, próximo passo e confirmação de quem recebeu. Assim, o aluno percebe um time que o conhece, mesmo quando conversa com pessoas diferentes.
O que aprendemos volta para o time
Se muitos alunos travam na mesma missão, Evolução registra o padrão, Mentor ajuda a entender a causa e Programas organiza a correção com Design. Se a necessidade está na atuação de um especialista, Coordenação desenvolve o Mentor. Se falta capacidade ou preparo, Pessoas entra com contratação e desenvolvimento.
As conquistas também voltam. Vendas recebe histórias e evidências reais, com autorização de uso; Parceiros entende o resultado das suas contas; e todo o time enxerga a transformação que ajudou a construir.
Vendas → produto e entrega → experiência UAU → resultado → indicação → novas vendas.
06 / Manual do cargo
O jeito Mobflix de trabalhar
Grandes resultados começam com uma forma especial de trabalhar
Leitura estimada: 3 minAplicação: 20 min para aplicar os rituais
Na Mobflix, cultura é aquilo que fazemos quando precisamos vender, criar, cuidar, decidir, colaborar e melhorar.
Queremos construir uma empresa em que pessoas ambiciosas possam ser elas mesmas, desenvolver seu talento e realizar um trabalho extraordinário ao lado de outras pessoas igualmente comprometidas.
Para isso, aprendemos com algumas das maiores referências do mundo.
A intensidade dos melhores times de vendas
Em vendas, buscamos a energia, a confiança, o preparo e a vontade de vencer que tornaram memorável a cultura comercial retratada em O Lobo de Wall Street.
Também nos inspiramos na disciplina de execução do G4 Educação: metas claras, ritmo, acompanhamento, treinamento, responsabilidade pelo resultado e evolução constante.
Vendemos quando existe uma conexão real entre o que a pessoa deseja conquistar e o que a Aceleração pode entregar. Estudamos o produto, entendemos o cliente, conduzimos boas conversas, acompanhamos cada oportunidade e trabalhamos até obter uma decisão clara.
Ambição com verdade é querer vender muito porque sabemos o valor da transformação que entregamos.
A excelência de produto da Apple
Existem produtos que mudam o que esperamos de uma categoria inteira. É essa ambição da Apple que nos inspira: imaginar novas possibilidades para as pessoas e ter o rigor de transformá-las em uma experiência extraordinária.
Queremos levar essa forma de pensar para a educação.
Cada Aceleração começa pelo futuro que o aluno deseja construir. Pelo trabalho que quer realizar. Pela competência que precisa desenvolver. E pela oportunidade de se tornar um profissional que hoje talvez ainda não consiga imaginar.
Nosso trabalho é construir o produto que o ajudará a chegar lá.
Conteúdo, prática, encontros, acompanhamento e correções precisam funcionar juntos. Cada escolha deve tornar o aprendizado mais claro, a execução mais segura e o resultado mais valioso.
Estudamos profundamente, testamos e refinamos cada detalhe para que o aluno tenha prazer em aprender e perceba a evolução no próprio trabalho. A simplicidade é fruto desse cuidado. A inovação ganha sentido quando abre possibilidades reais para quem aprende.
Excelência que dá orgulho é criar uma experiência que o aluno ama viver e um resultado que tem orgulho de mostrar.
O cuidado da Disney com a experiência
A Disney entende que a experiência não está apenas na atração principal.
Nos seus parques, histórias, ambientes e pessoas trabalham juntos para fazer o visitante se sentir parte de algo especial. O encantamento está nessa combinação: o que surpreende, o que emociona e o cuidado que faz tudo parecer pensado para aquele momento.
A visita termina. A lembrança continua.
É esse cuidado que queremos trazer para a experiência de aprender na Mobflix.
Queremos que cada aluno sinta que seu objetivo importa para alguém além dele. Que encontre pessoas que conheçam sua história, compreendam suas dificuldades e se envolvam com sua conquista.
Uma orientação cuidadosa pode transformar insegurança em confiança. Uma dificuldade resolvida com atenção pode devolver a vontade de continuar. O reconhecimento de um progresso pode fazer alguém perceber que está indo mais longe do que imaginava.
Da primeira conversa à apresentação do projeto final, temos a oportunidade de construir essa relação. Em cada contato, queremos que o aluno sinta: “Escolhi o lugar certo”.
Cuidado que transforma é ajudar o aluno a conquistar algo importante e fazer do caminho até lá uma experiência que ele tenha prazer em lembrar e contar.
O nosso padrão
Queremos a energia de um time que gosta de ganhar. O orgulho de criar um produto extraordinário. E a satisfação de ouvir um aluno dizer: “Vocês fizeram diferença na minha vida”.
Queremos que seja bom fazer parte disso.
Intensidade para conquistar. Cuidado para transformar. Rigor para entregar. Um só time para fazer o cliente vencer.
07 / Manual do cargo
Objetivos do time
Cinco conquistas que construímos juntos.
Leitura estimada: 2 minAplicação: 15 min para conectar seu trabalho
1. Levar nossa transformação a mais pessoas
Queremos levar nossas Acelerações às pessoas certas, preencher as turmas planejadas e gerar recursos para desenvolver produtos, ampliar o time e conquistar novos mercados.
Cada venda deve fortalecer a empresa e iniciar uma relação que faça sentido para o aluno.
2. Formar profissionais reconhecidos pelo que conseguem fazer
Nossa reputação será construída no trabalho que nossos alunos entregam.
Queremos formar pessoas que compreendam suas decisões, executem com competência e apresentem projetos que demonstrem sua evolução.
Nossa meta é que pelo menos 90% dos alunos concluam todas as atividades, com projeto final aprovado e dentro do prazo original, atendendo aos critérios de qualidade do programa.
3. Criar uma experiência que o aluno tenha orgulho de recomendar
Queremos que cada aluno se sinta conhecido, bem orientado e acompanhado durante sua evolução.
Quando alguém recomenda a Mobflix, coloca sua própria confiança naquela indicação. Nosso trabalho precisa merecer esse gesto.
4. Transformar resultados em confiança e novas oportunidades
Queremos que as conquistas dos nossos alunos abram caminho para que outras pessoas vivam a mesma transformação.
Trabalhamos para fazer das indicações um dos principais motores de novas matrículas da Mobflix. Convidamos quem reconhece valor na experiência a compartilhá-la e cuidamos de cada pessoa indicada, conectando seus objetivos ao que podemos ajudá-la a conquistar.
5. Crescer com qualidade e capacidade
Queremos construir uma empresa preparada para realizar sua ambição. Ampliar nosso alcance, desenvolver novos produtos e formar cada vez mais profissionais exige um time que cresça em capacidade junto com a Mobflix.
Cada nova turma deve encontrar um produto bem construído, pessoas preparadas e o cuidado que faz cada aluno se sentir conhecido. Nosso crescimento ganha força quando conseguimos repetir essa qualidade e melhorar a cada entrega.
Nossa meta é alcançar, no mês 24, 50 novas turmas e 1.500 novos alunos naquele mês, sustentados por uma operação preparada.
O mês 1 começa com o lançamento da primeira Aceleração.
08 / Manual do cargo
A nossa cultura de produto
Criar algo que dê orgulho de colocar no mundo
Leitura estimada: 2 minAplicação: 15 min para conhecer o padrão
A Apple nos inspira pela ambição de repensar uma categoria e pelo cuidado necessário para transformar uma grande ideia em uma experiência que as pessoas amam.
Queremos trazer essa ambição para a educação.
Aqui, uma Aceleração começa com uma visão do que o aluno poderá realizar. Essa visão orienta nossas escolhas e merece ser defendida em cada detalhe, desde a primeira missão até a apresentação do projeto final.
Queremos um time que tenha prazer em construir, curiosidade para investigar e liberdade para propor. Pessoas que se envolvam com o produto a ponto de perceber uma instrução confusa, uma oportunidade de ensinar melhor ou um detalhe que pode tornar a experiência especial.
As melhores conversas acontecem diante do que estamos criando. Mostramos, experimentamos, fazemos perguntas e refinamos. Uma ideia ganha força quando conseguimos demonstrar como ela melhora a vida de quem aprende.
O orgulho de mostrar o que construímos
Cada nova Aceleração merece um momento de apresentação ao time. Mostramos a experiência, o caminho do aluno e o resultado que o produto foi preparado para desenvolver.
As melhorias também ganham visibilidade. Comparamos versões, observamos o que ficou mais claro e reconhecemos as escolhas que ajudaram o aluno a avançar.
Queremos que cada pessoa reconheça sua contribuição no produto e sinta vontade de torná-lo ainda melhor.
O cuidado de Aprendizagem, a qualidade dos especialistas e a consistência de Programas precisam ser percebidos como uma única experiência.
Queremos criar a Aceleração que os alunos desejam viver e que nós temos orgulho de assinar.
09 / Manual do cargo
Da cultura à execução
A cultura inspira o padrão. O método organiza o trabalho. A matemática mostra o ritmo. O POP ensina a execução.
Leitura estimada: 4 minAplicação: 60 min para montar quadro e matemática
Quem responde por este trabalho no M1
Coordenador; CEO aprova contratação e condições. Situação do cargo: 1 interno. Atribuições especializadas permanecem com o profissional habilitado. Consulte a matriz de responsabilidades quando o POP mencionar uma função futura.
Para passar o trabalho, registre responsável, objeto/versão, destinatário, prazo, aceite e tratamento da exceção. O pipeline integrado conecta as passagens aos POPs completos.
No M1, o CEO acumula as responsabilidades de direção e gerência ainda não implantadas. Programas coordena a execução das turmas; a Designer responde pelo produto de aprendizagem completo; a Coordenação confirma e prepara os mentores externos; Evolução acompanha a execução do aluno. Atribuições futuras deste manual orientam o desenvolvimento da estrutura e não comprovam contratação atual. Confira a estrutura e as responsabilidades do M1.
Um bom dia de trabalho começa com clareza
Você precisa saber qual resultado busca, o que está em andamento e qual próximo movimento faz diferença. O método ajuda a transformar essa intenção em trabalho visível. Assim, você usa sua autonomia para decidir e consegue pedir ajuda com contexto.
O método deste cargo
Funil de especialistas para formar capacidade. Quadro de agenda e qualidade para sustentar a atuação.
Kanban é um quadro que mostra por onde o trabalho passa. Cada cartão representa uma unidade concreta: oportunidade, conta, aluno, entrega, missão ou candidato. Um funil mostra o avanço até uma decisão. Em produto, ciclos curtos permitem construir uma parte utilizável, testar e melhorar antes de ampliar.
Quando um cartão pode avançar
Etapa
Evidência para avançar
Perfil necessário
Produto, competências e janelas de atendimento definidos.
Especialista identificado
Evidências iniciais e contato profissional disponíveis.
Teste
Prova técnica e explicação didática realizadas.
Calibração
Avaliação de amostras convergiu com os critérios do programa.
Disponível
Agenda e condições confirmadas.
Alocado
Turma e compromissos aceitos, com cobertura definida.
Em desenvolvimento
Atuação acompanhada e melhorias verificadas.
O que vai em cada cartão
Identificação, resultado esperado, estado atual, próxima ação, responsável, prazo, impedimento e evidência. Quando alguém precisa continuar, escreva o contexto de que essa pessoa precisa. O cartão avança pela mudança real, e não porque uma mensagem foi enviada.
A matemática do seu trabalho
Exemplo: 90 correções com média observada de 20 minutos exigem 30 horas. Somando 6 horas de reavaliação, 6 de encontros e 4 de preparo, a demanda é 46 horas. Se há 3 mentores com 12 horas realmente disponíveis cada, a oferta é 36 horas. Faltam 10 horas. Negocie agenda ou obtenha cobertura qualificada antes de aceitar mais uma turma.
Os números do exemplo ensinam a fazer a conta. Substitua as hipóteses pelas taxas e pelos tempos observados na Mobflix. Volume no período, quantidade parada na etapa e capacidade de atendimento são medidas diferentes.
Como fazer caber
Capacidade depende de tema, domínio, didática e disponibilidade na janela certa. Um excelente mentor livre na terça não cobre sozinho as correções de sábado. Conte separadamente disponibilidade declarada, confirmada, já alocada e reserva.
Seu ritmo de decisão
No começo do dia, confira compromissos que vencem, itens bloqueados e o trabalho que mais aproxima o resultado.
Antes de iniciar algo novo, veja o que pode concluir ou destravar. Trabalho demais aberto faz todo mundo esperar.
Ao terminar um contato ou uma entrega, atualize a próxima ação e confirme a passagem.
Na revisão da semana, leia o gargalo, escolha uma melhoria e observe seu efeito no ciclo seguinte.
Quando o placar pede uma ação
Notas divergentes para o mesmo trabalho pedem calibração. Explicação difícil pede treino com observação. Falta de agenda pede cobertura. Domínio técnico insuficiente pede retirada daquele escopo até validação. A intervenção acompanha a causa.
Autonomia para fazer acontecer
Execute as decisões cobertas pelo produto vigente, pelos critérios, pelo POP e pelos limites já autorizados. Quando surgir uma exceção, reúna o fato, o impacto, as alternativas e sua recomendação. Envolva quem domina a decisão: Programas no funcionamento da Aceleração, Coordenação na aptidão do Mentor e Pessoas nas questões de equipe.
Mudanças de promessa, preço, orçamento, vínculo ou padrão técnico crítico seguem a alçada da empresa. Se um limite ainda não estiver publicado, a pessoa responsável organiza a decisão uma vez e registra a orientação para os próximos casos. Nenhuma rotina precisa voltar ao fundador quando já existe um critério aplicável.
Capacidade e responsabilidade na estrutura vigente
Até 20 turmas simultâneas por coordenador é referência de planejamento, condicionada às horas, à complexidade, às correções, à produção editorial e à cobertura confirmadas.
Responsável pela coordenação do cargo: CEO no M1; Líder de Mentores quando implantado. Previsão de oito semanas acima de 85% da capacidade aciona preparação de reforço, com demanda e orçamento conferidos.
10 / Manual do cargo
POP
Passos explicados, conversas completas, decisões, modelos preenchidos e uma conferência para cada tarefa.
Leitura estimada: 109 minAplicação: Prática contínua e simulações dos 10 dias
Encontre a orientação
A oferta vigente reúne a coleção editorial completa e o acompanhamento humano no mesmo pacote. A autonomia do material é didática: o aluno encontra a instrução essencial sem depender da live, e continua recebendo o acompanhamento incluído. A passagem registra o pacote e a turma contratados.
Uma tarefa inteira, do começo à conferência
Constrói uma rede de especialistas que domina o tema, sabe ensinar, avalia com consistência e está pronta para atender as janelas reais das turmas.
Escolha o procedimento pela situação que precisa resolver. Leia os passos, acompanhe a demonstração e use o registro preenchido como referência. Depois aplique ao caso real, conferindo as informações e as condições antes de agir.
Os diálogos mostram uma boa execução possível. Personalize nomes e contexto; escolha a resposta a partir do que a pessoa realmente disse.
Os casos, nomes e números de treinamento são fictícios. A oferta, a agenda, os critérios e as condições reais vêm das referências vigentes.
Quando a resposta ou o resultado mudar, use as alternativas do procedimento. Se a situação não estiver coberta, preserve o trabalho, descreva a evidência e acione o apoio indicado.
Só encerre depois da conferência. Enviar mensagem, assistir ao vídeo ou repassar uma tarefa não comprova que a pessoa conseguiu continuar.
Prepare seu lugar de trabalho
Use as ferramentas oficiais já adotadas pela Mobflix: o registro do cargo, a versão do produto, o calendário da edição e os canais autorizados. O nome da ferramenta pode mudar; as informações e os critérios do procedimento permanecem. Se faltar acesso ou uma referência essencial, peça ao responsável atual e confirme a abertura antes de atender o caso.
Como demonstrar que está pronto
Cada procedimento termina com um caso para praticar, resposta de referência e erro que exige refazer. Execute antes de olhar a resposta. Quem acompanha o preparo observa sua decisão, seu registro e a conferência. Autonomia é liberada pela competência demonstrada, dentro do escopo; decisões técnicas especializadas exigem uma pessoa apta para avaliá-las.
POP 1 · Encontrar o perfil de mentor que o produto precisa
Resultado esperado
Definir o trabalho antes de procurar a pessoa. Um perfil claro melhora a busca, torna a prova justa e evita contratar alguém para uma função diferente da que imaginou.
Quando usar
Antes de iniciar uma busca, ampliar a cobertura ou preparar alguém para outro produto.
Informações necessárias e preparação
Abra o produto vigente, o Manual do Mentor, as missões, os critérios e a previsão de turmas de Programas. Consulte quem já está no banco e quais atividades essas pessoas assumiram.
Passo a passo
1. Comece pelo resultado que o aluno precisa demonstrar
Leia o projeto final e percorra as semanas. Em cada etapa, pergunte: o que o aluno fará, que erros podem impedir o avanço e o que o mentor terá de reconhecer? Um nome de software é amplo demais para orientar a busca.
Na Aceleração Revit, por exemplo, orientar o início do arquivo e avaliar a documentação final exigem competências que precisam ser verificadas. Um portfólio de renderizações não demonstra, sozinho, que a pessoa consegue investigar problemas no arquivo e orientar essas entregas.
Se faltam critérios ou material essencial, registre a lacuna com Programas para o Design concluir. Você pode mapear especialistas enquanto isso; a prova final precisa refletir o produto que será operado.
2. Transforme cada expectativa em algo que possa observar
Expectativa vaga
O que observar na seleção
Domina o assunto.
Abre o arquivo, explica decisões próprias, identifica a causa de um problema e confere o efeito da correção.
Tem boa didática.
Descobre onde o iniciante parou, explica com palavras que ele entende e observa uma nova tentativa.
Avalia bem.
Usa o critério publicado, aponta a evidência e distingue entrega incompleta de informação insuficiente.
É comprometido.
Entende todas as atividades, apresenta disponibilidade real, cumpre os combinados do processo e avisa impedimentos.
Combina com a Mobflix.
Trata dúvidas com respeito, recebe feedback, reconhece limites e ajuda o aluno a executar o próprio trabalho.
Separe competência de entrada e aprendizagem do onboarding. O domínio da especialidade deve aparecer na prova técnica. O candidato ainda não precisa conhecer a sigla CLARO, os estados do painel ou o formato interno: isso será ensinado e praticado antes de assumir.
3. Preencha a necessidade para outra pessoa conseguir buscar
Campo
Exemplo preenchido
Produto e escopo
Aceleração Revit; atuar nas etapas previstas no produto vigente, do início do projeto à apresentação final.
Participantes
30 participantes previstos nesta turma; confirmar ocupação final com Programas.
Trabalho
Preparar e conduzir a live; executar o checkpoint quando designado; examinar entregas; orientar correções; reavaliar; registrar pendências e padrões.
Evidência de entrada
Projeto autoral ou participação delimitada; demonstração no arquivo; prova de diagnóstico, devolutiva e orientação ao iniciante.
Preparação posterior
Conhecer produto e método; aplicar critérios; simular cinco perfis; testar acesso e passagem à Gestora.
Agenda
Janelas de cada atividade fornecidas por Programas; disponibilidade ainda será confirmada individualmente.
Decisão
Coordenação decide aptidão com apoio técnico quando necessário; Pessoas formaliza o vínculo.
A ficha fica junto ao processo seletivo. Se o escopo mudar, atualize a necessidade e explique a mudança aos candidatos que já estão em conversa. Assim ninguém descobre no fim que a função inclui trabalho que não foi apresentado.
4. Veja se precisa captar, preparar ou reorganizar
Consulte o banco por produto e atividade. Há alguém apto sem turma? Alguém qualificado que ainda precisa aprender o método? Há choque de horários que pode ser resolvido sem contratação? Veja o trabalho completo, inclusive reenvios de turmas que estão terminando.
Exemplo: existem dois mentores de Revit. Um está ocupado; o outro pode conduzir o encontro, mas não corrigir na janela necessária. A necessidade é cobertura de correções. Abrir uma busca genérica por “mais um professor de Revit” pode trazer exatamente a mesma limitação.
5. Defina prioridade e próximo compromisso
Informe a Programas qual necessidade vem primeiro, até quando precisa de solução e quais etapas ainda faltam. Use o tempo observado de busca, prova e preparo para planejar. Se ainda não há histórico, mantenha uma estimativa explícita e atualize à medida que aprende.
Saída de exemplo: “A turma prevista precisa de cobertura para análises e reenvios. Vou testar candidatos para esse escopo e confirmar disponibilidade. O encontro já tem mentora preparada. Até concluir prova, formalização e aceite, a fila de correções continua descoberta.”
Evidência de conclusão
A necessidade tem produto, competências, atividades, evidências, agenda a confirmar e prioridade. A busca começa pelo trabalho que precisa ser entregue.
Aprofunde as decisões que fazem diferença
Descreva o especialista pelas tarefas que precisa demonstrar
Leia projeto final, missões e critérios. Liste problemas que o Mentor deverá diagnosticar, decisões que explicará, entregas que avaliará e atividades da agenda. Separe domínio técnico de entrada do método Mobflix que será ensinado. Se você não consegue validar uma competência especializada, obtenha avaliador apto para essa parte.
Converta a necessidade em uma busca específica
Defina produto, escopo, prova, agenda e cobertura. Exemplo: pessoa capaz de avaliar documentação no arquivo e orientar a correção, com janela de análises e reenvios, além de encontro. “Professor de Revit” sozinho não define a necessidade.
Demonstração completa · caso fictício de treinamento
O portfólio impressionante não respondia à vaga
A situação
O candidato tem imagens bonitas de projetos, mas a necessidade é diagnosticar arquivos, corrigir entregas e explicar decisões a iniciantes.
O raciocínio por trás da ação
A busca deve usar evidência do trabalho necessário. Prestígio ou estética do portfólio não comprovam avaliação nem didática.
01Coordenação
Programas, quais entregas essa turma precisa avaliar e em que janela?
02Programas
Modelo e documentação do escopo vigente, correções e reenvios, além dos encontros previstos.
03Coordenação
Vou pedir demonstração no arquivo, diagnóstico de um erro e orientação a um iniciante. A disponibilidade precisa incluir as correções, não apenas a live.
04Ficha
Entrada técnica: explicar decisões próprias e conferir resultado no arquivo. Didática: investigar antes de demonstrar e observar nova tentativa. Método: aprender produto, rubrica, registros e passagem a Evolução.
05Decisão
Se o candidato só aceita encontros, não cobre esta necessidade completa. Registrar escopo possível sem tratá-lo como cobertura integral.
O que este caso comprova
O perfil torna a busca e a prova coerentes com a experiência que o aluno receberá.
Quando o caso muda
Se acontecer diferente, decida assim.
O produto ainda não tem critério suficiente
O que fazer. Pedir complemento a Programas e Design antes da prova final.
Precisamos saber qual evidência o Mentor deverá avaliar para testar a competência correta.
O que conferir. Prova ligada ao produto validado.
Há especialista apto apenas para parte do escopo
O que fazer. Registrar essa aptidão limitada e avaliar composição de cobertura com Programas.
Você pode cobrir esta atividade; as demais ainda precisam de alguém apto.
O que conferir. Capacidade não extrapola o escopo demonstrado.
Registro para usar na tarefa
Necessidade de mentor
Preencha no registro oficial do cargo. Substitua os dados de treinamento pelos fatos do caso e mantenha visível o que ainda não foi confirmado.
Modelo para preencher
Produto/versão:
Entregas e problemas a avaliar:
Competências técnicas de entrada:
Didática a observar:
Método a ensinar:
Atividades e janelas:
Prova e avaliador apto:
Cobertura necessária:
Exemplo preenchido
Revit, versão vigente. Avaliar modelo e documentação previstos, orientar correções e reavaliar. Prova: abrir arquivo, diagnosticar divergência e ensinar conferência. Agenda inclui preparo, checkpoint quando designado, live de 60 minutos, análises e reenvios conforme a regra publicada. Aptidão técnica validada por especialista quando necessário; método ensinado antes da atuação.
Confira antes de encerrar
A ficha descreve trabalho e evidência.
A agenda inclui atividades fora da live.
Julgamento técnico tem avaliador apto.
Pratique antes de assumir
Agora faça em outro caso.
Situação
Um especialista aceita apenas uma palestra mensal.
Sua tarefa
Ele cobre a função de Mentor da turma?
Depois de tentar, confira a resposta
Resposta de referência
Não integralmente. Registrar o escopo possível e manter descoberta a orientação e avaliação que faltam.
Erro que exige refazer. Confundir disponibilidade de palestra com cobertura da Aceleração.
POP 2 · Encontrar e conversar com especialistas
Resultado esperado
Manter uma busca que encontre especialistas capazes de orientar alunos, incluindo bons profissionais que não são conhecidos nas redes.
Quando usar
Em blocos recorrentes da semana e sempre que o mapa de capacidade mostrar uma lacuna futura. Dê continuidade aos contatos e provas já iniciados.
Informações necessárias e preparação
Abra a necessidade do POP 1 e consulte o banco com Pessoas para evitar abordagens duplicadas. Escolha o produto, a competência e a janela de atuação que quer investigar.
Passo a passo
1. Procure onde o trabalho aparece
Use a entrega desejada para montar a busca. Combine produto + tarefa + sinal de ensino. Para Revit, experimente termos como “Revit documentação projeto residencial”, “Revit revisão de projeto” e “Revit professor”. Mude a busca se estiver encontrando somente imagens bonitas ou aulas de comandos isolados.
Onde procurar
Como procurar e o que abrir
LinkedIn e páginas de escritórios
Busque profissionais que descrevem modelagem, documentação, coordenação ou treinamento no tema do produto. Abra projetos, publicações e trajetória; descubra qual parte do trabalho foi da pessoa.
YouTube
Busque uma tarefa do produto. Assista a um trecho de explicação e à resposta a uma dificuldade. Observe se a pessoa explica decisões, reconhece erros e verifica resultados.
Instagram e portfólios
Procure projetos, bastidores e explicações. Abra mais de um trabalho. Um perfil visual forte vira hipótese de competência; o processo e a autoria ainda precisam ser conferidos.
Comunidades técnicas e eventos
Observe quem ajuda a resolver problemas e explica o raciocínio. Use contatos profissionais disponibilizados ou apresentações consentidas. Siga as regras do espaço.
Universidades e grupos de ex-alunos
Busque docentes, monitores e profissionais indicados por quem aprendeu com eles. Confira experiência prática além da experiência de sala de aula.
Indicações do time e dos próprios mentores
Peça nomes com uma situação concreta: quem orientou bem, em qual tarefa e qual evidência pode ser compartilhada.
Procure por mais de uma fonte. Um especialista excelente pode publicar pouco; alguém conhecido pode não querer acompanhar entregas. A audiência não entra como critério de aptidão para mentoria.
2. Faça uma leitura rápida com perguntas certas
Filtro
Sinal que permite avançar
O que ainda precisa conferir
Aderência técnica
Mostra trabalhos ligados às entregas da Aceleração.
Abre o arquivo e explica decisões, limites e contribuição autoral.
Capacidade de ensinar
Explica uma dificuldade e responde com clareza.
Consegue orientar alguém que não entendeu e conferir a tentativa.
Interesse no papel
Demonstra interesse em acompanhar projetos.
Aceita analisar, devolver, reavaliar e registrar, além dos encontros.
Disponibilidade
Indica janelas compatíveis em princípio.
Todas as atividades cabem junto aos compromissos atuais.
Confiabilidade
Mantém uma conversa clara e cumpre retornos combinados.
Esse comportamento se mantém nas provas, no preparo e na atuação.
Marque “evidência encontrada”, “precisa conferir” ou “sem aderência nesta necessidade”. Perfil incompleto pede uma pergunta; contradição confirmada com uma exigência essencial pede encerramento. Não elimine alguém por não ter um portfólio público se puder demonstrar trabalho autorizado na prova.
Exemplo: Camila mostra documentação e explica revisões; vale conferir autoria e agenda. Rafael tem ótimas imagens, mas nenhum processo; peça um exemplo antes de presumir domínio. Bruno foi indicado por um ex-aluno e publica pouco; a boa orientação relatada justifica conhecê-lo, não selecioná-lo sem prova.
3. Registre a hipótese antes de abordar
Ficha curta: nome; contato profissional; origem e link; produto; evidência observada; dúvida principal; estado da conversa; última ação; próximo passo e data. Escreva “explica revisão de prancha no vídeo indicado; autoria e disponibilidade a confirmar”, em vez de “parece bom”.
Estados úteis: mapeado → conversa → entrevista → prova → selecionado para preparo → apto por produto → agenda confirmada. “Retomar depois”, “sem aderência” e “retirado da atuação” preservam o contexto. Nomes em conversa não entram no mapa de cobertura.
4. Abra uma conversa ligada ao trabalho da pessoa
Coordenador
Oi, Camila! Vi sua explicação sobre como revisou as pranchas daquele projeto em Revit. Gostei de como mostrou o motivo dos ajustes. Na Mobflix, estamos procurando quem possa orientar alunos enquanto eles desenvolvem um projeto. Faz sentido eu te contar o formato?
Camila
Faz. Seria gravar um curso?
Coordenador
É acompanhar uma turma de Aceleração: orientar encontros, analisar entregas e ajudar os alunos a corrigir. Você recebe missões, materiais, critérios e o Manual do Mentor prontos. Já fez algo parecido ou tem vontade de desenvolver essa parte?
Camila
Já dei aula, mas nunca nesse formato.
Coordenador
Podemos olhar um trabalho seu e fazer uma simulação dessa orientação. Também vou te mostrar a agenda e as atividades, para entendermos se faz sentido para você.
A mensagem deve conter uma observação verdadeira. Se veio de indicação, use a indicação: “A Beatriz comentou que você ajudou a equipe a entender documentação em Revit. Posso te explicar uma oportunidade de mentoria?”
5. Faça a triagem antes de agendar uma prova
Pergunte o que a pessoa gostaria de fazer, qual trabalho demonstra a especialidade, o que realizou nesse trabalho e como já ajudou alguém a aprender. Apresente o ciclo completo da turma e as janelas que precisam de cobertura. Pergunte onde existe compatibilidade e onde existe restrição.
Coordenador
Além dos encontros, temos análise das entregas e reavaliação depois das correções. Olhando a sua rotina atual, quais dessas atividades você conseguiria assumir e em quais janelas?
Se a pessoa só quer gravar aulas, esclareça o escopo uma vez. Havendo incompatibilidade, encerre com respeito: “Entendi. Esta necessidade inclui acompanhamento de projetos. Vou registrar seu interesse em produção de conteúdo para um contexto em que isso faça sentido.”
Questões de condições de contratação seguem a referência autorizada e Pessoas. Apresente o processo e combine quando a pessoa receberá retorno; uma boa seleção também precisa ser uma boa experiência para quem participa.
6. Acompanhe a conversa e aprenda com as respostas
Ao combinar uma data, registre e retome o tema exato: “Você ia conferir se consegue assumir as análises além dos encontros. Conseguiu olhar?” Se não houve combinado, faça um retorno contextual e permita encerrar. Recusa clara encerra a insistência.
Se muitas pessoas entendem que é gravação, a abordagem está pouco clara. Se quase todos recusam a agenda, reveja com Programas a necessidade e com Pessoas as condições apresentadas. Se os perfis não demonstram a competência, mude termos, fontes e evidências buscadas.
Saída preenchida: Camila; origem explicação pública de documentação; contribuição autoral relatada, a conferir; interesse em acompanhamento confirmado; agenda de correções a validar; entrevista combinada; prova ainda não aplicada. Próxima ação: receber um exemplo autorizado e conversar sobre as decisões do projeto.
Evidência de conclusão
Cada contato tem uma razão para avançar, uma dúvida a resolver ou um encerramento claro. Você sabe quais fontes estão trazendo profissionais compatíveis e o que fazer em seguida.
Aprofunde as decisões que fazem diferença
Procure evidência de prática e explicação
Pesquise profissionais em comunidades da especialidade, LinkedIn, portfólios, eventos, publicações e indicações técnicas. Observe autoria, raciocínio e capacidade de explicar. Registre onde encontrou o trabalho e que competência parece demonstrar; a seleção ainda precisará confirmar.
Apresente o trabalho inteiro na primeira conversa
Explique que o produto já está desenhado e o Mentor conduz encontros, orienta e corrige segundo critérios. Pergunte interesse, experiência e disponibilidade para o conjunto. Um bom convite descreve desafio e próxima etapa, sem vender uma função diferente.
Demonstração completa · caso fictício de treinamento
Uma abordagem que atrai pelo trabalho real
A situação
Você encontrou Daniela explicando decisões de documentação num conteúdo técnico público.
O raciocínio por trás da ação
O conteúdo é um sinal relevante. A abordagem precisa reconhecer algo específico e convidar para uma avaliação, sem declarar competência antes da prova.
01Coordenação
Daniela, vi sua explicação sobre conferir documentação e gostei de como você mostra a decisão no arquivo. Na Mobflix, buscamos mentores para orientar projetos numa Aceleração já desenhada. Posso te explicar o escopo?
02Daniela
Sim. Seria gravar aulas?
03Coordenação
A função principal é preparar e conduzir a live, analisar entregas, orientar ajustes e avaliar pelos critérios do produto. O Mentor conduz o checkpoint quando for nominalmente designado por Programas, com agenda e contrato confirmados pela Coordenação. O percurso e o Manual do Mentor orientam a atuação.
04Daniela
Tenho experiência com projetos, mas nunca usei o método de vocês.
05Coordenação
O método entra no preparo. Primeiro queremos conhecer seu domínio técnico e como ajuda um iniciante. Qual parte dos projetos apresentados você executou e consegue demonstrar?
06Daniela
Posso mostrar a documentação e explicar as decisões. Preciso conferir a janela das correções.
07Próximo passo
Enviar escopo e agenda real, explicar prova e condições autorizadas e combinar retorno. Não marcar disponibilidade confirmada antes da resposta.
O que este caso comprova
A candidata entende a função e chega à prova com expectativas corretas.
Quando o caso muda
Se acontecer diferente, decida assim.
O portfólio tem autoria compartilhada
O que fazer. Pergunte contribuição específica e peça demonstração correspondente.
Que decisões e partes do arquivo foram suas? Vamos focar a conversa nessa contribuição.
O que conferir. Autoria delimitada sem presumir fraude.
O especialista tem técnica, mas rejeita orientar iniciantes
O que fazer. Investigue interesse e explique a experiência; se incompatível, encerrar para esse papel.
A função exige acompanhar a tentativa e a correção. Se esse trabalho não faz sentido para você, prefiro esclarecer agora.
O que conferir. Aderência real ou encerramento respeitoso.
Registro para usar na tarefa
Contato com especialista
Preencha no registro oficial do cargo. Substitua os dados de treinamento pelos fatos do caso e mantenha visível o que ainda não foi confirmado.
Modelo para preencher
Pessoa e fonte:
Trabalho observado:
Competência a confirmar:
Escopo explicado:
Interesse e agenda:
Condições comunicadas:
Prova/retorno combinado:
Exemplo preenchido
Daniela / conteúdo técnico. Sinal: explica decisões de documentação. A confirmar: autoria, diagnóstico e didática. Escopo completo apresentado. Interesse sim; agenda de correções pendente. Próximo: receber agenda e prova com critérios antes de confirmar participação.
Confira antes de encerrar
A abordagem usa uma razão verdadeira.
O especialista conhece todo o escopo.
O registro distingue sinal e competência demonstrada.
Pratique antes de assumir
Agora faça em outro caso.
Situação
A pessoa tem muitos seguidores e nenhum arquivo ou decisão técnica demonstrável.
Sua tarefa
Qual próximo passo?
Depois de tentar, confira a resposta
Resposta de referência
Pedir evidência pertinente e aplicar prova técnica e didática; seguidores não substituem avaliação.
Erro que exige refazer. Aprovar pela reputação social.
POP 3 · Testar domínio técnico e capacidade de ensinar
Resultado esperado
Ver o candidato fazer o trabalho que terá de realizar. Entrevista ajuda a entender a experiência; demonstração permite observar se consegue avaliar, explicar e conferir uma nova tentativa.
Quando usar
Depois da triagem do POP 2, antes da seleção. Use também para verificar uma competência nova de alguém que já atua em outro produto.
Informações necessárias e preparação
Abra o portfólio e as respostas anteriores. Separe missão, critérios e exemplo de entrega do produto pronto, usando material fictício ou autorizado. Combine quem avaliará a parte técnica e explique ao candidato o formato da prova. Para candidatos da mesma necessidade, mantenha situações comparáveis.
Passo a passo
1. Entrevista: sair da resposta genérica
Comece pelo portfólio que a pessoa apresentou. Pergunte: “Qual era o objetivo? O que você recebeu? O que você produziu? Qual decisão foi sua? O que deu errado? O que precisou corrigir?” Depois peça a parte do material que sustenta a resposta. Se o trabalho for coletivo, reconheça o contexto e delimite a contribuição. Não transforme participação em autoria integral.
Coordenador
Qual resultado você mais se orgulha de ter ajudado um aluno a alcançar?
Candidato
Meus alunos sempre elogiam minha didática.
Coordenador
Consegue escolher um caso? O que essa pessoa não fazia antes, qual foi a sua orientação e o que ela conseguiu fazer depois?
Candidato
Uma aluna não conseguia organizar o projeto. Fiz uma aula de revisão e depois ela terminou.
Coordenador
Onde ela estava travando? Como você descobriu? Você viu uma nova execução dela ou soube da conclusão pelo relato?
Aprofundar não é encurralar. É distinguir intenção, ação e evidência. Se a pessoa não tiver experiência docente, peça um episódio em que ajudou colega ou equipe e deixe a prova didática mostrar o restante. Ausência de experiência anterior não vira reprovação automática quando a competência pode ser demonstrada.
Pergunte sobre um erro próprio: “Qual orientação sua já precisou ser revista?” Observe se reconhece limite, investiga e corrige ou atribui todo insucesso ao aluno. Pergunte também: “Se você não souber responder uma questão na hora, o que faz?” Espera-se que preserve a confiança sem inventar uma resposta: declare o ponto, busque a fonte ou o especialista adequado e combine retorno dentro da operação.
Roteiro comum de entrevista
Faça as mesmas perguntas centrais aos candidatos dessa necessidade e aprofunde com base nas respostas. Explique que o propósito é entender como trabalham. Registre o que cada um fez antes de discutir impressões com o outro avaliador.
Pergunta
O que precisa aparecer
“Mostre um trabalho seu que se aproxima do projeto desta Aceleração. Qual parte foi feita por você?”
Autoria delimitada, decisões e evidência que possa ser aberta.
“Conte uma situação em que alguém não conseguiu seguir sua explicação. O que você percebeu e mudou?”
Dificuldade localizada, mudança de condução e nova execução observada.
“Quando precisou rever uma orientação sua, como descobriu e corrigiu?”
Reconhecimento do limite, verificação e reparo com quem recebeu a orientação.
“Se duas turmas precisarem de correções na mesma janela, como você confirmaria o que pode assumir?”
Volume, prazo e compromissos considerados; comunica a lacuna antes de aceitar.
“Que parte deste formato mais te interessa e qual exigiria preparo?”
Interesse real no trabalho e leitura honesta do próprio desenvolvimento.
Uma resposta vaga pede contexto: o que recebeu, o que fez, qual foi o efeito e onde podemos conferir. Uma resposta hipotética ensina como a pessoa pensa; a demonstração seguinte mostra o que ela consegue fazer.
2. Prova de correção: um caso completo
Use uma missão e os critérios que já existem no produto, com uma entrega fictícia ou autorizada. Exemplo didático: a etapa pede que os ambientes indicados na prancha correspondam à referência fornecida. O aluno troca uma identificação e pergunta: “Está pronto? Não sei mais o que olhar.” Entregue também a referência para que seja possível conferir a decisão. Na seleção real, o especialista verifica uma execução no arquivo do produto; o exercício textual abaixo serve para testar leitura e didática.
Entregue o pacote e peça quatro saídas: avaliação pelos critérios, evidência localizada, devolutiva ao aluno e forma de conferir a nova tentativa. Não dê a resposta durante a prova. Pergunte em seguida por que escolheu aquela prioridade e o que mudaria se o aluno não entendesse. Se o candidato encontrar uma ambiguidade no enunciado, registre o sinal; perceber uma falha real do teste pode demonstrar bom julgamento.
Uma resposta fraca: “Está quase bom, revise a prancha.” Ela não informa o critério, a localização da dificuldade nem a ação. Outra resposta fraca é devolver o arquivo já corrigido sem verificar o que o aluno entendeu. Pode produzir um documento mais bonito enquanto a pessoa continua dependente.
Uma resposta forte, neste exercício: “Na vista A, o elemento indicado não corresponde ao que aparece na vista B. O critério desta etapa pede essa correspondência. Compare as duas representações, localize o que gerou a diferença e ajuste a origem. Envie a nova versão e diga o que você alterou. Vou conferir se as duas vistas passaram a representar a mesma situação.” O especialista deve confirmar se essa orientação é tecnicamente adequada ao caso real.
Pacote pronto para praticar a avaliação didática
Este exercício textual permite treinar sem arquivo de software. Ele testa leitura de critério, devolutiva e julgamento; não certifica domínio técnico do produto. Entregue ao candidato os três cartões seguintes, um por vez. O colega representa o aluno. O avaliador conserva as respostas de referência até o fim da tentativa.
Cartão 1 : instrução e entrega: a missão exige que a prancha e a referência indiquem os mesmos ambientes. Referência fornecida: ambiente A identificado como Sala; ambiente B como Cozinha. Entrega fictícia do aluno: A identificado como Sala; B como Quarto. Mensagem: “Terminei. Posso avançar?” Tarefa do candidato: avaliar o critério, escrever a devolutiva e dizer que evidência pedirá. Não é necessário inventar nenhum comando técnico; o critério e a divergência estão integralmente no enunciado.
Referência do avaliador: A corresponde; B não corresponde. Ainda falta demonstrar o critério no ambiente B. Uma devolutiva útil aponta essa diferença, pede comparação e ajuste e solicita a nova versão. O candidato não precisa usar as mesmas palavras, mas não pode afirmar que aparência geral compensa a divergência. Se não localizar o erro, peça que explique como conferiu os dois ambientes, sem revelar a resposta.
Cartão 2 : dificuldade: o aluno diz “não sei o que é referência; copiei o que achei que estava certo”. A orientação precisa primeiro explicar que referência é o material-base com o qual ele deve comparar sua entrega. Depois peça que o aluno localize o ambiente B nos dois materiais e diga o que percebe. O colega deve responder conforme a orientação recebida. Se o candidato só repetir “corrija pela referência”, registre que não tratou a dúvida demonstrada.
Cartão 3 : nova tentativa: o aluno ajustou B para Cozinha. Em seguida recebe outro par: referência C como Dormitório; entrega C como Escritório. Peça que ele faça a comparação sem instrução de cada movimento. A evidência esperada é localizar a diferença e explicar o ajuste. Isso mostra aplicação da lógica em outra situação; repetir a resposta do cartão 1 não basta.
Exemplo fictício: Paulo afirmou que “a identificação pode ser qualquer uma, pois o que importa é o visual”, embora o critério exija correspondência. Ao ser questionado, recusou conferir o material. Registre o fato e a resposta. Sua decisão é que ele ainda não está apto a avaliar por essa referência; carisma não compensa a falha. Se houver nova oportunidade de prova, ele precisa demonstrar a mudança antes de assumir alunos.
Laura identificou o erro no ambiente B, explicou o que era material-base, esperou a comparação e verificou a situação C. Simplificou uma frase depois da dúvida. Sua decisão: a habilidade didática foi demonstrada nesse exercício; faltam a prova técnica do produto e o restante da preparação. O teste textual não comprova domínio de Revit.
Prova técnica real: prepare o pacote e observe o trabalho
Antes da liberação, o candidato precisa trabalhar no software e nos arquivos compatíveis com o produto. O teste textual acima não substitui essa etapa. Coordenação organiza a prova; um avaliador que domina a especialidade valida o diagnóstico e a solução.
Parte do pacote
Como preparar
Contexto
Escolha uma missão do produto, o resultado esperado, a versão da ferramenta e os arquivos necessários. Informe ao candidato escopo, duração combinada e ferramentas permitidas.
Trabalho de referência
Use um arquivo interno de treino ou autorizado, com decisões esperadas conferidas pelo especialista. Guarde uma cópia original e entregue cópias separadas.
Entrega a avaliar
Inclua uma parte correta, uma divergência relevante e uma informação insuficiente. O especialista documenta onde cada situação aparece e por que importa.
Tarefas
Pedir que abra e inspecione o arquivo, explique o raciocínio, demonstre um ajuste em cópia e confira o resultado. Depois escreve a orientação que enviaria ao aluno.
Nova situação
Prepare outra entrega que teste a mesma competência com uma variação. Assim é possível distinguir compreensão de repetição.
Registro
Guarde versão do pacote, arquivos produzidos, decisões por critério, observações do especialista e pendências.
Teste o pacote com o especialista antes de aplicá-lo. O arquivo abre? O enunciado permite decidir? A resposta de referência cobre as alternativas corretas? Se a ferramenta falhar ou a instrução estiver incompleta, corrija a condição e repita o trecho; isso não demonstra incapacidade do candidato.
Separe o que o candidato precisa saber ao entrar do que será ensinado pela Mobflix. Ele deve demonstrar domínio técnico e capacidade de orientar. O modo exato de registrar na ferramenta e o método interno entram no preparo. Não transforme familiaridade com a sua tela em medida de competência.
Na prova, observe se ele investiga antes de mudar, protege o que já está correto e confere o efeito. Se faz uma alteração que funciona só naquela vista, peça que demonstre a consistência nas evidências exigidas pelo produto. O avaliador técnico fundamenta a conclusão; o Coordenador não precisa fingir conhecimento que não tem.
3. Prova ao vivo: observar a leitura do iniciante
Explique que haverá interação: uma pessoa representará o aluno e poderá fazer perguntas. Use o mesmo caso ou uma etapa pequena do programa. Peça ao candidato que comece perguntando o que o aluno tentou. O observador deve anotar a pergunta, a resposta do aluno, a orientação e o que foi possível executar depois. Uma aula fluente sem tentativa do aprendiz não completa a prova.
Aluno simulado
Fiz como você mostrou, mas não entendi por que isso mudou.
Mentor candidato
Mostra qual parte você fez e em que momento o resultado ficou diferente.
Aluno simulado
Eu repeti os cliques. Quando fiz no outro trecho, não funcionou.
Mentor candidato
Vamos voltar ao ponto anterior. O que você estava tentando mudar? Me explica com suas palavras. Depois vamos testar só essa parte e observar o resultado.
Se o candidato acelerar a explicação, peça ao aluno simulado que diga “ainda não entendi”. Observe a reação. Ele repete a mesma fala mais alto? Usa termos ainda mais complexos? Abre espaço para identificar a dúvida? Assume tudo e executa pelo aluno? O objetivo é perceber como ajusta a condução diante de um obstáculo normal, sem criar uma provocação hostil.
4. Avalie sem esconder riscos numa média
Use três estados por competência: demonstrado, parcial e não demonstrado. Para cada estado, registre comportamento e evidência. Demonstração parcial significa que existe uma parte observável, mas falta outra importante. Não demonstrado pode significar erro ou ausência de oportunidade de observar; diferencie os dois no comentário. Se a prova não permitiu observar, não invente uma nota: prepare outra situação.
Domínio técnico: localiza a causa e sustenta a orientação correta? Avaliação: liga a decisão ao critério e ao trabalho apresentado? Didática: descobre o ponto de partida, explica com clareza e verifica a tentativa? Postura: escuta, trata a dúvida com respeito e reconhece limite? Organização: preserva versão, estado, próxima ação e prazo combinado? Essas são referências propostas de seleção, a serem aplicadas ao perfil real do produto.
Um erro técnico grave não é compensado por boa comunicação. Desrespeito ao aluno ou aprovação sem evidência também impedem considerar a pessoa pronta. Confirme a natureza técnica do problema com quem domina a área e decida a aptidão a partir dos fatos. Se a demonstração ficou incompleta, peça outra tentativa antes da decisão; não use a turma como teste.
5. Dois candidatos, duas decisões diferentes
Caso fictício A: Laura domina o arquivo, identifica o erro e pede nova versão, mas usa uma expressão que o iniciante não entende. Quando recebe essa informação, troca a explicação, pede tentativa e confirma avanço. Parecer: evidências técnicas e didáticas favoráveis; preparação deve incluir linguagem de iniciante e referência de avaliação do produto. Isso ainda depende de disponibilidade e formalização.
Caso fictício B: Paulo apresenta um excelente portfólio, corrige tudo sozinho e diz que “aluno precisa acompanhar”. Quando o iniciante não entende, responde que a pergunta já foi explicada. Parecer: execução técnica observada, didática e postura de acompanhamento insuficientes nesta prova. Ofereça, quando fizer sentido, uma nova simulação focada no comportamento; não coloque uma turma como laboratório para descobrir se ele mudará.
Os avaliadores preenchem seus registros antes de discutir. Compare evidências diferentes, não apenas conclusões. Se um avaliador escreve “comunicação excelente” e outro escreve “o aluno não conseguiu repetir a etapa”, abra o trecho que gerou ambas as leituras. O resumo final deve explicar a decisão e a incerteza restante. Uma impressão favorável sem evidência não encerra seleção.
Ficha preenchida: o que sustenta cada decisão
Dimensão
Laura
Paulo
Técnica
Abriu o arquivo de treino; explicou decisões; diagnóstico e correção confirmados pelo avaliador técnico.
Demonstrou execução técnica no trecho testado; resultado conferido pelo avaliador.
Avaliação
Relacionou a pendência ao critério, preservou o que estava atendido e pediu nova evidência.
Afirmou que o visual compensava um requisito obrigatório; manteve essa interpretação após abrir a referência.
Orientação
Descobriu o termo que o aluno não entendia; simplificou e observou a nova tentativa.
Executou pelo aluno e tratou nova pergunta como falta de atenção.
Disponibilidade
Informou janelas possíveis; confirmação por atividade ainda pendente.
Quer conduzir encontros, mas não demonstrou aderência ao acompanhamento necessário.
Decisão da Coordenação
Selecionar para preparo; confirmar agenda e formalização; liberar só após ensaio e calibração.
Não selecionar para esta atuação. Explicar os comportamentos observados; eventual nova prova exige disposição para mudar.
A ficha registra a situação desta prova, não um rótulo permanente sobre a pessoa. Se a evidência contradiz sua primeira impressão, mude a conclusão. Se dois avaliadores discordam, voltem ao trecho observado antes de decidir.
Evidência de conclusão
Há evidências de domínio, avaliação, didática, postura e organização, com os limites de cada prova. Você decide quem pode avançar à seleção do POP 4, quem precisa demonstrar algo mais e quem não atende à necessidade. Uma média favorável não apaga erro técnico ou postura prejudicial.
Aprofunde as decisões que fazem diferença
Prepare três partes de prova
1. Autoria e decisões: abrir trabalho próprio e explicar contribuição. 2. Diagnóstico e correção: analisar arquivo de treinamento com problema conhecido e critério validado. 3. Ensino e avaliação: orientar um iniciante simulado, produzir devolutiva e reavaliar uma versão. Use mesmas condições essenciais para candidatos ao mesmo escopo.
Pontue cada competência com evidência
Use 0: não demonstrado ou erro crítico; 1: demonstrado com ajuda/lacuna; 2: demonstrado sozinho e conferido. Técnica, respeito e integridade da avaliação são requisitos críticos. A decisão não pode compensar erro técnico grave com carisma. A régua deve ser validada por quem domina a especialidade.
Demonstração completa · caso fictício de treinamento
O candidato corrige a aparência e ignora a causa
A situação
O arquivo de prova tem uma vista que não corresponde ao título. O candidato renomeia rapidamente sem examinar o conteúdo.
O raciocínio por trás da ação
A prova precisa revelar diagnóstico e julgamento, não apenas velocidade no software. Uma correção aparente pode conservar o erro.
01Avaliador
O que você observou para decidir mudar o título?
02Candidato
O título estava diferente. Achei que bastava ajustar.
03Avaliador
Mostre qual conteúdo a missão pede e o que esta vista representa.
04Candidato
Agora percebi que a vista também não é a prevista. Preciso comparar o arquivo com a missão.
05Avaliador
Conclua a análise e explique a um aluno como reconhecer essa diferença antes de alterar.
06Aluno simulado
Então eu sempre troco a vista quando o título estiver errado?
07Candidato
Não. Primeiro compare conteúdo e objetivo. Se a vista é a correta, ajuste a identificação. Se não é, precisamos corrigir a vista conforme a missão. Vamos ver outro caso para você decidir.
08Nota
Diagnóstico inicial 1 por precisar de sondagem; explicação e variação avaliadas separadamente. Nova prova equivalente verifica se a decisão correta aparece sem ajuda. Não apagar a primeira evidência.
O que este caso comprova
A avaliação mostra lacuna, capacidade de aprender e necessidade de confirmação independente antes de atuar.
Quando o caso muda
Se acontecer diferente, decida assim.
Você não consegue julgar a resposta técnica
O que fazer. Acione especialista apto com caso, critério e registro; não dê nota por confiança da fala.
Preciso de validação especializada desta decisão antes de concluir a aptidão.
O que conferir. Parecer técnico vinculado ao escopo.
O candidato humilha o aluno simulado
O que fazer. Interrompa a conduta, registre fato e considere requisito crítico de respeito.
A orientação precisa permitir que o aluno aprenda e pergunte. Essa forma de resposta não atende ao padrão da função.
O que conferir. Decisão fundamentada sem normalizar humilhação.
Registro para usar na tarefa
Prova técnica e didática
Preencha no registro oficial do cargo. Substitua os dados de treinamento pelos fatos do caso e mantenha visível o que ainda não foi confirmado.
Modelo para preencher
Produto/escopo e versão:
Avaliador apto:
Tarefas e critérios:
Evidência por competência:
Notas e justificativas:
Ajuda oferecida:
Variação/reteste:
Erros críticos:
Decisão e limites:
Exemplo preenchido
Documentação. Diagnóstico inicial exigiu sondagem: nota 1. Explicação distinguiu causas e pediu variação: evidência positiva, ainda verificar sem ajuda em caso novo. Técnica validada por avaliador apto. Sem autonomia liberada antes do reteste. Carisma e rapidez não compensam causa não investigada.
Confira antes de encerrar
A prova cobre técnica, ensino e avaliação.
Notas apontam comportamentos observados.
Reteste usa caso diferente sem ditar a resposta.
Pratique antes de assumir
Agora faça em outro caso.
Situação
O candidato explica bem, mas aprova um projeto que viola critério crítico validado.
Sua tarefa
Qual decisão?
Depois de tentar, confira a resposta
Resposta de referência
Não liberar essa avaliação; investigar a causa, oferecer preparo adequado se cabível e exigir nova demonstração técnica.
Erro que exige refazer. Aprovar pela média ou pela didática.
POP 4 · Selecionar e preparar a entrada
Resultado esperado
Transformar a avaliação em uma decisão clara e preparar a pessoa para assumir o papel. Ser selecionado, ter vínculo formalizado e estar pronto para a turma são etapas diferentes.
Quando usar
Depois das provas do POP 3. Retome na entrada de um substituto ou quando um mentor passar a atuar em outro produto.
Informações necessárias e preparação
Reúna a necessidade, as demonstrações, a análise técnica, a agenda declarada e o interesse no formato. Confira com Pessoas quais passos de formalização estão concluídos. Use o produto pronto e seu Manual do Mentor para organizar a preparação.
Passo a passo
1. Decida com base no trabalho observado
Compare a necessidade com as provas. A pessoa domina a entrega? Orienta com respeito? Usa o critério fornecido? Confere se o aluno conseguiu executar? Quer assumir correções e reavaliações? Defina o que foi demonstrado e o que ainda precisa ser observado.
Você pode selecionar a pessoa para preparar a entrada, manter a decisão pendente por uma prova incompleta ou encerrar essa seleção. Diga o motivo em linguagem concreta. “Tem bom perfil” não permite entender a escolha. “Localizou o erro, explicou a causa e observou uma nova tentativa” permite.
Exemplo fictício: Laura teve domínio confirmado pelo especialista e conduziu bem a simulação. No início usou um termo difícil, mas simplificou e verificou outra situação. Você a seleciona para a preparação, com foco na linguagem de iniciante. Ainda precisa confirmar a agenda e acompanhar a formalização. Paulo recusou conferir um critério mesmo depois de a divergência ser mostrada; você não o seleciona para essa atuação.
2. Passe a decisão e o contexto a Pessoas
Envie o produto, as atividades, as evidências da seleção, a participação do avaliador técnico, a disponibilidade declarada e o que falta confirmar. Pessoas conduz condições, documentação e vínculo conforme o processo da empresa. Você continua responsável pelo preparo e pela aptidão para a turma.
Coordenador
Selecionei Laura para a preparação da Aceleração Revit. O domínio técnico foi conferido e ela demonstrou que consegue orientar e reavaliar. Vou trabalhar a linguagem para iniciantes. A agenda ainda precisa ser confirmada; não a contei como cobertura. Você pode seguir com a formalização e me informar o que faltar?
Pessoas
Posso. Preciso da lista de atividades e da disponibilidade que ela informou.
Coordenador
Vou completar com os encontros, análises e reenvios previstos no produto e conferir as janelas com ela. Assim você trata as condições com o escopo correto. Vou acompanhar o retorno antes de confirmar a atuação.
Se a candidata pedir uma condição que você não pode confirmar, encaminhe a pergunta e combine retorno. A formalização pendente permanece visível na agenda.
3. Apresente o produto pelo caminho do aluno
Use o Manual do Mentor para explicar promessa, resultado final, sequência das missões, materiais, critérios e papel de cada pessoa. Mostre como a semana se conecta: o aluno pratica, entrega, recebe orientação, corrige e avança. O mentor prepara a condução desse caminho; não recebe a tarefa de inventá-lo.
Coordenador
Abra a primeira missão. O que o aluno precisa produzir, que referência você usará para avaliar e o que acontece se ele precisar corrigir? Depois me mostre onde estão o roteiro do encontro e a próxima etapa.
Peça que a pessoa encontre e explique. Se ela apenas reconhece os links, continue a preparação. A resposta mostra se compreendeu o trabalho, sem exigir que decore o manual.
Conferência do Manual do Mentor
Use uma única versão publicada. Ela precisa permitir encontrar: resultado final, sequência semanal, pré-requisitos, missão, arquivos, entregas, critérios, erros esperados, orientação dos encontros e caminho de reenvio. Coordenação não reescreve esse produto; confere se o mentor consegue utilizá-lo e leva faltas a Programas.
Peça uma explicação com o manual aberto: “Se o aluno entregar incompleto na sexta, como você prepara o encontro e o que ele precisa corrigir depois?” Uma resposta útil diferencia a pré-entrega, a orientação, a nova tentativa e a aprovação pelos critérios. Depois a pessoa executa essa passagem no ensaio.
4. Teste acesso, correção e passagem
Peça que abra um material, encontre uma entrega de treino e localize onde registrará avaliação e reenvio. Se houver permissão ausente, passe o problema a Programas e teste novamente depois da correção. O envio de um link não comprova acesso.
Caso fictício pronto para ensaiar: o critério pede que a identificação corresponda à referência. Referência: ambiente B é Cozinha. Versão 1 de Ana: B é Quarto; o mentor pediu ajuste. Versão 2: B continua Quarto. Ana pergunta se já pode avançar. O prazo original permanece o mesmo. Peça à mentora que avalie a versão 2 e passe a situação ao colega que representa a Gestora.
Mentora
Ana, na versão 2 o ambiente B continua identificado como Quarto, enquanto a referência indica Cozinha. Compare esse ponto nos dois materiais, ajuste a identificação e reenvie. Vou conferir o mesmo critério na nova versão; os pontos que já estavam atendidos permanecem registrados.
Mentora para a Gestora de Evolução
Ana ainda precisa corrigir a identificação do ambiente B. A orientação foi enviada com o trecho e o que deve reenviar. Você pode conferir se ela entendeu e acompanhar a tentativa? A reavaliação técnica continua comigo.
Gestora de Evolução
Vou verificar a compreensão e o reenvio. Se a dúvida for sobre o critério, volto com a pergunta dela e a versão do arquivo.
Variação: a nova versão já identifica B como Cozinha. A mentora deve reconhecer que esse critério foi atendido, sem repetir automaticamente a cobrança anterior. Se faltam outras partes da entrega, avalia cada uma conforme a referência; não aprova o conjunto apenas por esse ajuste.
5. Confirme o que falta para começar
Conclua o treino do método e a calibração pelo POP 5. Se o mentor não aplica os critérios, ainda não está pronto. Se a dificuldade é acesso, resolva o acesso. Se não aceita uma atividade essencial, retome a seleção e a aderência ao papel. Para cada falta, diga o próximo passo e quando será conferido.
Depois confirme com a pessoa as atividades e a disponibilidade pelo POP 6. Informe Programas quando houver mentor apto, formalização concluída e agenda aceita. Se a data estiver próxima e alguma parte continuar faltando, organize outra cobertura; não declare prontidão pela urgência.
Evidência de conclusão
Seleção decidida e explicada, formalização acompanhada e preparação demonstrada ou pendência visível. Só apresente o mentor como disponível para a turma depois de confirmar aptidão, condições de atuação e aceite da agenda.
Aprofunde as decisões que fazem diferença
Reúna a decisão e os limites de aptidão
Registre produto, atividades demonstradas, lacunas e preparo necessário. Pessoas formaliza o vínculo e condições pela alçada vigente. Coordenação confirma agenda e prepara método. A pessoa não entra em turma só porque a seleção foi favorável.
Prepare entrada sem depender da memória de quem selecionou
Entregue manual, versão do produto, exemplos de avaliação, acessos, agenda de treinamento e critérios de liberação. O responsável pela preparação deve saber exatamente o que ainda precisa observar.
Preparar o Mentor para o pacote aprovado
A oferta vigente reúne a coleção editorial completa e o acompanhamento humano no mesmo pacote. A autonomia do material é didática: o aluno encontra a instrução essencial sem depender da live, e continua recebendo o acompanhamento incluído. A passagem registra o pacote e a turma contratados. Consulte os componentes na oferta única.
No programa de referência, os envios de sexta-feira entram até 23h59, com o carimbo de data e hora do sistema. Programas mantém a relação oficial e a fila atualizada depois da passagem de expediente. O Mentor avalia no sábado conforme escala confirmada; Evolução retoma na sua janela de trabalho, sem plantão implícito fora do expediente. Domingo, das 19h às 20h, ocorre a live de 60 minutos. Reenvios seguem a regra publicada da missão e da turma. Use a cadência operacional única.
Tempo
Condução da live de 60 minutos
5 min
Objetivo do encontro e situação da turma.
10 min
Erros comuns observados nas entregas.
25 min
Análise guiada dos projetos e demonstração do raciocínio.
15 min
Prática conjunta com observação da tentativa.
5 min
Síntese, próximos passos e próxima missão.
Demonstração completa · caso fictício de treinamento
Aprovada tecnicamente, ainda não pronta para a turma
A situação
Daniela demonstrou domínio e didática, mas não conhece a rubrica e a passagem a Evolução.
O raciocínio por trás da ação
Seleção confirma potencial e requisitos de entrada. Prontidão inclui método, critérios, acesso e agenda.
01Coordenação
Sua prova técnica foi favorável para este escopo. Agora vamos preparar a atuação na versão do produto e calibrar as avaliações.
02Daniela
Já posso assumir a live de domingo?
03Coordenação
Vamos confirmar isso depois do ensaio, dos acessos, da agenda e da calibração. Quero que você entre sabendo conduzir e avaliar o que foi prometido.
04Pessoas
As condições e formalização estão sendo concluídas pelo fluxo autorizado.
05Plano de entrada
Ler missão e Manual do Mentor, avaliar casos de referência, simular orientação e passagem, testar sala e arquivo, confirmar janelas.
06Decisão
Banco registra “técnica aprovada, preparação em andamento”. Só depois da demonstração passa a “apta para esta versão e atividades”.
O que este caso comprova
A contratação e a prontidão são acompanhadas sem colocar uma pessoa despreparada diante da turma.
Quando o caso muda
Se acontecer diferente, decida assim.
A data da turma chega antes do preparo
O que fazer. Manter cobertura já apta ou ajustar plano com Programas; não pular avaliação necessária.
A preparação ainda não concluiu. Esta responsabilidade precisa de cobertura confirmada.
O que conferir. Turma protegida e preparo com data.
A pessoa aceita apenas parte da agenda
O que fazer. Registrar escopo limitado e conferir composição de cobertura.
Sua disponibilidade cobre o encontro, mas ainda falta a janela de reenvios.
O que conferir. Nenhum compromisso contado sem aceite.
Registro para usar na tarefa
Entrada de mentor
Preencha no registro oficial do cargo. Substitua os dados de treinamento pelos fatos do caso e mantenha visível o que ainda não foi confirmado.
Modelo para preencher
Pessoa e escopo aprovado:
Evidências de seleção:
Lacunas de método:
Formalização com Pessoas:
Materiais e acessos:
Agenda de preparo:
Critérios de liberação:
Estado atual:
Exemplo preenchido
Daniela. Técnica e didática demonstradas no escopo de documentação. Preparação pendente: rubrica e passagem a Evolução. Pessoas acompanha formalização. Ensaios e acessos agendados. Estado: preparação em andamento; ainda não contar como cobertura integral da turma.
Confira antes de encerrar
Aptidão tem escopo definido.
Preparo usa as lacunas reais.
A liberação exige demonstração e condições de atuação.
Pratique antes de assumir
Agora faça em outro caso.
Situação
A pessoa assinou o acordo, mas ainda não acessou o produto.
Sua tarefa
Qual estado registrar?
Depois de tentar, confira a resposta
Resposta de referência
Formalização concluída e preparação pendente.
Erro que exige refazer. Classificar como apta só pelo vínculo.
POP 5 · Treinar o método Mobflix e calibrar a avaliação
Resultado esperado
Fazer o mentor ensinar com clareza e aplicar os critérios do produto de modo consistente. Ele pode adaptar a explicação ao aluno; a competência esperada e a regra de aprovação continuam sendo as que o produto definiu.
Quando usar
Antes da primeira atuação, ao entrar em outro produto, depois de uma mudança publicada ou quando a observação revelar dificuldade de ensino ou divergência de avaliação.
Informações necessárias e preparação
Abra o Manual do Mentor, a missão, os materiais, os critérios e a agenda da etapa. Use as mesmas referências que estarão disponíveis na turma. Separe um caso e uma variação para a prática; convide apoio técnico quando a especialidade exigir.
Passo a passo
1. Abra o manual e faça o mentor explicar a etapa
Peça que mostre o resultado da missão, o material que o aluno usa, o que deve entregar e os critérios que você conferirá. Depois pergunte como o encontro e a correção ajudam a chegar a esse resultado. Use o Manual do Mentor como referência; uma resposta diferente pode revelar que a pessoa ainda está imaginando outro formato.
Se faltar uma instrução, registre o ponto e leve a Programas para o Design esclarecer. O mentor pode explicar com exemplos mais próximos do aluno, mas não escolhe outro projeto, troca a sequência ou acrescenta regra de aprovação.
2. Treine o jeito Mobflix de ensinar
Use o método CLARO: conheça o ponto exato da dúvida; localize o que falta entender; aproxime do mundo do aluno; reduza a uma execução possível; observe o aluno executar. O mentor precisa praticar esses movimentos, não apenas repetir seus nomes.
Exercício fictício: a referência identifica o ambiente B como Cozinha e a entrega diz Quarto. O colega representa um aluno que copiou o nome sem entender para que serve a referência. O objetivo da mentora é fazê-lo comparar, corrigir e aplicar a mesma ideia em outra situação.
Mentora
Me mostra o que você usou para escolher esse nome. O que você comparou antes de enviar?
Aluno simulado
Copiei o que estava no meu arquivo. Não entendi por que precisava olhar o outro material.
Mentora
Esse outro material é a referência: ele mostra o que sua entrega precisa representar. Pense em conferir um endereço antes de enviar uma encomenda. Aqui vamos conferir se estamos dando o mesmo nome ao mesmo ambiente. Que nome aparece no ambiente B da referência?
Aluno simulado
Cozinha. No meu está Quarto.
Mentora
Você encontrou a diferença. Ajuste B para representar o mesmo ambiente e me mostre a nova versão. Depois me diga o que conferiu para saber que ficou correto.
Aluno simulado
Mudei para Cozinha e comparei o ambiente B nos dois materiais. Agora estão iguais.
Mentora
Agora faça outra comparação sem eu apontar o erro: a referência do ambiente C diz Dormitório e sua entrega diz Escritório. O que precisa fazer e por quê?
O observador confere se a mentora descobriu a confusão antes de explicar, deu sentido à comparação, pediu uma ação possível e viu a execução. Na variação, o aluno deve localizar C, ajustar para Dormitório e explicar a correspondência. Se a mentora fizer tudo pelo aluno, ainda falta observar autonomia.
No produto real, pratique com a etapa e os exemplos do manual. A linguagem pode mudar conforme a dúvida; o critério permanece. Quando o aluno disser “entendi”, peça que aplique e mostre. Uma fala de concordância não demonstra a habilidade.
3. Ensaie os cinco perfis antes de receber a turma
Separe uma missão, os critérios e uma entrega de treino. Cinco colegas representam os perfis abaixo; se houver menos pessoas, façam as cenas uma a uma. O mentor conhece o objetivo do exercício, mas não recebe a resposta de cada cena. Um observador registra fala, ação, tentativa do aluno e próximo passo.
Cena 1 · O aluno atrasado
Não consegui fazer a missão. Vim para a live, mas estou muito atrás.
O mentor descobre o que existe e o primeiro ponto técnico possível. Usa a atividade atual para orientar um começo viável e informa à Gestora o que falta acompanhar. O plano individual de tempo e retomada será combinado por ela; o mentor não muda o prazo oficial nem humilha o aluno.
Observe: ele localizou o ponto de partida? Indicou uma ação ligada à missão? A passagem diz o que precisa de apoio? Frase possível: “Me mostra o que conseguiu abrir. Vamos encontrar a primeira parte que você consegue executar; depois a Gestora combina com você a retomada completa.”
Cena 2 · O aluno perdido
Abri os arquivos, mas não sei o que tenho que entregar.
O mentor abre o enunciado com o aluno, aponta o resultado esperado e pede que ele explique a entrega com as próprias palavras. Mostra um exemplo previsto no produto e orienta o primeiro passo. Se descobrir ambiguidade real, registra para Programas resolver com Design.
Observe: o aluno terminou sabendo o que produzir, como conferir e onde enviar? Dizer “está tudo no material” não resolve a dificuldade que foi apresentada.
Cena 3 · O aluno avançado
Já fiz tudo isso. Quero que você ensine outra coisa.
O mentor confere a entrega pelos mesmos critérios e aprofunda o raciocínio: pede que a pessoa justifique uma decisão, investigue uma alternativa ou refine o próprio projeto dentro do escopo. Usa atividades opcionais somente quando previstas no produto. Preserva a agenda coletiva e leva interesse por nova evolução à Gestora.
Observe: ele reconheceu a capacidade sem presumir aprovação? Manteve o objetivo da turma? Frase possível: “Vamos conferir o que você já fez e por que escolheu esse caminho. Isso nos mostra o que ainda pode melhorar nesta missão.”
Cena 4 · O aluno que ocupa toda a conversa
Antes de ir para o próximo, deixa eu mostrar mais uma coisa do meu projeto…
O mentor acolhe a pergunta, escolhe o ponto útil para o objetivo do encontro e organiza o restante na fila de atendimento prevista. Dá espaço aos demais e confirma o próximo retorno para a questão individual. Não promete uma conversa extra que ninguém assumiu.
Observe: ele conseguiu distribuir a participação com respeito e manter uma próxima ação? Frase possível: “Vou fechar este ponto e ouvir quem ainda não participou. Sua outra dúvida ficou registrada; vamos tratá-la no canal e no retorno previstos para a turma.”
Cena 5 · “Não entendi nada”
Não entendi nada. Acho que isso não é para mim.
O mentor reduz a exposição, pergunta onde a pessoa conseguiu acompanhar e escolhe um ponto pequeno. Explica de outro jeito, demonstra quando necessário e deixa o aluno tentar. Pede evidência dessa tentativa antes de avançar. A Gestora recebe o contexto quando houver desânimo ou necessidade de acompanhamento individual.
Observe: ele encontrou uma dúvida específica, adaptou a explicação e viu o aluno agir? Repetir a aula inteira com mais termos técnicos não responde à situação.
Conferência do ensaio
Registro de exemplo: cena “não entendi nada”; mentor inicialmente repetiu a explicação; depois perguntou onde o aluno parou, abriu a referência e observou a comparação. Resultado: aluno localizou a diferença em uma segunda entrega. Decisão: habilidade demonstrada após apoio; repetir uma nova cena sem intervenção do observador antes da liberação.
Ao final, o mentor aponta quais dúvidas eram técnicas, quais pediam acompanhamento da Gestora e quais revelaram falha operacional ou de produto. Coordenação registra o que ficou demonstrado e o que precisa de nova prática. Assistir ao ensaio não equivale a conseguir conduzi-lo.
4. Faça avaliações independentes primeiro
Entregue o mesmo caso e peça que cada avaliador registre critério, evidência localizada, decisão e orientação. As pessoas preenchem antes de ouvir o colega. Isso evita que a opinião de quem tem mais experiência, cargo ou facilidade de falar vire a resposta do grupo. Se alguém não encontrou evidência suficiente, essa é uma conclusão legítima a investigar, não um convite para adivinhar.
Diferencie três situações: o critério foi atendido; o critério não foi atendido; faltam informações para decidir. O terceiro estado pede evidência complementar. Não deve virar aprovação por simpatia nem reprovação automática quando o material recebido não permite avaliar. Também registre quando a dificuldade nasceu de uma instrução incompleta dada ao aluno.
5. Abra a divergência pelo trecho exato
Caso fictício: a missão pede coerência entre duas representações e identificação dos elementos previstos. A aluna envia uma prancha visualmente organizada, mas uma identificação não corresponde ao arquivo. Mentor A aprova porque o conjunto está bom. Mentor B pede correção do critério pendente. Antes de discutir rigor, pergunte qual decisão cada um tomou, em qual parte do arquivo se apoiou e qual requisito usou.
Coordenador
Vamos separar aparência geral e critério obrigatório. A, qual evidência fez você considerar a identificação atendida?
Mentor A
Ela entendeu a lógica. É um detalhe pequeno.
Coordenador
Pode ser uma correção pequena, mas precisamos saber se o critério está demonstrado. B, mostra a divergência e o requisito correspondente.
Mentor B
Aqui está a identificação da prancha e aqui a referência do arquivo. Neste critério, elas precisam corresponder.
Coordenador
O critério fornecido é obrigatório e a evidência ainda não o atende. Vamos registrar o ponto pendente e orientar o ajuste. Se houver uma exceção prevista ou uma dúvida técnica real, abrimos a referência com quem domina a especialidade antes de alterar a decisão. Não precisamos inventar outro critério.
Não conclua que B está certo por ser mais rígido. Pode haver uma exceção já prevista que ele não leu. A conversa precisa ir à regra vigente e à evidência. Ser exigente é aplicar o critério adequado, não adicionar exigências depois da entrega.
6. Diferencie três causas de discordância
Separe a causa. Se alguém aplicou incorretamente um critério claro, corrija a interpretação e observe nova tentativa. Se houver dúvida técnica que você não domina, peça revisão ao especialista. Se o texto do produto permite duas leituras plausíveis, encaminhe a Programas para esclarecimento pelo Design. Se faltam informações na entrega, o mentor pede a evidência necessária e explica por quê.
Cada causa exige uma ação distinta. Reunir todos para uma aula genérica não resolve uma frase ambígua. Trocar o mentor não resolve arquivo incompleto. Alterar silenciosamente a nota não resolve um erro de orientação já recebido pelo aluno. Registre qual causa foi confirmada e o que ainda permanece hipótese.
7. Produza uma orientação que o aluno consiga usar
Depois de resolver o critério, peça que o mentor escreva a devolutiva e que outra pessoa leia como iniciante. Ela consegue dizer onde olhar, o que fazer e o que enviar? Se não, refine a mensagem. A explicação técnica completa pode existir no registro, mas a próxima ação não deve desaparecer no meio de um texto que o aluno não entende.
Mentor
O conjunto está organizado, mas falta conferir a identificação deste elemento. Compare o ponto marcado na prancha com a referência do arquivo. Ajuste a identificação e envie a nova versão. Vou verificar esse critério novamente; os pontos já atendidos continuam registrados.
Se a revisão mudar uma decisão já comunicada, Programas e o mentor devem organizar uma explicação clara, sem culpar o aluno pela inconsistência da equipe. A Gestora acompanha se ele recebeu e entendeu. O Coordenador registra o caso para que a mesma divergência não reapareça com outro mentor.
8. Teste se a calibração realmente funcionou
Apresente um segundo caso com uma pequena variação. Exemplo: a identificação agora está correta, mas não há a evidência necessária de correspondência entre as vistas. Peça novas avaliações independentes. Se os avaliadores concordarem apenas porque decoraram o primeiro caso, a variação mostrará a fragilidade. A decisão precisa acompanhar a evidência, não o padrão de resposta da reunião.
Registro fictício da calibração: a identificação era obrigatória; um mentor a considerou atendida pela boa aparência do conjunto e outro localizou a divergência. O critério permaneceu pendente. O primeiro mentor refez a avaliação, orientou o ajuste e aplicou a mesma lógica em outro caso. Coordenação registra que a interpretação foi corrigida ou mantém o preparo aberto se a nova tentativa ainda falhar.
Evidência de conclusão
O mentor demonstra o método, aplica os critérios e confere uma nova tentativa. Registre o que está pronto e o que ainda impede a atuação. Você confirma a aptidão para aquele escopo ou mantém a preparação aberta, organizando outra cobertura quando necessário.
Aprofunde as decisões que fazem diferença
Calibre com três entregas e justificativa independente
Use exemplo que atende, caso limítrofe e arquivo não avaliável. Cada Mentor aplica critérios antes da conversa. Compare evidência, regra e decisão. Divergência técnica é resolvida com especialista e Design via Programas quando a rubrica precisa mudar.
Ensaie devolutiva e passagem
Depois da nota, peça uma orientação que o aluno consiga executar e um registro para Evolução acompanhar. A calibração precisa alinhar decisão e ajuda, não apenas número.
Demonstração completa · caso fictício de treinamento
Dois mentores dão decisões diferentes ao mesmo arquivo
A situação
Um Mentor aprova; outro pede ajuste. A rubrica exige correspondência entre vista e identificação.
O raciocínio por trás da ação
A conversa precisa localizar evidência. “Sou mais exigente” não é critério e “vamos fazer uma média” não resolve divergência técnica.
01Coordenação
Cada um mostre o critério e o trecho do arquivo que sustentam sua decisão.
02Mentor A
A prancha parece completa, por isso aprovei.
03Mentor B
A vista identificada como superior é do térreo. Este critério não foi atendido.
04Coordenação
Vamos aplicar a definição publicada. O aspecto geral não substitui correspondência. Qual orientação permite ao aluno localizar e corrigir a causa?
05Devolutiva construída
“Na prancha indicada, a vista e o título não correspondem. Abra a vista, compare com a missão e confirme qual conteúdo deveria aparecer. Faça o ajuste correspondente e reenvie os arquivos previstos.”
06Reteste
Cada Mentor avalia outro caso sem conversar, incluindo situação em que a vista está certa e só o título errou. Concordância deve vir da evidência e da regra.
O que este caso comprova
A equipe aplica o mesmo padrão e oferece ajuda executável, com divergências registradas para refino.
Quando o caso muda
Se acontecer diferente, decida assim.
A rubrica permite duas interpretações
O que fazer. Encaminhar a ambiguidade a Design via Programas e usar decisão técnica validada para o caso, sem inventar regra permanente.
Precisamos esclarecer esta definição e atualizar a referência antes de repetir o problema.
O que conferir. Critério refinado e nova calibração.
O Mentor acerta a decisão, mas a devolutiva é vaga
O que fazer. Pedir localização, ação e evidência de reenvio; ensaiar nova redação.
O que exatamente o aluno deve observar e fazer depois de ler sua mensagem?
O que conferir. Orientação utilizável por iniciante.
Registro para usar na tarefa
Calibração de avaliação
Preencha no registro oficial do cargo. Substitua os dados de treinamento pelos fatos do caso e mantenha visível o que ainda não foi confirmado.
Modelo para preencher
Produto/rubrica e versão:
Casos usados:
Decisões independentes:
Divergências e evidências:
Esclarecimento técnico:
Devolutiva de referência:
Reteste:
Aptidão e limites:
Exemplo preenchido
Correspondência de vistas. Divergência: aprovação por aparência versus critério não atendido. Esclarecimento aplicou rubrica vigente. Devolutiva passou a localizar vista, pedir comparação e reenvio. Reteste com causa invertida conferiu decisão independente. Resultado registrado por Mentor e escopo.
Confira antes de encerrar
A decisão foi independente antes da discussão.
Divergência foi resolvida pelo critério e evidência.
A orientação permite ação e nova conferência.
Pratique antes de assumir
Agora faça em outro caso.
Situação
Todos concordam em aprovar para não desmotivar o aluno.
Sua tarefa
Isso é calibração adequada?
Depois de tentar, confira a resposta
Resposta de referência
Não, se o critério não foi atendido. Reconhecer progresso e orientar ajuste preserva motivação e padrão.
Erro que exige refazer. Usar concordância do grupo como substituto de validade técnica.
POP 6 · Confirmar a agenda e a capacidade de atendimento
Resultado esperado
Fazer todo o trabalho da turma caber no tempo disponível, com pessoas qualificadas e continuidade quando houver ausência.
Quando usar
Antes de confirmar uma turma ou alocação e quando mudar o volume, a complexidade, a agenda ou a disponibilidade de alguém.
Informações necessárias e preparação
Reúna participantes previstos, missões, agenda publicada, filas em andamento e compromissos já aceitos. Consulte aptidão por produto e tempo observado em trabalhos semelhantes.
Passo a passo
1. Enxergue o ciclo completo
A agenda do Mentor inclui preparação, checkpoint quando ele for o executor designado por Programas, análise das pré-entregas, preparação da live de 60 minutos, live, correções posteriores, reavaliações e registros. Confirme o escopo contratado, a janela de cada atividade e o backup antes da oferta.
Conte todos os participantes que receberão acompanhamento, inclusive quem participa pelo benefício de parceria. Uma turma com 30 pagantes e um parceiro tem 31 pessoas para atender. Use uma lista única de participantes para não contar alguém duas vezes.
Confira também as turmas que estão acabando. Elas ainda podem ter projetos finais, reenvios e decisões pendentes quando a próxima turma começa. O planejamento deve abrir as atividades de todas as turmas simultâneas, produto por produto.
2. Estime com trabalho observado
Use tempos de atividades comparáveis, incluindo casos simples, intermediários e difíceis. Sem histórico, peça a um mentor preparado que faça uma pequena simulação no produto e registre o tempo de inspeção, orientação e conferência. Diferencie espera por arquivo de tempo efetivamente trabalhado.
Não planeje pela correção mais rápida. Veja o intervalo observado, a complexidade da etapa e o volume de reenvios. Registre uma estimativa central e um cenário de maior demanda; Programas precisa saber se a cobertura só funciona quando tudo corre perfeitamente.
Atividade da turma fictícia
Conta
Demanda estimada
Preparar o checkpoint
20 minutos
20 min
Conduzir o checkpoint
40 minutos
40 min
Primeiras análises
30 entregas × 12 minutos
360 min
Preparar o encontro principal
60 minutos
60 min
Conduzir o encontro principal
60 minutos
60 min
Reavaliar correções
12 reenvios × 8 minutos
96 min
Registrar e passar pendências
45 minutos
45 min
Total do exercício
20 + 40 + 360 + 60 + 60 + 96 + 45
681 min = 11 h 21 min
Esses tempos são dados de um exercício, não durações oficiais. A agenda do produto define as atividades reais. Neste exemplo, o mentor confirma 480 minutos nas janelas necessárias: faltam 201 minutos, ou 3 h 21 min. A boa vontade de “dar um jeito” não preenche essa diferença.
Se houver 20 reenvios em vez de 12, são mais 64 minutos e a demanda sobe para 745 minutos. Esse cenário ajuda a discutir uma reserva de capacidade. A quantidade de reserva será decidida pelo risco e pela experiência da operação, sem um percentual universal inventado.
3. Distribua por janela, não apenas por semana
A análise acontece depois do recebimento e antes da preparação final do encontro. Reavaliação acontece depois do reenvio. Horas livres na segunda não corrigem um arquivo que só chegará na sexta. Coloque cada atividade entre o momento em que pode começar e o prazo em que precisa terminar.
Para cada pessoa, abra também os compromissos de outras turmas. Duas lives em horários diferentes podem parecer compatíveis enquanto as duas filas de correção disputam a mesma janela. Um mentor apto em Revit não cobre automaticamente uma fila de outro produto.
Campo do mapa
Como preencher
Produto, versão, turma e etapa
Identifique o escopo para evitar alocar alguém preparado para outra versão.
Atividade e quantidade
Ex.: 30 primeiras análises; não apenas “atender turma”.
Janela e prazo
Quando os arquivos estarão disponíveis e quando a atividade precisa estar concluída.
Demanda estimada e incerteza
Tempo por tipo de caso, reenvios previstos e cenário de maior carga.
Responsável e competência
Pessoa apta para essa atividade e referência da preparação.
Disponibilidade e aceite
Tempo realmente disponível na janela e o compromisso aceito.
Continuidade
Alternativa apta, o que pode assumir e o que ainda depende de confirmação.
Realizado
Volume, tempo e pendências para melhorar o próximo planejamento.
4. Transforme disponibilidade em compromisso
Coordenador
Para esta turma, precisamos cobrir checkpoint, análises, encontro e reenvios. A estimativa ficou maior que o tempo que você informou. Vamos olhar cada janela para saber o que você consegue assumir?
Mentora
Consigo os encontros e parte das correções. O restante eu teria que fazer quando sobrasse tempo.
Coordenador
Vamos definir a parte que cabe e procurar cobertura para o restante. Quero que você consiga cumprir o combinado com qualidade. Vou voltar com uma divisão concreta antes de confirmar a turma.
Uma divisão deve dizer quais alunos ou entregas cada mentor recebe, qual critério usa, quando devolve e quem reavalia. O responsável pelo encontro precisa receber o resumo das análises antes de preparar a condução. Confirme a passagem; distribuir nomes numa planilha não conclui o trabalho.
5. Prepare uma reserva que possa ser usada
Uma pessoa no banco só é uma opção de cobertura. Para virar compromisso de reserva, precisa conhecer o produto, ter acesso, entender o que poderá assumir e aceitar as janelas combinadas. Registre quais atividades consegue cobrir e como será acionada pelo responsável definido.
Se a reserva também está cobrindo outra turma naquela janela, existe uma dependência comum. Mostre isso a Programas. Avalie a consequência de uma ausência realista: o encontro e a fila continuarão? Quanto tempo é necessário para a passagem? Não conte a mesma disponibilidade duas vezes.
Sem capacidade suficiente, apresente alternativas: dividir trabalho entre aptos, concluir o preparo de outra pessoa, ajustar uma agenda ainda em planejamento ou rever a abertura da turma. Programas decide o planejamento operacional com a informação completa. Uma nova data só entra na agenda depois da decisão e comunicação correspondentes.
6. Pratique: duas turmas e uma ausência
As turmas fictícias A e B têm 30 participantes cada e a mesma demanda de 681 minutos. Total: 1.362 minutos, ou 22 h 42 min. O produto e os critérios são os mesmos. Os encontros acontecem em momentos distintos; os volumes deste exercício já incluem os participantes de cada turma.
Janela
Trabalho das duas turmas
Demanda
1 · Antes e durante os checkpoints
Preparação e checkpoint: 60 min por turma.
120 min
2 · Depois da pré-entrega e antes dos encontros
Primeiras análises e preparação: 420 min por turma.
840 min
3 · Encontros principais
60 min por turma, sem sobreposição entre os encontros.
120 min
4 · Depois dos reenvios
Reavaliações e registros: 141 min por turma.
282 min
Pessoa e estado
Disponibilidade no exercício
Camila · apta e preparada
Janela 1: 60 min confirmados; Janela 2: Tinha 240; perdeu 180 por uma indisponibilidade. Restam 60 min.; Janela 3: 60 min para encontro A; Janela 4: 150 min.
Beatriz · apta e preparada
Janela 1: 60 min confirmados; Janela 2: 240 min confirmados; Janela 3: 60 min para encontro B; Janela 4: 150 min.
Teresa · apta e preparada; falta aceite
Janela 1: Sem disponibilidade; Janela 2: 540 min possíveis, sujeitos a aceite e passagem; Janela 3: Sem disponibilidade; Janela 4: Sem disponibilidade.
Rafael · candidato não testado
Janela 1: Sem disponibilidade; Janela 2: 180 min declarados; Janela 3: Sem disponibilidade; Janela 4: Sem disponibilidade.
Sua tarefa: calcular a capacidade confirmada depois da ausência, localizar a janela descoberta e apresentar a Teresa uma divisão que caiba. O colega que representa Teresa responde: “Posso assumir primeiras análises nesses 540 minutos se receber critérios, arquivos e a divisão exata antes de começar.” Ele só aceita depois de conferir esse pacote.
Referência para o observador · consulte depois de tentar
Camila oferece 60 + 60 + 60 + 150 = 330 minutos; Beatriz oferece 60 + 240 + 60 + 150 = 510. Total confirmado: 840. A diferença total é 1.362 − 840 = 522 minutos. A janela 2 precisa de 840 e tem 300: faltam 540 minutos nessa janela. A sobra de 18 na janela 4 não resolve o trabalho anterior.
Após Teresa aceitar, uma divisão viável é: Camila prepara o encontro A em 60 minutos; Beatriz analisa 15 entregas de B em 180 minutos e prepara o encontro B em 60; Teresa analisa as 30 entregas de A em 360 minutos e as outras 15 de B em 180, totalizando 540. As análises precisam estar disponíveis antes da preparação final dos encontros.
Camila e Beatriz mantêm os checkpoints, os encontros e 141 minutos de reenvios e registros de cada turma. A divisão só fecha quando Teresa abre os materiais, aceita o escopo e Programas recebe o mapa atualizado. Rafael continua como candidato; sua disponibilidade não é capacidade qualificada.
Variação 1: Teresa recusa. A falta de 540 minutos continua aberta; busque outra cobertura e informe Programas sobre o efeito no planejamento. Variação 2: Teresa pergunta se pode dispensar um critério obrigatório. Abra a referência e calibre a aplicação pelo POP 5 antes de liberar essas avaliações.
7. Compare previsão e execução e ajuste a próxima semana
Depois das atividades, confira volume, tempo, qualidade e reenvios. Se arquivos vieram sem identificação, Programas precisa corrigir a organização do envio. Se a etapa exige mais análise, ajuste a estimativa. Se houve orientação confusa, trate a qualidade; trabalhar mais depressa só é melhoria quando o aluno continua sabendo o que fazer.
Uma pendência atravessando a segunda-feira continua na fila, com prazo original, previsão atual e responsável. Não marque o aluno como aprovado para fechar a semana nem abra novas turmas usando a capacidade ainda ocupada por essas entregas.
Evidência de conclusão
O mapa mostra todas as atividades, mentores aptos, compromissos aceitos e lacunas por janela. Programas consegue decidir a abertura e a continuidade das turmas com capacidade demonstrável.
Aprofunde as decisões que fazem diferença
Reserve o trabalho completo no calendário
Considere preparo, checkpoint quando o Mentor for designado, live de 60 minutos, análises, reenvios, registro e contingência. Confirme janelas e volume com cada Mentor. Horas genéricas livres na semana não cobrem prazo específico.
Prepare substituição utilizável
Para cada compromisso crítico, saiba quem pode cobrir, em qual escopo e com quais materiais. “Temos alguém no banco” só vira cobertura quando aptidão, agenda, acesso e aceite estão confirmados.
Condição para confirmar cada alocação
Planeje até 30 alunos pagantes e até 5 participações por permuta autorizadas: no máximo 35 pessoas atendidas por turma. Toda participação ocupa acompanhamento, correção e agenda. Até 2 turmas por Mentor é referência condicionada à validação das horas de preparação, checkpoint quando designado, live, correções, reavaliações, registros e cobertura; o mesmo Mentor não conduz lives distintas simultâneas. Capacidade declarada sem agenda e aceite não libera vaga. Confira a regra de capacidade.
Antes da oferta e da abertura da turma, Programas designa nominalmente quem executará o checkpoint: Gestor de Evolução ou Mentor. A Coordenação confirma agenda, escopo contratual, disponibilidade e backup. Quem executa registra dúvidas, decisões, encaminhamentos e próximos responsáveis. Se o Gestor conduzir, organiza a execução e encaminha dúvidas técnicas; a validação técnica permanece com o Mentor. Confira a matriz de responsabilidades.
No exercício abaixo, o Mentor é o executor designado do checkpoint. Os tempos de preparação e checkpoint são hipóteses do caso; a live segue os 60 minutos definidos. A conta precisa ser refeita com os tempos medidos e com todos os participantes da turma real.
Demonstração completa · caso fictício de treinamento
A mesma hora foi contada para duas turmas
A situação
Daniela tem seis horas disponíveis no sábado. Cada uma de duas turmas foi planejada como se tivesse as seis horas inteiras.
O raciocínio por trás da ação
Capacidade deve ser alocada, não apenas listada. A soma de promessas não pode exceder a janela confirmada.
01Coordenação
Encontrei doze horas atribuídas a uma janela de seis. Precisamos redistribuir antes de confirmar as duas turmas.
02Programas
Qual volume de análise e reenvio está previsto por turma?
03Conta
Turma A precisa de quatro horas; B de cinco. Total nove, além de verificar contingência. Faltam três horas nessa janela.
04Coordenação
Vou confirmar outra pessoa apta para parte da turma B e entregar critérios e lista. Daniela fica com escopo e volume explícitos.
05Confirmação
Substituta aceita três horas, conhece a versão e testa acesso. Programas recebe o mapa sem sobreposição.
06Revisão
Comparar duração real e reenvios para atualizar a próxima semana.
O que este caso comprova
A agenda corresponde a trabalho que cabe no prazo, com cobertura pronta para agir.
Quando o caso muda
Se acontecer diferente, decida assim.
O Mentor aceita, mas não consegue acessar arquivos
O que fazer. Resolver acesso e testar antes de contar a cobertura como pronta.
Seu aceite está registrado; ainda precisamos confirmar que consegue executar a avaliação.
O que conferir. Acesso e arquivo testados.
O volume cresce perto do prazo
O que fazer. Recalcular restante e acionar cobertura antes do atraso.
Com esta fila e este tempo, faltam estas horas. Vou confirmar apoio agora.
O que conferir. Capacidade ajustada com qualidade preservada.
Registro para usar na tarefa
Alocação por janela
Preencha no registro oficial do cargo. Substitua os dados de treinamento pelos fatos do caso e mantenha visível o que ainda não foi confirmado.
Modelo para preencher
Pessoa/produto e aptidão:
Turma e atividades:
Volume × tempo:
Janela disponível:
Horas já comprometidas:
Aceite:
Cobertura e acesso:
Lacuna/decisão:
Exemplo preenchido
Daniela, apta versão vigente. Sábado 6 h totais. Necessidade A 4 h e B 5 h = 9 h. Três horas confirmadas com outra mentora apta para B; acessos testados. Mapa atualizado sem dupla contagem. Medir tempo real e contingência.
Confira antes de encerrar
Horas estão alocadas sem sobreposição.
O trabalho completo foi considerado.
Cobertura tem aptidão, acesso e aceite.
Pratique antes de assumir
Agora faça em outro caso.
Situação
Uma pessoa pode dar a live, mas não corrigir no prazo.
Sua tarefa
Como registrar?
Depois de tentar, confira a resposta
Resposta de referência
Apta e disponível para a live naquele escopo; correções permanecem sem cobertura até outra confirmação.
Erro que exige refazer. Contar cobertura integral da turma.
POP 7 · Acompanhar a qualidade da atuação
Resultado esperado
Entender se a orientação do mentor permite ao aluno continuar e se as decisões seguem os critérios. Elogios, pontualidade e boa apresentação ajudam a leitura, mas não substituem olhar o trabalho e a tentativa seguinte.
Quando usar
Durante a turma, após uma preparação ou um treino e diante de reclamação, atraso ou dúvida recorrente. Acompanhe também quem está funcionando bem para reconhecer práticas úteis.
Informações necessárias e preparação
Leia missão, critérios, versões das entregas, orientações e retornos. Consulte os sinais de Programas e da Gestora de Evolução. Recupere o que já foi combinado com o mentor para observar a mudança, sem pedir toda a história novamente.
Passo a passo
1. Escolha uma amostra que não esconda o problema
Se você examina apenas os elogios enviados pelo próprio mentor, verá uma seleção favorável. Se examina apenas reclamações, verá uma seleção de dificuldades. Para acompanhar o trabalho, combine observações distribuídas com análise direcionada por risco. Na parte distribuída, escolha entregas de etapas e situações diferentes por uma regra explicável, como percorrer a lista em intervalos regulares. Na parte por risco, inclua os casos com bloqueio, contestação ou atraso. Registre quais pertencem a cada grupo.
Exemplo fictício: existem 40 devolutivas no período. Você seleciona seis por distribuição ao longo da lista e acrescenta quatro com sinal de dificuldade. Uma delas já estava nas seis; portanto observa nove devolutivas únicas, e não dez. Informe seis da seleção distribuída, três adicionais por risco, total nove. Uma taxa calculada sobre esse conjunto descreve a amostra observada. Não permite afirmar que a mesma porcentagem vale para todas as 40 devolutivas.
Inclua também casos em que o aluno avançou. Eles permitem reconhecer o que funcionou e evitam reduzir o trabalho a procurar falhas. Se há vários mentores, observe mais de uma pessoa antes de generalizar um problema para o time. A frequência e o tamanho da amostra devem caber na rotina e responder ao risco; este exemplo não cria uma quota oficial.
2. Leia o caso como alguém que precisa continuar o trabalho
Abra missão, referência de avaliação vigente, arquivo recebido, devolutiva e nova tentativa quando existir. Confira a versão. Uma orientação pode parecer errada porque foi escrita para um arquivo anterior. Procure a dificuldade real do aluno e identifique o que o mentor fez para compreendê-la. A mensagem localiza um ponto? Explica o critério? Propõe uma ação possível? Diz o que será conferido depois? A avaliação foi registrada com estado e próxima responsabilidade?
Escreva fatos curtos. “Feedback ruim” não é fato. “Na devolutiva da versão 2, o mentor escreveu apenas ‘ajuste o projeto’; o aluno perguntou o que deveria ajustar e continua sem nova ação” é uma evidência. “Mentor atrasado” precisa indicar compromisso, prazo original, momento da entrega e impacto. Sem isso, o acompanhamento vira opinião sobre pessoas.
3. Observe uma sessão com uma pergunta definida
Antes de acompanhar, combine com o mentor o foco da observação. Exemplo: verificar se os alunos conseguem realizar a tarefa depois da demonstração. O registro deve distinguir fala, tentativa e evidência. Anote a pergunta feita, como o mentor respondeu e o que alguém conseguiu executar em seguida. Se não houve oportunidade de tentativa, registre essa ausência; não preencha “aprendizagem comprovada” pela quantidade de perguntas respondidas.
Não interrompa a sessão por uma diferença de estilo sem prejuízo. Anote e converse depois. Se aparecer orientação tecnicamente arriscada, interrompa a aplicação do ponto afetado e busque revisão competente; informe Programas para organizar a continuidade. Você não precisa aguardar o fim de um ciclo de feedback para proteger a turma de um erro relevante.
4. Separe o sintoma da causa
Caso fictício A: André devolveu oito trabalhos no prazo; seis mensagens dizem apenas “rever a organização”. Quatro alunos perguntaram novamente o que fazer. Na simulação, ele também não consegue transformar a avaliação em uma ação específica. Hipótese sustentada: falta uma habilidade de elaborar devolutiva. Próxima ação: treino com exemplo, prática e nova observação no POP 8.
Caso fictício B: Beatriz faz correções específicas; alunos que receberam retorno conseguiram reenviar. Entretanto, acumulou trabalhos de duas turmas na mesma janela e ainda não teve tempo de abrir parte da fila. Hipótese sustentada: capacidade distribuída de forma inadequada, a confirmar no POP 6. Próxima ação: organizar a fila e a cobertura com Programas, não mandar Beatriz assistir ao mesmo vídeo de feedback de André.
Também pode haver causa combinada. Um mentor sem tempo começa a abreviar demais a devolutiva e depois recebe mais dúvidas, criando retrabalho. Nesse caso, trate a capacidade imediata e retome o padrão de orientação. Não declare o problema resolvido porque uma das causas foi encaminhada.
5. Registre e acompanhe o resultado da observação
Exemplo fictício de registro: André, etapa 2 da turma A; as devolutivas dizem apenas “rever a organização”; quatro alunos continuam sem saber o que tentar. Coordenação conduz treino de orientação específica e confere uma nova situação. André refaz as orientações afetadas; a Gestora verifica compreensão e reenvio. Na próxima análise, Coordenação decide se a melhora ocorreu e se ele continua apto. Se houver erro técnico ou recusa em corrigir, a continuidade é tratada imediatamente pelo POP 9.
Rotina inicial de observação por risco
Comece com este protocolo de supervisão e ajuste com os dados, registrando a mudança. Ele orienta a revisão da qualidade do Mentor; não reduz a obrigação de avaliar todas as entregas dos alunos.
Situação
O que observar e quando
Estreia num produto
Antes da autonomia, observar um encontro simulado e três avaliações contrastadas: aprovação, ajuste e evidência insuficiente. Na primeira semana real, observar um encontro e conferir cinco devolutivas com seus reenvios; se houver menos de cinco, conferir todas.
Atuação estável
A cada semana, selecionar ao menos três avaliações cobrindo estados diferentes; a cada mês, observar um encontro. Se houver menos casos, registrar a base disponível. Acrescentar qualquer contestação relevante ou indício de erro.
Após falha essencial
Interromper a autonomia da atividade afetada; levantar alunos e decisões possivelmente atingidos. Conferir todas as decisões relacionadas ao critério em risco, com especialista quando necessário. Combinar a correção e observar a nova execução.
Reduzir o acompanhamento intensificado
Exigir causa tratada, casos afetados revisados e duas execuções independentes corretas, em variações relevantes, observadas e registradas. Voltar ao acompanhamento regular, preservando a revisão dos retornos.
Carga de revisão não cabe
Priorizar risco e acionar Programas para capacidade antes de reduzir cobertura silenciosamente. Não declarar conformidade dos casos que não foram conferidos.
A escolha da amostra pertence à Coordenação: inclua casos sorteados da base completa e casos por risco. Não deixe o Mentor escolher apenas os melhores exemplos. Registre tamanho da base, itens revistos, motivo da escolha e limites; não extrapole o percentual da amostra para todos os alunos.
Falha essencial: orientação tecnicamente incorreta, aprovação sem evidência necessária, abandono da continuidade ou mudança unilateral de critério. Diferencie de um ajuste de comunicação que não alterou a decisão. No primeiro caso, proteja os afetados e revise; no segundo, dê feedback, peça nova tentativa e confira.
Evidência de conclusão
Você consegue explicar o que ocorreu, qual causa está sustentada e qual ação corresponde a ela. Um problema corrigível segue para o POP 8. Falha que compromete a atuação exige decisão e cobertura no POP 9; conversar não encerra o caso.
Aprofunde as decisões que fazem diferença
Observe uma amostra ligada ao risco
Leia devolutivas, reavaliações e registros; observe encontro conforme acesso autorizado. Inclua caso que deu certo, caso difícil e possível falha crítica. Compare com critérios e Manual do Mentor, sem avaliar por preferência de estilo.
Busque efeito na execução do aluno
Pergunte se a orientação localizou o problema, explicou a decisão, indicou ação e permitiu nova tentativa. Satisfação e carisma importam, mas não substituem aprendizagem e avaliação consistente.
Demonstração completa · caso fictício de treinamento
A turma gosta do Mentor, mas continua sem saber corrigir
A situação
Feedbacks de alunos são positivos; três devolutivas dizem apenas “melhore a organização”.
O raciocínio por trás da ação
A experiência agradável precisa produzir avanço. A observação deve mostrar onde a orientação deixou de ser utilizável.
01Coordenação
Nestas três devolutivas, o aluno recebeu elogio e uma orientação ampla. Onde ele encontra o primeiro ajuste concreto?
02Mentor
Eu imaginava que o exemplo mostrava o que fazer.
03Coordenação
Vamos escolher um caso. Qual critério não foi atendido e onde isso aparece?
04Mentor
A vista não corresponde ao título nesta prancha.
05Refino
A devolutiva passa a localizar a prancha, pedir comparação com a missão, explicar a decisão e indicar reenvio. Evolução acompanha execução; Mentor reavalia.
06Verificação
Na nova tentativa, o aluno corrige a causa. Coordenação observa outros casos para saber se a mudança se sustenta, sem concluir por um único sucesso.
O que este caso comprova
O feedback desenvolve a qualidade técnica e pedagógica sem desvalorizar a relação construída com os alunos.
Quando o caso muda
Se acontecer diferente, decida assim.
Há erro técnico com impacto imediato
O que fazer. Proteja os alunos afetados, acione validação e correção com Programas e Mentor; trate desenvolvimento depois da contenção.
Esta orientação precisa ser revista antes de continuar sendo aplicada.
O que conferir. Correção validada e afetados acompanhados.
O estilo é diferente, mas o resultado atende ao padrão
O que fazer. Não impor preferência pessoal; reconhecer alternativas válidas.
A condução é diferente da minha, mas o aluno executou e os critérios foram atendidos.
O que conferir. Avaliação pelo efeito e método essencial.
Registro para usar na tarefa
Observação de qualidade
Preencha no registro oficial do cargo. Substitua os dados de treinamento pelos fatos do caso e mantenha visível o que ainda não foi confirmado.
Modelo para preencher
Pessoa/escopo e amostra:
Critério observado:
Evidência positiva:
Lacuna e efeito:
Conversa e causa:
Ação/apoio:
Nova amostra e resultado:
Exemplo preenchido
Mentor / três devolutivas. Relação respeitosa; lacuna: orientação ampla sem localização. Efeito: alunos não iniciavam ajuste. Ação: ensaiar devolutiva com critério, evidência e primeiro passo. Nova amostra inclui reenvio e casos distintos para verificar sustentação.
Confira antes de encerrar
A observação usa evidência do trabalho.
A lacuna está ligada ao efeito no aluno.
O acompanhamento inclui nova execução.
Pratique antes de assumir
Agora faça em outro caso.
Situação
O Mentor recebeu nota alta de satisfação, mas aprova sem abrir os arquivos.
Sua tarefa
Qual prioridade?
Depois de tentar, confira a resposta
Resposta de referência
Investigar e conter a falha de avaliação, revisar casos afetados com critério e apoio apto.
Erro que exige refazer. Usar satisfação para ignorar avaliação não realizada.
POP 8 · Desenvolver o mentor e conferir a mudança
Resultado esperado
Ajudar o mentor a melhorar um comportamento que afeta a entrega. O apoio precisa responder à causa: aprender a fazer, ter condições de executar ou assumir o compromisso que faz parte do papel.
Quando usar
Quando o POP 7 mostrar uma dificuldade ou quando o próprio mentor pedir apoio. Retome na data ou na atividade combinada para conferir a mudança.
Informações necessárias e preparação
Escolha um caso, o resultado esperado, a orientação enviada e o que aconteceu com o aluno. Ouça o mentor e confira condições de trabalho. Prepare uma prática e uma variação que permitam observar a habilidade.
Passo a passo
1. Caso André: fala bem, mas entrega orientação genérica
Retome o caso do POP 7. André foi pontual e tem domínio do conteúdo, mas os alunos não entendem o ajuste. Abra uma devolutiva e pergunte como ele chegou àquela mensagem. O objetivo inicial é compreender o raciocínio, não anunciar uma conclusão sobre a personalidade dele.
Coordenador
Nesta entrega, você escreveu “rever a organização”. O aluno perguntou por onde começar e não conseguiu reenviar. Como você analisou o arquivo e escolheu essa orientação?
André
O problema está evidente. Ele já deveria perceber.
Coordenador
Para você está claro porque domina a tarefa. Qual parte do arquivo mostra isso? Vamos apontar o trecho e pensar no que o aluno precisa fazer primeiro.
André
A identificação está inconsistente entre as representações.
Coordenador
Agora temos um ponto concreto. Como diria isso para alguém que ainda não sabe reconhecer a inconsistência?
Peça que ele refaça a orientação. Não escreva tudo no lugar dele, pois você precisa observar a habilidade. Se ele continuar genérico, demonstre uma estrutura com o caso: ponto observado, critério, próxima ação e evidência de retorno. Depois ofereça outra entrega para ele aplicar sem copiar suas palavras. Essa segunda tentativa mostra mais do que concordar com a explicação.
2. Transforme o treino em um combinado observável
Plano fictício de André: comportamento esperado é localizar o ponto e orientar uma próxima ação que o aluno consiga explicar; situação atual é orientação genérica em casos observados; prática é refazer o caso e corrigir uma variação; apoio é exemplo comentado e revisão com Coordenador; evidência seguinte são devolutivas reais da etapa escolhida e a resposta dos alunos; revisão acontece após essas devolutivas, conforme compromisso registrado. Esse plano não precisa de uma promessa genérica de “melhorar a didática”.
Na revisão, use o antes e depois. André passou a escrever o ponto e a ação em quatro novas devolutivas. Três alunos fizeram uma nova tentativa; um não abriu a mensagem por falta de acesso. Você reconhece a melhora na orientação e encaminha a dificuldade de acesso com Programas e a Gestora. Não atribui o quarto caso automaticamente à didática. Também não declara sucesso técnico final sem o mentor avaliar os reenvios.
Se André melhorou na simulação e voltou a mensagens vagas, confira acesso ao material, carga e clareza do combinado. Resolva as condições que faltarem e observe a nova atuação. Se ele sabe fazer, tem condições e persiste em não aplicar o padrão, você decide pela retirada da atuação afetada e organiza a substituição no POP 9. Pessoas recebe os fatos para tratar o vínculo; Programas recebe a cobertura e o impacto na turma.
3. Caso Beatriz: boa orientação e fila maior que a capacidade
Coordenador
As devolutivas que observamos estão ajudando os alunos a corrigir. Ao mesmo tempo, há arquivos vencendo sem análise. Quero separar qualidade e carga: o que entrou na sua fila desde o último combinado?
Beatriz
Recebi duas turmas ao mesmo tempo. Estou fazendo o máximo, mas ainda falta quase uma turma inteira.
Coordenador
Vamos abrir quantidade, etapas e prazos. O que você consegue assumir nas janelas confirmadas? O que precisa de cobertura para não continuar acumulando?
Abra quantidade, etapas e prazos pelo POP 6. Confirme o que Beatriz consegue entregar e redistribua o restante entre mentores aptos com agenda aceita. Informe Programas sobre a divisão e qualquer parte ainda descoberta. Se a cobertura não for suficiente, Programas trata as consequências no planejamento. Evite ocupar o tempo de execução com uma reunião que não resolve a carga.
A melhoria é ver a fila voltar a caber, as passagens serem aceitas e os alunos receberem continuidade. Se a equipe redistribuiu trabalho e a qualidade permaneceu boa, trate a causa de planejamento. Se a carga ficou viável e os atrasos continuam sem explicação, investigue novamente; uma primeira hipótese não vira diagnóstico permanente.
4. Quando o mentor reage com vaidade ou defensividade
Mentor
Dou aula há anos. Não preciso que alguém me ensine a ensinar.
Coordenador
Sua experiência importa. O ponto que estamos olhando é este aluno e esta entrega. A orientação foi enviada, mas ele ainda não sabe qual ação executar. Quero que encontremos um jeito de a sua experiência chegar até ele. Você consegue me mostrar como conduziria a próxima tentativa?
Volte ao caso, sem disputar autoridade. Ouça uma justificativa técnica e confira a evidência. Se for uma divergência legítima, calibre pelo POP 5. Se houver desrespeito ou recusa em corrigir uma orientação prejudicial, decida a interrupção da atuação afetada e organize a substituição. Acione Pessoas para o tratamento do vínculo e informe Programas da continuidade; audiência ou currículo não tornam a conduta aceitável.
5. Quando ele quer apenas gravar ou apresentar
Mentor
Eu prefiro fazer a aula. Corrigir arquivo individual não é para mim.
Coordenador
É importante deixar isso claro. Nesta função, a correção e a verificação fazem parte da transformação que prometemos. Você quer desenvolver essa parte ou prefere um trabalho com outro escopo?
Mentor
Outro escopo. Só produção de conteúdo.
Coordenador
Entendi sua preferência. Como você não quer executar uma parte essencial desta mentoria, vou retirar sua alocação e organizar a passagem para quem possa assumir. Pessoas vai tratar as condições e o vínculo. Posso informar seu interesse em produção de conteúdo, sem prometer outro trabalho.
Não trate preferência como falha moral. Também não mantenha um encaixe falso para evitar uma conversa. Você precisa de aderência ao papel real. Um possível trabalho futuro com outro escopo depende de necessidade e autorização; não é uma oferta que o Coordenador possa criar sozinho.
6. Desenvolva e retenha quem está funcionando bem
Pergunte ao mentor forte o que tornou a entrega boa, qual obstáculo consome energia desnecessária e que competência deseja aprofundar. Convide para compartilhar um caso ou apoiar uma calibração quando houver interesse e capacidade, sem transferir responsabilidades adicionais silenciosamente. Reconheça a contribuição específica: “A forma como você comparou as tentativas ajudou a turma a entender o critério”, em vez de apenas “excelente aula”.
Sinais de desgaste merecem conversa: redução de disponibilidade, dificuldade recorrente para assumir compromissos, mudança de interesse ou incômodo com o escopo. Pergunte antes de supor saída. Questões de vínculo e carreira seguem com Pessoas. Leve fatos, interesses e possibilidades de contribuição para construir uma proposta concreta.
Evidência de conclusão
O apoio produziu uma mudança observável, precisa ser ajustado ou mostrou que o mentor não mantém o padrão. Registre essa decisão. Você desenvolve quem pode melhorar e retira da atuação quem não está apto a continuar, com substituição e passagem pelo POP 9.
Aprofunde as decisões que fazem diferença
Treine uma decisão por vez
Mostre o caso, peça a leitura do Mentor e localize a lacuna. Demonstre a decisão, deixe praticar e aplique variação. O plano precisa dizer qual comportamento deve mudar e como o aluno perceberá a melhora.
Libere amplitude conforme evidência
Se a lacuna afeta avaliação crítica, mantenha revisão ou cobertura até demonstrar domínio. Se é refinamento de condução, observe amostra e evolução. O plano não pode comprometer a turma para testar alguém sem apoio.
Demonstração completa · caso fictício de treinamento
Ensinar sem fazer o projeto pelo aluno
A situação
O Mentor costuma tomar o controle e corrigir tudo rapidamente. O aluno agradece, mas não consegue repetir.
O raciocínio por trás da ação
O resultado desejado é autonomia do aluno. Rapidez do especialista não comprova aprendizagem.
01Coordenação
Na gravação autorizada, você resolveu o arquivo. Em que momento o aluno tomou uma decisão ou repetiu?
02Mentor
Não chegou a repetir. Eu quis ajudar a terminar.
03Coordenação
Vamos praticar: primeiro peça que ele mostre a tentativa, depois demonstre uma decisão em outro caso e devolva a execução. No fim, peça uma variação.
04Ensaio do Mentor
“Me mostre o que você comparou. Neste exemplo, vou observar o conteúdo antes do título. Agora faça no seu arquivo e explique por que escolheu esse ajuste.”
05Variação
O aluno simulado encontra título errado com vista correta; o Mentor pergunta e observa sem tomar o controle.
06Verificação
Observar próxima orientação e a tentativa posterior do aluno. Registrar onde ainda houve ajuda e qual decisão foi independente.
O que este caso comprova
O Mentor aprende a produzir competência, preservando a autoria do aluno.
Quando o caso muda
Se acontecer diferente, decida assim.
O Mentor conhece a técnica, mas não consegue explicar
O que fazer. Reduzir a tarefa, demonstrar linguagem simples e pedir que ensaie com iniciante simulado.
Qual é a primeira decisão que a pessoa precisa entender? Vamos explicar só essa parte e observar a tentativa.
O que conferir. Explicação compreendida e aplicada.
A lacuna persiste em critério crítico
O que fazer. Manter atuação protegida e decidir escopo ou substituição com evidência.
Ainda não temos a demonstração necessária para liberar esta responsabilidade sem revisão.
O que conferir. Turma protegida e decisão fundamentada.
Registro para usar na tarefa
Plano de desenvolvimento do Mentor
Preencha no registro oficial do cargo. Substitua os dados de treinamento pelos fatos do caso e mantenha visível o que ainda não foi confirmado.
Modelo para preencher
Competência-alvo:
Cena observada:
Efeito no aluno:
Demonstração e treino:
Variação:
Apoio/limite temporário:
Nova observação:
Decisão:
Exemplo preenchido
Alvo: orientar sem executar pelo aluno. Cena: Mentor assumiu correção; aluno não repetiu. Treino: observar, demonstrar em outro caso, devolver execução e variar. Próxima observação mede decisão independente do aluno e ajuda necessária. Escopo protegido até evidência suficiente.
Confira antes de encerrar
O plano trata uma competência específica.
A prática inclui variação.
O resultado é observado no aluno e na condução.
Pratique antes de assumir
Agora faça em outro caso.
Situação
Após feedback, o Mentor diz “entendi”.
Sua tarefa
O que comprova desenvolvimento?
Depois de tentar, confira a resposta
Resposta de referência
Nova execução em caso diferente, com comportamento esperado e efeito no aluno.
Erro que exige refazer. Encerrar pelo aceite verbal.
POP 9 · Substituir e retirar da atuação com continuidade
Resultado esperado
Manter a turma atendida quando o mentor se ausenta ou deixa de cumprir o padrão. Você decide a aptidão para continuar, organiza a cobertura e acompanha o que falta entregar. Pessoas formaliza as consequências sobre o vínculo.
Quando usar
Diante de ausência, perda de disponibilidade, erro técnico relevante, postura prejudicial ou repetição de falhas após apoio. Um risco pode pedir interrupção da atividade afetada antes da conclusão da análise.
Informações necessárias e preparação
Abra os fatos, compromissos, entregas pendentes, apoios já feitos e a referência do produto. Confirme o que foi observado; não tome boato como conclusão. Consulte o banco por competência e agenda, sem contar disponibilidade antiga como aceite atual.
Passo a passo
1. Descubra exatamente o que está ameaçado
Confirme atividade, turma, etapa, agenda, entregas dependentes e situação do mentor. Se ele não consegue comparecer à live, ainda pode ter condições de passar o roteiro e o contexto? Se não consegue corrigir toda a fila, qual parte já foi examinada? Se o problema é técnico, quem pode validar a decisão? Essas respostas mudam a solução.
Caso fictício: o mentor avisa que não poderá conduzir o próximo encontro. A turma tem 30 participantes; 24 enviaram trabalhos, dos quais 18 já foram avaliados; seis aguardam análise e outros seis ainda não enviaram. O total continua sendo 30 alunos, não 36. O encontro dependia dos erros encontrados nas entregas. A urgência envolve o encontro e a continuidade das seis avaliações pendentes, não simplesmente encontrar alguém para falar durante uma hora.
2. Decida se é ausência, apoio ou retirada da atuação
Uma ausência pontual pede cobertura e não prova falta de competência. Sobrecarga pede ajuste de capacidade. Dificuldade corrigível pede prática acompanhada, desde que a atuação continue segura. Erro técnico relevante, desrespeito, recusa do papel ou repetição da falha após apoio podem impedir a continuidade. Confirme os fatos e conduza a decisão sobre aptidão; não deixe o problema circular indefinidamente entre Programas e Pessoas.
Caso fictício para treino: André recebeu critérios claros, acesso e uma carga que cabia na agenda. Foi orientado e praticou uma devolutiva específica. Na atuação seguinte, voltou a aprovar duas entregas sem o requisito obrigatório e, na conversa, afirmou que continuará ignorando esse requisito. Um especialista conferiu os dois casos e confirmou o erro. Você tem motivo para retirá-lo das avaliações desse produto e providenciar revisão das entregas afetadas.
Coordenador
André, revimos duas aprovações que não atendem ao requisito publicado. Esse ponto já tinha sido trabalhado no preparo e confirmado tecnicamente. Você disse que pretende continuar dispensando o requisito. Por isso, decidi retirar sua atuação nas avaliações deste produto. Vou organizar a passagem e a revisão dos casos; Pessoas vai conversar com você sobre o vínculo e as condições.
André
Vocês vão deixar a turma sem mentor então?
Coordenador
A continuidade é minha responsabilidade junto com Programas. Vou confirmar outro mentor apto, passar as entregas e acompanhar as revisões. Preciso que você informe onde estão os arquivos e quais decisões ainda não foram registradas. Os alunos receberão uma orientação de continuidade pelo time.
Se o problema for grave e continuar expondo o aluno a orientação incorreta, interrompa a atividade afetada enquanto confirma a cobertura. Não mantenha a pessoa atuando só porque ainda não encontrou substituto. Programas recebe imediatamente o que ficou descoberto para organizar a resposta operacional. Pessoas formaliza o encerramento do vínculo, quando for o caso; a decisão de aptidão para a atividade cabe à Coordenação.
Registre de forma simples o fato, a evidência, o apoio já oferecido, a resposta do mentor, a decisão e as atividades transferidas. Se uma nova prova ou preparação puder tornar possível o retorno, diga o que precisará ser demonstrado antes de nova alocação. Não crie prazo automático, punição ou promessa de retorno.
3. Informe Programas com alternativas e limites
Coordenador
O mentor da turma A não conseguirá conduzir o encontro previsto. Temos 18 avaliações concluídas, seis pendentes e seis alunos sem envio. Estou verificando um substituto qualificado no produto. Ainda não confirmei cobertura. Se ele assumir, precisará do roteiro, dos critérios e da fila restante.
Programas
Existe alguém disponível?
Coordenador
Há uma mentora qualificada cuja agenda vou confirmar. A segunda opção ainda não terminou a preparação, então não pode ser tratada como cobertura pronta. Vou retornar com o aceite e as condições que conseguimos cumprir antes de você definir a comunicação.
Dizer o que não está confirmado protege a decisão. Programas pode preparar alternativas de continuidade, inclusive mudança autorizada quando necessária. Não anuncie uma nova data, política de compensação ou benefício por iniciativa própria. Enquanto a decisão acontece, identifique tarefas que podem continuar sem risco: organizar arquivos, consolidar perguntas, concluir passagens e apoiar a Gestora com a orientação já validada.
4. Verifique o substituto pelo trabalho específico
Confirme domínio do produto e da etapa, disponibilidade na janela e acesso às ferramentas. Pergunte o que ele precisa receber para assumir. Explique se haverá avaliações, reenvios ou apenas encontro; evite pedir “quebra um galho na live” e depois entregar uma fila desconhecida. Se a pessoa precisa estudar o material para decidir, a cobertura permanece em avaliação.
Coordenador
Você conhece o produto, mas esta turma está na etapa de documentação. Consegue assumir o encontro e estas seis análises, dentro das janelas que vou te mostrar? Antes do aceite, quero que veja a missão e o roteiro.
Substituta
Consigo o encontro. As análises só consigo em outra janela.
Coordenador
Vou registrar essa condição e conferir com Programas. Não vou contar a fila como coberta até definirmos quem a assume no prazo necessário.
Um aceite parcial pode ajudar, desde que permaneça explícito. Se a solução criar outro vazio, mostre-o. Transferir urgência para uma pessoa ocupada não elimina a falta de capacidade.
5. Faça uma passagem que sobreviva sem você
Entregue uma síntese e as referências, nesta ordem: resultado do programa; momento da turma; objetivo da atividade; critério vigente; trabalhos e versões; decisões já comunicadas; bloqueios; fila restante; responsáveis e próximos retornos. Destaque o que não pode ser contradito sem revisão. Exemplos técnicos devem vir do material validado, não de uma explicação improvisada sobre um produto que você não domina.
Passagem fictícia: turma A, etapa 4; encontro sobre as dificuldades de documentação previstas no manual. Há 18 trabalhos avaliados, seis aguardando avaliação e seis sem envio acompanhados pela Gestora. Camila aceitou conduzir o encontro, mas não as análises nessa janela. Coordenação deve confirmar outro mentor apto para as seis pendentes antes de considerar a fila coberta. Todos recebem missão, critérios, trabalhos com versões e decisões já comunicadas. O caso de Ana permanece em revisão técnica, sem nova decisão a anunciar.
Peça ao substituto que abra uma entrega e explique o que fará no início da atividade. Confirme que encontra o roteiro e sabe onde registrar dúvidas que não resolver. Isso detecta uma passagem fraca antes do encontro. “Recebi o link” é confirmação de recebimento, não de capacidade de continuidade.
6. Garanta uma mensagem coerente ao aluno
Programas define a comunicação operacional; a Gestora acompanha os alunos pelo canal adequado. Forneça informações confirmadas e a próxima referência de retorno. Uma mensagem útil explica o que muda, o que permanece como próxima ação e quando haverá atualização. O aluno não precisa de detalhes pessoais sobre a ausência do profissional.
Mensagem de continuidade, após decisão confirmada
Na atividade prevista, a mentora Camila assumirá a orientação da turma. Ela já recebeu as entregas e o contexto da etapa. Continue usando o mesmo local para enviar seu trabalho. As pendências individuais serão acompanhadas pela equipe no retorno combinado.
Se ainda não existe decisão, a mensagem precisa dizer que a equipe está organizando a continuidade e informar o retorno autorizado. Não anuncie substituição sem aceite nem diga que “está tudo resolvido” enquanto uma parte da fila está sem dono.
7. Feche o incidente depois da atividade
Confira presença, execução, registros e tratamento das pendências. No exemplo, o encontro aconteceu, mas duas análises continuaram abertas: o incidente ainda tem continuidade. Registre quem assumiu e acompanhe o retorno aos alunos. Se alguma data mudou, preserve o prazo original e a nova previsão em campos distintos.
Depois revise a causa e a cobertura. Se houve retirada por desempenho, confira também as decisões anteriores que possam ter sido afetadas, com apoio técnico quando necessário. Atualize o banco para que o mentor não seja alocado de novo por engano. Informe a Pessoas o andamento da passagem e a Programas o que ainda precisa ser concluído. A retirada só protege a turma quando o trabalho pendente recebe continuidade.
Evidência de conclusão
A decisão sobre atuação está clara, a cobertura foi aceita e a passagem foi testada. Programas sabe como a operação continuará; Pessoas recebeu o que precisa formalizar. As avaliações e os retornos pendentes têm responsáveis, e a retirada não deixa alunos sem acompanhamento.
Aprofunde as decisões que fazem diferença
Proteja compromissos antes de concluir a troca
Mapeie encontros, correções, reenvios, arquivos e casos sensíveis. Confirme substituto apto, agenda, acesso e contexto. Programas coordena o efeito na turma; Pessoas conduz formalização quando a decisão envolve vínculo.
Comunique continuidade com o mínimo necessário
Alunos precisam saber quem assume, como continuar e o que acontece com compromissos. Motivos pessoais ou avaliações internas permanecem restritos. A troca termina operacionalmente quando o substituto consegue atuar e os casos seguem.
Demonstração completa · caso fictício de treinamento
Um Mentor falta e há devolutivas vencendo
A situação
Na véspera da live, o Mentor informa impossibilidade de continuar. Oito correções estão abertas.
O raciocínio por trás da ação
A troca precisa cobrir encontro e fila técnica. Encontrar alguém que entra na chamada não resolve as avaliações.
01Coordenação
Programas, há risco para a live e oito devolutivas. Vou confirmar cobertura por atividade e entregar a situação de cada arquivo.
02Substituta
Posso assumir a live e quatro análises. Já conheço a versão; preciso abrir os arquivos e os registros.
03Coordenação
Confirmo outra pessoa apta para as quatro restantes. Ambas recebem critério, histórico e prazo; peço aceite após testar acesso.
04Programas
Vou organizar a comunicação à turma e a continuidade com Evolução. Os alunos saberão quem conduz e como receberão retorno.
05Conferência
Substitutas localizam casos e aplicam critérios; encontro testado; devolutivas entregues e ajustes acompanhados.
06Pessoas
Se houver encerramento de vínculo, o processo formal segue separado, preservando informações e obrigações aplicáveis.
O que este caso comprova
A experiência continua com capacidade real e contexto, sem depender da pessoa ausente para cada detalhe.
Quando o caso muda
Se acontecer diferente, decida assim.
Não há substituto apto no prazo
O que fazer. Informe Programas imediatamente com alternativas e impacto; comunique plano realista ao aluno, sem improvisar especialista.
Ainda não temos cobertura técnica confirmada. Estas são as alternativas e o compromisso afetado.
O que conferir. Decisão e comunicação verdadeiras.
A retirada ocorre por qualidade insuficiente
O que fazer. Proteja casos afetados, preserve evidências e alinhe decisão com Pessoas e Programas.
Precisamos revisar estas avaliações e confirmar continuidade antes de encerrar a transição.
O que conferir. Alunos e registros protegidos.
Registro para usar na tarefa
Passagem de substituição
Preencha no registro oficial do cargo. Substitua os dados de treinamento pelos fatos do caso e mantenha visível o que ainda não foi confirmado.
Modelo para preencher
Motivo operacional e acesso restrito:
Compromissos abertos:
Substituto por atividade:
Aptidão/versão:
Agenda e acesso testados:
Casos recebidos e aceite:
Comunicação:
Conferência de continuidade:
Exemplo preenchido
Mentor indisponível. Live e 8 correções em risco. Substituta A assume live e 4; B assume 4. Aptidão, agenda e arquivos confirmados. Programas comunica continuidade; Evolução acompanha alunos. Pessoas trata vínculo se necessário. Encerrar após execução e recebimento conferidos.
Confira antes de encerrar
Todas as atividades abertas têm cobertura.
Substituto demonstrou acesso e compreensão.
A comunicação preserva respeito e continuidade.
Pratique antes de assumir
Agora faça em outro caso.
Situação
O substituto aceitou a live, mas não recebeu a rubrica.
Sua tarefa
O que falta antes de contar a cobertura?
Depois de tentar, confira a resposta
Resposta de referência
Preparação na versão, acesso e critérios compreendidos; calibração ou apoio necessário para avaliar.
Erro que exige refazer. Usar disponibilidade como prova de aptidão.
POP 10 · Manter o banco pronto para as próximas turmas
Resultado esperado
Transformar busca, preparo e acompanhamento em capacidade que a empresa consegue usar. O banco deve mostrar quem pode assumir cada produto, por que confiamos nessa pessoa e qual disponibilidade ainda precisa ser confirmada.
Quando usar
Ao fechar a semana, concluir uma etapa ou receber a previsão das próximas turmas. Use o que os POPs anteriores já produziram, sem refazer avaliações por rotina.
Informações necessárias e preparação
Abra o banco, a agenda, as decisões de aptidão, os resultados de desenvolvimento e o plano informado por Programas. Separe produto existente, necessidade futura ainda em desenho e turma com data confirmada.
Passo a passo
1. Mantenha uma ficha profissional que alguém consiga continuar
Campos essenciais: identificação e contato profissional; origem; produtos e competências de interesse; evidências técnicas e autoria; resultado da entrevista e provas; avaliador técnico; estado de formalização informado por Pessoas; preparação por produto; turmas e atividades assumidas; disponibilidade confirmada e restrições; observações de qualidade; desenvolvimento; interesses e sinais de desgaste; último contato; próxima ação, responsável e referência de prazo.
Registre só o que é necessário para o trabalho e mantenha acesso adequado, conforme a ferramenta adotada pela empresa.
Ficha fictícia preenchida: Camila Duarte; origem indicação de profissional que recebeu orientação; interesse Revit e documentação; portfólio com participação autoral explicada; teste técnico conferido por especialista designado; teste didático demonstrado com ajuste de linguagem; formalização concluída, conforme Pessoas; preparada para produto Revit versão vigente; turma A com encontro e correções especificadas no mapa; disponibilidade para novo produto ainda não confirmada; observação recente mostrou boa explicação e próxima ação clara; desenvolvimento estudar um segundo tema antes de nova prova; interesse em apoiar calibração; próxima ação conversa sobre disponibilidade após fechar o ciclo atual.
Essa ficha não deve dizer “excelente, usar em tudo”. Ela limita a conclusão ao que sabemos. Se Camila deseja atuar em outro produto, abra a necessidade do POP 1 e as evidências do POP 3 para aquele escopo. Experiência geral ajuda, mas não substitui demonstração específica. Se a disponibilidade venceu ou o contexto mudou, reconfirme antes de usar a informação.
2. Monte a visão por produto
Para cada produto existente, veja quem está em contato, quem demonstrou competência, quem está preparado e quem confirmou agenda. Exemplo fictício: Revit tem duas pessoas aptas, uma alocada e outra sem disponibilidade na próxima janela; SketchUp tem três perfis mapeados, nenhum testado. Não some os cinco nomes e anuncie cinco mentores disponíveis. Para um produto ainda em desenho, você pode pesquisar especialistas, mas a aptidão para atuar depende do escopo e dos materiais concluídos.
A visão permite escolher a próxima ação. Em Revit, o gargalo pode ser agenda. Em SketchUp, avaliação. No terceiro produto, evidência atual. Você deve apresentar essas diferenças a Programas e Pessoas para que o esforço de busca responda ao plano de lançamento. Nem toda especialidade precisa avançar com a mesma urgência.
Acompanhe o caminho entre encontrar e poder alocar
Para cada necessidade, registre datas de contato, entrevista, prova, decisão, preparo e primeiro aceite. Veja onde os candidatos param e por quê. Mantenha “aguardando resposta”, “aguardando avaliação” e “sem disponibilidade” separados: cada situação pede uma ação diferente.
Exemplo: seis candidatos fizeram prova; quatro demonstraram as competências, mas só um conseguiu confirmar a agenda. A busca encontrou técnica, mas ainda não entregou disponibilidade. A próxima conversa precisa esclarecer janelas mais cedo; aumentar provas sem tratar esse ponto pode repetir o problema.
Outro exemplo: muitos perfis aceitam conversar, mas não conseguem abrir um trabalho autoral nem explicar decisões. Revise as fontes e a triagem. Se bons candidatos esperam muitos dias por avaliação, reserve agenda do avaliador e dê um retorno claro; a demora interna pode perder pessoas adequadas.
Use esse histórico para começar as próximas buscas com antecedência. Não transforme a conversão observada em garantia de contratação: produtos, especialidades e agendas mudam. O banco precisa trazer candidatos até o preparo e o aceite, e continuar cuidando de quem já atua.
3. Compare o planejado com o que ocorreu
Na revisão semanal, retome os compromissos definidos no início. Qual candidato avançou com evidência? Qual preparação terminou? Que compromisso ficou descoberto? Qual dificuldade de didática mudou depois de treino? Que fila cresceu? Se uma atividade não ocorreu, explique causa e próximo movimento. Não transforme uma lista de reuniões em prestação de contas de resultado.
Exemplo de comparação fictícia: começamos a semana com duas lacunas de cobertura; uma foi resolvida com aceite de mentor preparado; a outra continua sem disponibilidade. André saiu de uma devolutiva genérica para três orientações aplicáveis observadas, ainda precisa ser acompanhado. Beatriz teve parte da fila redistribuída e os retornos voltaram a caber nas janelas; a estimativa do próximo ciclo foi revisada. O sistema ficou melhor em aspectos concretos, e o risco restante continua visível.
4. Melhore a causa recorrente
Se vários mentores recebem a mesma pergunta, reúna os casos e leve o padrão a Programas para encaminhamento ao Design. Exemplo fictício: “Oito alunos enviaram somente imagem; a missão pede arquivo editável, mas a mensagem de envio destaca apenas o print. Separei os exemplos e a hipótese de conflito entre instruções.” Programas organiza a correção com quem é responsável. A Coordenação confere depois se os mentores receberam a referência atualizada.
Combine com Programas qual melhoria será encaminhada ao responsável e acompanhe sua aplicação. Se o erro reaparecer, confira se a instrução foi publicada no local usado pelo aluno e se o mentor recebeu a referência atualizada. Não crie uma versão paralela em mensagens privadas para remendar o produto.
5. Prepare crescimento sem prometer carreira pronta
Mentores podem querer aprofundar uma especialidade, apoiar a preparação de colegas ou assumir outras responsabilidades. Registre interesse e evidências e leve a Pessoas. Atuar em outro produto exige preparo para esse produto; não transforme o interesse em tarefa de criar currículo. Qualquer colaboração no desenvolvimento precisa ter escopo próprio e não substitui a entrega do produto pronto ao mentor da turma.
Coordenador
Você tem ajudado outros mentores a aplicar os critérios e mostrou bons exemplos de correção. Quer desenvolver mais essa parte?
Mentora
Quero, mas preciso entender quanto isso entraria na minha rotina.
Coordenador
Faz sentido. Vou organizar uma proposta de contribuição com escopo e capacidade e conversar com Pessoas e Programas. Não vou acrescentar essa responsabilidade à sua agenda sem combinar.
O mesmo cuidado vale para retenção. Se alguém importante estiver cansado, descubra o que está pesando, o que já tentou e que ajuste poderia ajudar. Você pode melhorar clareza e organização dentro de sua atuação. Condições de vínculo seguem com Pessoas. Deixe explícito o que já consegue resolver e o que levará para decisão.
6. Envie uma síntese que gere decisão
Exemplo fictício de síntese a Programas: turma A com agenda coberta; turma B ainda depende do aceite para parte das correções; dois candidatos estão em demonstração e não contam como disponíveis; André foi retirado das avaliações e Camila assumiu as revisões combinadas; Beatriz só pode receber nova turma depois de nova confirmação de agenda. Próximas ações: Coordenação conclui a cobertura e o preparo; Programas trata a lacuna na instrução de envio com Design e confirma o planejamento afetado. Inclua os exemplos necessários para conferir os fatos.
Evidência de conclusão
A visão por produto distingue pessoas mapeadas, testadas, preparadas, disponíveis e retiradas da atuação. Programas conhece a capacidade real e as lacunas futuras. Cada próxima ação fortalece a cobertura ou a qualidade de um produto definido.
Aprofunde as decisões que fazem diferença
Mantenha um banco com estado de preparo
Para cada pessoa: especialidade, escopo demonstrado, versão, prova, calibração, disponibilidade, histórico de atuação e próximo contato. Separe mapeado, em avaliação, em preparo, apto e alocado. Um nome antigo não é reserva pronta.
Antecipe o tempo de reposição
Compare previsão de Programas com tempo observado de busca, seleção e preparo. Reconfirme interesse e agenda antes de contar capacidade futura. Priorize especialidades críticas e alternativas que realmente cobrem o trabalho.
Demonstração completa · caso fictício de treinamento
Dez nomes no banco e só dois disponíveis
A situação
O banco tinha dez especialistas. Quatro nunca fizeram prova, três estão sem contato recente, um aceita só palestra e dois são aptos na versão atual.
O raciocínio por trás da ação
Quantidade de nomes não é capacidade. O banco precisa revelar prontidão e lacuna antes da nova turma.
01Coordenação
Vou reclassificar por evidência. Apenas dois estão aptos; ainda preciso confirmar a agenda de ambos.
02Programas
A previsão é abrir duas turmas, com janelas parcialmente coincidentes.
03Coordenação
Primeiro aloco as horas confirmadas, depois comparo a demanda. Em paralelo, retomo os três sem atualização e convido os quatro mapeados para avaliação compatível.
04Contato de atualização
“Estamos planejando novas edições deste produto. Seu interesse e disponibilidade para estas atividades continuam os mesmos? Antes de confirmar atuação, vamos revisar versão e agenda.”
05Decisão
A previsão comercial recebe capacidade confirmada e lacuna separadas. O banco acompanha próximos passos de seleção e preparo.
O que este caso comprova
O banco se torna uma ferramenta de continuidade, com estados que correspondem a evidências.
Quando o caso muda
Se acontecer diferente, decida assim.
O produto mudou significativamente
O que fazer. Reavaliar e calibrar o escopo afetado antes de manter aptidão automática.
Sua experiência continua relevante; esta versão mudou estes critérios e precisa de novo ensaio.
O que conferir. Aptidão atualizada por versão.
A pessoa perde interesse
O que fazer. Atualizar estado e respeitar a decisão; manter histórico necessário conforme política aplicável.
Obrigado por avisar. Vou ajustar sua disponibilidade para não contar com uma agenda que não faz mais sentido.
O que conferir. Banco confiável e contato respeitoso.
Registro para usar na tarefa
Ficha do banco técnico
Preencha no registro oficial do cargo. Substitua os dados de treinamento pelos fatos do caso e mantenha visível o que ainda não foi confirmado.
Modelo para preencher
Pessoa/especialidade:
Escopo e versão aptos:
Provas/calibração:
Disponibilidade confirmada em:
Horas e janelas:
Atuação observada:
Próxima atualização:
Estado e limite:
Exemplo preenchido
Daniela / documentação Revit. Apta na versão vigente após prova e calibração. Agenda ainda a reconfirmar para próxima edição. Estado: apta, não alocada. Não contar horas futuras até aceite. Próximo contato com janelas específicas e revisão de mudanças do produto.
Confira antes de encerrar
Estado corresponde à evidência atual.
Aptidão e disponibilidade são campos distintos.
A previsão mostra lacuna antes da urgência.
Pratique antes de assumir
Agora faça em outro caso.
Situação
Há cinco mentores aptos, todos ocupados na janela de lançamento.
Nenhum até haver disponibilidade confirmada ou reorganização aceita.
Erro que exige refazer. Contar profissionais sem agenda como capacidade.
POP 11 · O cuidado técnico que vira referência
Resultado esperado
Um exemplo de qualidade compreendido, uma diferença de avaliação resolvida e uma prática melhor circulando entre especialistas.
Quando usar
No momento da conquista e no espaço semanal de troca do time. Use os encontros que já existem no calendário; reserve aproximadamente 15 minutos para a troca semanal, ajustando ao tamanho do grupo.
Como conduzir
Selecione uma correção ou explicação exemplar, com contexto protegido, e mostre por que ajudou o aluno a executar. Na calibração, comparem o critério e a orientação de duas avaliações. Reconheça o Mentor que ensinou algo útil aos colegas e convide outro a demonstrar como aplicou o aprendizado.
1. Traga uma cena real
Escolha uma situação com contexto, decisão e resultado. Mostre o que aconteceu de forma que outra pessoa compreenda a contribuição. Preserve dados pessoais e use histórias e projetos externos conforme a autorização de uso.
2. Reconheça a contribuição
Diga o que aquela pessoa fez e por que isso ajudou. Compartilhe o crédito entre quem captou, construiu, orientou e deu continuidade. O reconhecimento precisa tornar o bom trabalho visível.
3. Faça o exemplo circular
Conclua com uma pergunta: “O que podemos aplicar na próxima entrega?”. Escolha uma ação pequena, registre onde ela será usada e retome seu efeito na próxima troca. A celebração pode ser breve e espontânea; o aprendizado precisa chegar ao trabalho.
Resultado do bloco
Um exemplo de qualidade compreendido, uma diferença de avaliação resolvida e uma prática melhor circulando entre especialistas.
Aprofunde as decisões que fazem diferença
Compartilhe uma orientação que elevou a aprendizagem
Escolha devolutiva ou condução com evidência de nova tentativa. Preserve dados e autoria. Mostre a pergunta ou decisão que ajudou o aluno a entender.
Faça uma pequena calibração aplicável
Outro Mentor recebe um caso semelhante e ensaia a resposta. O grupo compara critério, linguagem e conferência. Reconheça o cuidado técnico e registre a prática que vale repetir.
Demonstração completa · caso fictício de treinamento
A pergunta que ensinou mais que uma correção pronta
A situação
Uma mentora fez o aluno comparar conteúdo, missão e identificação antes de editar.
O raciocínio por trás da ação
A contribuição está na decisão ensinada e na autonomia observada, não apenas na rapidez da correção.
01Coordenação
Quero mostrar esta pergunta e o que o aluno fez depois.
02Mentora
Perguntei o que a vista precisava mostrar e pedi evidência no arquivo. Ele identificou a causa e corrigiu.
03Coordenação
Na variação, ele decidiu sozinho entre trocar a vista e ajustar o título. Esse é o efeito que queremos repetir.
04Ensaio
Outro Mentor recebe caso com causa diferente e pratica investigar antes de demonstrar.
05Aplicação
Usar a sequência na próxima orientação pertinente e trazer evidência da tentativa do aluno.
O que este caso comprova
O reconhecimento fortalece rigor, didática e aprendizagem compartilhada.
Quando o caso muda
Se acontecer diferente, decida assim.
A orientação parece boa, mas não há tentativa posterior
O que fazer. Reconhecer a clareza e manter a aprendizagem como não observada.
Precisamos ver o que o aluno consegue fazer depois.
O que conferir. Conclusão proporcional à evidência.
Surge divergência técnica
O que fazer. Voltar à rubrica e validação apta, sem resolver por popularidade.
Qual critério e evidência sustentam cada decisão?
O que conferir. Esclarecimento e nova calibração.
Registro para usar na tarefa
Prática técnica compartilhada
Preencha no registro oficial do cargo. Substitua os dados de treinamento pelos fatos do caso e mantenha visível o que ainda não foi confirmado.
Modelo para preencher
Caso e critério:
Pergunta/decisão útil:
Efeito observado:
Ensaio:
Aplicação seguinte:
Exemplo preenchido
Correspondência de vistas. Pergunta: mostrar conteúdo antes do título. Aluno corrigiu e resolveu variação. Outro Mentor ensaiou causa diferente. Próxima aplicação será observada na devolutiva e reenvio.
Confira antes de encerrar
Há ligação entre orientação e tentativa observada.
A técnica foi validada.
O aprendizado foi praticado por outra pessoa.
Pratique antes de assumir
Agora faça em outro caso.
Situação
O grupo prefere a resposta mais eloquente, mas ela não aponta o erro.
Sua tarefa
Qual ajuste fazer?
Depois de tentar, confira a resposta
Resposta de referência
Localizar critério e evidência e reescrever a orientação com ação e conferência.
Erro que exige refazer. Confundir beleza da fala com qualidade da ajuda.
Novas responsabilidades integradas
Os procedimentos a seguir complementam a execução anterior com a estrutura vigente. Use os exemplos completos e mantenha as responsabilidades do cargo já descritas.
POP 12 · Intermediar o pedido editorial até o aceite
A Designer precisa de um vídeo e capturas sobre uma dúvida técnica. O produto continua sob responsabilidade dela.
Como pensar antes de agir
Seu papel é transformar a necessidade em um compromisso técnico viável. Você encontra o especialista certo, confirma escopo e prazo, acompanha e resolve pendências. A Designer define o uso pedagógico e aprova a adequação ao produto.
O resultado que você vai produzir
Material técnico entregue à Designer no formato, prazo e qualidade combinados.
Abra o que vai usar
Ficha ou pedido com responsável, prazo e critério de aceite. Abra também a regra vigente citada no caso.
Registro oficial da atividade e evidências de origem: use os campos do modelo preenchido abaixo.
Agenda dos envolvidos e limite de decisão do cargo. Separe o caso de treino dos dados reais.
Execute assim
01. Receber o pedido
Confira objetivo, erro, exemplo, formato, versão, arquivos, autorização de uso, prazo e critério. Devolva somente o campo que falta, sem fazer a Designer reconstruir tudo.
02. Selecionar especialista
Use domínio demonstrado e disponibilidade real. Inclua trabalho editorial na carga e condição contratual.
03. Confirmar a entrega
Especialista explica o que fará e aceita data. Registre responsável e ponto de verificação antes do prazo final.
04. Conferir completude
Arquivo abre, vídeo é legível, decisão está explicada e material pode ser utilizado. Validação pedagógica fica com Designer; dúvida técnica volta ao especialista.
05. Fechar o aceite
Designer confirma uso ou pede complemento específico. Registre prazo cumprido e versão, e mantenha a correção técnica do material publicado.
Demonstração completa · caso fictício de treinamento
Veja a execução completa
A situação
A Designer precisa de um vídeo e capturas sobre uma dúvida técnica. O produto continua sob responsabilidade dela.
O raciocínio por trás da ação
Seu papel é transformar a necessidade em um compromisso técnico viável. Você encontra o especialista certo, confirma escopo e prazo, acompanha e resolve pendências. A Designer define o uso pedagógico e aprova a adequação ao produto.
01Designer
Preciso de uma demonstração curta com antes e depois.
02Coordenador
Qual competência e qual erro ela precisa esclarecer?
03Designer
Reconhecer a vista correta para configurar níveis.
04Mentor
Consigo entregar vídeo, arquivo e capturas na quinta.
05Coordenador
Registro o aceite e confiro um rascunho na quarta para evitar surpresa.
O que este caso comprova
Material técnico entregue à Designer no formato, prazo e qualidade combinados.
Quando o caso muda
Se acontecer diferente, decida assim.
O especialista atrasa
O que fazer. Avise antes do marco, ofereça substituto habilitado ou novo plano e registre impacto.
O prazo está em risco. Estas são as alternativas para preservar o marco do produto.
O que conferir. Decisão antes do vencimento e cronologia preservada.
O dado necessário ainda não está confirmado
O que fazer. Mantenha a tarefa em conferência. Escreva qual informação falta, quem pode confirmá-la e a hora do próximo retorno. Continue somente a parte reversível que não depende dessa informação.
Para concluir com segurança preciso confirmar o campo indicado. Já solicitei ao responsável e volto no horário registrado com a resposta ou com a alternativa.
O que conferir. Pedido enviado, responsável e próximo retorno registrados. A falta de dado não foi transformada em aprovação.
Registro para usar na tarefa
Registro para usar no trabalho
Preencha no registro oficial do cargo. Substitua os dados de treinamento pelos fatos do caso e mantenha visível o que ainda não foi confirmado.
Modelo para preencher
Pedido: [preencher]
Dona do produto: [preencher]
Intermediário: [preencher]
Especialista: [preencher]
Entrega: [preencher]
Prévia: [preencher]
Aceite final: [preencher]
Exemplo preenchido
Pedido: ED-031
Dona do produto: Designer
Intermediário: Coordenador
Especialista: habilitado
Entrega: vídeo, arquivo e capturas
Prévia: quarta
Aceite final: quinta, pela Designer e validação técnica
Confira antes de encerrar
Confirme a entrega: Material técnico entregue à Designer no formato, prazo e qualidade combinados.
Confira no registro: Pedido, Dona do produto, Intermediário, Especialista, Entrega, Prévia, Aceite final. Cada número e aceite deve apontar para sua evidência.
Outra pessoa consegue reconstruir a decisão a partir dos dados registrados, sem depender de uma explicação de memória.
Pendência não resolvida continua com responsável e próximo retorno; o destinatário confirmou o recebimento da passagem.
Pratique antes de assumir
Agora faça em outro caso.
Situação
Faltam capturas, mas o vídeo está pronto. O pedido está concluído?
Sua tarefa
Resolva sem consultar a demonstração. Produza o registro, explique a decisão em voz alta e só depois confira os critérios.
Depois de tentar, confira a resposta
Resposta de referência
Somente após critérios de aceite; Pode aceitar parcial identificado; Complemento com prazo; Designer confirma adequação.
Erro que exige refazer. Falha crítica: encerrar pedido sem aceite ou transferir propriedade do produto ao Mentor.
POP 13 · Conferir material técnico e direitos de uso
O Mentor oferece uma gravação de aula que contém projeto de cliente e rostos de participantes.
Como pensar antes de agir
Domínio técnico não resolve autorização de uso. A contribuição deve ser utilizável no produto e respeitar dados e direitos. Prefira arquivo de treino próprio e demonstração limpa quando não houver permissão adequada.
O resultado que você vai produzir
Insumo tecnicamente válido e autorizado, pronto para transformação editorial.
Abra o que vai usar
Ficha ou pedido com responsável, prazo e critério de aceite. Abra também a regra vigente citada no caso.
Registro oficial da atividade e evidências de origem: use os campos do modelo preenchido abaixo.
Agenda dos envolvidos e limite de decisão do cargo. Separe o caso de treino dos dados reais.
Execute assim
01. Identificar origem
Quem criou arquivo, aula e imagens? Há autorização para uso comercial, edição e capturas? Registre o instrumento aplicável com apoio competente.
02. Retirar dados desnecessários
Projetos de clientes, rostos, nomes e informações identificáveis só entram com base e autorização adequadas. Se não houver, regrave com material fictício.
03. Conferir técnica
Reproduza ou peça revisão habilitada do procedimento, versão e resultado. O revisor não deve aceitar erro só porque o material veio de alguém conhecido.
04. Entregar com metadados
Arquivo, autor, versão, permissões, data e limitações. Designer sabe o que pode usar e onde precisa de nova validação.
05. Guardar evidência
Autorização e aceite ficam no acervo restrito correspondente. Publicação só recebe material liberado.
Demonstração completa · caso fictício de treinamento
Veja a execução completa
A situação
O Mentor oferece uma gravação de aula que contém projeto de cliente e rostos de participantes.
O raciocínio por trás da ação
Domínio técnico não resolve autorização de uso. A contribuição deve ser utilizável no produto e respeitar dados e direitos. Prefira arquivo de treino próprio e demonstração limpa quando não houver permissão adequada.
01Mentor
Tenho uma aula pronta com um projeto real.
02Coordenador
Precisamos conferir se podemos usar esse projeto e as imagens no produto. Se não houver autorização, gravamos com um arquivo de treino.
03Designer
Com o material limpo, consigo extrair as capturas e explicar a sequência.
O que este caso comprova
Insumo tecnicamente válido e autorizado, pronto para transformação editorial.
Quando o caso muda
Se acontecer diferente, decida assim.
A autorização é incerta
O que fazer. Mantenha fora da publicação e obtenha validação competente ou substitua o material.
Não vamos presumir o direito de usar. Uma demonstração própria resolve o mesmo objetivo com clareza.
O que conferir. Material substituído ou liberação formal.
O dado necessário ainda não está confirmado
O que fazer. Mantenha a tarefa em conferência. Escreva qual informação falta, quem pode confirmá-la e a hora do próximo retorno. Continue somente a parte reversível que não depende dessa informação.
Para concluir com segurança preciso confirmar o campo indicado. Já solicitei ao responsável e volto no horário registrado com a resposta ou com a alternativa.
O que conferir. Pedido enviado, responsável e próximo retorno registrados. A falta de dado não foi transformada em aprovação.
Registro para usar na tarefa
Registro para usar no trabalho
Preencha no registro oficial do cargo. Substitua os dados de treinamento pelos fatos do caso e mantenha visível o que ainda não foi confirmado.
Modelo para preencher
Origem: [preencher]
Arquivo: [preencher]
Dados de terceiros: [preencher]
Permissões: [preencher]
Técnica: [preencher]
Versão: [preencher]
Entrega: [preencher]
Exemplo preenchido
Origem: demonstração do especialista
Arquivo: treino próprio
Dados de terceiros: removidos
Permissões: registradas
Técnica: revisada
Versão: identificada
Entrega: Designer
Confira antes de encerrar
Confirme a entrega: Insumo tecnicamente válido e autorizado, pronto para transformação editorial.
Confira no registro: Origem, Arquivo, Dados de terceiros, Permissões, Técnica, Versão, Entrega. Cada número e aceite deve apontar para sua evidência.
Outra pessoa consegue reconstruir a decisão a partir dos dados registrados, sem depender de uma explicação de memória.
Pendência não resolvida continua com responsável e próximo retorno; o destinatário confirmou o recebimento da passagem.
Pratique antes de assumir
Agora faça em outro caso.
Situação
Uma captura de aula mostra o nome do cliente no arquivo. Como resolver?
Sua tarefa
Resolva sem consultar a demonstração. Produza o registro, explique a decisão em voz alta e só depois confira os critérios.
Depois de tentar, confira a resposta
Resposta de referência
Remove dado ou refaz com arquivo de treino; Confere direito de uso do conteúdo; Mantém técnica correta; Registra origem.
Erro que exige refazer. Falha crítica: confundir acesso à aula com autorização de republicação.
As conexões do seu trabalho
Seu escopo na estrutura vigente
Manter especialistas preparados, agenda coberta e matéria-prima técnica disponível para o produto.
Coordenação do cargo: CEO no M1; Líder de Mentores quando implantado. Até 20 turmas simultâneas por coordenador é referência de planejamento, condicionada às horas, à complexidade, às correções, à produção editorial e à cobertura confirmadas.
11 / Manual do cargo
Calendário semanal
Use a semana para proteger as turmas em andamento e preparar as próximas. Busca, seleção e desenvolvimento continuam acontecendo enquanto o produto é entregue.
Leitura estimada: 10 minAplicação: 45 min para montar a primeira semana
Encontre a orientação
A turma segue o ciclo de liberação na segunda, prática, checkpoint de quarta, pré-entrega de sexta, análise no sábado e encontro principal no domingo. Depois vêm correções e reenvios, conforme a agenda publicada. Horários e escalas são combinados por produto; confirme também quem responde por uma ausência fora da sua jornada.
Todos os dias · abrir pelo que pode impedir a continuidade
Antes do bloco de foco, confira atividades próximas, mudanças de disponibilidade, pendências técnicas e retornos prometidos. Pergunte: alguém está sem mentor? Existe orientação que precisa ser revista? Uma pessoa ainda em preparação está sendo contada como pronta? Trate primeiro o que pode impedir a turma de continuar, usando os POPs 6 e 9.
Resultado do bloco: prioridades claras, cobertura confirmada ou falta conhecida por Programas, com a próxima ação já em andamento.
Todos os dias · fechar com o próximo passo
Confira o que cada conversa decidiu e atualize o banco e a agenda. Registre só o que permite continuar: situação, motivo, próximo passo, responsável e retorno combinado. Se alguém recebeu uma passagem, verifique se conseguiu abrir o material e assumir a atividade. Um retorno atrasado permanece marcado pelo prazo original e ganha previsão de recuperação.
Resultado do bloco: o dia seguinte começa do ponto em que o trabalho parou, sem depender da memória de quem conversou.
Segunda-feira · Organizar a capacidade da semana
Objetivo do dia
Saber o que a turma precisa agora e qual busca ou preparação permitirá cumprir os próximos compromissos.
Bloco 1 · Ler o que aconteceu na turma
Objetivo: entender como as avaliações e os encontros anteriores afetaram a mentoria.
Como executar: abra registros do mentor, sinais da Gestora e pendências informadas por Programas. Veja se o encontro ocorreu, se a fila foi concluída e quais orientações geraram nova dúvida. No POP 7, escolha casos concretos para observar; não transforme uma reclamação isolada em conclusão sobre a pessoa.
Resultado do bloco: pendências de mentoria conhecidas e casos separados para revisão ou desenvolvimento.
Bloco 2 · Conferir a agenda inteira
Objetivo: confirmar quem consegue realizar preparação, checkpoint, encontro principal, avaliações e reenvios.
Como executar: abra com Programas a agenda das turmas atuais e próximas. Inclua reenvios ainda abertos e o checkpoint de quarta. Compare o trabalho com as janelas aceitas, organize conflitos e confira a cobertura de ausência pelo POP 6.
Resultado do bloco: cobertura por atividade; qualquer falta tem busca ou substituição em andamento.
Bloco 3 · Definir as próximas pessoas a preparar
Objetivo: concentrar o esforço na necessidade que faz diferença para a operação.
Como executar: consulte o produto pronto e o banco. Se há alguém apto sem agenda, procure disponibilidade; se ninguém demonstrou a competência, avance a seleção; se falta preparo, conclua a simulação. Use POPs 1, 4 e 5 para escolher o movimento correto.
Resultado do bloco: prioridades de busca e preparação ligadas a produtos e compromissos reais.
Bloco 4 · Executar as conversas que destravam a semana
Objetivo: transformar a leitura inicial em compromisso.
Como executar: faça os retornos prometidos, confirme entrevistas e converse com quem precisa rever a agenda. Informe Programas sobre o que foi confirmado e o que continua descoberto. Registre o próximo passo no banco pelo POP 10.
Resultado do bloco: semana organizada com ações iniciadas, e não apenas uma lista de problemas.
Terça-feira · Encontrar e testar especialistas
Objetivo do dia
Aumentar as opções de mentoria para as necessidades conhecidas, sem confundir quantidade de contatos com capacidade.
Bloco 1 · Retomar as conversas abertas
Objetivo: dar continuidade a quem já tem contexto.
Como executar: leia o último contato antes de escrever. Se Camila ficou de conferir a agenda, pergunte por essa agenda; se faltou esclarecer autoria do portfólio, retome esse trabalho. Use o POP 2 para avançar, completar informação ou encerrar com respeito.
Resultado do bloco: cada contato prioritário tem uma decisão ou próximo retorno claro.
Bloco 2 · Pesquisar com uma necessidade concreta
Objetivo: encontrar profissionais com evidências próximas do trabalho do produto.
Como executar: escolha fontes e termos do POP 2 pelo produto necessário. Abra projetos e explicações, registre autoria a conferir e a pergunta principal. Aborde com contexto e apresente acompanhamento, correções, reavaliações e agenda.
Resultado do bloco: novos perfis com motivo real para conversar, origem e próxima ação registrados.
Bloco 3 · Entrevistar e observar execução
Objetivo: descobrir o que o candidato consegue fazer e ensinar.
Como executar: com os casos e o apoio técnico preparados, aplique as perguntas e demonstrações do POP 3. Peça que explique uma decisão, oriente a dificuldade e confira uma variação. Compare os registros dos avaliadores depois das tentativas.
Resultado do bloco: evidências para selecionar, pedir uma nova demonstração ou encerrar a seleção.
Bloco 4 · Decidir o avanço e preparar a passagem
Objetivo: evitar que uma prova concluída fique sem consequência.
Como executar: você decide a seleção a partir das evidências. Explique ao candidato o próximo passo real e envie a Pessoas o contexto para formalização. Se a prova foi incompleta, diga exatamente o que falta observar. Consulte POP 4.
Resultado do bloco: seleção decidida ou falta concreta registrada; ninguém é anunciado como disponível antes do preparo e do aceite.
Quarta-feira · Desenvolver a qualidade da mentoria
Objetivo do dia
Fazer as orientações ajudarem o aluno a executar e manter o mesmo critério entre mentores.
Bloco 1 · Observar uma orientação completa
Objetivo: entender o que aconteceu depois da explicação.
Como executar: abra missão, entrega, devolutiva e tentativa seguinte. Combine casos distribuídos e casos com sinal de dificuldade, como no POP 7. Observe também algo que funcionou bem. Pergunte o que o aluno conseguiu fazer depois do retorno.
Resultado do bloco: fatos sobre qualidade, com a limitação da amostra explícita.
Bloco 2 · Investigar a causa com o mentor
Objetivo: escolher um apoio que responda ao problema.
Como executar: mostre o caso e pergunte como a pessoa chegou à orientação. Confira domínio, clareza, acesso, carga e compromisso. André pode precisar praticar uma devolutiva; Beatriz pode precisar dividir a fila. O POP 8 ajuda a separar essas situações.
Resultado do bloco: causa compreendida ou uma verificação definida antes de decidir a intervenção.
Bloco 3 · Treinar e calibrar
Objetivo: observar uma forma melhor de conduzir.
Como executar: ensaie os cinco perfis do POP 5 com quem está em preparação. Para quem já atua, use a dificuldade observada e uma variação. Resolva diferenças de avaliação com referência e evidência; confira se o checkpoint tem mentor preparado e material de apoio.
Resultado do bloco: nova tentativa observada; aptidão confirmada ou preparo ainda aberto.
Bloco 4 · Conferir continuidade e reconhecer boa atuação
Objetivo: dar consequência ao desenvolvimento.
Como executar: confira os sinais do checkpoint conforme a escala. O que foi destravado, que dúvida segue técnica e quem precisa de acompanhamento da Gestora? Defina a próxima observação do mentor, reconheça boas orientações e trate retirada ou cobertura necessária pelo POP 9.
Resultado do bloco: apoio com acompanhamento, decisão tomada quando necessária e boas práticas reconhecidas.
Quinta-feira · Confirmar preparo e cobertura
Objetivo do dia
Chegar às próximas entregas com mentores que conhecem o produto, conseguem acessar o trabalho e aceitaram a agenda.
Bloco 1 · Concluir entradas em preparação
Objetivo: eliminar faltas antes da estreia.
Como executar: abra a preparação de cada mentor e peça que explique o caminho da missão, encontre os critérios e avalie uma entrega de treino. Confira o andamento da formalização com Pessoas. Use POPs 4 e 5.
Resultado do bloco: quem está pronto foi distinguido de quem ainda precisa de prova, acesso ou formalização.
Bloco 2 · Testar a passagem de correção e reenvio
Objetivo: evitar que uma informação se perca entre as pessoas.
Como executar: peça ao mentor que registre uma decisão com critério, evidência e próximo passo. Entregue ao colega que representa a Gestora e veja se ele entende o que acompanhar sem inventar avaliação técnica. Corrija a passagem e teste de novo.
Resultado do bloco: outra pessoa consegue continuar o acompanhamento pelo registro recebido.
Bloco 3 · Confirmar a capacidade das atividades próximas
Objetivo: assegurar que o trabalho cabe no tempo aceito.
Como executar: confira o volume esperado da pré-entrega e as janelas de análise, preparação, encontro e reenvio. Inclua todos os participantes. Compare com a carga de outras turmas e confirme a divisão pelo POP 6.
Resultado do bloco: agenda confirmada por atividade ou falta levada a Programas com alternativas reais.
Bloco 4 · Preparar uma alternativa de continuidade
Objetivo: saber o que fazer se alguém ficar indisponível.
Como executar: consulte mentores aptos para o produto e confirme o que conseguem assumir. Se houver uma substituição necessária, passe manual, missão, critérios, entregas e pendências. Peça ao substituto que abra o material e explique o início da atuação, conforme POP 9.
Resultado do bloco: cobertura necessária aceita e testada; possibilidades ainda não confirmadas continuam identificadas como possibilidades.
Sexta-feira · Fechar a semana e proteger a continuidade
Objetivo do dia
Garantir a passagem para as atividades publicadas e preparar a capacidade da próxima semana.
Bloco 1 · Conferir a passagem da pré-entrega
Objetivo: garantir que o mentor recebe o que precisa avaliar.
Como executar: com Programas e a Gestora, confira o que já chegou e o volume ainda esperado. O mentor precisa encontrar arquivos, versões, critérios e dúvidas do checkpoint. Confirme análise de sábado, encontro de domingo, reenvios e passagem para quem cobre incidentes na escala combinada.
Resultado do bloco: mentores conhecem a fila e assumiram as atividades previstas, com faltas ainda visíveis.
Bloco 2 · Resolver pendências de cobertura e qualidade
Objetivo: não deixar a turma dependendo de um combinado vago.
Como executar: retome cada aceite, falha técnica ou preparação incompleta. Confirme a solução e a passagem pelo POP 9. Se ainda faltar cobertura, informe Programas em tempo de organizar a continuidade; não anuncie que está resolvido só porque existe um nome no banco.
Resultado do bloco: pendências críticas resolvidas ou tratadas com responsável e próximo retorno.
Bloco 3 · Ler os resultados da semana
Objetivo: entender o que mudou na capacidade e na qualidade.
Como executar: compare agenda, preparação e exemplos de atuação. Use os indicadores propostos para localizar a causa e escolher uma ação. Uma média favorável não encerra um caso de erro técnico, desrespeito ou ausência sem cobertura. Confira também se o apoio mudou a prática do mentor.
Resultado do bloco: uma leitura concreta do que melhorou, do que continua faltando e da decisão correspondente.
Bloco 4 · Atualizar o banco e a próxima necessidade
Objetivo: começar a semana seguinte com capacidade conhecida.
Como executar: atualize aptidão, disponibilidade, alocações, desenvolvimento e saídas. Veja em qual etapa a busca está parando e avance a próxima necessidade pelo POP 10. Passe a Programas capacidade futura e padrões de aprendizagem a encaminhar ao Design; mantenha Pessoas informada sobre os movimentos do time.
Resultado do bloco: banco confiável, próximos retornos combinados e prioridade da semana seguinte definida.
A cultura também tem espaço na semana
Ao acontecer uma conquista: reconheça no momento, com contexto e crédito a quem contribuiu. Na troca semanal já prevista no calendário: reserve um espaço breve para o ritual “O cuidado técnico que vira referência”. Use o POP correspondente para conduzir e transformar a história em aprendizagem.
Comece cada dia pelos retornos e compromissos que vencem. Encaixe o ritual na agenda existente e preserve o atendimento e as entregas da turma. Ao fechar a semana, registre o que vale repetir e qual mudança será observada no próximo ciclo.
O que entra na sua semana com a nova estrutura
Até 20 turmas simultâneas por coordenador é referência de planejamento, condicionada às horas, à complexidade, às correções, à produção editorial e à cobertura confirmadas.
Reserve na agenda os novos procedimentos do POP: Intermediar o pedido editorial até o aceite; Conferir material técnico e direitos de uso. Eles entram conforme demanda, prazo e capacidade, sem eliminar as rotinas anteriores.
Toda passagem termina com confirmação de recebimento. Se a responsabilidade ainda está acumulada por outra pessoa, use o responsável interino nomeado. Registre tempo real para ajustar a carga antes de ampliar volume.
12 / Manual do cargo
Metas e placar do cargo
Meta definida. Evidência conferida. Cálculo reproduzível.
Leitura estimada: 12 minAplicação: 45 min para configurar o placar
Uma definição para ler o resultado
Conclusão: todas as atividades obrigatórias realizadas, projeto final aprovado pelo Mentor e cumprimento do prazo estabelecido. A meta de 90% permanece meta, não resultado comprovado. Use a turma encerrada, o prazo original publicado e a base identificada de pagantes e permutas; não retire desistentes. Registre cancelamentos, transferências e conclusões posteriores em recortes explícitos. A regra única distingue o painel operacional da elegibilidade remuneratória ainda dependente de formalização.
Hipóteses de atividade, capacidades de referência, exemplos e metas não são evidência de desempenho. A proposta de detalhamento do bônus em 35/35 só pode orientar pagamento após formalização, conforme as condições comerciais e remuneratórias.
Como conferir a conclusão no prazo
Conclusão no prazo exige, para a mesma pessoa, todas as atividades obrigatórias entregues, projeto final aprovado pelo Mentor e cumprimento do prazo original publicado. A meta é pelo menos 90% nas coortes encerradas, com a base operacional identificada; é uma meta de operação, não um resultado já demonstrado. Preserve a base operacional identificada de entrada, com pagantes e permutas e os recortes explícitos. O tratamento de cancelamentos e transferências para efeito remuneratório depende de formalização; até lá, apresente base bruta e recortes sem resultado remuneratório definitivo. Desistência, atraso ou dificuldade não retiram o participante da base. Cancelamentos, transferências e demais exceções ficam identificados, sem ajuste silencioso do denominador. Reenvios e recuperação obedecem à regra publicada; não há um prazo universal criado por este manual. Registre a data real de aprovação e separe conclusões posteriores. Veja a definição única de conclusão.
Seu resultado, com uma conta que qualquer pessoa pode conferir
Valores de fixo e teto variável seguem a arquitetura vigente de 04/10/2026. As fórmulas e condições novas abaixo compõem a proposta operacional desta revisão e precisam ser formalizadas antes de afetar pagamentos. Exemplos são brutos, antes de descontos e tratamentos aplicáveis.
Indicador
Regra, fonte e conferência
Cobertura
100% dos encontros previstos realizados com mentor habilitado ou substituto confirmado, sem falta de cobertura atribuível à escala. Fonte: Agenda + presença. Confere: Programas.
Prazos técnicos
Pelo menos 95% das correções E pelo menos 95% das solicitações editoriais entregues no prazo; as duas taxas precisam passar. Fonte: Fila técnica + protocolo editorial. Confere: Líder de Mentores.
Atingiu a condição. Liberou a parcela.
Neste exemplo de apuração, a parcela funcional de 70% está dividida em duas partes de 35%, e a condição corporativa corresponde aos outros 30%. O detalhamento 35/35, seus indicadores e exceções dependem de formalização antes do uso remuneratório. O exemplo não autoriza pagamento por si. Na política formalizada, apure cada condição com evidência, sem nota de simpatia, compensação por esforço ou arredondamento para favorecer o resultado.
Nível ou cargo
Fixo / indicador 1 / indicador 2 / corporativo / total máximo
O modelo de 70% função e 30% empresa, com margem mínima de 7%, conclusão de 90% e conformidade, já consta dos documentos vigentes. Os detalhamentos de apuração desta revisão precisam ser formalizados antes do ciclo. A parcela corporativa é liberada somente quando as três condições passam: margem mínima de 7% depois do custo total do bônus corporativo; conclusão de pelo menos 90% nas coortes elegíveis; e checklist de conformidade do ciclo integralmente cumprido.
Condição
Prova objetiva
Margem após bônus
Controller calcula (resultado antes do corporativo, já após todas as demais despesas e parcelas funcionais, menos custo total potencial do corporativo) ÷ receita gerencial na mesma base da Engenharia Econômica vigente, antes da dedução das taxas e tributos apresentados como custos. Inclui encargos aplicáveis e reconhecimento validado pela contabilidade. Receita zero não produz taxa válida.
Conclusão
Alunos das coortes encerradas que cumpriram todas as atividades obrigatórias, aprovação do projeto final pelo Mentor e prazo original ÷ base operacional identificada dessas mesmas coortes, incluindo pagantes e permutas, × 100. A apuração remuneratória depende da elegibilidade formalizada. A base de entrada é preservada: desistentes, atrasados e alunos com dificuldade não são excluídos. Cancelamentos, transferências e incidentes são registrados conforme regra publicada, sem mudar silenciosamente o denominador.
Conformidade
100% dos itens críticos fechados no prazo do calendário: eventos obrigatórios aceitos, pagamentos autorizados, conciliações e obrigações com documentação. Lista, responsáveis e exceções formalizados antes do ciclo, sem criar novo item depois do resultado.
A ausência de turma elegível não equivale a 100% de conclusão. No lançamento, a política deve definir antes do ciclo como a parcela corporativa fica pendente e quando é apurada após a primeira coorte. Não há cancelamento ou substituição automática por opinião.
A DRE fecha até D+10. A parcela corporativa segue o calendário de pagamento validado por DP e contabilidade depois desse fechamento. Isso evita calcular em D+5 um resultado que ainda não existe. Obrigações legais seguem seus prazos aplicáveis.
Demonstração completa · caso fictício de treinamento
Confira um pagamento parcial
A situação
Exemplo do primeiro nível: indicador 1 atingido; indicador 2 não atingido; corporativo atingido.
O raciocínio por trás da ação
A regra paga cada parcela objetiva. O esforço continua importante para desenvolver competência, mas não substitui a evidência do indicador.
Fixo de R$ 4.500,00 + bônus apurado de R$ 325,00 = R$ 4.825,00 brutos.
O que este caso comprova
A pessoa consegue reproduzir o cálculo usando o placar e a política formal.
Como congelar a meta antes do mês
Registrar período, população elegível, meta, numerador, denominador, fonte, responsável, revisor e data de apuração.
Quando a meta vem do orçamento, copiar o número aprovado e sua versão antes do ciclo. Campo em branco impede iniciar aquele indicador remuneratório; não se escolhe o número no fechamento.
Percentuais usam contagens integrais: para 90% em 31 alunos, são necessárias 28 conclusões. Não arredonde 27/31 para aprovação.
Equipe madura, carteira, marcos e regras de mudança são definidos antes do resultado. Ausência de base é “não aplicável”, com tratamento prévio de rampa.
Atraso causado por dependência deve ser documentado quando surge. Responsabilidade é conferida por cronologia, sem exclusão oportunista depois do fechamento.
Amostra de qualidade: seleção aleatória documentada de até 10 itens elegíveis por responsável; se houver menos, revisar todos. Erro crítico exige contenção e revisão dos itens afetados. Rubrica e amostra são fixadas antes do ciclo.
Registro para usar na tarefa
Ficha única do indicador
Preencha no registro oficial do cargo. Substitua os dados de treinamento pelos fatos do caso e mantenha visível o que ainda não foi confirmado.
Modelo para preencher
Indicador:
Período:
Meta:
Base elegível:
Numerador:
Denominador:
Fonte e versão:
Realizado:
Atingiu:
Parcela:
Responsável:
Revisor:
Apuração e pagamento:
Exemplo preenchido
Indicador: Cobertura
Período: mês ou ciclo definido antes do início
Meta: 100% dos encontros previstos realizados com mentor habilitado ou substituto confirmado, sem falta de cobertura atribuível à escala.
Base elegível: população congelada e identificada
Numerador: contar eventos com evidência
Denominador: base de entrada elegível das coortes encerradas, preservada sem excluir desistentes, atrasados ou alunos com dificuldade
Fonte e versão: Agenda + presença
Realizado: calcular depois do corte
Atingiu: sim ou não pela fórmula
Parcela: regra do cargo
Responsável: Coordenador de Mentores
Revisor: Programas
Apuração e pagamento: calendário formal
Conferência e contestação
A pessoa recebe memória de cálculo e pode apontar ID ou evidência divergente. Proposta de rotina: cinco dias úteis para a conferência interna, sem restringir direitos aplicáveis. Revisor corrige com histórico e informa efeito no pagamento. Quem produz a base não aprova sozinho o próprio bônus.
Indicadores de acompanhamento da execução
As orientações a seguir foram preservadas como instrumentos de diagnóstico e melhoria. Elas não criam parcelas adicionais de remuneração. Para pagamento, valem os indicadores e condições formalizados no início deste capítulo.
Seu placar de decisão
Leia estes indicadores junto das metas e dos exemplos detalhados a seguir. Cada número precisa mostrar período, base, fonte e próxima ação. Confira o resultado diário e use a revisão semanal para descobrir o que melhorar.
Indicador
Como ler e agir
Cobertura confirmada
Compromissos com mentor apto e aceite registrado ÷ compromissos da agenda.
Mentores disponíveis
Especialistas aprovados e calibrados com janela confirmada, por produto.
Concordância de avaliação
Critérios com julgamentos equivalentes entre avaliadores ÷ critérios comparados na amostra. Divergência crítica exige nova calibração.
Qualidade da orientação
Amostra de correções com evidência, explicação e próximo passo executável.
Tempo até prontidão
Dias da entrada no processo até aptidão e agenda confirmadas. Use para antecipar buscas.
Como registrar sem distorcer
Anote meta vigente, realizado, período, numerador, denominador, fonte, causa provável, ação, responsável e data de conferência. Sem denominador, a taxa é indisponível; não registre zero por falta de dado. Separe cancelamentos, entradas tardias e outras exceções em campos próprios. Preserve a base de entrada da turma ao calcular conclusão.
Quando houver projeção, identifique-a. O cenário esperado usa taxas observadas de uma base comparável; o realizado usa o evento confirmado. Na primeira operação, registre a hipótese e revise após o ciclo. Uma previsão ajuda a decidir, mas não substitui a confirmação.
Estes indicadores apoiam decisões de capacidade e qualidade. Coordenação atualiza o painel; Programas usa a leitura para planejar as turmas. Registre período, fonte, conta e ação. Os exemplos são fictícios e não criam metas individuais novas. Sem casos no período, registre “sem base”.
1. Cobertura confirmada
Como calcular: atividades previstas com mentor qualificado e compromisso confirmado ÷ atividades previstas × 100. Fonte: agenda e mapa de cobertura; conferir diariamente e antes de confirmar nova turma. Referência inicial proposta: nenhuma atividade chegar ao momento de execução sem responsável adequado.
Exemplo: 12 atividades previstas, dez confirmadas e duas aguardando aceite. 10 ÷ 12 × 100 = 83,3%. Os nomes de candidatos não completam as duas faltantes. Abra as atividades: são dois encontros pequenos ou as correções de toda a turma? O percentual trata cada atividade como uma unidade e não representa a proporção de esforço coberta. Leia também o mapa de capacidade do POP 6.
Ação: confirme a disponibilidade e organize uma alternativa apta. Se faltar capacidade, informe Programas sobre as atividades descobertas e as opções. Atualize a cobertura quando o mentor aceitar e receber condições de executar. Não divida uma atividade em partes artificiais para melhorar o percentual.
2. Preparação concluída antes da atuação
Como calcular: alocações que iniciam no período com prova técnica, método, cinco perfis, critérios, acesso e passagem conferidos ÷ alocações que iniciam no período × 100. Fonte: ficha de preparação por mentor e produto; Coordenação confere antes da atuação e após mudança relevante.
Exemplo: quatro alocações iniciam; três estão preparadas e uma tem acesso, mas não conseguiu aplicar a referência de avaliação. 3 ÷ 4 × 100 = 75%. Ter enviado todos os materiais não transforma o resultado em 100%. Uma pessoa já preparada em outro produto pode precisar de nova calibração para este escopo.
Ação: localize a falta, pratique o que precisa melhorar e observe nova tentativa. Você decide se o mentor está pronto para aquela atuação. Se a estreia estiver ameaçada, organize substituição e informe Programas. A preparação observada não dispensa acompanhar o desempenho real depois.
3. Devolutivas acionáveis na amostra
Como calcular: devolutivas examinadas com critério, evidência, próxima ação e forma de conferir ÷ devolutivas examinadas × 100. Fonte: registro do POP 7; revisar semanalmente e explicar como a amostra foi escolhida.
Exemplo: de nove devolutivas únicas examinadas, seis contêm os quatro elementos. 6 ÷ 9 × 100 = 66,7% na amostra. Se parte foi escolhida por reclamações, não apresente esse percentual como taxa de toda a operação. Também não conclua aprendizagem apenas porque a mensagem tem boa estrutura: o reenvio precisa ser observado pelo mentor.
Ação: identifique o elemento ausente em cada caso e a causa. André precisa praticar orientação específica; Beatriz pode precisar recuperar capacidade. Compare nova evidência após a intervenção, informando diferenças de produto, etapa e seleção da amostra.
4. Compromissos concluídos no prazo original
Como calcular: atividades concluídas até o prazo originalmente combinado ÷ atividades com vencimento no período × 100. Fonte: agenda, fila e registros de entrega; conferir diariamente e consolidar semanalmente.
Exemplo: 20 atividades venceram no período; 17 foram concluídas no prazo, duas depois e uma continua pendente. 17 ÷ 20 × 100 = 85%. Se o mentor avisou antes sobre as duas que atrasaram, a comunicação foi melhor, mas a conclusão continua fora do prazo original. Preserve ambos os registros.
Ação: separar atraso por carga, acesso, preparação e compromisso não cumprido. Avalie também a idade da pendência e quantos alunos ela bloqueia. Não compare produtos distintos somente pelo percentual: complexidade e distribuição das atividades mudam a leitura. Atualize previsão para recuperar a entrega sem reescrever o histórico.
5. Coerência na aplicação dos critérios
Como calcular: decisões equivalentes sobre cada critério entre dois avaliadores independentes do mesmo caso ÷ comparações realizadas × 100. Fonte: registros de calibração usando a mesma referência de avaliação. Confira antes de entrar em um produto e diante de divergência relevante.
Exemplo: dois avaliadores comparam cinco critérios em quatro casos, total de 20 comparações. Concordam em 16: 16 ÷ 20 × 100 = 80%. Abra as quatro divergências e localize causa. Um desacordo sobre critério obrigatório pode ser mais grave do que vários desacordos pequenos; a média não encerra a análise.
Ação: resolver tecnicamente, esclarecer a instrução ou solicitar evidência faltante. Dois avaliadores também podem concordar numa resposta errada. Por isso, a referência técnica competente continua necessária. Repita com uma variação do caso para verificar compreensão, em vez de buscar concordância por autoridade.
O banco está produzindo capacidade?
Leia semanalmente o caminho dos candidatos da mesma necessidade: abordados, conversas concluídas, provas concluídas, selecionados para preparo, aptos e com agenda aceita. Registre os motivos de não avanço. Coordenação mantém a fonte no banco de mentores; não misture pessoas de produtos ou períodos diferentes numa mesma conta.
Exemplo: seis provas concluídas, quatro candidatos aptos após preparo e apenas um com agenda aceita. A passagem de aptidão para aceite é 1 ÷ 4 = 25% nesse grupo observado. A ação é investigar agenda, interesse e clareza do escopo. O número não autoriza prometer que todo novo grupo terá a mesma conversão.
Acompanhe também os dias entre abertura da necessidade e capacidade confirmada. Compare casos semelhantes e abra os períodos de espera: faltou candidato, avaliador, material, decisão ou agenda? Use isso para começar a próxima busca antes. Provas ainda abertas continuam visíveis, em vez de desaparecer da análise.
A demanda cabe em cada janela?
Por produto e janela, registre minutos estimados de demanda e minutos confirmados de mentores aptos. Falta de capacidade = maior valor entre zero e demanda menos capacidade. Fonte: mapa do POP 6; Coordenação atualiza ao mudar volume ou disponibilidade. Mostre separado o cenário de maior demanda e a alternativa de cobertura.
No exercício das duas turmas, faltam 540 minutos na janela de primeiras análises, embora a diferença total da semana seja 522. A ação precisa cobrir a janela correta. O aceite de Teresa resolve a lacuna do cenário estimado; uma recusa mantém a decisão de continuidade aberta com Programas.
Como esse painel se conecta à conclusão da turma
A meta conjunta é 90% com todas as atividades concluídas, projeto final aprovado pelo mentor e prazo original cumprido. Em uma turma com 30 alunos, 27 precisam reunir as três condições. Um projeto aprovado depois continua tecnicamente aprovado, mas não entra na conclusão no prazo. Coordenação contribui com preparo e cobertura; Programas coordena a leitura das causas com Mentor, Gestora e Design. Não baixe critérios nem retire casos difíceis da base.
Falha crítica pede decisão própria
Mantenha visíveis os casos de erro técnico, desrespeito, aprovação sem evidência e atividade sem cobertura, mesmo quando os percentuais gerais estiverem bons. Registre impacto, contenção, decisão de aptidão, substituição e revisão das entregas afetadas. Não existe uma média que torne aceitável manter um mentor atuando abaixo do padrão.
Como preparar a expansão
O plano considera 30 alunos por turma e chega a 50 turmas iniciadas naquele mês, com 1.500 novos alunos, no mês 24. Mês 1 é o primeiro lançamento. Planeje também as turmas iniciadas antes e ainda em andamento; o número mensal de novas turmas não representa toda a carga simultânea.
Receba de Programas as necessidades por produto, etapa e agenda. Some as atividades de turmas simultâneas, reenvios e participantes de parceria. Compare com compromissos aceitos, prepare pessoas com antecedência e exponha onde uma única ausência deixaria o produto sem atendimento.
13 / Manual do cargo
Formação para dominar o cargo
Aprender. Praticar. Corrigir. Demonstrar. Dez dias de desenvolvimento com propósito.
Leitura estimada: 21 minAplicação: 10 dias de formação e desenvolvimento após a habilitação
A formação preserva os exercícios anteriores e integra os novos procedimentos. A autonomia continua sendo demonstrada por tarefa. Não depende de gravações internas do fundador; o avaliador competente confirma a execução, inclusive nos novos casos.
Dez dias para aprender fazendo
Você vai conhecer a Mobflix e praticar o trabalho do seu cargo. Cada dia tem três blocos: vídeo selecionado, exercício e conferência. A leitura do manual entra junto da atividade que ela ajuda a executar. Os casos são fictícios e servem para treinar; nos primeiros dez dias você não precisa abordar clientes, candidatos ou parceiros reais.
Como fazer cada bloco
Leia o trecho indicado e a pergunta de observação.
Assista ao vídeo com essa pergunta em mente. Em aulas longas, concentre-se no trecho do tema do bloco e anote o ponto que pretende aplicar.
Faça o exercício antes de abrir a resposta de referência. Grave uma simulação de voz quando o trabalho exigir conversa.
Compare sua tentativa com a referência e os critérios. Corrija o que falta e faça uma variação.
Guarde primeira tentativa, correção e dúvida específica. Ao final do dia, leve ao avaliador o que precisa ser observado.
Alguns vídeos voltam em dias diferentes, com outro foco de prática. Na primeira vez, conheça o conteúdo. Nas revisitas, volte ao trecho útil e aplique numa situação mais difícil. A prática, e não a quantidade de vídeos assistidos, demonstra preparo.
Uma agenda que protege o aprendizado
Reserve aproximadamente 45 minutos para leitura e organização, três blocos de cerca de 90 minutos e 45 minutos para revisão e nova tentativa: aproximadamente seis horas de desenvolvimento, com pausas dentro da jornada combinada. Ajuste o tempo ao tamanho dos vídeos e à dificuldade do exercício. Se um ponto essencial continuar fraco, repita a prática antes de avançar.
O que você precisa preparar
Use um documento ou pasta para seus exercícios, uma planilha para os cálculos e gravação simples de voz para as conversas. Um colega pode representar o outro lado usando os dados do caso. Se estudar sozinho, grave os dois turnos e depois peça avaliação. Nenhum exercício desta trilha exige vídeo interno produzido pelo fundador.
Como conferir sua prontidão
Dimensão
O que precisa ser demonstrado
Compreensão
Explica o resultado e o motivo da ação com suas palavras.
Execução
Produz a entrega pedida e confere o que fez.
Julgamento
Usa os critérios, reconhece a exceção e envolve a pessoa certa.
Comunicação
A outra pessoa entende o contexto e o próximo passo.
Registro
Preserva evidência, responsável e prazo.
Autocorreção
Percebe a lacuna, corrige e aplica numa variação.
Use três estados: ainda não demonstrou, demonstrou com apoio e demonstrou com autonomia. A resposta de referência ajuda você a corrigir a tentativa; o avaliador observa se consegue aplicar em um caso novo. Critério crítico pendente mantém aquela tarefa supervisionada.
Critérios críticos deste cargo: Competência técnica e didática comprovadas, critério calibrado e agenda realmente coberta.
A Líder de Pessoas organiza as verificações. A pessoa que domina a atividade avalia a execução correspondente. Em critérios técnicos, Coordenação e Programas garantem um especialista apto. O fundador participa somente quando sua validação é necessária e ainda não existe outra pessoa qualificada para aquela decisão.
Quando ainda falta conhecimento técnico do produto
Esta formação ensina como trabalhar na função. Para orientar ou avaliar uma competência técnica, você também precisa demonstrar domínio no escopo do produto. Use os materiais já disponíveis da Aceleração e do catálogo, pratique e peça conferência ao especialista. Quem ainda está aprendendo atua no que foi liberado e recebe apoio nas decisões técnicas. O prazo de dez dias não transforma uma competência ausente em competência comprovada.
Dia 01 / 10
Padrão técnico e experiência
Leitura do dia. Abertura até Cultura da função; POP 1.
O que observar. Como definir mensagem, destinatário, momento e confirmação de uma comunicação.
Seu caso de treino
Um candidato pensa que poderá decidir livremente o conteúdo de cada semana.
Faça agora
Explique o trabalho e peça que ele repita o entendimento.
Fiz minha tentativa. Quero conferir.
O produto define resultado, missões e critérios. O Mentor adapta a explicação, conduz a live, corrige entregas e conduz o checkpoint quando designado por Programas. A validação técnica é sua responsabilidade. Mudanças de programa seguem o fluxo de produto.
Guarde sua tentativa e a versão corrigida. Explique o que mudou e por quê.
O que observar. Como atenção, consistência e detalhes afetam a experiência da pessoa.
Seu caso de treino
Um candidato diz “iniciante precisa se virar”.
Faça agora
Prepare uma pergunta e uma cena de teste que revelem seu comportamento.
Fiz minha tentativa. Quero conferir.
Peça orientar uma dúvida repetida. Observe se investiga a tentativa, explica sem humilhar e devolve a execução ao aluno. Discurso sobre empatia sozinho não basta.
Guarde sua tentativa e a versão corrigida. Explique o que mudou e por quê.
Dia 02 / 10
Perfil e capacidade futura
Leitura do dia. POPs 1 e 10: perfil e banco; Metas.
Abra o procedimento e sua demonstração: POP 1POP 10
O que observar. Como dependências e duração orientam o cronograma.
Seu caso de treino
Duas novas turmas começam em 20 dias; os atuais mentores estão alocados.
Faça agora
Monte etapas de busca, teste, calibração e aceite.
Fiz minha tentativa. Quero conferir.
A data necessária é de prontidão, não de primeiro contato. Trabalhe de trás para frente e reserve tempo do avaliador técnico antes de convidar candidatos.
Guarde sua tentativa e a versão corrigida. Explique o que mudou e por quê.
O que observar. Como ligar necessidade do cargo, etapas de seleção e evidências.
Seu caso de treino
O portfólio não mostra como o candidato identifica erros.
Faça agora
Desenhe uma prova curta com execução e explicação.
Fiz minha tentativa. Quero conferir.
Use uma tarefa representativa do produto, critérios previamente definidos e avaliador técnico apto. A prova testa o trabalho, não gera produção gratuita para a empresa.
Guarde sua tentativa e a versão corrigida. Explique o que mudou e por quê.
O que observar. Como a prática torna a aprendizagem observável.
Seu caso de treino
Na microaula, o candidato resolve tudo enquanto o aluno observa.
Faça agora
Registre o que falta e proponha uma segunda tentativa.
Fiz minha tentativa. Quero conferir.
Peça perguntas de diagnóstico, um passo menor e execução pelo aluno. Explique que demonstrar é parte do ensino; observar a nova tentativa comprova aprendizagem.
Guarde sua tentativa e a versão corrigida. Explique o que mudou e por quê.
O que observar. Como critérios e descritores tornam a avaliação compreensível e consistente.
Seu caso de treino
Amostra com um erro obrigatório: Mentor A aprova pela apresentação; B pede ajuste.
Faça agora
Conduza uma calibração de decisão.
Fiz minha tentativa. Quero conferir.
Volte ao descritor e à evidência. Se o requisito obrigatório falhou, permanece pendente. Corrija entendimento e reavalie amostras sem negociar o critério.
Guarde sua tentativa e a versão corrigida. Explique o que mudou e por quê.
O que observar. Como a avaliação pode orientar a próxima tentativa de aprendizagem.
Seu caso de treino
Cinco correções: duas completas, duas vagas e uma com critério divergente.
Faça agora
Priorize as intervenções e descreva como conferir melhora.
Fiz minha tentativa. Quero conferir.
Trate divergência crítica primeiro, depois orientação vaga. Dê feedback individual e reavalie nova amostra. Use contexto da entrega antes de concluir padrão pessoal.
Guarde sua tentativa e a versão corrigida. Explique o que mudou e por quê.
O que observar. Como perguntar, ouvir e confirmar o entendimento antes de orientar.
Seu caso de treino
O Mentor relata que a missão permite duas interpretações.
Faça agora
Registre o caso e prepare a passagem para Programas.
Fiz minha tentativa. Quero conferir.
Leve instrução, interpretações, amostras e impacto. Design investiga produto; Coordenação cuida da aplicação consistente enquanto se define a orientação.
Guarde sua tentativa e a versão corrigida. Explique o que mudou e por quê.
O que observar. Como usar fatos e uma conversa específica para melhorar a próxima execução.
Seu caso de treino
Uma correção ajudou o aluno a entender a causa e resolver uma variação sozinho. Complemento vigente: Faltam capturas, mas o vídeo está pronto. O pedido está concluído?
Faça agora
Prepare uma demonstração curta para os demais mentores. Consulte também POP 12 · Intermediar o pedido editorial até o aceite e produza a evidência pedida.
Fiz minha tentativa. Quero conferir.
Mostre contexto, pergunta, orientação e evidência de autonomia. Reconheça o profissional e discuta onde a prática pode ser aplicada. Na parte nova: Somente após critérios de aceite; Pode aceitar parcial identificado; Complemento com prazo; Designer confirma adequação.
Guarde sua tentativa e a versão corrigida. Explique o que mudou e por quê.
Dia 08 / 10
Desenvolvimento e continuidade
Leitura do dia. POPs 8, 9 e 10: evolução, substituição e banco.
O que observar. Como transformar uma necessidade de desenvolvimento em prática e avaliação.
Seu caso de treino
O Mentor domina o tema, mas usa linguagem complexa com iniciantes.
Faça agora
Monte treino de uma semana e critério de saída.
Fiz minha tentativa. Quero conferir.
Escolha uma explicação, reduza passos, ensaie com colega e observe nova orientação. A saída depende de compreensão e execução do aluno, não de presença no treino.
Guarde sua tentativa e a versão corrigida. Explique o que mudou e por quê.
O que observar. Como demanda, recursos e disponibilidade condicionam a execução.
Seu caso de treino
Vendas prevê 5 turmas novas por semana, cada uma com 6 semanas.
Faça agora
Estime simultaneidade e liste os dados para dimensionar mentores.
Fiz minha tentativa. Quero conferir.
Cerca de 30 turmas simultâneas em ritmo estável. Precisa volume de entregas, tempo por tarefa, encontros, janelas e capacidade apta. Não dimensione só pelas cinco entradas.
Guarde sua tentativa e a versão corrigida. Explique o que mudou e por quê.
O que observar. Como dependências e duração orientam o cronograma.
Seu caso de treino
Dois programas marcaram live no mesmo horário com o mesmo Mentor.
Faça agora
Apresente opções sem transferir a falha ao aluno.
Fiz minha tentativa. Quero conferir.
Confirme compromissos, acione cobertura qualificada e alinhe com Programas. Agenda é verificada antes da divulgação; correção deve preservar a experiência prometida.
Guarde sua tentativa e a versão corrigida. Explique o que mudou e por quê.
O que observar. Como comparar previsto e realizado para escolher uma ação corretiva.
Seu caso de treino
De 12 candidatos testados, 8 dominam técnica, 3 explicam bem e 2 têm agenda. Complemento vigente: Uma captura de aula mostra o nome do cliente no arquivo. Como resolver?
Faça agora
Identifique gargalo e ação de melhoria. Consulte também POP 13 · Conferir material técnico e direitos de uso e produza a evidência pedida.
Fiz minha tentativa. Quero conferir.
Aptidão técnica 8/12; didática e agenda restringem prontidão. Confira sobreposição entre grupos antes de contar aptos finais. Melhore busca, teste e qualificação inicial. Na parte nova: Remove dado ou refaz com arquivo de treino; Confere direito de uso do conteúdo; Mantém técnica correta; Registra origem.
Guarde sua tentativa e a versão corrigida. Explique o que mudou e por quê.
Dia 10 / 10
Selecionar, preparar e alocar
Leitura do dia. Consulte o processo completo, da busca à alocação.
O que observar. Como aprofundar um exemplo comportamental e separar afirmação de evidência.
Seu caso de treino
Candidato A tem fama e correção vaga; B tem menor audiência e boa prova; C tem técnica e nenhuma janela disponível.
Faça agora
Prepare a decisão com evidências.
Fiz minha tentativa. Quero conferir.
Escolha quem atende a todos os requisitos para a necessidade atual. B pode avançar se agenda e calibração forem confirmadas; fama não compensa prova insuficiente.
Guarde sua tentativa e a versão corrigida. Explique o que mudou e por quê.
O que observar. Como definir mensagem, destinatário, momento e confirmação de uma comunicação.
Seu caso de treino
Mentor apto precisa cobrir domingo, mas ainda não recebeu arquivos nem acesso.
Faça agora
Entregue o pacote e comprove a prontidão.
Fiz minha tentativa. Quero conferir.
Aceite de agenda, materiais, critério, teste de acesso, pauta e contingência confirmados. Avise Programas somente com evidência de cobertura real.
Guarde sua tentativa e a versão corrigida. Explique o que mudou e por quê.
A partir do dia 11: autonomia demonstrada e desenvolvimento
A partir do dia 11, execute com autonomia as rotinas ordinárias demonstradas no dia 10. As atividades posteriores aprofundam os casos e ampliam o volume conforme qualidade, capacidade e julgamento observados. Lacunas específicas recebem treino e nova prova. A matriz de autonomia registra tarefa, estado, evidência, avaliador e próxima verificação, sem impor supervisão geral até o dia 30.
Se a primeira turma ainda está em preparação, use a operação que existe naquele momento: produzir e testar materiais, preparar agenda, organizar acessos, ensaiar atendimentos e verificar as passagens. Clientes e alunos reais só entram nas atividades para as quais a pessoa foi preparada.
As revisões que acompanham seu crescimento
Dia 30: conferir entregas reais, erros recorrentes e autonomia por tarefa.
Dia 60: comparar consistência, capacidade e resposta às exceções; escolher o próximo desenvolvimento.
Dia 90: avaliar contribuição para o resultado, comportamento e próximos desafios, com evidências.
Se um vídeo estiver indisponível
Continue pelo caso, pelo POP e pelo exercício da página. A resposta de referência permite estudar e corrigir a tentativa. Informe a Líder de Pessoas com título, link e habilidade prevista; ela organiza a substituição por um material equivalente. O aprendizado essencial também está explicado no manual.
Sua preparação aparece no que você consegue fazer, explicar, conferir e melhorar.
14 / Manual do cargo
Seu crescimento na Mobflix
Veja o caminho. Conheça os critérios. Prepare o próximo passo.
Leitura estimada: 4 minAplicação: Aplicação no trabalho
Ganhar melhor. Conquistar independência. Ajudar sua família. Fazer planos maiores. Seu crescimento começa em uma competência que você consegue demonstrar e em resultados que se repetem.
A Mobflix está construindo produtos e preparando uma operação para crescer. As responsabilidades de amanhã começam nas entregas de hoje. Esta é a trajetória prevista para o seu caminho, com valores e critérios visíveis.
Seu primeiro avanço é dominar a função
Etapa
Remuneração bruta de referência
N1
R$ 4.500,00 fixos. Variável máximo R$ 500,00; total de R$ 5.000,00 com todas as condições atingidas.
N2
R$ 6.000,00 fixos. Variável máximo R$ 2.000,00; total de R$ 8.000,00 com todas as condições atingidas.
N3
R$ 8.000,00 fixos. Variável máximo R$ 3.000,00; total de R$ 11.000,00 com todas as condições atingidas.
Condição de entrada do time fundador, quando aplicável ao contrato: mês 1 R$ 2.000,00 e mês 2 R$ 3.250,00 de fixo. O nível maduro e o variável seguem as condições formalizadas. A rampa não se aplica automaticamente a toda contratação futura. Nos meses 1 e 2 do negócio, a Engenharia Econômica não orça bônus internos; a comissão de Vendas permanece prevista. A vigência individual precisa constar da condição formal.
Visualize o caminho
01
Coordenador de Mentores
R$ 4.500,00 + até R$ 500,00
Manter especialistas preparados, agenda coberta e matéria-prima técnica disponível para o produto.
02
Líder de Mentores
R$ 5.500,00 + até R$ 2.500,00
Manter uma rede de especialistas com qualidade calibrada, cobertura e capacidade para crescer.
03
Diretor de Produto e Experiência
R$ 15.000,00 + até R$ 5.000,00
Construir produtos que formam bons profissionais e uma experiência sustentável em escala.
As posições de liderança aparecem quando o negócio precisa desse escopo e tem orçamento para sustentá-lo. Transição entre especialidades exige formação e prova do novo trabalho; esta trilha não cria níveis ou salários que não constam do plano vigente.
Há mais de um jeito de crescer. Aprofundar sua especialidade e liderar pessoas são escolhas de escopo. Nos valores vigentes, a remuneração de alguns níveis técnicos pode superar a faixa inicial de liderança. Compare a proposta completa antes de mudar; a transição precisa de condição individual, orçamento e validação de Pessoas e DP, sem presumir aumento automático.
O que faz você avançar
Passo
O que demonstrar
Dominar
Executar os POPs essenciais sem ajuda, conferir o resultado e lidar com uma variação do caso.
Sustentar
Repetir resultado e qualidade em ciclos comparáveis. Para N2/N3 recorrentes, a regra atual pede três ciclos mensais fortes; Pessoas confirma a política aplicável.
Ampliar
Resolver casos mais complexos, melhorar um processo e compartilhar conhecimento útil com evidência.
Liderar, quando esse for seu caminho
Fazer outras pessoas desempenharem melhor: orientar, treinar, delegar, conferir e formar substitutos.
Assumir o próximo escopo
Competência e comportamento demonstrados, posição necessária, orçamento aprovado e transição organizada.
Seu próximo passo cabe em uma conversa
Registro para usar na tarefa
Seu plano de avanço
Preencha no registro oficial do cargo. Substitua os dados de treinamento pelos fatos do caso e mantenha visível o que ainda não foi confirmado.
Modelo para preencher
Etapa desejada:
O que já demonstrei:
O que falta:
Experiência prática:
Avaliador:
Evidência esperada:
Data de revisão:
Exemplo preenchido
Etapa desejada: próxima responsabilidade da trilha
O que já demonstrei: registrar resultados e provas
O que falta: uma competência específica do próximo escopo
Experiência prática: projeto ou tarefa supervisionada
Avaliador: Líder de Mentores e Pessoas
Evidência esperada: execução, resultado e explicação
Data de revisão: combinada antes de iniciar
Sua preparação e sua execução estão nas suas mãos. A empresa torna critérios e oportunidades visíveis. Tempo de casa, vídeos assistidos ou um mês excepcional não prometem promoção automática.
Construa hoje a competência que vai abrir espaço para os seus próximos planos.
15 / Manual do cargo
O que o seu trabalho torna possível
Cada bom mentor que você prepara torna a promessa da Mobflix mais próxima do aluno.
Leitura estimada: 1 minAplicação: 5 min de reflexão
Pense em quem finalmente entende uma dificuldade, corrige o próprio trabalho e percebe que consegue avançar. O mentor aparece nesse momento. Sua contribuição está em ter encontrado essa pessoa, preparado sua atuação e garantido que ela tivesse condições de acompanhar.
A qualidade do time cresce com decisões pequenas e repetidas: uma pergunta melhor na seleção, uma prática bem observada, uma agenda confirmada antes da oferta, uma conversa difícil conduzida com respeito. Nenhuma delas é apenas tarefa administrativa; todas afetam a experiência da turma.
Também faz parte cuidar de quem entrega bem. Reconheça a orientação que ajudou o aluno, ouça o que está consumindo energia e prepare oportunidades de desenvolvimento compatíveis com a disponibilidade. Uma boa atuação precisa ser sustentável para continuar existindo.
Quando alguém não mantém o padrão, assumir a decisão protege o aluno e o restante do time. Faça isso com fatos, clareza e continuidade. Evitar a conversa não desenvolve a pessoa nem garante a entrega.
A expansão abre possibilidades de contribuição conforme as necessidades e condições da empresa. Construa essa trajetória mostrando que a Mobflix pode crescer com mentores capazes, preparados e disponíveis para os produtos que oferece.
16 / Manual do cargo
Seu primeiro compromisso
Seu próximo capítulo começa com o que você faz a partir daqui.
Leitura estimada: 1 minAplicação: 5 min para definir a primeira ação
Abra Formação para dominar o cargo e comece pelo Dia 1. Separe um lugar para guardar os exercícios. Leia os trechos indicados, assista aos vídeos com a pergunta do bloco em mente e faça a primeira tentativa antes de consultar a resposta de referência.
Compare sua entrega com os critérios, corrija o que faltar e guarde as duas versões. Leve ao avaliador a sua execução e a dúvida concreta. A Líder de Pessoas organiza o acompanhamento e conecta você a quem pode conferir a parte técnica.
Ao entrar na operação, use o calendário para escolher a prioridade, o POP para executar e o placar para perceber o que precisa melhorar. Traga suas ideias, compartilhe o que aprender e cuide da continuidade de cada trabalho.
O próximo resultado da Mobflix também começa com você.
Leia uma vez em formação. Depois, use o calendário para começar, o POP para executar e o placar para corrigir.
Os capítulos mostram tempo de leitura e aplicação. Os índices do POP e do Calendário levam à orientação. Em Desenvolvimento, os QR codes abrem somente referências externas selecionadas.
01 / Manual do cargo
Boas-vindas
Seu próximo capítulo começa junto com o nosso.
Leitura estimada: 1 minAplicação: 5 min de reflexão
Você chegou em um momento de construção.
A Mobflix está abrindo uma nova etapa. Vamos criar produtos, formar profissionais, ampliar o time e preparar líderes para um negócio maior. Você chega para participar dessa construção, com espaço para aprender, contribuir e assumir responsabilidades cada vez maiores.
Queremos que você tenha ambição. De fazer um trabalho excelente, ganhar mais, construir uma carreira da qual se orgulhe e melhorar a sua vida. Essa ambição ganha força quando se conecta ao resultado que você entrega para o aluno, para o time e para a empresa.
Aqui, pertencimento vem acompanhado de responsabilidade. Cuide dos combinados. Perceba o que precisa melhorar. Dê sua opinião com respeito, peça ajuda quando precisar e ajude quem estiver ao seu lado. Queremos um time próximo, que celebre conquistas e também tenha maturidade para conversar sobre o que precisa mudar.
Este manual acompanha você no trabalho.
Comece entendendo a empresa e o funcionamento do time. Depois, estude os processos do seu cargo, pratique os exemplos e use o calendário para organizar a execução. Volte a estas páginas sempre que precisar decidir o próximo passo.
A oportunidade está sendo construída agora. Sua entrega faz parte dela. Bem-vindo à Mobflix.
02 / Manual do cargo
Sobre a Mobflix
Formar profissionais melhores para construir um mundo melhor.
Leitura estimada: 1 minAplicação: 5 min de síntese
Somos o polo educacional do Grupo Mobdec.
A Mobflix nasceu para educar e se conectar com os profissionais que projetam e constroem os espaços em que vivemos. Arquitetura, Engenharia Civil, Construção, Design de Interiores, Paisagismo e Urbanismo fazem parte dessa visão de futuro.
Há pessoas com vontade de crescer que ainda precisam de direção para transformar estudo em competência. Ao mesmo tempo, o mercado precisa de profissionais preparados, responsáveis e capazes de entregar um bom trabalho. A Mobflix existe para aproximar essas duas necessidades.
Uma história que nos trouxe até aqui.
Começamos reunindo dezenas de cursos em uma única assinatura, com uma experiência de acesso inspirada no modelo da Netflix. Nossa trajetória já soma mais de 10.800 vendas, conexão com milhões de pessoas, milhares de alunos e centenas de clientes ativos.
Essa trajetória nos ensinou o que impede alguém de começar, o que faz um aluno abandonar e o que o ajuda a continuar. Aprendemos também que transformar conhecimento em competência exige prática, direção e acompanhamento humano.
O próximo passo
Agora, a Mobflix utiliza tudo o que aprendeu para construir uma nova categoria de produto: as Acelerações.
03 / Manual do cargo
As Acelerações
Um projeto seu. Um caminho acompanhado.
Leitura estimada: 3 minAplicação: 15 min para desenhar a jornada
Imagine chegar ao final de uma jornada com um projeto que você consegue desenvolver, explicar e apresentar com orgulho. É para isso que uma Aceleração existe: transformar o que o aluno deseja aprender em algo que ele consegue realizar.
A Aceleração reúne produto editorial e acompanhamento humano na mesma oferta. A coleção organiza conceitos, exemplos, exercícios, documentação e arquivos para o aluno aprender executando o próprio projeto com autonomia. O acompanhamento inclui o cuidado do Gestor de Evolução, checkpoint conforme a atribuição do programa, correções técnicas e live com o Mentor. Cada etapa prepara a seguinte; o aluno entende o que fazer e enxerga sua evolução no trabalho que está construindo.
O material precisa permitir estudo e execução com autonomia. A compra da Aceleração inclui os três volumes editoriais e o acompanhamento humano juntos, com agenda e escopo publicados. A oferta, o checkout, o acesso e a passagem para Evolução apresentam esse mesmo pacote completo.
Para quem esse caminho faz sentido
Para quem tem um objetivo compatível com o resultado da Aceleração e quer transformar estudo em competência: um estudante que deseja produzir um projeto melhor, um profissional que precisa dominar uma ferramenta ou alguém que quer ampliar o que consegue entregar. Antes da matrícula, confirmamos conhecimentos prévios, equipamentos e tempo para praticar. A pessoa certa, no programa certo, encontra um caminho que consegue aproveitar.
Como funciona a semana com acompanhamento
Durante a semana, o Gestor de Evolução acompanha a execução, pesquisa a dificuldade e ajuda o aluno a realizar o próximo passo.
No checkpoint, o Mentor ajuda a esclarecer dúvidas técnicas e orientar o trabalho em andamento.
Até sexta-feira, o aluno envia a entrega da missão. Depois, o Mentor avalia o trabalho e indica os ajustes pelos critérios do programa.
Na live de domingo, a turma aprende com os projetos, as correções e as demonstrações do Mentor.
Com a orientação recebida, o aluno ajusta seu projeto e avança. O Gestor de Evolução acompanha essa continuidade.
A agenda de cada turma informa os horários, os canais e os prazos. No programa de Revit, por exemplo, as entregas chegam até sexta-feira, às 23h59; o sábado concentra as correções; e a live acontece no domingo, das 19h às 20h.
O cuidado por trás da experiência
A Designer de Aprendizagem é responsável pelo produto completo: resultado, competências, percurso, missões, aulas, materiais, critérios, projeto final, Manual do Mentor e melhorias. A produção editorial se soma a esse trabalho. A Coordenação prepara os mentores e organiza os materiais técnicos que a Designer precisa. O Líder de Programas garante que a experiência aconteça. Evolução cuida da execução diária e aciona apoio técnico do Mentor quando necessário, mantendo o acompanhamento do aluno.
O resultado precisa aparecer
Concluir significa entregar todas as atividades, ter o projeto final aprovado pelo Mentor e fazer isso dentro do prazo original. Nossa meta é que pelo menos 90% dos alunos cheguem lá, atendendo aos critérios de qualidade do programa.
Um resultado que o aluno tem orgulho de mostrar. Uma experiência que tem prazer em recomendar.
04 / Manual do cargo
Missão, visão e valores
O futuro que queremos construir começa no trabalho que fazemos hoje.
Leitura estimada: 2 minAplicação: 20 min com casos
Nossa missão
Formar profissionais melhores para construir um mundo melhor.
Um profissional mais preparado toma decisões melhores, projeta com mais qualidade e executa com mais responsabilidade. Seu conhecimento chega aos ambientes em que as pessoas vivem, às obras que precisam funcionar e às cidades que todos compartilhamos.
Quando ajudamos alguém a desenvolver essa capacidade, nossa contribuição continua muito além da sala de aula. É assim que cada aluno, e cada pessoa da Mobflix, participa da construção de um mundo melhor.
Nossa visão
Construir uma das maiores e mais admiradas empresas de educação para Arquitetura, Engenharia e Construção, reconhecida pela excelência dos profissionais que forma.
Queremos que a confiança no nome Mobflix seja reconhecida na competência de quem passou por aqui. Que, diante de um profissional formado por nós, o mercado pense:
Se foi formado pela Mobflix, é um profissional de alto nível.
Ambição com verdade
Queremos crescer, prosperar e conquistar resultados grandes. Buscamos superar nosso desempenho com energia, coragem e preparação, sustentando cada promessa em fatos, números reais e entregas que mereçam confiança.
Cuidado que transforma
Conhecemos a pessoa por trás de cada matrícula, dúvida e entrega. Prestamos atenção ao seu contexto, percebemos suas dificuldades e acompanhamos nossa ajuda até que ela produza avanço real.
Excelência que dá orgulho
Cuidamos profundamente do que leva o nome Mobflix. Buscamos qualidade em cada produto, conversa, orientação e experiência para construir algo de que o aluno, o time e a empresa possam se orgulhar.
Mentalidade de dono
Agimos com protagonismo, proatividade e vontade de realizar. Usamos nossa autonomia para identificar oportunidades, propor soluções e transformar ideias em resultados extraordinários. Participamos ativamente da construção da Mobflix.
Um só time
Talentos podem decidir uma partida. Por isso, buscamos e desenvolvemos o nosso craque em cada função. Mas é o entrosamento do time que conquista o campeonato. Nosso campeonato é o sucesso do cliente. Quando ele vence, a Mobflix vence.
05 / Manual do cargo
Como funciona o time
Cada pessoa domina sua função. Juntas, fazemos a transformação acontecer.
Leitura estimada: 5 minAplicação: 20 min para mapear passagens
A estrutura que executa o M1
O quadro inicial tem nove colaboradores internos: um Líder de Pessoas, três Executivos de Vendas de ciclo completo, um Executivo de Parceiros, uma Designer de Aprendizagem, um Coordenador de Mentores, um Gestor de Evolução e um Líder de Programas. O CEO assume temporariamente direção e controle; mentores e especialistas externos atuam conforme a contratação. Os demais cargos deste manual descrevem responsabilidades de desenvolvimento da estrutura, com responsável atual indicado na matriz M1.
Tudo começa com uma pessoa que quer avançar
Uma estudante quer apresentar um projeto melhor. Um profissional precisa dominar uma ferramenta. Um influenciador reconhece a mesma necessidade na sua audiência. Nosso trabalho começa entendendo esse objetivo e conectando a pessoa à Aceleração que pode ajudá-la.
Vendas coloca a operação em movimento. O produto dá força à promessa. A entrega transforma essa promessa em resultado. Uma experiência bem cuidada gera confiança, indicações e novas matrículas. É assim que uma conquista ajuda a próxima a acontecer.
Executivo de Vendas
Encontra oportunidades, entende objetivos e dificuldades, apresenta o caminho adequado e conduz a decisão de matrícula. Também aborda as indicações recebidas de Evolução e os interessados vindos de parceiros. Ao confirmar a venda, entrega à Gestora o contexto que ela precisa para receber bem o aluno.
Executivo de Vendas de Parceiros
Encontra influenciadores, blogs e revistas com público compatível, conquista a parceria e desenvolve a conta. Ajuda o parceiro a contar sua experiência real, organiza as divulgações e acompanha as oportunidades com Vendas. Depois da primeira ação, continua trabalhando novos motivos para apresentar a Mobflix à audiência.
Designer de Aprendizagem
É responsável pelo produto completo: resultado, competências, semanas, missões, aulas, materiais, entregas, critérios, projeto final e Manual do Mentor. Soma a produção da coleção editorial, com guia, atividades, documentação, exemplos e arquivos utilizáveis com autonomia. Recebe inteligência de Vendas, Evolução, Mentor e Programas, investiga padrões e melhora a próxima versão. A Coordenação organiza o apoio técnico dos especialistas; a responsabilidade pelo produto continua com a Designer.
Líder de Programas
É responsável pela Aceleração funcionando. Confirma página, turma, acessos, agenda, materiais, equipe, encontros, entregas e correções. Distribui o trabalho, acompanha as passagens e resolve os problemas com quem precisa participar. Garante que a semana atual aconteça e que a próxima esteja pronta.
Coordenador de Mentores
Encontra e seleciona especialistas, testa domínio técnico e capacidade de ensinar, prepara cada pessoa no método Mobflix e mantém a agenda coberta. Acompanha a qualidade das orientações e das avaliações. Desenvolve ou substitui mentores quando necessário, preservando a continuidade das turmas. Também intermedeia e acompanha os pedidos de materiais técnicos que a Designer precisa para produzir o editorial, confirmando especialista, escopo, prazo e aceite.
Mentor
Orienta tecnicamente nos checkpoints e nas lives, analisa as entregas e faz as correções segundo os critérios do produto. Ajuda o aluno a compreender o erro e a melhorar a própria execução. Apoia o Gestor de Evolução quando ele precisa de julgamento técnico e compartilha padrões que podem melhorar a Aceleração. Como especialista externo, contribui com demonstrações, arquivos e validação técnica solicitados pela Designer e organizados pela Coordenação.
Gestor de Evolução
Cuida do progresso de cada aluno no dia a dia. Recebe, ativa, acompanha, pesquisa dúvidas, explica e ajuda a executar. Quando envolve outra pessoa, continua acompanhando até o aluno avançar. Reconhece conquistas, recupera quem está ficando para trás e transforma valor percebido em depoimentos, indicações e oportunidades de próxima evolução.
Líder de Pessoas
Encontra as pessoas certas e prepara cada uma para desempenhar bem. Organiza seleção, entrada, desenvolvimento e acompanhamento de desempenho. Antecipa necessidades de capacidade, ajuda o time a evoluir e cria condições para que talento e colaboração apareçam no trabalho. Conduz também transições, carreira e desligamentos com respeito e continuidade, com apoio dos analistas e do Departamento Pessoal.
A estrutura cresce junto com a operação
Lideranças desenvolvem quem executa e garantem consistência. Gerências coordenam equipes, capacidade e prioridades. Diretorias decidem estratégia e recursos. Comercial tem sua direção; Produto e Experiência compartilham uma direção integrada. Cada posição é preenchida quando o negócio precisa do escopo e consegue sustentá-lo.
Recrutamento encontra e avalia talentos. Pessoas e Talentos organiza formação e desenvolvimento. Departamento Pessoal cuida dos registros e eventos do vínculo com apoio da contabilidade. Recebíveis confere vendas e repasses; Financeiro executa pagamentos e concilia caixa; Controller organiza resultado, orçamento e decisões econômicas.
Enquanto uma posição ainda não existe no time, o mapa de responsabilidades nomeia quem responde por ela hoje, com limite e substituto. O organograma futuro orienta o crescimento e não presume que todas as lideranças já estejam contratadas.
A próxima pessoa continua de onde você parou
Quando Vendas confirma uma matrícula, Evolução recebe o objetivo do aluno, seu ponto de partida e o que foi combinado. Quando Design conclui o produto, Programas e Mentor recebem materiais testados e critérios compreensíveis. Quando um aluno trava, Evolução leva ao Mentor a tentativa, a dificuldade e o que já investigou.
Cada passagem precisa ter contexto, próximo passo e confirmação de quem recebeu. Assim, o aluno percebe um time que o conhece, mesmo quando conversa com pessoas diferentes.
O que aprendemos volta para o time
Se muitos alunos travam na mesma missão, Evolução registra o padrão, Mentor ajuda a entender a causa e Programas organiza a correção com Design. Se a necessidade está na atuação de um especialista, Coordenação desenvolve o Mentor. Se falta capacidade ou preparo, Pessoas entra com contratação e desenvolvimento.
As conquistas também voltam. Vendas recebe histórias e evidências reais, com autorização de uso; Parceiros entende o resultado das suas contas; e todo o time enxerga a transformação que ajudou a construir.
Vendas → produto e entrega → experiência UAU → resultado → indicação → novas vendas.
06 / Manual do cargo
O jeito Mobflix de trabalhar
Grandes resultados começam com uma forma especial de trabalhar
Leitura estimada: 3 minAplicação: 20 min para aplicar os rituais
Na Mobflix, cultura é aquilo que fazemos quando precisamos vender, criar, cuidar, decidir, colaborar e melhorar.
Queremos construir uma empresa em que pessoas ambiciosas possam ser elas mesmas, desenvolver seu talento e realizar um trabalho extraordinário ao lado de outras pessoas igualmente comprometidas.
Para isso, aprendemos com algumas das maiores referências do mundo.
A intensidade dos melhores times de vendas
Em vendas, buscamos a energia, a confiança, o preparo e a vontade de vencer que tornaram memorável a cultura comercial retratada em O Lobo de Wall Street.
Também nos inspiramos na disciplina de execução do G4 Educação: metas claras, ritmo, acompanhamento, treinamento, responsabilidade pelo resultado e evolução constante.
Vendemos quando existe uma conexão real entre o que a pessoa deseja conquistar e o que a Aceleração pode entregar. Estudamos o produto, entendemos o cliente, conduzimos boas conversas, acompanhamos cada oportunidade e trabalhamos até obter uma decisão clara.
Ambição com verdade é querer vender muito porque sabemos o valor da transformação que entregamos.
A excelência de produto da Apple
Existem produtos que mudam o que esperamos de uma categoria inteira. É essa ambição da Apple que nos inspira: imaginar novas possibilidades para as pessoas e ter o rigor de transformá-las em uma experiência extraordinária.
Queremos levar essa forma de pensar para a educação.
Cada Aceleração começa pelo futuro que o aluno deseja construir. Pelo trabalho que quer realizar. Pela competência que precisa desenvolver. E pela oportunidade de se tornar um profissional que hoje talvez ainda não consiga imaginar.
Nosso trabalho é construir o produto que o ajudará a chegar lá.
Conteúdo, prática, encontros, acompanhamento e correções precisam funcionar juntos. Cada escolha deve tornar o aprendizado mais claro, a execução mais segura e o resultado mais valioso.
Estudamos profundamente, testamos e refinamos cada detalhe para que o aluno tenha prazer em aprender e perceba a evolução no próprio trabalho. A simplicidade é fruto desse cuidado. A inovação ganha sentido quando abre possibilidades reais para quem aprende.
Excelência que dá orgulho é criar uma experiência que o aluno ama viver e um resultado que tem orgulho de mostrar.
O cuidado da Disney com a experiência
A Disney entende que a experiência não está apenas na atração principal.
Nos seus parques, histórias, ambientes e pessoas trabalham juntos para fazer o visitante se sentir parte de algo especial. O encantamento está nessa combinação: o que surpreende, o que emociona e o cuidado que faz tudo parecer pensado para aquele momento.
A visita termina. A lembrança continua.
É esse cuidado que queremos trazer para a experiência de aprender na Mobflix.
Queremos que cada aluno sinta que seu objetivo importa para alguém além dele. Que encontre pessoas que conheçam sua história, compreendam suas dificuldades e se envolvam com sua conquista.
Uma orientação cuidadosa pode transformar insegurança em confiança. Uma dificuldade resolvida com atenção pode devolver a vontade de continuar. O reconhecimento de um progresso pode fazer alguém perceber que está indo mais longe do que imaginava.
Da primeira conversa à apresentação do projeto final, temos a oportunidade de construir essa relação. Em cada contato, queremos que o aluno sinta: “Escolhi o lugar certo”.
Cuidado que transforma é ajudar o aluno a conquistar algo importante e fazer do caminho até lá uma experiência que ele tenha prazer em lembrar e contar.
O nosso padrão
Queremos a energia de um time que gosta de ganhar. O orgulho de criar um produto extraordinário. E a satisfação de ouvir um aluno dizer: “Vocês fizeram diferença na minha vida”.
Queremos que seja bom fazer parte disso.
Intensidade para conquistar. Cuidado para transformar. Rigor para entregar. Um só time para fazer o cliente vencer.
07 / Manual do cargo
Objetivos do time
Cinco conquistas que construímos juntos.
Leitura estimada: 2 minAplicação: 15 min para conectar seu trabalho
1. Levar nossa transformação a mais pessoas
Queremos levar nossas Acelerações às pessoas certas, preencher as turmas planejadas e gerar recursos para desenvolver produtos, ampliar o time e conquistar novos mercados.
Cada venda deve fortalecer a empresa e iniciar uma relação que faça sentido para o aluno.
2. Formar profissionais reconhecidos pelo que conseguem fazer
Nossa reputação será construída no trabalho que nossos alunos entregam.
Queremos formar pessoas que compreendam suas decisões, executem com competência e apresentem projetos que demonstrem sua evolução.
Nossa meta é que pelo menos 90% dos alunos concluam todas as atividades, com projeto final aprovado e dentro do prazo original, atendendo aos critérios de qualidade do programa.
3. Criar uma experiência que o aluno tenha orgulho de recomendar
Queremos que cada aluno se sinta conhecido, bem orientado e acompanhado durante sua evolução.
Quando alguém recomenda a Mobflix, coloca sua própria confiança naquela indicação. Nosso trabalho precisa merecer esse gesto.
4. Transformar resultados em confiança e novas oportunidades
Queremos que as conquistas dos nossos alunos abram caminho para que outras pessoas vivam a mesma transformação.
Trabalhamos para fazer das indicações um dos principais motores de novas matrículas da Mobflix. Convidamos quem reconhece valor na experiência a compartilhá-la e cuidamos de cada pessoa indicada, conectando seus objetivos ao que podemos ajudá-la a conquistar.
5. Crescer com qualidade e capacidade
Queremos construir uma empresa preparada para realizar sua ambição. Ampliar nosso alcance, desenvolver novos produtos e formar cada vez mais profissionais exige um time que cresça em capacidade junto com a Mobflix.
Cada nova turma deve encontrar um produto bem construído, pessoas preparadas e o cuidado que faz cada aluno se sentir conhecido. Nosso crescimento ganha força quando conseguimos repetir essa qualidade e melhorar a cada entrega.
Nossa meta é alcançar, no mês 24, 50 novas turmas e 1.500 novos alunos naquele mês, sustentados por uma operação preparada.
O mês 1 começa com o lançamento da primeira Aceleração.
08 / Manual do cargo
A nossa cultura de produto
Criar algo que dê orgulho de colocar no mundo
Leitura estimada: 2 minAplicação: 15 min para conhecer o padrão
A Apple nos inspira pela ambição de repensar uma categoria e pelo cuidado necessário para transformar uma grande ideia em uma experiência que as pessoas amam.
Queremos trazer essa ambição para a educação.
Aqui, uma Aceleração começa com uma visão do que o aluno poderá realizar. Essa visão orienta nossas escolhas e merece ser defendida em cada detalhe, desde a primeira missão até a apresentação do projeto final.
Queremos um time que tenha prazer em construir, curiosidade para investigar e liberdade para propor. Pessoas que se envolvam com o produto a ponto de perceber uma instrução confusa, uma oportunidade de ensinar melhor ou um detalhe que pode tornar a experiência especial.
As melhores conversas acontecem diante do que estamos criando. Mostramos, experimentamos, fazemos perguntas e refinamos. Uma ideia ganha força quando conseguimos demonstrar como ela melhora a vida de quem aprende.
O orgulho de mostrar o que construímos
Cada nova Aceleração merece um momento de apresentação ao time. Mostramos a experiência, o caminho do aluno e o resultado que o produto foi preparado para desenvolver.
As melhorias também ganham visibilidade. Comparamos versões, observamos o que ficou mais claro e reconhecemos as escolhas que ajudaram o aluno a avançar.
Queremos que cada pessoa reconheça sua contribuição no produto e sinta vontade de torná-lo ainda melhor.
O cuidado de Aprendizagem, a qualidade dos especialistas e a consistência de Programas precisam ser percebidos como uma única experiência.
Queremos criar a Aceleração que os alunos desejam viver e que nós temos orgulho de assinar.
09 / Manual do cargo
Da cultura à execução
A cultura inspira o padrão. O método organiza o trabalho. A matemática mostra o ritmo. O POP ensina a execução.
Leitura estimada: 4 minAplicação: 60 min para montar quadro e matemática
Quem responde por este trabalho no M1
Coordenador; CEO aprova contratação e condições. Situação do cargo: 1 interno. Atribuições especializadas permanecem com o profissional habilitado. Consulte a matriz de responsabilidades quando o POP mencionar uma função futura.
Para passar o trabalho, registre responsável, objeto/versão, destinatário, prazo, aceite e tratamento da exceção. O pipeline integrado conecta as passagens aos POPs completos.
No M1, o CEO acumula as responsabilidades de direção e gerência ainda não implantadas. Programas coordena a execução das turmas; a Designer responde pelo produto de aprendizagem completo; a Coordenação confirma e prepara os mentores externos; Evolução acompanha a execução do aluno. Atribuições futuras deste manual orientam o desenvolvimento da estrutura e não comprovam contratação atual. Confira a estrutura e as responsabilidades do M1.
Um bom dia de trabalho começa com clareza
Você precisa saber qual resultado busca, o que está em andamento e qual próximo movimento faz diferença. O método ajuda a transformar essa intenção em trabalho visível. Assim, você usa sua autonomia para decidir e consegue pedir ajuda com contexto.
O método deste cargo
Funil de especialistas para formar capacidade. Quadro de agenda e qualidade para sustentar a atuação.
Kanban é um quadro que mostra por onde o trabalho passa. Cada cartão representa uma unidade concreta: oportunidade, conta, aluno, entrega, missão ou candidato. Um funil mostra o avanço até uma decisão. Em produto, ciclos curtos permitem construir uma parte utilizável, testar e melhorar antes de ampliar.
Quando um cartão pode avançar
Etapa
Evidência para avançar
Perfil necessário
Produto, competências e janelas de atendimento definidos.
Especialista identificado
Evidências iniciais e contato profissional disponíveis.
Teste
Prova técnica e explicação didática realizadas.
Calibração
Avaliação de amostras convergiu com os critérios do programa.
Disponível
Agenda e condições confirmadas.
Alocado
Turma e compromissos aceitos, com cobertura definida.
Em desenvolvimento
Atuação acompanhada e melhorias verificadas.
O que vai em cada cartão
Identificação, resultado esperado, estado atual, próxima ação, responsável, prazo, impedimento e evidência. Quando alguém precisa continuar, escreva o contexto de que essa pessoa precisa. O cartão avança pela mudança real, e não porque uma mensagem foi enviada.
A matemática do seu trabalho
Exemplo: 90 correções com média observada de 20 minutos exigem 30 horas. Somando 6 horas de reavaliação, 6 de encontros e 4 de preparo, a demanda é 46 horas. Se há 3 mentores com 12 horas realmente disponíveis cada, a oferta é 36 horas. Faltam 10 horas. Negocie agenda ou obtenha cobertura qualificada antes de aceitar mais uma turma.
Os números do exemplo ensinam a fazer a conta. Substitua as hipóteses pelas taxas e pelos tempos observados na Mobflix. Volume no período, quantidade parada na etapa e capacidade de atendimento são medidas diferentes.
Como fazer caber
Capacidade depende de tema, domínio, didática e disponibilidade na janela certa. Um excelente mentor livre na terça não cobre sozinho as correções de sábado. Conte separadamente disponibilidade declarada, confirmada, já alocada e reserva.
Seu ritmo de decisão
No começo do dia, confira compromissos que vencem, itens bloqueados e o trabalho que mais aproxima o resultado.
Antes de iniciar algo novo, veja o que pode concluir ou destravar. Trabalho demais aberto faz todo mundo esperar.
Ao terminar um contato ou uma entrega, atualize a próxima ação e confirme a passagem.
Na revisão da semana, leia o gargalo, escolha uma melhoria e observe seu efeito no ciclo seguinte.
Quando o placar pede uma ação
Notas divergentes para o mesmo trabalho pedem calibração. Explicação difícil pede treino com observação. Falta de agenda pede cobertura. Domínio técnico insuficiente pede retirada daquele escopo até validação. A intervenção acompanha a causa.
Autonomia para fazer acontecer
Execute as decisões cobertas pelo produto vigente, pelos critérios, pelo POP e pelos limites já autorizados. Quando surgir uma exceção, reúna o fato, o impacto, as alternativas e sua recomendação. Envolva quem domina a decisão: Programas no funcionamento da Aceleração, Coordenação na aptidão do Mentor e Pessoas nas questões de equipe.
Mudanças de promessa, preço, orçamento, vínculo ou padrão técnico crítico seguem a alçada da empresa. Se um limite ainda não estiver publicado, a pessoa responsável organiza a decisão uma vez e registra a orientação para os próximos casos. Nenhuma rotina precisa voltar ao fundador quando já existe um critério aplicável.
Capacidade e responsabilidade na estrutura vigente
Até 20 turmas simultâneas por coordenador é referência de planejamento, condicionada às horas, à complexidade, às correções, à produção editorial e à cobertura confirmadas.
Responsável pela coordenação do cargo: CEO no M1; Líder de Mentores quando implantado. Previsão de oito semanas acima de 85% da capacidade aciona preparação de reforço, com demanda e orçamento conferidos.
10 / Manual do cargo
POP
Passos explicados, conversas completas, decisões, modelos preenchidos e uma conferência para cada tarefa.
Leitura estimada: 109 minAplicação: Prática contínua e simulações dos 10 dias
Encontre a orientação
A oferta vigente reúne a coleção editorial completa e o acompanhamento humano no mesmo pacote. A autonomia do material é didática: o aluno encontra a instrução essencial sem depender da live, e continua recebendo o acompanhamento incluído. A passagem registra o pacote e a turma contratados.
Uma tarefa inteira, do começo à conferência
Constrói uma rede de especialistas que domina o tema, sabe ensinar, avalia com consistência e está pronta para atender as janelas reais das turmas.
Escolha o procedimento pela situação que precisa resolver. Leia os passos, acompanhe a demonstração e use o registro preenchido como referência. Depois aplique ao caso real, conferindo as informações e as condições antes de agir.
Os diálogos mostram uma boa execução possível. Personalize nomes e contexto; escolha a resposta a partir do que a pessoa realmente disse.
Os casos, nomes e números de treinamento são fictícios. A oferta, a agenda, os critérios e as condições reais vêm das referências vigentes.
Quando a resposta ou o resultado mudar, use as alternativas do procedimento. Se a situação não estiver coberta, preserve o trabalho, descreva a evidência e acione o apoio indicado.
Só encerre depois da conferência. Enviar mensagem, assistir ao vídeo ou repassar uma tarefa não comprova que a pessoa conseguiu continuar.
Prepare seu lugar de trabalho
Use as ferramentas oficiais já adotadas pela Mobflix: o registro do cargo, a versão do produto, o calendário da edição e os canais autorizados. O nome da ferramenta pode mudar; as informações e os critérios do procedimento permanecem. Se faltar acesso ou uma referência essencial, peça ao responsável atual e confirme a abertura antes de atender o caso.
Como demonstrar que está pronto
Cada procedimento termina com um caso para praticar, resposta de referência e erro que exige refazer. Execute antes de olhar a resposta. Quem acompanha o preparo observa sua decisão, seu registro e a conferência. Autonomia é liberada pela competência demonstrada, dentro do escopo; decisões técnicas especializadas exigem uma pessoa apta para avaliá-las.
POP 1 · Encontrar o perfil de mentor que o produto precisa
Resultado esperado
Definir o trabalho antes de procurar a pessoa. Um perfil claro melhora a busca, torna a prova justa e evita contratar alguém para uma função diferente da que imaginou.
Quando usar
Antes de iniciar uma busca, ampliar a cobertura ou preparar alguém para outro produto.
Informações necessárias e preparação
Abra o produto vigente, o Manual do Mentor, as missões, os critérios e a previsão de turmas de Programas. Consulte quem já está no banco e quais atividades essas pessoas assumiram.
Passo a passo
1. Comece pelo resultado que o aluno precisa demonstrar
Leia o projeto final e percorra as semanas. Em cada etapa, pergunte: o que o aluno fará, que erros podem impedir o avanço e o que o mentor terá de reconhecer? Um nome de software é amplo demais para orientar a busca.
Na Aceleração Revit, por exemplo, orientar o início do arquivo e avaliar a documentação final exigem competências que precisam ser verificadas. Um portfólio de renderizações não demonstra, sozinho, que a pessoa consegue investigar problemas no arquivo e orientar essas entregas.
Se faltam critérios ou material essencial, registre a lacuna com Programas para o Design concluir. Você pode mapear especialistas enquanto isso; a prova final precisa refletir o produto que será operado.
2. Transforme cada expectativa em algo que possa observar
Expectativa vaga
O que observar na seleção
Domina o assunto.
Abre o arquivo, explica decisões próprias, identifica a causa de um problema e confere o efeito da correção.
Tem boa didática.
Descobre onde o iniciante parou, explica com palavras que ele entende e observa uma nova tentativa.
Avalia bem.
Usa o critério publicado, aponta a evidência e distingue entrega incompleta de informação insuficiente.
É comprometido.
Entende todas as atividades, apresenta disponibilidade real, cumpre os combinados do processo e avisa impedimentos.
Combina com a Mobflix.
Trata dúvidas com respeito, recebe feedback, reconhece limites e ajuda o aluno a executar o próprio trabalho.
Separe competência de entrada e aprendizagem do onboarding. O domínio da especialidade deve aparecer na prova técnica. O candidato ainda não precisa conhecer a sigla CLARO, os estados do painel ou o formato interno: isso será ensinado e praticado antes de assumir.
3. Preencha a necessidade para outra pessoa conseguir buscar
Campo
Exemplo preenchido
Produto e escopo
Aceleração Revit; atuar nas etapas previstas no produto vigente, do início do projeto à apresentação final.
Participantes
30 participantes previstos nesta turma; confirmar ocupação final com Programas.
Trabalho
Preparar e conduzir a live; executar o checkpoint quando designado; examinar entregas; orientar correções; reavaliar; registrar pendências e padrões.
Evidência de entrada
Projeto autoral ou participação delimitada; demonstração no arquivo; prova de diagnóstico, devolutiva e orientação ao iniciante.
Preparação posterior
Conhecer produto e método; aplicar critérios; simular cinco perfis; testar acesso e passagem à Gestora.
Agenda
Janelas de cada atividade fornecidas por Programas; disponibilidade ainda será confirmada individualmente.
Decisão
Coordenação decide aptidão com apoio técnico quando necessário; Pessoas formaliza o vínculo.
A ficha fica junto ao processo seletivo. Se o escopo mudar, atualize a necessidade e explique a mudança aos candidatos que já estão em conversa. Assim ninguém descobre no fim que a função inclui trabalho que não foi apresentado.
4. Veja se precisa captar, preparar ou reorganizar
Consulte o banco por produto e atividade. Há alguém apto sem turma? Alguém qualificado que ainda precisa aprender o método? Há choque de horários que pode ser resolvido sem contratação? Veja o trabalho completo, inclusive reenvios de turmas que estão terminando.
Exemplo: existem dois mentores de Revit. Um está ocupado; o outro pode conduzir o encontro, mas não corrigir na janela necessária. A necessidade é cobertura de correções. Abrir uma busca genérica por “mais um professor de Revit” pode trazer exatamente a mesma limitação.
5. Defina prioridade e próximo compromisso
Informe a Programas qual necessidade vem primeiro, até quando precisa de solução e quais etapas ainda faltam. Use o tempo observado de busca, prova e preparo para planejar. Se ainda não há histórico, mantenha uma estimativa explícita e atualize à medida que aprende.
Saída de exemplo: “A turma prevista precisa de cobertura para análises e reenvios. Vou testar candidatos para esse escopo e confirmar disponibilidade. O encontro já tem mentora preparada. Até concluir prova, formalização e aceite, a fila de correções continua descoberta.”
Evidência de conclusão
A necessidade tem produto, competências, atividades, evidências, agenda a confirmar e prioridade. A busca começa pelo trabalho que precisa ser entregue.
Aprofunde as decisões que fazem diferença
Descreva o especialista pelas tarefas que precisa demonstrar
Leia projeto final, missões e critérios. Liste problemas que o Mentor deverá diagnosticar, decisões que explicará, entregas que avaliará e atividades da agenda. Separe domínio técnico de entrada do método Mobflix que será ensinado. Se você não consegue validar uma competência especializada, obtenha avaliador apto para essa parte.
Converta a necessidade em uma busca específica
Defina produto, escopo, prova, agenda e cobertura. Exemplo: pessoa capaz de avaliar documentação no arquivo e orientar a correção, com janela de análises e reenvios, além de encontro. “Professor de Revit” sozinho não define a necessidade.
Demonstração completa · caso fictício de treinamento
O portfólio impressionante não respondia à vaga
A situação
O candidato tem imagens bonitas de projetos, mas a necessidade é diagnosticar arquivos, corrigir entregas e explicar decisões a iniciantes.
O raciocínio por trás da ação
A busca deve usar evidência do trabalho necessário. Prestígio ou estética do portfólio não comprovam avaliação nem didática.
01Coordenação
Programas, quais entregas essa turma precisa avaliar e em que janela?
02Programas
Modelo e documentação do escopo vigente, correções e reenvios, além dos encontros previstos.
03Coordenação
Vou pedir demonstração no arquivo, diagnóstico de um erro e orientação a um iniciante. A disponibilidade precisa incluir as correções, não apenas a live.
04Ficha
Entrada técnica: explicar decisões próprias e conferir resultado no arquivo. Didática: investigar antes de demonstrar e observar nova tentativa. Método: aprender produto, rubrica, registros e passagem a Evolução.
05Decisão
Se o candidato só aceita encontros, não cobre esta necessidade completa. Registrar escopo possível sem tratá-lo como cobertura integral.
O que este caso comprova
O perfil torna a busca e a prova coerentes com a experiência que o aluno receberá.
Quando o caso muda
Se acontecer diferente, decida assim.
O produto ainda não tem critério suficiente
O que fazer. Pedir complemento a Programas e Design antes da prova final.
Precisamos saber qual evidência o Mentor deverá avaliar para testar a competência correta.
O que conferir. Prova ligada ao produto validado.
Há especialista apto apenas para parte do escopo
O que fazer. Registrar essa aptidão limitada e avaliar composição de cobertura com Programas.
Você pode cobrir esta atividade; as demais ainda precisam de alguém apto.
O que conferir. Capacidade não extrapola o escopo demonstrado.
Registro para usar na tarefa
Necessidade de mentor
Preencha no registro oficial do cargo. Substitua os dados de treinamento pelos fatos do caso e mantenha visível o que ainda não foi confirmado.
Modelo para preencher
Produto/versão:
Entregas e problemas a avaliar:
Competências técnicas de entrada:
Didática a observar:
Método a ensinar:
Atividades e janelas:
Prova e avaliador apto:
Cobertura necessária:
Exemplo preenchido
Revit, versão vigente. Avaliar modelo e documentação previstos, orientar correções e reavaliar. Prova: abrir arquivo, diagnosticar divergência e ensinar conferência. Agenda inclui preparo, checkpoint quando designado, live de 60 minutos, análises e reenvios conforme a regra publicada. Aptidão técnica validada por especialista quando necessário; método ensinado antes da atuação.
Confira antes de encerrar
A ficha descreve trabalho e evidência.
A agenda inclui atividades fora da live.
Julgamento técnico tem avaliador apto.
Pratique antes de assumir
Agora faça em outro caso.
Situação
Um especialista aceita apenas uma palestra mensal.
Sua tarefa
Ele cobre a função de Mentor da turma?
Depois de tentar, confira a resposta
Resposta de referência
Não integralmente. Registrar o escopo possível e manter descoberta a orientação e avaliação que faltam.
Erro que exige refazer. Confundir disponibilidade de palestra com cobertura da Aceleração.
POP 2 · Encontrar e conversar com especialistas
Resultado esperado
Manter uma busca que encontre especialistas capazes de orientar alunos, incluindo bons profissionais que não são conhecidos nas redes.
Quando usar
Em blocos recorrentes da semana e sempre que o mapa de capacidade mostrar uma lacuna futura. Dê continuidade aos contatos e provas já iniciados.
Informações necessárias e preparação
Abra a necessidade do POP 1 e consulte o banco com Pessoas para evitar abordagens duplicadas. Escolha o produto, a competência e a janela de atuação que quer investigar.
Passo a passo
1. Procure onde o trabalho aparece
Use a entrega desejada para montar a busca. Combine produto + tarefa + sinal de ensino. Para Revit, experimente termos como “Revit documentação projeto residencial”, “Revit revisão de projeto” e “Revit professor”. Mude a busca se estiver encontrando somente imagens bonitas ou aulas de comandos isolados.
Onde procurar
Como procurar e o que abrir
LinkedIn e páginas de escritórios
Busque profissionais que descrevem modelagem, documentação, coordenação ou treinamento no tema do produto. Abra projetos, publicações e trajetória; descubra qual parte do trabalho foi da pessoa.
YouTube
Busque uma tarefa do produto. Assista a um trecho de explicação e à resposta a uma dificuldade. Observe se a pessoa explica decisões, reconhece erros e verifica resultados.
Instagram e portfólios
Procure projetos, bastidores e explicações. Abra mais de um trabalho. Um perfil visual forte vira hipótese de competência; o processo e a autoria ainda precisam ser conferidos.
Comunidades técnicas e eventos
Observe quem ajuda a resolver problemas e explica o raciocínio. Use contatos profissionais disponibilizados ou apresentações consentidas. Siga as regras do espaço.
Universidades e grupos de ex-alunos
Busque docentes, monitores e profissionais indicados por quem aprendeu com eles. Confira experiência prática além da experiência de sala de aula.
Indicações do time e dos próprios mentores
Peça nomes com uma situação concreta: quem orientou bem, em qual tarefa e qual evidência pode ser compartilhada.
Procure por mais de uma fonte. Um especialista excelente pode publicar pouco; alguém conhecido pode não querer acompanhar entregas. A audiência não entra como critério de aptidão para mentoria.
2. Faça uma leitura rápida com perguntas certas
Filtro
Sinal que permite avançar
O que ainda precisa conferir
Aderência técnica
Mostra trabalhos ligados às entregas da Aceleração.
Abre o arquivo e explica decisões, limites e contribuição autoral.
Capacidade de ensinar
Explica uma dificuldade e responde com clareza.
Consegue orientar alguém que não entendeu e conferir a tentativa.
Interesse no papel
Demonstra interesse em acompanhar projetos.
Aceita analisar, devolver, reavaliar e registrar, além dos encontros.
Disponibilidade
Indica janelas compatíveis em princípio.
Todas as atividades cabem junto aos compromissos atuais.
Confiabilidade
Mantém uma conversa clara e cumpre retornos combinados.
Esse comportamento se mantém nas provas, no preparo e na atuação.
Marque “evidência encontrada”, “precisa conferir” ou “sem aderência nesta necessidade”. Perfil incompleto pede uma pergunta; contradição confirmada com uma exigência essencial pede encerramento. Não elimine alguém por não ter um portfólio público se puder demonstrar trabalho autorizado na prova.
Exemplo: Camila mostra documentação e explica revisões; vale conferir autoria e agenda. Rafael tem ótimas imagens, mas nenhum processo; peça um exemplo antes de presumir domínio. Bruno foi indicado por um ex-aluno e publica pouco; a boa orientação relatada justifica conhecê-lo, não selecioná-lo sem prova.
3. Registre a hipótese antes de abordar
Ficha curta: nome; contato profissional; origem e link; produto; evidência observada; dúvida principal; estado da conversa; última ação; próximo passo e data. Escreva “explica revisão de prancha no vídeo indicado; autoria e disponibilidade a confirmar”, em vez de “parece bom”.
Estados úteis: mapeado → conversa → entrevista → prova → selecionado para preparo → apto por produto → agenda confirmada. “Retomar depois”, “sem aderência” e “retirado da atuação” preservam o contexto. Nomes em conversa não entram no mapa de cobertura.
4. Abra uma conversa ligada ao trabalho da pessoa
Coordenador
Oi, Camila! Vi sua explicação sobre como revisou as pranchas daquele projeto em Revit. Gostei de como mostrou o motivo dos ajustes. Na Mobflix, estamos procurando quem possa orientar alunos enquanto eles desenvolvem um projeto. Faz sentido eu te contar o formato?
Camila
Faz. Seria gravar um curso?
Coordenador
É acompanhar uma turma de Aceleração: orientar encontros, analisar entregas e ajudar os alunos a corrigir. Você recebe missões, materiais, critérios e o Manual do Mentor prontos. Já fez algo parecido ou tem vontade de desenvolver essa parte?
Camila
Já dei aula, mas nunca nesse formato.
Coordenador
Podemos olhar um trabalho seu e fazer uma simulação dessa orientação. Também vou te mostrar a agenda e as atividades, para entendermos se faz sentido para você.
A mensagem deve conter uma observação verdadeira. Se veio de indicação, use a indicação: “A Beatriz comentou que você ajudou a equipe a entender documentação em Revit. Posso te explicar uma oportunidade de mentoria?”
5. Faça a triagem antes de agendar uma prova
Pergunte o que a pessoa gostaria de fazer, qual trabalho demonstra a especialidade, o que realizou nesse trabalho e como já ajudou alguém a aprender. Apresente o ciclo completo da turma e as janelas que precisam de cobertura. Pergunte onde existe compatibilidade e onde existe restrição.
Coordenador
Além dos encontros, temos análise das entregas e reavaliação depois das correções. Olhando a sua rotina atual, quais dessas atividades você conseguiria assumir e em quais janelas?
Se a pessoa só quer gravar aulas, esclareça o escopo uma vez. Havendo incompatibilidade, encerre com respeito: “Entendi. Esta necessidade inclui acompanhamento de projetos. Vou registrar seu interesse em produção de conteúdo para um contexto em que isso faça sentido.”
Questões de condições de contratação seguem a referência autorizada e Pessoas. Apresente o processo e combine quando a pessoa receberá retorno; uma boa seleção também precisa ser uma boa experiência para quem participa.
6. Acompanhe a conversa e aprenda com as respostas
Ao combinar uma data, registre e retome o tema exato: “Você ia conferir se consegue assumir as análises além dos encontros. Conseguiu olhar?” Se não houve combinado, faça um retorno contextual e permita encerrar. Recusa clara encerra a insistência.
Se muitas pessoas entendem que é gravação, a abordagem está pouco clara. Se quase todos recusam a agenda, reveja com Programas a necessidade e com Pessoas as condições apresentadas. Se os perfis não demonstram a competência, mude termos, fontes e evidências buscadas.
Saída preenchida: Camila; origem explicação pública de documentação; contribuição autoral relatada, a conferir; interesse em acompanhamento confirmado; agenda de correções a validar; entrevista combinada; prova ainda não aplicada. Próxima ação: receber um exemplo autorizado e conversar sobre as decisões do projeto.
Evidência de conclusão
Cada contato tem uma razão para avançar, uma dúvida a resolver ou um encerramento claro. Você sabe quais fontes estão trazendo profissionais compatíveis e o que fazer em seguida.
Aprofunde as decisões que fazem diferença
Procure evidência de prática e explicação
Pesquise profissionais em comunidades da especialidade, LinkedIn, portfólios, eventos, publicações e indicações técnicas. Observe autoria, raciocínio e capacidade de explicar. Registre onde encontrou o trabalho e que competência parece demonstrar; a seleção ainda precisará confirmar.
Apresente o trabalho inteiro na primeira conversa
Explique que o produto já está desenhado e o Mentor conduz encontros, orienta e corrige segundo critérios. Pergunte interesse, experiência e disponibilidade para o conjunto. Um bom convite descreve desafio e próxima etapa, sem vender uma função diferente.
Demonstração completa · caso fictício de treinamento
Uma abordagem que atrai pelo trabalho real
A situação
Você encontrou Daniela explicando decisões de documentação num conteúdo técnico público.
O raciocínio por trás da ação
O conteúdo é um sinal relevante. A abordagem precisa reconhecer algo específico e convidar para uma avaliação, sem declarar competência antes da prova.
01Coordenação
Daniela, vi sua explicação sobre conferir documentação e gostei de como você mostra a decisão no arquivo. Na Mobflix, buscamos mentores para orientar projetos numa Aceleração já desenhada. Posso te explicar o escopo?
02Daniela
Sim. Seria gravar aulas?
03Coordenação
A função principal é preparar e conduzir a live, analisar entregas, orientar ajustes e avaliar pelos critérios do produto. O Mentor conduz o checkpoint quando for nominalmente designado por Programas, com agenda e contrato confirmados pela Coordenação. O percurso e o Manual do Mentor orientam a atuação.
04Daniela
Tenho experiência com projetos, mas nunca usei o método de vocês.
05Coordenação
O método entra no preparo. Primeiro queremos conhecer seu domínio técnico e como ajuda um iniciante. Qual parte dos projetos apresentados você executou e consegue demonstrar?
06Daniela
Posso mostrar a documentação e explicar as decisões. Preciso conferir a janela das correções.
07Próximo passo
Enviar escopo e agenda real, explicar prova e condições autorizadas e combinar retorno. Não marcar disponibilidade confirmada antes da resposta.
O que este caso comprova
A candidata entende a função e chega à prova com expectativas corretas.
Quando o caso muda
Se acontecer diferente, decida assim.
O portfólio tem autoria compartilhada
O que fazer. Pergunte contribuição específica e peça demonstração correspondente.
Que decisões e partes do arquivo foram suas? Vamos focar a conversa nessa contribuição.
O que conferir. Autoria delimitada sem presumir fraude.
O especialista tem técnica, mas rejeita orientar iniciantes
O que fazer. Investigue interesse e explique a experiência; se incompatível, encerrar para esse papel.
A função exige acompanhar a tentativa e a correção. Se esse trabalho não faz sentido para você, prefiro esclarecer agora.
O que conferir. Aderência real ou encerramento respeitoso.
Registro para usar na tarefa
Contato com especialista
Preencha no registro oficial do cargo. Substitua os dados de treinamento pelos fatos do caso e mantenha visível o que ainda não foi confirmado.
Modelo para preencher
Pessoa e fonte:
Trabalho observado:
Competência a confirmar:
Escopo explicado:
Interesse e agenda:
Condições comunicadas:
Prova/retorno combinado:
Exemplo preenchido
Daniela / conteúdo técnico. Sinal: explica decisões de documentação. A confirmar: autoria, diagnóstico e didática. Escopo completo apresentado. Interesse sim; agenda de correções pendente. Próximo: receber agenda e prova com critérios antes de confirmar participação.
Confira antes de encerrar
A abordagem usa uma razão verdadeira.
O especialista conhece todo o escopo.
O registro distingue sinal e competência demonstrada.
Pratique antes de assumir
Agora faça em outro caso.
Situação
A pessoa tem muitos seguidores e nenhum arquivo ou decisão técnica demonstrável.
Sua tarefa
Qual próximo passo?
Depois de tentar, confira a resposta
Resposta de referência
Pedir evidência pertinente e aplicar prova técnica e didática; seguidores não substituem avaliação.
Erro que exige refazer. Aprovar pela reputação social.
POP 3 · Testar domínio técnico e capacidade de ensinar
Resultado esperado
Ver o candidato fazer o trabalho que terá de realizar. Entrevista ajuda a entender a experiência; demonstração permite observar se consegue avaliar, explicar e conferir uma nova tentativa.
Quando usar
Depois da triagem do POP 2, antes da seleção. Use também para verificar uma competência nova de alguém que já atua em outro produto.
Informações necessárias e preparação
Abra o portfólio e as respostas anteriores. Separe missão, critérios e exemplo de entrega do produto pronto, usando material fictício ou autorizado. Combine quem avaliará a parte técnica e explique ao candidato o formato da prova. Para candidatos da mesma necessidade, mantenha situações comparáveis.
Passo a passo
1. Entrevista: sair da resposta genérica
Comece pelo portfólio que a pessoa apresentou. Pergunte: “Qual era o objetivo? O que você recebeu? O que você produziu? Qual decisão foi sua? O que deu errado? O que precisou corrigir?” Depois peça a parte do material que sustenta a resposta. Se o trabalho for coletivo, reconheça o contexto e delimite a contribuição. Não transforme participação em autoria integral.
Coordenador
Qual resultado você mais se orgulha de ter ajudado um aluno a alcançar?
Candidato
Meus alunos sempre elogiam minha didática.
Coordenador
Consegue escolher um caso? O que essa pessoa não fazia antes, qual foi a sua orientação e o que ela conseguiu fazer depois?
Candidato
Uma aluna não conseguia organizar o projeto. Fiz uma aula de revisão e depois ela terminou.
Coordenador
Onde ela estava travando? Como você descobriu? Você viu uma nova execução dela ou soube da conclusão pelo relato?
Aprofundar não é encurralar. É distinguir intenção, ação e evidência. Se a pessoa não tiver experiência docente, peça um episódio em que ajudou colega ou equipe e deixe a prova didática mostrar o restante. Ausência de experiência anterior não vira reprovação automática quando a competência pode ser demonstrada.
Pergunte sobre um erro próprio: “Qual orientação sua já precisou ser revista?” Observe se reconhece limite, investiga e corrige ou atribui todo insucesso ao aluno. Pergunte também: “Se você não souber responder uma questão na hora, o que faz?” Espera-se que preserve a confiança sem inventar uma resposta: declare o ponto, busque a fonte ou o especialista adequado e combine retorno dentro da operação.
Roteiro comum de entrevista
Faça as mesmas perguntas centrais aos candidatos dessa necessidade e aprofunde com base nas respostas. Explique que o propósito é entender como trabalham. Registre o que cada um fez antes de discutir impressões com o outro avaliador.
Pergunta
O que precisa aparecer
“Mostre um trabalho seu que se aproxima do projeto desta Aceleração. Qual parte foi feita por você?”
Autoria delimitada, decisões e evidência que possa ser aberta.
“Conte uma situação em que alguém não conseguiu seguir sua explicação. O que você percebeu e mudou?”
Dificuldade localizada, mudança de condução e nova execução observada.
“Quando precisou rever uma orientação sua, como descobriu e corrigiu?”
Reconhecimento do limite, verificação e reparo com quem recebeu a orientação.
“Se duas turmas precisarem de correções na mesma janela, como você confirmaria o que pode assumir?”
Volume, prazo e compromissos considerados; comunica a lacuna antes de aceitar.
“Que parte deste formato mais te interessa e qual exigiria preparo?”
Interesse real no trabalho e leitura honesta do próprio desenvolvimento.
Uma resposta vaga pede contexto: o que recebeu, o que fez, qual foi o efeito e onde podemos conferir. Uma resposta hipotética ensina como a pessoa pensa; a demonstração seguinte mostra o que ela consegue fazer.
2. Prova de correção: um caso completo
Use uma missão e os critérios que já existem no produto, com uma entrega fictícia ou autorizada. Exemplo didático: a etapa pede que os ambientes indicados na prancha correspondam à referência fornecida. O aluno troca uma identificação e pergunta: “Está pronto? Não sei mais o que olhar.” Entregue também a referência para que seja possível conferir a decisão. Na seleção real, o especialista verifica uma execução no arquivo do produto; o exercício textual abaixo serve para testar leitura e didática.
Entregue o pacote e peça quatro saídas: avaliação pelos critérios, evidência localizada, devolutiva ao aluno e forma de conferir a nova tentativa. Não dê a resposta durante a prova. Pergunte em seguida por que escolheu aquela prioridade e o que mudaria se o aluno não entendesse. Se o candidato encontrar uma ambiguidade no enunciado, registre o sinal; perceber uma falha real do teste pode demonstrar bom julgamento.
Uma resposta fraca: “Está quase bom, revise a prancha.” Ela não informa o critério, a localização da dificuldade nem a ação. Outra resposta fraca é devolver o arquivo já corrigido sem verificar o que o aluno entendeu. Pode produzir um documento mais bonito enquanto a pessoa continua dependente.
Uma resposta forte, neste exercício: “Na vista A, o elemento indicado não corresponde ao que aparece na vista B. O critério desta etapa pede essa correspondência. Compare as duas representações, localize o que gerou a diferença e ajuste a origem. Envie a nova versão e diga o que você alterou. Vou conferir se as duas vistas passaram a representar a mesma situação.” O especialista deve confirmar se essa orientação é tecnicamente adequada ao caso real.
Pacote pronto para praticar a avaliação didática
Este exercício textual permite treinar sem arquivo de software. Ele testa leitura de critério, devolutiva e julgamento; não certifica domínio técnico do produto. Entregue ao candidato os três cartões seguintes, um por vez. O colega representa o aluno. O avaliador conserva as respostas de referência até o fim da tentativa.
Cartão 1 : instrução e entrega: a missão exige que a prancha e a referência indiquem os mesmos ambientes. Referência fornecida: ambiente A identificado como Sala; ambiente B como Cozinha. Entrega fictícia do aluno: A identificado como Sala; B como Quarto. Mensagem: “Terminei. Posso avançar?” Tarefa do candidato: avaliar o critério, escrever a devolutiva e dizer que evidência pedirá. Não é necessário inventar nenhum comando técnico; o critério e a divergência estão integralmente no enunciado.
Referência do avaliador: A corresponde; B não corresponde. Ainda falta demonstrar o critério no ambiente B. Uma devolutiva útil aponta essa diferença, pede comparação e ajuste e solicita a nova versão. O candidato não precisa usar as mesmas palavras, mas não pode afirmar que aparência geral compensa a divergência. Se não localizar o erro, peça que explique como conferiu os dois ambientes, sem revelar a resposta.
Cartão 2 : dificuldade: o aluno diz “não sei o que é referência; copiei o que achei que estava certo”. A orientação precisa primeiro explicar que referência é o material-base com o qual ele deve comparar sua entrega. Depois peça que o aluno localize o ambiente B nos dois materiais e diga o que percebe. O colega deve responder conforme a orientação recebida. Se o candidato só repetir “corrija pela referência”, registre que não tratou a dúvida demonstrada.
Cartão 3 : nova tentativa: o aluno ajustou B para Cozinha. Em seguida recebe outro par: referência C como Dormitório; entrega C como Escritório. Peça que ele faça a comparação sem instrução de cada movimento. A evidência esperada é localizar a diferença e explicar o ajuste. Isso mostra aplicação da lógica em outra situação; repetir a resposta do cartão 1 não basta.
Exemplo fictício: Paulo afirmou que “a identificação pode ser qualquer uma, pois o que importa é o visual”, embora o critério exija correspondência. Ao ser questionado, recusou conferir o material. Registre o fato e a resposta. Sua decisão é que ele ainda não está apto a avaliar por essa referência; carisma não compensa a falha. Se houver nova oportunidade de prova, ele precisa demonstrar a mudança antes de assumir alunos.
Laura identificou o erro no ambiente B, explicou o que era material-base, esperou a comparação e verificou a situação C. Simplificou uma frase depois da dúvida. Sua decisão: a habilidade didática foi demonstrada nesse exercício; faltam a prova técnica do produto e o restante da preparação. O teste textual não comprova domínio de Revit.
Prova técnica real: prepare o pacote e observe o trabalho
Antes da liberação, o candidato precisa trabalhar no software e nos arquivos compatíveis com o produto. O teste textual acima não substitui essa etapa. Coordenação organiza a prova; um avaliador que domina a especialidade valida o diagnóstico e a solução.
Parte do pacote
Como preparar
Contexto
Escolha uma missão do produto, o resultado esperado, a versão da ferramenta e os arquivos necessários. Informe ao candidato escopo, duração combinada e ferramentas permitidas.
Trabalho de referência
Use um arquivo interno de treino ou autorizado, com decisões esperadas conferidas pelo especialista. Guarde uma cópia original e entregue cópias separadas.
Entrega a avaliar
Inclua uma parte correta, uma divergência relevante e uma informação insuficiente. O especialista documenta onde cada situação aparece e por que importa.
Tarefas
Pedir que abra e inspecione o arquivo, explique o raciocínio, demonstre um ajuste em cópia e confira o resultado. Depois escreve a orientação que enviaria ao aluno.
Nova situação
Prepare outra entrega que teste a mesma competência com uma variação. Assim é possível distinguir compreensão de repetição.
Registro
Guarde versão do pacote, arquivos produzidos, decisões por critério, observações do especialista e pendências.
Teste o pacote com o especialista antes de aplicá-lo. O arquivo abre? O enunciado permite decidir? A resposta de referência cobre as alternativas corretas? Se a ferramenta falhar ou a instrução estiver incompleta, corrija a condição e repita o trecho; isso não demonstra incapacidade do candidato.
Separe o que o candidato precisa saber ao entrar do que será ensinado pela Mobflix. Ele deve demonstrar domínio técnico e capacidade de orientar. O modo exato de registrar na ferramenta e o método interno entram no preparo. Não transforme familiaridade com a sua tela em medida de competência.
Na prova, observe se ele investiga antes de mudar, protege o que já está correto e confere o efeito. Se faz uma alteração que funciona só naquela vista, peça que demonstre a consistência nas evidências exigidas pelo produto. O avaliador técnico fundamenta a conclusão; o Coordenador não precisa fingir conhecimento que não tem.
3. Prova ao vivo: observar a leitura do iniciante
Explique que haverá interação: uma pessoa representará o aluno e poderá fazer perguntas. Use o mesmo caso ou uma etapa pequena do programa. Peça ao candidato que comece perguntando o que o aluno tentou. O observador deve anotar a pergunta, a resposta do aluno, a orientação e o que foi possível executar depois. Uma aula fluente sem tentativa do aprendiz não completa a prova.
Aluno simulado
Fiz como você mostrou, mas não entendi por que isso mudou.
Mentor candidato
Mostra qual parte você fez e em que momento o resultado ficou diferente.
Aluno simulado
Eu repeti os cliques. Quando fiz no outro trecho, não funcionou.
Mentor candidato
Vamos voltar ao ponto anterior. O que você estava tentando mudar? Me explica com suas palavras. Depois vamos testar só essa parte e observar o resultado.
Se o candidato acelerar a explicação, peça ao aluno simulado que diga “ainda não entendi”. Observe a reação. Ele repete a mesma fala mais alto? Usa termos ainda mais complexos? Abre espaço para identificar a dúvida? Assume tudo e executa pelo aluno? O objetivo é perceber como ajusta a condução diante de um obstáculo normal, sem criar uma provocação hostil.
4. Avalie sem esconder riscos numa média
Use três estados por competência: demonstrado, parcial e não demonstrado. Para cada estado, registre comportamento e evidência. Demonstração parcial significa que existe uma parte observável, mas falta outra importante. Não demonstrado pode significar erro ou ausência de oportunidade de observar; diferencie os dois no comentário. Se a prova não permitiu observar, não invente uma nota: prepare outra situação.
Domínio técnico: localiza a causa e sustenta a orientação correta? Avaliação: liga a decisão ao critério e ao trabalho apresentado? Didática: descobre o ponto de partida, explica com clareza e verifica a tentativa? Postura: escuta, trata a dúvida com respeito e reconhece limite? Organização: preserva versão, estado, próxima ação e prazo combinado? Essas são referências propostas de seleção, a serem aplicadas ao perfil real do produto.
Um erro técnico grave não é compensado por boa comunicação. Desrespeito ao aluno ou aprovação sem evidência também impedem considerar a pessoa pronta. Confirme a natureza técnica do problema com quem domina a área e decida a aptidão a partir dos fatos. Se a demonstração ficou incompleta, peça outra tentativa antes da decisão; não use a turma como teste.
5. Dois candidatos, duas decisões diferentes
Caso fictício A: Laura domina o arquivo, identifica o erro e pede nova versão, mas usa uma expressão que o iniciante não entende. Quando recebe essa informação, troca a explicação, pede tentativa e confirma avanço. Parecer: evidências técnicas e didáticas favoráveis; preparação deve incluir linguagem de iniciante e referência de avaliação do produto. Isso ainda depende de disponibilidade e formalização.
Caso fictício B: Paulo apresenta um excelente portfólio, corrige tudo sozinho e diz que “aluno precisa acompanhar”. Quando o iniciante não entende, responde que a pergunta já foi explicada. Parecer: execução técnica observada, didática e postura de acompanhamento insuficientes nesta prova. Ofereça, quando fizer sentido, uma nova simulação focada no comportamento; não coloque uma turma como laboratório para descobrir se ele mudará.
Os avaliadores preenchem seus registros antes de discutir. Compare evidências diferentes, não apenas conclusões. Se um avaliador escreve “comunicação excelente” e outro escreve “o aluno não conseguiu repetir a etapa”, abra o trecho que gerou ambas as leituras. O resumo final deve explicar a decisão e a incerteza restante. Uma impressão favorável sem evidência não encerra seleção.
Ficha preenchida: o que sustenta cada decisão
Dimensão
Laura
Paulo
Técnica
Abriu o arquivo de treino; explicou decisões; diagnóstico e correção confirmados pelo avaliador técnico.
Demonstrou execução técnica no trecho testado; resultado conferido pelo avaliador.
Avaliação
Relacionou a pendência ao critério, preservou o que estava atendido e pediu nova evidência.
Afirmou que o visual compensava um requisito obrigatório; manteve essa interpretação após abrir a referência.
Orientação
Descobriu o termo que o aluno não entendia; simplificou e observou a nova tentativa.
Executou pelo aluno e tratou nova pergunta como falta de atenção.
Disponibilidade
Informou janelas possíveis; confirmação por atividade ainda pendente.
Quer conduzir encontros, mas não demonstrou aderência ao acompanhamento necessário.
Decisão da Coordenação
Selecionar para preparo; confirmar agenda e formalização; liberar só após ensaio e calibração.
Não selecionar para esta atuação. Explicar os comportamentos observados; eventual nova prova exige disposição para mudar.
A ficha registra a situação desta prova, não um rótulo permanente sobre a pessoa. Se a evidência contradiz sua primeira impressão, mude a conclusão. Se dois avaliadores discordam, voltem ao trecho observado antes de decidir.
Evidência de conclusão
Há evidências de domínio, avaliação, didática, postura e organização, com os limites de cada prova. Você decide quem pode avançar à seleção do POP 4, quem precisa demonstrar algo mais e quem não atende à necessidade. Uma média favorável não apaga erro técnico ou postura prejudicial.
Aprofunde as decisões que fazem diferença
Prepare três partes de prova
1. Autoria e decisões: abrir trabalho próprio e explicar contribuição. 2. Diagnóstico e correção: analisar arquivo de treinamento com problema conhecido e critério validado. 3. Ensino e avaliação: orientar um iniciante simulado, produzir devolutiva e reavaliar uma versão. Use mesmas condições essenciais para candidatos ao mesmo escopo.
Pontue cada competência com evidência
Use 0: não demonstrado ou erro crítico; 1: demonstrado com ajuda/lacuna; 2: demonstrado sozinho e conferido. Técnica, respeito e integridade da avaliação são requisitos críticos. A decisão não pode compensar erro técnico grave com carisma. A régua deve ser validada por quem domina a especialidade.
Demonstração completa · caso fictício de treinamento
O candidato corrige a aparência e ignora a causa
A situação
O arquivo de prova tem uma vista que não corresponde ao título. O candidato renomeia rapidamente sem examinar o conteúdo.
O raciocínio por trás da ação
A prova precisa revelar diagnóstico e julgamento, não apenas velocidade no software. Uma correção aparente pode conservar o erro.
01Avaliador
O que você observou para decidir mudar o título?
02Candidato
O título estava diferente. Achei que bastava ajustar.
03Avaliador
Mostre qual conteúdo a missão pede e o que esta vista representa.
04Candidato
Agora percebi que a vista também não é a prevista. Preciso comparar o arquivo com a missão.
05Avaliador
Conclua a análise e explique a um aluno como reconhecer essa diferença antes de alterar.
06Aluno simulado
Então eu sempre troco a vista quando o título estiver errado?
07Candidato
Não. Primeiro compare conteúdo e objetivo. Se a vista é a correta, ajuste a identificação. Se não é, precisamos corrigir a vista conforme a missão. Vamos ver outro caso para você decidir.
08Nota
Diagnóstico inicial 1 por precisar de sondagem; explicação e variação avaliadas separadamente. Nova prova equivalente verifica se a decisão correta aparece sem ajuda. Não apagar a primeira evidência.
O que este caso comprova
A avaliação mostra lacuna, capacidade de aprender e necessidade de confirmação independente antes de atuar.
Quando o caso muda
Se acontecer diferente, decida assim.
Você não consegue julgar a resposta técnica
O que fazer. Acione especialista apto com caso, critério e registro; não dê nota por confiança da fala.
Preciso de validação especializada desta decisão antes de concluir a aptidão.
O que conferir. Parecer técnico vinculado ao escopo.
O candidato humilha o aluno simulado
O que fazer. Interrompa a conduta, registre fato e considere requisito crítico de respeito.
A orientação precisa permitir que o aluno aprenda e pergunte. Essa forma de resposta não atende ao padrão da função.
O que conferir. Decisão fundamentada sem normalizar humilhação.
Registro para usar na tarefa
Prova técnica e didática
Preencha no registro oficial do cargo. Substitua os dados de treinamento pelos fatos do caso e mantenha visível o que ainda não foi confirmado.
Modelo para preencher
Produto/escopo e versão:
Avaliador apto:
Tarefas e critérios:
Evidência por competência:
Notas e justificativas:
Ajuda oferecida:
Variação/reteste:
Erros críticos:
Decisão e limites:
Exemplo preenchido
Documentação. Diagnóstico inicial exigiu sondagem: nota 1. Explicação distinguiu causas e pediu variação: evidência positiva, ainda verificar sem ajuda em caso novo. Técnica validada por avaliador apto. Sem autonomia liberada antes do reteste. Carisma e rapidez não compensam causa não investigada.
Confira antes de encerrar
A prova cobre técnica, ensino e avaliação.
Notas apontam comportamentos observados.
Reteste usa caso diferente sem ditar a resposta.
Pratique antes de assumir
Agora faça em outro caso.
Situação
O candidato explica bem, mas aprova um projeto que viola critério crítico validado.
Sua tarefa
Qual decisão?
Depois de tentar, confira a resposta
Resposta de referência
Não liberar essa avaliação; investigar a causa, oferecer preparo adequado se cabível e exigir nova demonstração técnica.
Erro que exige refazer. Aprovar pela média ou pela didática.
POP 4 · Selecionar e preparar a entrada
Resultado esperado
Transformar a avaliação em uma decisão clara e preparar a pessoa para assumir o papel. Ser selecionado, ter vínculo formalizado e estar pronto para a turma são etapas diferentes.
Quando usar
Depois das provas do POP 3. Retome na entrada de um substituto ou quando um mentor passar a atuar em outro produto.
Informações necessárias e preparação
Reúna a necessidade, as demonstrações, a análise técnica, a agenda declarada e o interesse no formato. Confira com Pessoas quais passos de formalização estão concluídos. Use o produto pronto e seu Manual do Mentor para organizar a preparação.
Passo a passo
1. Decida com base no trabalho observado
Compare a necessidade com as provas. A pessoa domina a entrega? Orienta com respeito? Usa o critério fornecido? Confere se o aluno conseguiu executar? Quer assumir correções e reavaliações? Defina o que foi demonstrado e o que ainda precisa ser observado.
Você pode selecionar a pessoa para preparar a entrada, manter a decisão pendente por uma prova incompleta ou encerrar essa seleção. Diga o motivo em linguagem concreta. “Tem bom perfil” não permite entender a escolha. “Localizou o erro, explicou a causa e observou uma nova tentativa” permite.
Exemplo fictício: Laura teve domínio confirmado pelo especialista e conduziu bem a simulação. No início usou um termo difícil, mas simplificou e verificou outra situação. Você a seleciona para a preparação, com foco na linguagem de iniciante. Ainda precisa confirmar a agenda e acompanhar a formalização. Paulo recusou conferir um critério mesmo depois de a divergência ser mostrada; você não o seleciona para essa atuação.
2. Passe a decisão e o contexto a Pessoas
Envie o produto, as atividades, as evidências da seleção, a participação do avaliador técnico, a disponibilidade declarada e o que falta confirmar. Pessoas conduz condições, documentação e vínculo conforme o processo da empresa. Você continua responsável pelo preparo e pela aptidão para a turma.
Coordenador
Selecionei Laura para a preparação da Aceleração Revit. O domínio técnico foi conferido e ela demonstrou que consegue orientar e reavaliar. Vou trabalhar a linguagem para iniciantes. A agenda ainda precisa ser confirmada; não a contei como cobertura. Você pode seguir com a formalização e me informar o que faltar?
Pessoas
Posso. Preciso da lista de atividades e da disponibilidade que ela informou.
Coordenador
Vou completar com os encontros, análises e reenvios previstos no produto e conferir as janelas com ela. Assim você trata as condições com o escopo correto. Vou acompanhar o retorno antes de confirmar a atuação.
Se a candidata pedir uma condição que você não pode confirmar, encaminhe a pergunta e combine retorno. A formalização pendente permanece visível na agenda.
3. Apresente o produto pelo caminho do aluno
Use o Manual do Mentor para explicar promessa, resultado final, sequência das missões, materiais, critérios e papel de cada pessoa. Mostre como a semana se conecta: o aluno pratica, entrega, recebe orientação, corrige e avança. O mentor prepara a condução desse caminho; não recebe a tarefa de inventá-lo.
Coordenador
Abra a primeira missão. O que o aluno precisa produzir, que referência você usará para avaliar e o que acontece se ele precisar corrigir? Depois me mostre onde estão o roteiro do encontro e a próxima etapa.
Peça que a pessoa encontre e explique. Se ela apenas reconhece os links, continue a preparação. A resposta mostra se compreendeu o trabalho, sem exigir que decore o manual.
Conferência do Manual do Mentor
Use uma única versão publicada. Ela precisa permitir encontrar: resultado final, sequência semanal, pré-requisitos, missão, arquivos, entregas, critérios, erros esperados, orientação dos encontros e caminho de reenvio. Coordenação não reescreve esse produto; confere se o mentor consegue utilizá-lo e leva faltas a Programas.
Peça uma explicação com o manual aberto: “Se o aluno entregar incompleto na sexta, como você prepara o encontro e o que ele precisa corrigir depois?” Uma resposta útil diferencia a pré-entrega, a orientação, a nova tentativa e a aprovação pelos critérios. Depois a pessoa executa essa passagem no ensaio.
4. Teste acesso, correção e passagem
Peça que abra um material, encontre uma entrega de treino e localize onde registrará avaliação e reenvio. Se houver permissão ausente, passe o problema a Programas e teste novamente depois da correção. O envio de um link não comprova acesso.
Caso fictício pronto para ensaiar: o critério pede que a identificação corresponda à referência. Referência: ambiente B é Cozinha. Versão 1 de Ana: B é Quarto; o mentor pediu ajuste. Versão 2: B continua Quarto. Ana pergunta se já pode avançar. O prazo original permanece o mesmo. Peça à mentora que avalie a versão 2 e passe a situação ao colega que representa a Gestora.
Mentora
Ana, na versão 2 o ambiente B continua identificado como Quarto, enquanto a referência indica Cozinha. Compare esse ponto nos dois materiais, ajuste a identificação e reenvie. Vou conferir o mesmo critério na nova versão; os pontos que já estavam atendidos permanecem registrados.
Mentora para a Gestora de Evolução
Ana ainda precisa corrigir a identificação do ambiente B. A orientação foi enviada com o trecho e o que deve reenviar. Você pode conferir se ela entendeu e acompanhar a tentativa? A reavaliação técnica continua comigo.
Gestora de Evolução
Vou verificar a compreensão e o reenvio. Se a dúvida for sobre o critério, volto com a pergunta dela e a versão do arquivo.
Variação: a nova versão já identifica B como Cozinha. A mentora deve reconhecer que esse critério foi atendido, sem repetir automaticamente a cobrança anterior. Se faltam outras partes da entrega, avalia cada uma conforme a referência; não aprova o conjunto apenas por esse ajuste.
5. Confirme o que falta para começar
Conclua o treino do método e a calibração pelo POP 5. Se o mentor não aplica os critérios, ainda não está pronto. Se a dificuldade é acesso, resolva o acesso. Se não aceita uma atividade essencial, retome a seleção e a aderência ao papel. Para cada falta, diga o próximo passo e quando será conferido.
Depois confirme com a pessoa as atividades e a disponibilidade pelo POP 6. Informe Programas quando houver mentor apto, formalização concluída e agenda aceita. Se a data estiver próxima e alguma parte continuar faltando, organize outra cobertura; não declare prontidão pela urgência.
Evidência de conclusão
Seleção decidida e explicada, formalização acompanhada e preparação demonstrada ou pendência visível. Só apresente o mentor como disponível para a turma depois de confirmar aptidão, condições de atuação e aceite da agenda.
Aprofunde as decisões que fazem diferença
Reúna a decisão e os limites de aptidão
Registre produto, atividades demonstradas, lacunas e preparo necessário. Pessoas formaliza o vínculo e condições pela alçada vigente. Coordenação confirma agenda e prepara método. A pessoa não entra em turma só porque a seleção foi favorável.
Prepare entrada sem depender da memória de quem selecionou
Entregue manual, versão do produto, exemplos de avaliação, acessos, agenda de treinamento e critérios de liberação. O responsável pela preparação deve saber exatamente o que ainda precisa observar.
Preparar o Mentor para o pacote aprovado
A oferta vigente reúne a coleção editorial completa e o acompanhamento humano no mesmo pacote. A autonomia do material é didática: o aluno encontra a instrução essencial sem depender da live, e continua recebendo o acompanhamento incluído. A passagem registra o pacote e a turma contratados. Consulte os componentes na oferta única.
No programa de referência, os envios de sexta-feira entram até 23h59, com o carimbo de data e hora do sistema. Programas mantém a relação oficial e a fila atualizada depois da passagem de expediente. O Mentor avalia no sábado conforme escala confirmada; Evolução retoma na sua janela de trabalho, sem plantão implícito fora do expediente. Domingo, das 19h às 20h, ocorre a live de 60 minutos. Reenvios seguem a regra publicada da missão e da turma. Use a cadência operacional única.
Tempo
Condução da live de 60 minutos
5 min
Objetivo do encontro e situação da turma.
10 min
Erros comuns observados nas entregas.
25 min
Análise guiada dos projetos e demonstração do raciocínio.
15 min
Prática conjunta com observação da tentativa.
5 min
Síntese, próximos passos e próxima missão.
Demonstração completa · caso fictício de treinamento
Aprovada tecnicamente, ainda não pronta para a turma
A situação
Daniela demonstrou domínio e didática, mas não conhece a rubrica e a passagem a Evolução.
O raciocínio por trás da ação
Seleção confirma potencial e requisitos de entrada. Prontidão inclui método, critérios, acesso e agenda.
01Coordenação
Sua prova técnica foi favorável para este escopo. Agora vamos preparar a atuação na versão do produto e calibrar as avaliações.
02Daniela
Já posso assumir a live de domingo?
03Coordenação
Vamos confirmar isso depois do ensaio, dos acessos, da agenda e da calibração. Quero que você entre sabendo conduzir e avaliar o que foi prometido.
04Pessoas
As condições e formalização estão sendo concluídas pelo fluxo autorizado.
05Plano de entrada
Ler missão e Manual do Mentor, avaliar casos de referência, simular orientação e passagem, testar sala e arquivo, confirmar janelas.
06Decisão
Banco registra “técnica aprovada, preparação em andamento”. Só depois da demonstração passa a “apta para esta versão e atividades”.
O que este caso comprova
A contratação e a prontidão são acompanhadas sem colocar uma pessoa despreparada diante da turma.
Quando o caso muda
Se acontecer diferente, decida assim.
A data da turma chega antes do preparo
O que fazer. Manter cobertura já apta ou ajustar plano com Programas; não pular avaliação necessária.
A preparação ainda não concluiu. Esta responsabilidade precisa de cobertura confirmada.
O que conferir. Turma protegida e preparo com data.
A pessoa aceita apenas parte da agenda
O que fazer. Registrar escopo limitado e conferir composição de cobertura.
Sua disponibilidade cobre o encontro, mas ainda falta a janela de reenvios.
O que conferir. Nenhum compromisso contado sem aceite.
Registro para usar na tarefa
Entrada de mentor
Preencha no registro oficial do cargo. Substitua os dados de treinamento pelos fatos do caso e mantenha visível o que ainda não foi confirmado.
Modelo para preencher
Pessoa e escopo aprovado:
Evidências de seleção:
Lacunas de método:
Formalização com Pessoas:
Materiais e acessos:
Agenda de preparo:
Critérios de liberação:
Estado atual:
Exemplo preenchido
Daniela. Técnica e didática demonstradas no escopo de documentação. Preparação pendente: rubrica e passagem a Evolução. Pessoas acompanha formalização. Ensaios e acessos agendados. Estado: preparação em andamento; ainda não contar como cobertura integral da turma.
Confira antes de encerrar
Aptidão tem escopo definido.
Preparo usa as lacunas reais.
A liberação exige demonstração e condições de atuação.
Pratique antes de assumir
Agora faça em outro caso.
Situação
A pessoa assinou o acordo, mas ainda não acessou o produto.
Sua tarefa
Qual estado registrar?
Depois de tentar, confira a resposta
Resposta de referência
Formalização concluída e preparação pendente.
Erro que exige refazer. Classificar como apta só pelo vínculo.
POP 5 · Treinar o método Mobflix e calibrar a avaliação
Resultado esperado
Fazer o mentor ensinar com clareza e aplicar os critérios do produto de modo consistente. Ele pode adaptar a explicação ao aluno; a competência esperada e a regra de aprovação continuam sendo as que o produto definiu.
Quando usar
Antes da primeira atuação, ao entrar em outro produto, depois de uma mudança publicada ou quando a observação revelar dificuldade de ensino ou divergência de avaliação.
Informações necessárias e preparação
Abra o Manual do Mentor, a missão, os materiais, os critérios e a agenda da etapa. Use as mesmas referências que estarão disponíveis na turma. Separe um caso e uma variação para a prática; convide apoio técnico quando a especialidade exigir.
Passo a passo
1. Abra o manual e faça o mentor explicar a etapa
Peça que mostre o resultado da missão, o material que o aluno usa, o que deve entregar e os critérios que você conferirá. Depois pergunte como o encontro e a correção ajudam a chegar a esse resultado. Use o Manual do Mentor como referência; uma resposta diferente pode revelar que a pessoa ainda está imaginando outro formato.
Se faltar uma instrução, registre o ponto e leve a Programas para o Design esclarecer. O mentor pode explicar com exemplos mais próximos do aluno, mas não escolhe outro projeto, troca a sequência ou acrescenta regra de aprovação.
2. Treine o jeito Mobflix de ensinar
Use o método CLARO: conheça o ponto exato da dúvida; localize o que falta entender; aproxime do mundo do aluno; reduza a uma execução possível; observe o aluno executar. O mentor precisa praticar esses movimentos, não apenas repetir seus nomes.
Exercício fictício: a referência identifica o ambiente B como Cozinha e a entrega diz Quarto. O colega representa um aluno que copiou o nome sem entender para que serve a referência. O objetivo da mentora é fazê-lo comparar, corrigir e aplicar a mesma ideia em outra situação.
Mentora
Me mostra o que você usou para escolher esse nome. O que você comparou antes de enviar?
Aluno simulado
Copiei o que estava no meu arquivo. Não entendi por que precisava olhar o outro material.
Mentora
Esse outro material é a referência: ele mostra o que sua entrega precisa representar. Pense em conferir um endereço antes de enviar uma encomenda. Aqui vamos conferir se estamos dando o mesmo nome ao mesmo ambiente. Que nome aparece no ambiente B da referência?
Aluno simulado
Cozinha. No meu está Quarto.
Mentora
Você encontrou a diferença. Ajuste B para representar o mesmo ambiente e me mostre a nova versão. Depois me diga o que conferiu para saber que ficou correto.
Aluno simulado
Mudei para Cozinha e comparei o ambiente B nos dois materiais. Agora estão iguais.
Mentora
Agora faça outra comparação sem eu apontar o erro: a referência do ambiente C diz Dormitório e sua entrega diz Escritório. O que precisa fazer e por quê?
O observador confere se a mentora descobriu a confusão antes de explicar, deu sentido à comparação, pediu uma ação possível e viu a execução. Na variação, o aluno deve localizar C, ajustar para Dormitório e explicar a correspondência. Se a mentora fizer tudo pelo aluno, ainda falta observar autonomia.
No produto real, pratique com a etapa e os exemplos do manual. A linguagem pode mudar conforme a dúvida; o critério permanece. Quando o aluno disser “entendi”, peça que aplique e mostre. Uma fala de concordância não demonstra a habilidade.
3. Ensaie os cinco perfis antes de receber a turma
Separe uma missão, os critérios e uma entrega de treino. Cinco colegas representam os perfis abaixo; se houver menos pessoas, façam as cenas uma a uma. O mentor conhece o objetivo do exercício, mas não recebe a resposta de cada cena. Um observador registra fala, ação, tentativa do aluno e próximo passo.
Cena 1 · O aluno atrasado
Não consegui fazer a missão. Vim para a live, mas estou muito atrás.
O mentor descobre o que existe e o primeiro ponto técnico possível. Usa a atividade atual para orientar um começo viável e informa à Gestora o que falta acompanhar. O plano individual de tempo e retomada será combinado por ela; o mentor não muda o prazo oficial nem humilha o aluno.
Observe: ele localizou o ponto de partida? Indicou uma ação ligada à missão? A passagem diz o que precisa de apoio? Frase possível: “Me mostra o que conseguiu abrir. Vamos encontrar a primeira parte que você consegue executar; depois a Gestora combina com você a retomada completa.”
Cena 2 · O aluno perdido
Abri os arquivos, mas não sei o que tenho que entregar.
O mentor abre o enunciado com o aluno, aponta o resultado esperado e pede que ele explique a entrega com as próprias palavras. Mostra um exemplo previsto no produto e orienta o primeiro passo. Se descobrir ambiguidade real, registra para Programas resolver com Design.
Observe: o aluno terminou sabendo o que produzir, como conferir e onde enviar? Dizer “está tudo no material” não resolve a dificuldade que foi apresentada.
Cena 3 · O aluno avançado
Já fiz tudo isso. Quero que você ensine outra coisa.
O mentor confere a entrega pelos mesmos critérios e aprofunda o raciocínio: pede que a pessoa justifique uma decisão, investigue uma alternativa ou refine o próprio projeto dentro do escopo. Usa atividades opcionais somente quando previstas no produto. Preserva a agenda coletiva e leva interesse por nova evolução à Gestora.
Observe: ele reconheceu a capacidade sem presumir aprovação? Manteve o objetivo da turma? Frase possível: “Vamos conferir o que você já fez e por que escolheu esse caminho. Isso nos mostra o que ainda pode melhorar nesta missão.”
Cena 4 · O aluno que ocupa toda a conversa
Antes de ir para o próximo, deixa eu mostrar mais uma coisa do meu projeto…
O mentor acolhe a pergunta, escolhe o ponto útil para o objetivo do encontro e organiza o restante na fila de atendimento prevista. Dá espaço aos demais e confirma o próximo retorno para a questão individual. Não promete uma conversa extra que ninguém assumiu.
Observe: ele conseguiu distribuir a participação com respeito e manter uma próxima ação? Frase possível: “Vou fechar este ponto e ouvir quem ainda não participou. Sua outra dúvida ficou registrada; vamos tratá-la no canal e no retorno previstos para a turma.”
Cena 5 · “Não entendi nada”
Não entendi nada. Acho que isso não é para mim.
O mentor reduz a exposição, pergunta onde a pessoa conseguiu acompanhar e escolhe um ponto pequeno. Explica de outro jeito, demonstra quando necessário e deixa o aluno tentar. Pede evidência dessa tentativa antes de avançar. A Gestora recebe o contexto quando houver desânimo ou necessidade de acompanhamento individual.
Observe: ele encontrou uma dúvida específica, adaptou a explicação e viu o aluno agir? Repetir a aula inteira com mais termos técnicos não responde à situação.
Conferência do ensaio
Registro de exemplo: cena “não entendi nada”; mentor inicialmente repetiu a explicação; depois perguntou onde o aluno parou, abriu a referência e observou a comparação. Resultado: aluno localizou a diferença em uma segunda entrega. Decisão: habilidade demonstrada após apoio; repetir uma nova cena sem intervenção do observador antes da liberação.
Ao final, o mentor aponta quais dúvidas eram técnicas, quais pediam acompanhamento da Gestora e quais revelaram falha operacional ou de produto. Coordenação registra o que ficou demonstrado e o que precisa de nova prática. Assistir ao ensaio não equivale a conseguir conduzi-lo.
4. Faça avaliações independentes primeiro
Entregue o mesmo caso e peça que cada avaliador registre critério, evidência localizada, decisão e orientação. As pessoas preenchem antes de ouvir o colega. Isso evita que a opinião de quem tem mais experiência, cargo ou facilidade de falar vire a resposta do grupo. Se alguém não encontrou evidência suficiente, essa é uma conclusão legítima a investigar, não um convite para adivinhar.
Diferencie três situações: o critério foi atendido; o critério não foi atendido; faltam informações para decidir. O terceiro estado pede evidência complementar. Não deve virar aprovação por simpatia nem reprovação automática quando o material recebido não permite avaliar. Também registre quando a dificuldade nasceu de uma instrução incompleta dada ao aluno.
5. Abra a divergência pelo trecho exato
Caso fictício: a missão pede coerência entre duas representações e identificação dos elementos previstos. A aluna envia uma prancha visualmente organizada, mas uma identificação não corresponde ao arquivo. Mentor A aprova porque o conjunto está bom. Mentor B pede correção do critério pendente. Antes de discutir rigor, pergunte qual decisão cada um tomou, em qual parte do arquivo se apoiou e qual requisito usou.
Coordenador
Vamos separar aparência geral e critério obrigatório. A, qual evidência fez você considerar a identificação atendida?
Mentor A
Ela entendeu a lógica. É um detalhe pequeno.
Coordenador
Pode ser uma correção pequena, mas precisamos saber se o critério está demonstrado. B, mostra a divergência e o requisito correspondente.
Mentor B
Aqui está a identificação da prancha e aqui a referência do arquivo. Neste critério, elas precisam corresponder.
Coordenador
O critério fornecido é obrigatório e a evidência ainda não o atende. Vamos registrar o ponto pendente e orientar o ajuste. Se houver uma exceção prevista ou uma dúvida técnica real, abrimos a referência com quem domina a especialidade antes de alterar a decisão. Não precisamos inventar outro critério.
Não conclua que B está certo por ser mais rígido. Pode haver uma exceção já prevista que ele não leu. A conversa precisa ir à regra vigente e à evidência. Ser exigente é aplicar o critério adequado, não adicionar exigências depois da entrega.
6. Diferencie três causas de discordância
Separe a causa. Se alguém aplicou incorretamente um critério claro, corrija a interpretação e observe nova tentativa. Se houver dúvida técnica que você não domina, peça revisão ao especialista. Se o texto do produto permite duas leituras plausíveis, encaminhe a Programas para esclarecimento pelo Design. Se faltam informações na entrega, o mentor pede a evidência necessária e explica por quê.
Cada causa exige uma ação distinta. Reunir todos para uma aula genérica não resolve uma frase ambígua. Trocar o mentor não resolve arquivo incompleto. Alterar silenciosamente a nota não resolve um erro de orientação já recebido pelo aluno. Registre qual causa foi confirmada e o que ainda permanece hipótese.
7. Produza uma orientação que o aluno consiga usar
Depois de resolver o critério, peça que o mentor escreva a devolutiva e que outra pessoa leia como iniciante. Ela consegue dizer onde olhar, o que fazer e o que enviar? Se não, refine a mensagem. A explicação técnica completa pode existir no registro, mas a próxima ação não deve desaparecer no meio de um texto que o aluno não entende.
Mentor
O conjunto está organizado, mas falta conferir a identificação deste elemento. Compare o ponto marcado na prancha com a referência do arquivo. Ajuste a identificação e envie a nova versão. Vou verificar esse critério novamente; os pontos já atendidos continuam registrados.
Se a revisão mudar uma decisão já comunicada, Programas e o mentor devem organizar uma explicação clara, sem culpar o aluno pela inconsistência da equipe. A Gestora acompanha se ele recebeu e entendeu. O Coordenador registra o caso para que a mesma divergência não reapareça com outro mentor.
8. Teste se a calibração realmente funcionou
Apresente um segundo caso com uma pequena variação. Exemplo: a identificação agora está correta, mas não há a evidência necessária de correspondência entre as vistas. Peça novas avaliações independentes. Se os avaliadores concordarem apenas porque decoraram o primeiro caso, a variação mostrará a fragilidade. A decisão precisa acompanhar a evidência, não o padrão de resposta da reunião.
Registro fictício da calibração: a identificação era obrigatória; um mentor a considerou atendida pela boa aparência do conjunto e outro localizou a divergência. O critério permaneceu pendente. O primeiro mentor refez a avaliação, orientou o ajuste e aplicou a mesma lógica em outro caso. Coordenação registra que a interpretação foi corrigida ou mantém o preparo aberto se a nova tentativa ainda falhar.
Evidência de conclusão
O mentor demonstra o método, aplica os critérios e confere uma nova tentativa. Registre o que está pronto e o que ainda impede a atuação. Você confirma a aptidão para aquele escopo ou mantém a preparação aberta, organizando outra cobertura quando necessário.
Aprofunde as decisões que fazem diferença
Calibre com três entregas e justificativa independente
Use exemplo que atende, caso limítrofe e arquivo não avaliável. Cada Mentor aplica critérios antes da conversa. Compare evidência, regra e decisão. Divergência técnica é resolvida com especialista e Design via Programas quando a rubrica precisa mudar.
Ensaie devolutiva e passagem
Depois da nota, peça uma orientação que o aluno consiga executar e um registro para Evolução acompanhar. A calibração precisa alinhar decisão e ajuda, não apenas número.
Demonstração completa · caso fictício de treinamento
Dois mentores dão decisões diferentes ao mesmo arquivo
A situação
Um Mentor aprova; outro pede ajuste. A rubrica exige correspondência entre vista e identificação.
O raciocínio por trás da ação
A conversa precisa localizar evidência. “Sou mais exigente” não é critério e “vamos fazer uma média” não resolve divergência técnica.
01Coordenação
Cada um mostre o critério e o trecho do arquivo que sustentam sua decisão.
02Mentor A
A prancha parece completa, por isso aprovei.
03Mentor B
A vista identificada como superior é do térreo. Este critério não foi atendido.
04Coordenação
Vamos aplicar a definição publicada. O aspecto geral não substitui correspondência. Qual orientação permite ao aluno localizar e corrigir a causa?
05Devolutiva construída
“Na prancha indicada, a vista e o título não correspondem. Abra a vista, compare com a missão e confirme qual conteúdo deveria aparecer. Faça o ajuste correspondente e reenvie os arquivos previstos.”
06Reteste
Cada Mentor avalia outro caso sem conversar, incluindo situação em que a vista está certa e só o título errou. Concordância deve vir da evidência e da regra.
O que este caso comprova
A equipe aplica o mesmo padrão e oferece ajuda executável, com divergências registradas para refino.
Quando o caso muda
Se acontecer diferente, decida assim.
A rubrica permite duas interpretações
O que fazer. Encaminhar a ambiguidade a Design via Programas e usar decisão técnica validada para o caso, sem inventar regra permanente.
Precisamos esclarecer esta definição e atualizar a referência antes de repetir o problema.
O que conferir. Critério refinado e nova calibração.
O Mentor acerta a decisão, mas a devolutiva é vaga
O que fazer. Pedir localização, ação e evidência de reenvio; ensaiar nova redação.
O que exatamente o aluno deve observar e fazer depois de ler sua mensagem?
O que conferir. Orientação utilizável por iniciante.
Registro para usar na tarefa
Calibração de avaliação
Preencha no registro oficial do cargo. Substitua os dados de treinamento pelos fatos do caso e mantenha visível o que ainda não foi confirmado.
Modelo para preencher
Produto/rubrica e versão:
Casos usados:
Decisões independentes:
Divergências e evidências:
Esclarecimento técnico:
Devolutiva de referência:
Reteste:
Aptidão e limites:
Exemplo preenchido
Correspondência de vistas. Divergência: aprovação por aparência versus critério não atendido. Esclarecimento aplicou rubrica vigente. Devolutiva passou a localizar vista, pedir comparação e reenvio. Reteste com causa invertida conferiu decisão independente. Resultado registrado por Mentor e escopo.
Confira antes de encerrar
A decisão foi independente antes da discussão.
Divergência foi resolvida pelo critério e evidência.
A orientação permite ação e nova conferência.
Pratique antes de assumir
Agora faça em outro caso.
Situação
Todos concordam em aprovar para não desmotivar o aluno.
Sua tarefa
Isso é calibração adequada?
Depois de tentar, confira a resposta
Resposta de referência
Não, se o critério não foi atendido. Reconhecer progresso e orientar ajuste preserva motivação e padrão.
Erro que exige refazer. Usar concordância do grupo como substituto de validade técnica.
POP 6 · Confirmar a agenda e a capacidade de atendimento
Resultado esperado
Fazer todo o trabalho da turma caber no tempo disponível, com pessoas qualificadas e continuidade quando houver ausência.
Quando usar
Antes de confirmar uma turma ou alocação e quando mudar o volume, a complexidade, a agenda ou a disponibilidade de alguém.
Informações necessárias e preparação
Reúna participantes previstos, missões, agenda publicada, filas em andamento e compromissos já aceitos. Consulte aptidão por produto e tempo observado em trabalhos semelhantes.
Passo a passo
1. Enxergue o ciclo completo
A agenda do Mentor inclui preparação, checkpoint quando ele for o executor designado por Programas, análise das pré-entregas, preparação da live de 60 minutos, live, correções posteriores, reavaliações e registros. Confirme o escopo contratado, a janela de cada atividade e o backup antes da oferta.
Conte todos os participantes que receberão acompanhamento, inclusive quem participa pelo benefício de parceria. Uma turma com 30 pagantes e um parceiro tem 31 pessoas para atender. Use uma lista única de participantes para não contar alguém duas vezes.
Confira também as turmas que estão acabando. Elas ainda podem ter projetos finais, reenvios e decisões pendentes quando a próxima turma começa. O planejamento deve abrir as atividades de todas as turmas simultâneas, produto por produto.
2. Estime com trabalho observado
Use tempos de atividades comparáveis, incluindo casos simples, intermediários e difíceis. Sem histórico, peça a um mentor preparado que faça uma pequena simulação no produto e registre o tempo de inspeção, orientação e conferência. Diferencie espera por arquivo de tempo efetivamente trabalhado.
Não planeje pela correção mais rápida. Veja o intervalo observado, a complexidade da etapa e o volume de reenvios. Registre uma estimativa central e um cenário de maior demanda; Programas precisa saber se a cobertura só funciona quando tudo corre perfeitamente.
Atividade da turma fictícia
Conta
Demanda estimada
Preparar o checkpoint
20 minutos
20 min
Conduzir o checkpoint
40 minutos
40 min
Primeiras análises
30 entregas × 12 minutos
360 min
Preparar o encontro principal
60 minutos
60 min
Conduzir o encontro principal
60 minutos
60 min
Reavaliar correções
12 reenvios × 8 minutos
96 min
Registrar e passar pendências
45 minutos
45 min
Total do exercício
20 + 40 + 360 + 60 + 60 + 96 + 45
681 min = 11 h 21 min
Esses tempos são dados de um exercício, não durações oficiais. A agenda do produto define as atividades reais. Neste exemplo, o mentor confirma 480 minutos nas janelas necessárias: faltam 201 minutos, ou 3 h 21 min. A boa vontade de “dar um jeito” não preenche essa diferença.
Se houver 20 reenvios em vez de 12, são mais 64 minutos e a demanda sobe para 745 minutos. Esse cenário ajuda a discutir uma reserva de capacidade. A quantidade de reserva será decidida pelo risco e pela experiência da operação, sem um percentual universal inventado.
3. Distribua por janela, não apenas por semana
A análise acontece depois do recebimento e antes da preparação final do encontro. Reavaliação acontece depois do reenvio. Horas livres na segunda não corrigem um arquivo que só chegará na sexta. Coloque cada atividade entre o momento em que pode começar e o prazo em que precisa terminar.
Para cada pessoa, abra também os compromissos de outras turmas. Duas lives em horários diferentes podem parecer compatíveis enquanto as duas filas de correção disputam a mesma janela. Um mentor apto em Revit não cobre automaticamente uma fila de outro produto.
Campo do mapa
Como preencher
Produto, versão, turma e etapa
Identifique o escopo para evitar alocar alguém preparado para outra versão.
Atividade e quantidade
Ex.: 30 primeiras análises; não apenas “atender turma”.
Janela e prazo
Quando os arquivos estarão disponíveis e quando a atividade precisa estar concluída.
Demanda estimada e incerteza
Tempo por tipo de caso, reenvios previstos e cenário de maior carga.
Responsável e competência
Pessoa apta para essa atividade e referência da preparação.
Disponibilidade e aceite
Tempo realmente disponível na janela e o compromisso aceito.
Continuidade
Alternativa apta, o que pode assumir e o que ainda depende de confirmação.
Realizado
Volume, tempo e pendências para melhorar o próximo planejamento.
4. Transforme disponibilidade em compromisso
Coordenador
Para esta turma, precisamos cobrir checkpoint, análises, encontro e reenvios. A estimativa ficou maior que o tempo que você informou. Vamos olhar cada janela para saber o que você consegue assumir?
Mentora
Consigo os encontros e parte das correções. O restante eu teria que fazer quando sobrasse tempo.
Coordenador
Vamos definir a parte que cabe e procurar cobertura para o restante. Quero que você consiga cumprir o combinado com qualidade. Vou voltar com uma divisão concreta antes de confirmar a turma.
Uma divisão deve dizer quais alunos ou entregas cada mentor recebe, qual critério usa, quando devolve e quem reavalia. O responsável pelo encontro precisa receber o resumo das análises antes de preparar a condução. Confirme a passagem; distribuir nomes numa planilha não conclui o trabalho.
5. Prepare uma reserva que possa ser usada
Uma pessoa no banco só é uma opção de cobertura. Para virar compromisso de reserva, precisa conhecer o produto, ter acesso, entender o que poderá assumir e aceitar as janelas combinadas. Registre quais atividades consegue cobrir e como será acionada pelo responsável definido.
Se a reserva também está cobrindo outra turma naquela janela, existe uma dependência comum. Mostre isso a Programas. Avalie a consequência de uma ausência realista: o encontro e a fila continuarão? Quanto tempo é necessário para a passagem? Não conte a mesma disponibilidade duas vezes.
Sem capacidade suficiente, apresente alternativas: dividir trabalho entre aptos, concluir o preparo de outra pessoa, ajustar uma agenda ainda em planejamento ou rever a abertura da turma. Programas decide o planejamento operacional com a informação completa. Uma nova data só entra na agenda depois da decisão e comunicação correspondentes.
6. Pratique: duas turmas e uma ausência
As turmas fictícias A e B têm 30 participantes cada e a mesma demanda de 681 minutos. Total: 1.362 minutos, ou 22 h 42 min. O produto e os critérios são os mesmos. Os encontros acontecem em momentos distintos; os volumes deste exercício já incluem os participantes de cada turma.
Janela
Trabalho das duas turmas
Demanda
1 · Antes e durante os checkpoints
Preparação e checkpoint: 60 min por turma.
120 min
2 · Depois da pré-entrega e antes dos encontros
Primeiras análises e preparação: 420 min por turma.
840 min
3 · Encontros principais
60 min por turma, sem sobreposição entre os encontros.
120 min
4 · Depois dos reenvios
Reavaliações e registros: 141 min por turma.
282 min
Pessoa e estado
Disponibilidade no exercício
Camila · apta e preparada
Janela 1: 60 min confirmados; Janela 2: Tinha 240; perdeu 180 por uma indisponibilidade. Restam 60 min.; Janela 3: 60 min para encontro A; Janela 4: 150 min.
Beatriz · apta e preparada
Janela 1: 60 min confirmados; Janela 2: 240 min confirmados; Janela 3: 60 min para encontro B; Janela 4: 150 min.
Teresa · apta e preparada; falta aceite
Janela 1: Sem disponibilidade; Janela 2: 540 min possíveis, sujeitos a aceite e passagem; Janela 3: Sem disponibilidade; Janela 4: Sem disponibilidade.
Rafael · candidato não testado
Janela 1: Sem disponibilidade; Janela 2: 180 min declarados; Janela 3: Sem disponibilidade; Janela 4: Sem disponibilidade.
Sua tarefa: calcular a capacidade confirmada depois da ausência, localizar a janela descoberta e apresentar a Teresa uma divisão que caiba. O colega que representa Teresa responde: “Posso assumir primeiras análises nesses 540 minutos se receber critérios, arquivos e a divisão exata antes de começar.” Ele só aceita depois de conferir esse pacote.
Referência para o observador · consulte depois de tentar
Camila oferece 60 + 60 + 60 + 150 = 330 minutos; Beatriz oferece 60 + 240 + 60 + 150 = 510. Total confirmado: 840. A diferença total é 1.362 − 840 = 522 minutos. A janela 2 precisa de 840 e tem 300: faltam 540 minutos nessa janela. A sobra de 18 na janela 4 não resolve o trabalho anterior.
Após Teresa aceitar, uma divisão viável é: Camila prepara o encontro A em 60 minutos; Beatriz analisa 15 entregas de B em 180 minutos e prepara o encontro B em 60; Teresa analisa as 30 entregas de A em 360 minutos e as outras 15 de B em 180, totalizando 540. As análises precisam estar disponíveis antes da preparação final dos encontros.
Camila e Beatriz mantêm os checkpoints, os encontros e 141 minutos de reenvios e registros de cada turma. A divisão só fecha quando Teresa abre os materiais, aceita o escopo e Programas recebe o mapa atualizado. Rafael continua como candidato; sua disponibilidade não é capacidade qualificada.
Variação 1: Teresa recusa. A falta de 540 minutos continua aberta; busque outra cobertura e informe Programas sobre o efeito no planejamento. Variação 2: Teresa pergunta se pode dispensar um critério obrigatório. Abra a referência e calibre a aplicação pelo POP 5 antes de liberar essas avaliações.
7. Compare previsão e execução e ajuste a próxima semana
Depois das atividades, confira volume, tempo, qualidade e reenvios. Se arquivos vieram sem identificação, Programas precisa corrigir a organização do envio. Se a etapa exige mais análise, ajuste a estimativa. Se houve orientação confusa, trate a qualidade; trabalhar mais depressa só é melhoria quando o aluno continua sabendo o que fazer.
Uma pendência atravessando a segunda-feira continua na fila, com prazo original, previsão atual e responsável. Não marque o aluno como aprovado para fechar a semana nem abra novas turmas usando a capacidade ainda ocupada por essas entregas.
Evidência de conclusão
O mapa mostra todas as atividades, mentores aptos, compromissos aceitos e lacunas por janela. Programas consegue decidir a abertura e a continuidade das turmas com capacidade demonstrável.
Aprofunde as decisões que fazem diferença
Reserve o trabalho completo no calendário
Considere preparo, checkpoint quando o Mentor for designado, live de 60 minutos, análises, reenvios, registro e contingência. Confirme janelas e volume com cada Mentor. Horas genéricas livres na semana não cobrem prazo específico.
Prepare substituição utilizável
Para cada compromisso crítico, saiba quem pode cobrir, em qual escopo e com quais materiais. “Temos alguém no banco” só vira cobertura quando aptidão, agenda, acesso e aceite estão confirmados.
Condição para confirmar cada alocação
Planeje até 30 alunos pagantes e até 5 participações por permuta autorizadas: no máximo 35 pessoas atendidas por turma. Toda participação ocupa acompanhamento, correção e agenda. Até 2 turmas por Mentor é referência condicionada à validação das horas de preparação, checkpoint quando designado, live, correções, reavaliações, registros e cobertura; o mesmo Mentor não conduz lives distintas simultâneas. Capacidade declarada sem agenda e aceite não libera vaga. Confira a regra de capacidade.
Antes da oferta e da abertura da turma, Programas designa nominalmente quem executará o checkpoint: Gestor de Evolução ou Mentor. A Coordenação confirma agenda, escopo contratual, disponibilidade e backup. Quem executa registra dúvidas, decisões, encaminhamentos e próximos responsáveis. Se o Gestor conduzir, organiza a execução e encaminha dúvidas técnicas; a validação técnica permanece com o Mentor. Confira a matriz de responsabilidades.
No exercício abaixo, o Mentor é o executor designado do checkpoint. Os tempos de preparação e checkpoint são hipóteses do caso; a live segue os 60 minutos definidos. A conta precisa ser refeita com os tempos medidos e com todos os participantes da turma real.
Demonstração completa · caso fictício de treinamento
A mesma hora foi contada para duas turmas
A situação
Daniela tem seis horas disponíveis no sábado. Cada uma de duas turmas foi planejada como se tivesse as seis horas inteiras.
O raciocínio por trás da ação
Capacidade deve ser alocada, não apenas listada. A soma de promessas não pode exceder a janela confirmada.
01Coordenação
Encontrei doze horas atribuídas a uma janela de seis. Precisamos redistribuir antes de confirmar as duas turmas.
02Programas
Qual volume de análise e reenvio está previsto por turma?
03Conta
Turma A precisa de quatro horas; B de cinco. Total nove, além de verificar contingência. Faltam três horas nessa janela.
04Coordenação
Vou confirmar outra pessoa apta para parte da turma B e entregar critérios e lista. Daniela fica com escopo e volume explícitos.
05Confirmação
Substituta aceita três horas, conhece a versão e testa acesso. Programas recebe o mapa sem sobreposição.
06Revisão
Comparar duração real e reenvios para atualizar a próxima semana.
O que este caso comprova
A agenda corresponde a trabalho que cabe no prazo, com cobertura pronta para agir.
Quando o caso muda
Se acontecer diferente, decida assim.
O Mentor aceita, mas não consegue acessar arquivos
O que fazer. Resolver acesso e testar antes de contar a cobertura como pronta.
Seu aceite está registrado; ainda precisamos confirmar que consegue executar a avaliação.
O que conferir. Acesso e arquivo testados.
O volume cresce perto do prazo
O que fazer. Recalcular restante e acionar cobertura antes do atraso.
Com esta fila e este tempo, faltam estas horas. Vou confirmar apoio agora.
O que conferir. Capacidade ajustada com qualidade preservada.
Registro para usar na tarefa
Alocação por janela
Preencha no registro oficial do cargo. Substitua os dados de treinamento pelos fatos do caso e mantenha visível o que ainda não foi confirmado.
Modelo para preencher
Pessoa/produto e aptidão:
Turma e atividades:
Volume × tempo:
Janela disponível:
Horas já comprometidas:
Aceite:
Cobertura e acesso:
Lacuna/decisão:
Exemplo preenchido
Daniela, apta versão vigente. Sábado 6 h totais. Necessidade A 4 h e B 5 h = 9 h. Três horas confirmadas com outra mentora apta para B; acessos testados. Mapa atualizado sem dupla contagem. Medir tempo real e contingência.
Confira antes de encerrar
Horas estão alocadas sem sobreposição.
O trabalho completo foi considerado.
Cobertura tem aptidão, acesso e aceite.
Pratique antes de assumir
Agora faça em outro caso.
Situação
Uma pessoa pode dar a live, mas não corrigir no prazo.
Sua tarefa
Como registrar?
Depois de tentar, confira a resposta
Resposta de referência
Apta e disponível para a live naquele escopo; correções permanecem sem cobertura até outra confirmação.
Erro que exige refazer. Contar cobertura integral da turma.
POP 7 · Acompanhar a qualidade da atuação
Resultado esperado
Entender se a orientação do mentor permite ao aluno continuar e se as decisões seguem os critérios. Elogios, pontualidade e boa apresentação ajudam a leitura, mas não substituem olhar o trabalho e a tentativa seguinte.
Quando usar
Durante a turma, após uma preparação ou um treino e diante de reclamação, atraso ou dúvida recorrente. Acompanhe também quem está funcionando bem para reconhecer práticas úteis.
Informações necessárias e preparação
Leia missão, critérios, versões das entregas, orientações e retornos. Consulte os sinais de Programas e da Gestora de Evolução. Recupere o que já foi combinado com o mentor para observar a mudança, sem pedir toda a história novamente.
Passo a passo
1. Escolha uma amostra que não esconda o problema
Se você examina apenas os elogios enviados pelo próprio mentor, verá uma seleção favorável. Se examina apenas reclamações, verá uma seleção de dificuldades. Para acompanhar o trabalho, combine observações distribuídas com análise direcionada por risco. Na parte distribuída, escolha entregas de etapas e situações diferentes por uma regra explicável, como percorrer a lista em intervalos regulares. Na parte por risco, inclua os casos com bloqueio, contestação ou atraso. Registre quais pertencem a cada grupo.
Exemplo fictício: existem 40 devolutivas no período. Você seleciona seis por distribuição ao longo da lista e acrescenta quatro com sinal de dificuldade. Uma delas já estava nas seis; portanto observa nove devolutivas únicas, e não dez. Informe seis da seleção distribuída, três adicionais por risco, total nove. Uma taxa calculada sobre esse conjunto descreve a amostra observada. Não permite afirmar que a mesma porcentagem vale para todas as 40 devolutivas.
Inclua também casos em que o aluno avançou. Eles permitem reconhecer o que funcionou e evitam reduzir o trabalho a procurar falhas. Se há vários mentores, observe mais de uma pessoa antes de generalizar um problema para o time. A frequência e o tamanho da amostra devem caber na rotina e responder ao risco; este exemplo não cria uma quota oficial.
2. Leia o caso como alguém que precisa continuar o trabalho
Abra missão, referência de avaliação vigente, arquivo recebido, devolutiva e nova tentativa quando existir. Confira a versão. Uma orientação pode parecer errada porque foi escrita para um arquivo anterior. Procure a dificuldade real do aluno e identifique o que o mentor fez para compreendê-la. A mensagem localiza um ponto? Explica o critério? Propõe uma ação possível? Diz o que será conferido depois? A avaliação foi registrada com estado e próxima responsabilidade?
Escreva fatos curtos. “Feedback ruim” não é fato. “Na devolutiva da versão 2, o mentor escreveu apenas ‘ajuste o projeto’; o aluno perguntou o que deveria ajustar e continua sem nova ação” é uma evidência. “Mentor atrasado” precisa indicar compromisso, prazo original, momento da entrega e impacto. Sem isso, o acompanhamento vira opinião sobre pessoas.
3. Observe uma sessão com uma pergunta definida
Antes de acompanhar, combine com o mentor o foco da observação. Exemplo: verificar se os alunos conseguem realizar a tarefa depois da demonstração. O registro deve distinguir fala, tentativa e evidência. Anote a pergunta feita, como o mentor respondeu e o que alguém conseguiu executar em seguida. Se não houve oportunidade de tentativa, registre essa ausência; não preencha “aprendizagem comprovada” pela quantidade de perguntas respondidas.
Não interrompa a sessão por uma diferença de estilo sem prejuízo. Anote e converse depois. Se aparecer orientação tecnicamente arriscada, interrompa a aplicação do ponto afetado e busque revisão competente; informe Programas para organizar a continuidade. Você não precisa aguardar o fim de um ciclo de feedback para proteger a turma de um erro relevante.
4. Separe o sintoma da causa
Caso fictício A: André devolveu oito trabalhos no prazo; seis mensagens dizem apenas “rever a organização”. Quatro alunos perguntaram novamente o que fazer. Na simulação, ele também não consegue transformar a avaliação em uma ação específica. Hipótese sustentada: falta uma habilidade de elaborar devolutiva. Próxima ação: treino com exemplo, prática e nova observação no POP 8.
Caso fictício B: Beatriz faz correções específicas; alunos que receberam retorno conseguiram reenviar. Entretanto, acumulou trabalhos de duas turmas na mesma janela e ainda não teve tempo de abrir parte da fila. Hipótese sustentada: capacidade distribuída de forma inadequada, a confirmar no POP 6. Próxima ação: organizar a fila e a cobertura com Programas, não mandar Beatriz assistir ao mesmo vídeo de feedback de André.
Também pode haver causa combinada. Um mentor sem tempo começa a abreviar demais a devolutiva e depois recebe mais dúvidas, criando retrabalho. Nesse caso, trate a capacidade imediata e retome o padrão de orientação. Não declare o problema resolvido porque uma das causas foi encaminhada.
5. Registre e acompanhe o resultado da observação
Exemplo fictício de registro: André, etapa 2 da turma A; as devolutivas dizem apenas “rever a organização”; quatro alunos continuam sem saber o que tentar. Coordenação conduz treino de orientação específica e confere uma nova situação. André refaz as orientações afetadas; a Gestora verifica compreensão e reenvio. Na próxima análise, Coordenação decide se a melhora ocorreu e se ele continua apto. Se houver erro técnico ou recusa em corrigir, a continuidade é tratada imediatamente pelo POP 9.
Rotina inicial de observação por risco
Comece com este protocolo de supervisão e ajuste com os dados, registrando a mudança. Ele orienta a revisão da qualidade do Mentor; não reduz a obrigação de avaliar todas as entregas dos alunos.
Situação
O que observar e quando
Estreia num produto
Antes da autonomia, observar um encontro simulado e três avaliações contrastadas: aprovação, ajuste e evidência insuficiente. Na primeira semana real, observar um encontro e conferir cinco devolutivas com seus reenvios; se houver menos de cinco, conferir todas.
Atuação estável
A cada semana, selecionar ao menos três avaliações cobrindo estados diferentes; a cada mês, observar um encontro. Se houver menos casos, registrar a base disponível. Acrescentar qualquer contestação relevante ou indício de erro.
Após falha essencial
Interromper a autonomia da atividade afetada; levantar alunos e decisões possivelmente atingidos. Conferir todas as decisões relacionadas ao critério em risco, com especialista quando necessário. Combinar a correção e observar a nova execução.
Reduzir o acompanhamento intensificado
Exigir causa tratada, casos afetados revisados e duas execuções independentes corretas, em variações relevantes, observadas e registradas. Voltar ao acompanhamento regular, preservando a revisão dos retornos.
Carga de revisão não cabe
Priorizar risco e acionar Programas para capacidade antes de reduzir cobertura silenciosamente. Não declarar conformidade dos casos que não foram conferidos.
A escolha da amostra pertence à Coordenação: inclua casos sorteados da base completa e casos por risco. Não deixe o Mentor escolher apenas os melhores exemplos. Registre tamanho da base, itens revistos, motivo da escolha e limites; não extrapole o percentual da amostra para todos os alunos.
Falha essencial: orientação tecnicamente incorreta, aprovação sem evidência necessária, abandono da continuidade ou mudança unilateral de critério. Diferencie de um ajuste de comunicação que não alterou a decisão. No primeiro caso, proteja os afetados e revise; no segundo, dê feedback, peça nova tentativa e confira.
Evidência de conclusão
Você consegue explicar o que ocorreu, qual causa está sustentada e qual ação corresponde a ela. Um problema corrigível segue para o POP 8. Falha que compromete a atuação exige decisão e cobertura no POP 9; conversar não encerra o caso.
Aprofunde as decisões que fazem diferença
Observe uma amostra ligada ao risco
Leia devolutivas, reavaliações e registros; observe encontro conforme acesso autorizado. Inclua caso que deu certo, caso difícil e possível falha crítica. Compare com critérios e Manual do Mentor, sem avaliar por preferência de estilo.
Busque efeito na execução do aluno
Pergunte se a orientação localizou o problema, explicou a decisão, indicou ação e permitiu nova tentativa. Satisfação e carisma importam, mas não substituem aprendizagem e avaliação consistente.
Demonstração completa · caso fictício de treinamento
A turma gosta do Mentor, mas continua sem saber corrigir
A situação
Feedbacks de alunos são positivos; três devolutivas dizem apenas “melhore a organização”.
O raciocínio por trás da ação
A experiência agradável precisa produzir avanço. A observação deve mostrar onde a orientação deixou de ser utilizável.
01Coordenação
Nestas três devolutivas, o aluno recebeu elogio e uma orientação ampla. Onde ele encontra o primeiro ajuste concreto?
02Mentor
Eu imaginava que o exemplo mostrava o que fazer.
03Coordenação
Vamos escolher um caso. Qual critério não foi atendido e onde isso aparece?
04Mentor
A vista não corresponde ao título nesta prancha.
05Refino
A devolutiva passa a localizar a prancha, pedir comparação com a missão, explicar a decisão e indicar reenvio. Evolução acompanha execução; Mentor reavalia.
06Verificação
Na nova tentativa, o aluno corrige a causa. Coordenação observa outros casos para saber se a mudança se sustenta, sem concluir por um único sucesso.
O que este caso comprova
O feedback desenvolve a qualidade técnica e pedagógica sem desvalorizar a relação construída com os alunos.
Quando o caso muda
Se acontecer diferente, decida assim.
Há erro técnico com impacto imediato
O que fazer. Proteja os alunos afetados, acione validação e correção com Programas e Mentor; trate desenvolvimento depois da contenção.
Esta orientação precisa ser revista antes de continuar sendo aplicada.
O que conferir. Correção validada e afetados acompanhados.
O estilo é diferente, mas o resultado atende ao padrão
O que fazer. Não impor preferência pessoal; reconhecer alternativas válidas.
A condução é diferente da minha, mas o aluno executou e os critérios foram atendidos.
O que conferir. Avaliação pelo efeito e método essencial.
Registro para usar na tarefa
Observação de qualidade
Preencha no registro oficial do cargo. Substitua os dados de treinamento pelos fatos do caso e mantenha visível o que ainda não foi confirmado.
Modelo para preencher
Pessoa/escopo e amostra:
Critério observado:
Evidência positiva:
Lacuna e efeito:
Conversa e causa:
Ação/apoio:
Nova amostra e resultado:
Exemplo preenchido
Mentor / três devolutivas. Relação respeitosa; lacuna: orientação ampla sem localização. Efeito: alunos não iniciavam ajuste. Ação: ensaiar devolutiva com critério, evidência e primeiro passo. Nova amostra inclui reenvio e casos distintos para verificar sustentação.
Confira antes de encerrar
A observação usa evidência do trabalho.
A lacuna está ligada ao efeito no aluno.
O acompanhamento inclui nova execução.
Pratique antes de assumir
Agora faça em outro caso.
Situação
O Mentor recebeu nota alta de satisfação, mas aprova sem abrir os arquivos.
Sua tarefa
Qual prioridade?
Depois de tentar, confira a resposta
Resposta de referência
Investigar e conter a falha de avaliação, revisar casos afetados com critério e apoio apto.
Erro que exige refazer. Usar satisfação para ignorar avaliação não realizada.
POP 8 · Desenvolver o mentor e conferir a mudança
Resultado esperado
Ajudar o mentor a melhorar um comportamento que afeta a entrega. O apoio precisa responder à causa: aprender a fazer, ter condições de executar ou assumir o compromisso que faz parte do papel.
Quando usar
Quando o POP 7 mostrar uma dificuldade ou quando o próprio mentor pedir apoio. Retome na data ou na atividade combinada para conferir a mudança.
Informações necessárias e preparação
Escolha um caso, o resultado esperado, a orientação enviada e o que aconteceu com o aluno. Ouça o mentor e confira condições de trabalho. Prepare uma prática e uma variação que permitam observar a habilidade.
Passo a passo
1. Caso André: fala bem, mas entrega orientação genérica
Retome o caso do POP 7. André foi pontual e tem domínio do conteúdo, mas os alunos não entendem o ajuste. Abra uma devolutiva e pergunte como ele chegou àquela mensagem. O objetivo inicial é compreender o raciocínio, não anunciar uma conclusão sobre a personalidade dele.
Coordenador
Nesta entrega, você escreveu “rever a organização”. O aluno perguntou por onde começar e não conseguiu reenviar. Como você analisou o arquivo e escolheu essa orientação?
André
O problema está evidente. Ele já deveria perceber.
Coordenador
Para você está claro porque domina a tarefa. Qual parte do arquivo mostra isso? Vamos apontar o trecho e pensar no que o aluno precisa fazer primeiro.
André
A identificação está inconsistente entre as representações.
Coordenador
Agora temos um ponto concreto. Como diria isso para alguém que ainda não sabe reconhecer a inconsistência?
Peça que ele refaça a orientação. Não escreva tudo no lugar dele, pois você precisa observar a habilidade. Se ele continuar genérico, demonstre uma estrutura com o caso: ponto observado, critério, próxima ação e evidência de retorno. Depois ofereça outra entrega para ele aplicar sem copiar suas palavras. Essa segunda tentativa mostra mais do que concordar com a explicação.
2. Transforme o treino em um combinado observável
Plano fictício de André: comportamento esperado é localizar o ponto e orientar uma próxima ação que o aluno consiga explicar; situação atual é orientação genérica em casos observados; prática é refazer o caso e corrigir uma variação; apoio é exemplo comentado e revisão com Coordenador; evidência seguinte são devolutivas reais da etapa escolhida e a resposta dos alunos; revisão acontece após essas devolutivas, conforme compromisso registrado. Esse plano não precisa de uma promessa genérica de “melhorar a didática”.
Na revisão, use o antes e depois. André passou a escrever o ponto e a ação em quatro novas devolutivas. Três alunos fizeram uma nova tentativa; um não abriu a mensagem por falta de acesso. Você reconhece a melhora na orientação e encaminha a dificuldade de acesso com Programas e a Gestora. Não atribui o quarto caso automaticamente à didática. Também não declara sucesso técnico final sem o mentor avaliar os reenvios.
Se André melhorou na simulação e voltou a mensagens vagas, confira acesso ao material, carga e clareza do combinado. Resolva as condições que faltarem e observe a nova atuação. Se ele sabe fazer, tem condições e persiste em não aplicar o padrão, você decide pela retirada da atuação afetada e organiza a substituição no POP 9. Pessoas recebe os fatos para tratar o vínculo; Programas recebe a cobertura e o impacto na turma.
3. Caso Beatriz: boa orientação e fila maior que a capacidade
Coordenador
As devolutivas que observamos estão ajudando os alunos a corrigir. Ao mesmo tempo, há arquivos vencendo sem análise. Quero separar qualidade e carga: o que entrou na sua fila desde o último combinado?
Beatriz
Recebi duas turmas ao mesmo tempo. Estou fazendo o máximo, mas ainda falta quase uma turma inteira.
Coordenador
Vamos abrir quantidade, etapas e prazos. O que você consegue assumir nas janelas confirmadas? O que precisa de cobertura para não continuar acumulando?
Abra quantidade, etapas e prazos pelo POP 6. Confirme o que Beatriz consegue entregar e redistribua o restante entre mentores aptos com agenda aceita. Informe Programas sobre a divisão e qualquer parte ainda descoberta. Se a cobertura não for suficiente, Programas trata as consequências no planejamento. Evite ocupar o tempo de execução com uma reunião que não resolve a carga.
A melhoria é ver a fila voltar a caber, as passagens serem aceitas e os alunos receberem continuidade. Se a equipe redistribuiu trabalho e a qualidade permaneceu boa, trate a causa de planejamento. Se a carga ficou viável e os atrasos continuam sem explicação, investigue novamente; uma primeira hipótese não vira diagnóstico permanente.
4. Quando o mentor reage com vaidade ou defensividade
Mentor
Dou aula há anos. Não preciso que alguém me ensine a ensinar.
Coordenador
Sua experiência importa. O ponto que estamos olhando é este aluno e esta entrega. A orientação foi enviada, mas ele ainda não sabe qual ação executar. Quero que encontremos um jeito de a sua experiência chegar até ele. Você consegue me mostrar como conduziria a próxima tentativa?
Volte ao caso, sem disputar autoridade. Ouça uma justificativa técnica e confira a evidência. Se for uma divergência legítima, calibre pelo POP 5. Se houver desrespeito ou recusa em corrigir uma orientação prejudicial, decida a interrupção da atuação afetada e organize a substituição. Acione Pessoas para o tratamento do vínculo e informe Programas da continuidade; audiência ou currículo não tornam a conduta aceitável.
5. Quando ele quer apenas gravar ou apresentar
Mentor
Eu prefiro fazer a aula. Corrigir arquivo individual não é para mim.
Coordenador
É importante deixar isso claro. Nesta função, a correção e a verificação fazem parte da transformação que prometemos. Você quer desenvolver essa parte ou prefere um trabalho com outro escopo?
Mentor
Outro escopo. Só produção de conteúdo.
Coordenador
Entendi sua preferência. Como você não quer executar uma parte essencial desta mentoria, vou retirar sua alocação e organizar a passagem para quem possa assumir. Pessoas vai tratar as condições e o vínculo. Posso informar seu interesse em produção de conteúdo, sem prometer outro trabalho.
Não trate preferência como falha moral. Também não mantenha um encaixe falso para evitar uma conversa. Você precisa de aderência ao papel real. Um possível trabalho futuro com outro escopo depende de necessidade e autorização; não é uma oferta que o Coordenador possa criar sozinho.
6. Desenvolva e retenha quem está funcionando bem
Pergunte ao mentor forte o que tornou a entrega boa, qual obstáculo consome energia desnecessária e que competência deseja aprofundar. Convide para compartilhar um caso ou apoiar uma calibração quando houver interesse e capacidade, sem transferir responsabilidades adicionais silenciosamente. Reconheça a contribuição específica: “A forma como você comparou as tentativas ajudou a turma a entender o critério”, em vez de apenas “excelente aula”.
Sinais de desgaste merecem conversa: redução de disponibilidade, dificuldade recorrente para assumir compromissos, mudança de interesse ou incômodo com o escopo. Pergunte antes de supor saída. Questões de vínculo e carreira seguem com Pessoas. Leve fatos, interesses e possibilidades de contribuição para construir uma proposta concreta.
Evidência de conclusão
O apoio produziu uma mudança observável, precisa ser ajustado ou mostrou que o mentor não mantém o padrão. Registre essa decisão. Você desenvolve quem pode melhorar e retira da atuação quem não está apto a continuar, com substituição e passagem pelo POP 9.
Aprofunde as decisões que fazem diferença
Treine uma decisão por vez
Mostre o caso, peça a leitura do Mentor e localize a lacuna. Demonstre a decisão, deixe praticar e aplique variação. O plano precisa dizer qual comportamento deve mudar e como o aluno perceberá a melhora.
Libere amplitude conforme evidência
Se a lacuna afeta avaliação crítica, mantenha revisão ou cobertura até demonstrar domínio. Se é refinamento de condução, observe amostra e evolução. O plano não pode comprometer a turma para testar alguém sem apoio.
Demonstração completa · caso fictício de treinamento
Ensinar sem fazer o projeto pelo aluno
A situação
O Mentor costuma tomar o controle e corrigir tudo rapidamente. O aluno agradece, mas não consegue repetir.
O raciocínio por trás da ação
O resultado desejado é autonomia do aluno. Rapidez do especialista não comprova aprendizagem.
01Coordenação
Na gravação autorizada, você resolveu o arquivo. Em que momento o aluno tomou uma decisão ou repetiu?
02Mentor
Não chegou a repetir. Eu quis ajudar a terminar.
03Coordenação
Vamos praticar: primeiro peça que ele mostre a tentativa, depois demonstre uma decisão em outro caso e devolva a execução. No fim, peça uma variação.
04Ensaio do Mentor
“Me mostre o que você comparou. Neste exemplo, vou observar o conteúdo antes do título. Agora faça no seu arquivo e explique por que escolheu esse ajuste.”
05Variação
O aluno simulado encontra título errado com vista correta; o Mentor pergunta e observa sem tomar o controle.
06Verificação
Observar próxima orientação e a tentativa posterior do aluno. Registrar onde ainda houve ajuda e qual decisão foi independente.
O que este caso comprova
O Mentor aprende a produzir competência, preservando a autoria do aluno.
Quando o caso muda
Se acontecer diferente, decida assim.
O Mentor conhece a técnica, mas não consegue explicar
O que fazer. Reduzir a tarefa, demonstrar linguagem simples e pedir que ensaie com iniciante simulado.
Qual é a primeira decisão que a pessoa precisa entender? Vamos explicar só essa parte e observar a tentativa.
O que conferir. Explicação compreendida e aplicada.
A lacuna persiste em critério crítico
O que fazer. Manter atuação protegida e decidir escopo ou substituição com evidência.
Ainda não temos a demonstração necessária para liberar esta responsabilidade sem revisão.
O que conferir. Turma protegida e decisão fundamentada.
Registro para usar na tarefa
Plano de desenvolvimento do Mentor
Preencha no registro oficial do cargo. Substitua os dados de treinamento pelos fatos do caso e mantenha visível o que ainda não foi confirmado.
Modelo para preencher
Competência-alvo:
Cena observada:
Efeito no aluno:
Demonstração e treino:
Variação:
Apoio/limite temporário:
Nova observação:
Decisão:
Exemplo preenchido
Alvo: orientar sem executar pelo aluno. Cena: Mentor assumiu correção; aluno não repetiu. Treino: observar, demonstrar em outro caso, devolver execução e variar. Próxima observação mede decisão independente do aluno e ajuda necessária. Escopo protegido até evidência suficiente.
Confira antes de encerrar
O plano trata uma competência específica.
A prática inclui variação.
O resultado é observado no aluno e na condução.
Pratique antes de assumir
Agora faça em outro caso.
Situação
Após feedback, o Mentor diz “entendi”.
Sua tarefa
O que comprova desenvolvimento?
Depois de tentar, confira a resposta
Resposta de referência
Nova execução em caso diferente, com comportamento esperado e efeito no aluno.
Erro que exige refazer. Encerrar pelo aceite verbal.
POP 9 · Substituir e retirar da atuação com continuidade
Resultado esperado
Manter a turma atendida quando o mentor se ausenta ou deixa de cumprir o padrão. Você decide a aptidão para continuar, organiza a cobertura e acompanha o que falta entregar. Pessoas formaliza as consequências sobre o vínculo.
Quando usar
Diante de ausência, perda de disponibilidade, erro técnico relevante, postura prejudicial ou repetição de falhas após apoio. Um risco pode pedir interrupção da atividade afetada antes da conclusão da análise.
Informações necessárias e preparação
Abra os fatos, compromissos, entregas pendentes, apoios já feitos e a referência do produto. Confirme o que foi observado; não tome boato como conclusão. Consulte o banco por competência e agenda, sem contar disponibilidade antiga como aceite atual.
Passo a passo
1. Descubra exatamente o que está ameaçado
Confirme atividade, turma, etapa, agenda, entregas dependentes e situação do mentor. Se ele não consegue comparecer à live, ainda pode ter condições de passar o roteiro e o contexto? Se não consegue corrigir toda a fila, qual parte já foi examinada? Se o problema é técnico, quem pode validar a decisão? Essas respostas mudam a solução.
Caso fictício: o mentor avisa que não poderá conduzir o próximo encontro. A turma tem 30 participantes; 24 enviaram trabalhos, dos quais 18 já foram avaliados; seis aguardam análise e outros seis ainda não enviaram. O total continua sendo 30 alunos, não 36. O encontro dependia dos erros encontrados nas entregas. A urgência envolve o encontro e a continuidade das seis avaliações pendentes, não simplesmente encontrar alguém para falar durante uma hora.
2. Decida se é ausência, apoio ou retirada da atuação
Uma ausência pontual pede cobertura e não prova falta de competência. Sobrecarga pede ajuste de capacidade. Dificuldade corrigível pede prática acompanhada, desde que a atuação continue segura. Erro técnico relevante, desrespeito, recusa do papel ou repetição da falha após apoio podem impedir a continuidade. Confirme os fatos e conduza a decisão sobre aptidão; não deixe o problema circular indefinidamente entre Programas e Pessoas.
Caso fictício para treino: André recebeu critérios claros, acesso e uma carga que cabia na agenda. Foi orientado e praticou uma devolutiva específica. Na atuação seguinte, voltou a aprovar duas entregas sem o requisito obrigatório e, na conversa, afirmou que continuará ignorando esse requisito. Um especialista conferiu os dois casos e confirmou o erro. Você tem motivo para retirá-lo das avaliações desse produto e providenciar revisão das entregas afetadas.
Coordenador
André, revimos duas aprovações que não atendem ao requisito publicado. Esse ponto já tinha sido trabalhado no preparo e confirmado tecnicamente. Você disse que pretende continuar dispensando o requisito. Por isso, decidi retirar sua atuação nas avaliações deste produto. Vou organizar a passagem e a revisão dos casos; Pessoas vai conversar com você sobre o vínculo e as condições.
André
Vocês vão deixar a turma sem mentor então?
Coordenador
A continuidade é minha responsabilidade junto com Programas. Vou confirmar outro mentor apto, passar as entregas e acompanhar as revisões. Preciso que você informe onde estão os arquivos e quais decisões ainda não foram registradas. Os alunos receberão uma orientação de continuidade pelo time.
Se o problema for grave e continuar expondo o aluno a orientação incorreta, interrompa a atividade afetada enquanto confirma a cobertura. Não mantenha a pessoa atuando só porque ainda não encontrou substituto. Programas recebe imediatamente o que ficou descoberto para organizar a resposta operacional. Pessoas formaliza o encerramento do vínculo, quando for o caso; a decisão de aptidão para a atividade cabe à Coordenação.
Registre de forma simples o fato, a evidência, o apoio já oferecido, a resposta do mentor, a decisão e as atividades transferidas. Se uma nova prova ou preparação puder tornar possível o retorno, diga o que precisará ser demonstrado antes de nova alocação. Não crie prazo automático, punição ou promessa de retorno.
3. Informe Programas com alternativas e limites
Coordenador
O mentor da turma A não conseguirá conduzir o encontro previsto. Temos 18 avaliações concluídas, seis pendentes e seis alunos sem envio. Estou verificando um substituto qualificado no produto. Ainda não confirmei cobertura. Se ele assumir, precisará do roteiro, dos critérios e da fila restante.
Programas
Existe alguém disponível?
Coordenador
Há uma mentora qualificada cuja agenda vou confirmar. A segunda opção ainda não terminou a preparação, então não pode ser tratada como cobertura pronta. Vou retornar com o aceite e as condições que conseguimos cumprir antes de você definir a comunicação.
Dizer o que não está confirmado protege a decisão. Programas pode preparar alternativas de continuidade, inclusive mudança autorizada quando necessária. Não anuncie uma nova data, política de compensação ou benefício por iniciativa própria. Enquanto a decisão acontece, identifique tarefas que podem continuar sem risco: organizar arquivos, consolidar perguntas, concluir passagens e apoiar a Gestora com a orientação já validada.
4. Verifique o substituto pelo trabalho específico
Confirme domínio do produto e da etapa, disponibilidade na janela e acesso às ferramentas. Pergunte o que ele precisa receber para assumir. Explique se haverá avaliações, reenvios ou apenas encontro; evite pedir “quebra um galho na live” e depois entregar uma fila desconhecida. Se a pessoa precisa estudar o material para decidir, a cobertura permanece em avaliação.
Coordenador
Você conhece o produto, mas esta turma está na etapa de documentação. Consegue assumir o encontro e estas seis análises, dentro das janelas que vou te mostrar? Antes do aceite, quero que veja a missão e o roteiro.
Substituta
Consigo o encontro. As análises só consigo em outra janela.
Coordenador
Vou registrar essa condição e conferir com Programas. Não vou contar a fila como coberta até definirmos quem a assume no prazo necessário.
Um aceite parcial pode ajudar, desde que permaneça explícito. Se a solução criar outro vazio, mostre-o. Transferir urgência para uma pessoa ocupada não elimina a falta de capacidade.
5. Faça uma passagem que sobreviva sem você
Entregue uma síntese e as referências, nesta ordem: resultado do programa; momento da turma; objetivo da atividade; critério vigente; trabalhos e versões; decisões já comunicadas; bloqueios; fila restante; responsáveis e próximos retornos. Destaque o que não pode ser contradito sem revisão. Exemplos técnicos devem vir do material validado, não de uma explicação improvisada sobre um produto que você não domina.
Passagem fictícia: turma A, etapa 4; encontro sobre as dificuldades de documentação previstas no manual. Há 18 trabalhos avaliados, seis aguardando avaliação e seis sem envio acompanhados pela Gestora. Camila aceitou conduzir o encontro, mas não as análises nessa janela. Coordenação deve confirmar outro mentor apto para as seis pendentes antes de considerar a fila coberta. Todos recebem missão, critérios, trabalhos com versões e decisões já comunicadas. O caso de Ana permanece em revisão técnica, sem nova decisão a anunciar.
Peça ao substituto que abra uma entrega e explique o que fará no início da atividade. Confirme que encontra o roteiro e sabe onde registrar dúvidas que não resolver. Isso detecta uma passagem fraca antes do encontro. “Recebi o link” é confirmação de recebimento, não de capacidade de continuidade.
6. Garanta uma mensagem coerente ao aluno
Programas define a comunicação operacional; a Gestora acompanha os alunos pelo canal adequado. Forneça informações confirmadas e a próxima referência de retorno. Uma mensagem útil explica o que muda, o que permanece como próxima ação e quando haverá atualização. O aluno não precisa de detalhes pessoais sobre a ausência do profissional.
Mensagem de continuidade, após decisão confirmada
Na atividade prevista, a mentora Camila assumirá a orientação da turma. Ela já recebeu as entregas e o contexto da etapa. Continue usando o mesmo local para enviar seu trabalho. As pendências individuais serão acompanhadas pela equipe no retorno combinado.
Se ainda não existe decisão, a mensagem precisa dizer que a equipe está organizando a continuidade e informar o retorno autorizado. Não anuncie substituição sem aceite nem diga que “está tudo resolvido” enquanto uma parte da fila está sem dono.
7. Feche o incidente depois da atividade
Confira presença, execução, registros e tratamento das pendências. No exemplo, o encontro aconteceu, mas duas análises continuaram abertas: o incidente ainda tem continuidade. Registre quem assumiu e acompanhe o retorno aos alunos. Se alguma data mudou, preserve o prazo original e a nova previsão em campos distintos.
Depois revise a causa e a cobertura. Se houve retirada por desempenho, confira também as decisões anteriores que possam ter sido afetadas, com apoio técnico quando necessário. Atualize o banco para que o mentor não seja alocado de novo por engano. Informe a Pessoas o andamento da passagem e a Programas o que ainda precisa ser concluído. A retirada só protege a turma quando o trabalho pendente recebe continuidade.
Evidência de conclusão
A decisão sobre atuação está clara, a cobertura foi aceita e a passagem foi testada. Programas sabe como a operação continuará; Pessoas recebeu o que precisa formalizar. As avaliações e os retornos pendentes têm responsáveis, e a retirada não deixa alunos sem acompanhamento.
Aprofunde as decisões que fazem diferença
Proteja compromissos antes de concluir a troca
Mapeie encontros, correções, reenvios, arquivos e casos sensíveis. Confirme substituto apto, agenda, acesso e contexto. Programas coordena o efeito na turma; Pessoas conduz formalização quando a decisão envolve vínculo.
Comunique continuidade com o mínimo necessário
Alunos precisam saber quem assume, como continuar e o que acontece com compromissos. Motivos pessoais ou avaliações internas permanecem restritos. A troca termina operacionalmente quando o substituto consegue atuar e os casos seguem.
Demonstração completa · caso fictício de treinamento
Um Mentor falta e há devolutivas vencendo
A situação
Na véspera da live, o Mentor informa impossibilidade de continuar. Oito correções estão abertas.
O raciocínio por trás da ação
A troca precisa cobrir encontro e fila técnica. Encontrar alguém que entra na chamada não resolve as avaliações.
01Coordenação
Programas, há risco para a live e oito devolutivas. Vou confirmar cobertura por atividade e entregar a situação de cada arquivo.
02Substituta
Posso assumir a live e quatro análises. Já conheço a versão; preciso abrir os arquivos e os registros.
03Coordenação
Confirmo outra pessoa apta para as quatro restantes. Ambas recebem critério, histórico e prazo; peço aceite após testar acesso.
04Programas
Vou organizar a comunicação à turma e a continuidade com Evolução. Os alunos saberão quem conduz e como receberão retorno.
05Conferência
Substitutas localizam casos e aplicam critérios; encontro testado; devolutivas entregues e ajustes acompanhados.
06Pessoas
Se houver encerramento de vínculo, o processo formal segue separado, preservando informações e obrigações aplicáveis.
O que este caso comprova
A experiência continua com capacidade real e contexto, sem depender da pessoa ausente para cada detalhe.
Quando o caso muda
Se acontecer diferente, decida assim.
Não há substituto apto no prazo
O que fazer. Informe Programas imediatamente com alternativas e impacto; comunique plano realista ao aluno, sem improvisar especialista.
Ainda não temos cobertura técnica confirmada. Estas são as alternativas e o compromisso afetado.
O que conferir. Decisão e comunicação verdadeiras.
A retirada ocorre por qualidade insuficiente
O que fazer. Proteja casos afetados, preserve evidências e alinhe decisão com Pessoas e Programas.
Precisamos revisar estas avaliações e confirmar continuidade antes de encerrar a transição.
O que conferir. Alunos e registros protegidos.
Registro para usar na tarefa
Passagem de substituição
Preencha no registro oficial do cargo. Substitua os dados de treinamento pelos fatos do caso e mantenha visível o que ainda não foi confirmado.
Modelo para preencher
Motivo operacional e acesso restrito:
Compromissos abertos:
Substituto por atividade:
Aptidão/versão:
Agenda e acesso testados:
Casos recebidos e aceite:
Comunicação:
Conferência de continuidade:
Exemplo preenchido
Mentor indisponível. Live e 8 correções em risco. Substituta A assume live e 4; B assume 4. Aptidão, agenda e arquivos confirmados. Programas comunica continuidade; Evolução acompanha alunos. Pessoas trata vínculo se necessário. Encerrar após execução e recebimento conferidos.
Confira antes de encerrar
Todas as atividades abertas têm cobertura.
Substituto demonstrou acesso e compreensão.
A comunicação preserva respeito e continuidade.
Pratique antes de assumir
Agora faça em outro caso.
Situação
O substituto aceitou a live, mas não recebeu a rubrica.
Sua tarefa
O que falta antes de contar a cobertura?
Depois de tentar, confira a resposta
Resposta de referência
Preparação na versão, acesso e critérios compreendidos; calibração ou apoio necessário para avaliar.
Erro que exige refazer. Usar disponibilidade como prova de aptidão.
POP 10 · Manter o banco pronto para as próximas turmas
Resultado esperado
Transformar busca, preparo e acompanhamento em capacidade que a empresa consegue usar. O banco deve mostrar quem pode assumir cada produto, por que confiamos nessa pessoa e qual disponibilidade ainda precisa ser confirmada.
Quando usar
Ao fechar a semana, concluir uma etapa ou receber a previsão das próximas turmas. Use o que os POPs anteriores já produziram, sem refazer avaliações por rotina.
Informações necessárias e preparação
Abra o banco, a agenda, as decisões de aptidão, os resultados de desenvolvimento e o plano informado por Programas. Separe produto existente, necessidade futura ainda em desenho e turma com data confirmada.
Passo a passo
1. Mantenha uma ficha profissional que alguém consiga continuar
Campos essenciais: identificação e contato profissional; origem; produtos e competências de interesse; evidências técnicas e autoria; resultado da entrevista e provas; avaliador técnico; estado de formalização informado por Pessoas; preparação por produto; turmas e atividades assumidas; disponibilidade confirmada e restrições; observações de qualidade; desenvolvimento; interesses e sinais de desgaste; último contato; próxima ação, responsável e referência de prazo.
Registre só o que é necessário para o trabalho e mantenha acesso adequado, conforme a ferramenta adotada pela empresa.
Ficha fictícia preenchida: Camila Duarte; origem indicação de profissional que recebeu orientação; interesse Revit e documentação; portfólio com participação autoral explicada; teste técnico conferido por especialista designado; teste didático demonstrado com ajuste de linguagem; formalização concluída, conforme Pessoas; preparada para produto Revit versão vigente; turma A com encontro e correções especificadas no mapa; disponibilidade para novo produto ainda não confirmada; observação recente mostrou boa explicação e próxima ação clara; desenvolvimento estudar um segundo tema antes de nova prova; interesse em apoiar calibração; próxima ação conversa sobre disponibilidade após fechar o ciclo atual.
Essa ficha não deve dizer “excelente, usar em tudo”. Ela limita a conclusão ao que sabemos. Se Camila deseja atuar em outro produto, abra a necessidade do POP 1 e as evidências do POP 3 para aquele escopo. Experiência geral ajuda, mas não substitui demonstração específica. Se a disponibilidade venceu ou o contexto mudou, reconfirme antes de usar a informação.
2. Monte a visão por produto
Para cada produto existente, veja quem está em contato, quem demonstrou competência, quem está preparado e quem confirmou agenda. Exemplo fictício: Revit tem duas pessoas aptas, uma alocada e outra sem disponibilidade na próxima janela; SketchUp tem três perfis mapeados, nenhum testado. Não some os cinco nomes e anuncie cinco mentores disponíveis. Para um produto ainda em desenho, você pode pesquisar especialistas, mas a aptidão para atuar depende do escopo e dos materiais concluídos.
A visão permite escolher a próxima ação. Em Revit, o gargalo pode ser agenda. Em SketchUp, avaliação. No terceiro produto, evidência atual. Você deve apresentar essas diferenças a Programas e Pessoas para que o esforço de busca responda ao plano de lançamento. Nem toda especialidade precisa avançar com a mesma urgência.
Acompanhe o caminho entre encontrar e poder alocar
Para cada necessidade, registre datas de contato, entrevista, prova, decisão, preparo e primeiro aceite. Veja onde os candidatos param e por quê. Mantenha “aguardando resposta”, “aguardando avaliação” e “sem disponibilidade” separados: cada situação pede uma ação diferente.
Exemplo: seis candidatos fizeram prova; quatro demonstraram as competências, mas só um conseguiu confirmar a agenda. A busca encontrou técnica, mas ainda não entregou disponibilidade. A próxima conversa precisa esclarecer janelas mais cedo; aumentar provas sem tratar esse ponto pode repetir o problema.
Outro exemplo: muitos perfis aceitam conversar, mas não conseguem abrir um trabalho autoral nem explicar decisões. Revise as fontes e a triagem. Se bons candidatos esperam muitos dias por avaliação, reserve agenda do avaliador e dê um retorno claro; a demora interna pode perder pessoas adequadas.
Use esse histórico para começar as próximas buscas com antecedência. Não transforme a conversão observada em garantia de contratação: produtos, especialidades e agendas mudam. O banco precisa trazer candidatos até o preparo e o aceite, e continuar cuidando de quem já atua.
3. Compare o planejado com o que ocorreu
Na revisão semanal, retome os compromissos definidos no início. Qual candidato avançou com evidência? Qual preparação terminou? Que compromisso ficou descoberto? Qual dificuldade de didática mudou depois de treino? Que fila cresceu? Se uma atividade não ocorreu, explique causa e próximo movimento. Não transforme uma lista de reuniões em prestação de contas de resultado.
Exemplo de comparação fictícia: começamos a semana com duas lacunas de cobertura; uma foi resolvida com aceite de mentor preparado; a outra continua sem disponibilidade. André saiu de uma devolutiva genérica para três orientações aplicáveis observadas, ainda precisa ser acompanhado. Beatriz teve parte da fila redistribuída e os retornos voltaram a caber nas janelas; a estimativa do próximo ciclo foi revisada. O sistema ficou melhor em aspectos concretos, e o risco restante continua visível.
4. Melhore a causa recorrente
Se vários mentores recebem a mesma pergunta, reúna os casos e leve o padrão a Programas para encaminhamento ao Design. Exemplo fictício: “Oito alunos enviaram somente imagem; a missão pede arquivo editável, mas a mensagem de envio destaca apenas o print. Separei os exemplos e a hipótese de conflito entre instruções.” Programas organiza a correção com quem é responsável. A Coordenação confere depois se os mentores receberam a referência atualizada.
Combine com Programas qual melhoria será encaminhada ao responsável e acompanhe sua aplicação. Se o erro reaparecer, confira se a instrução foi publicada no local usado pelo aluno e se o mentor recebeu a referência atualizada. Não crie uma versão paralela em mensagens privadas para remendar o produto.
5. Prepare crescimento sem prometer carreira pronta
Mentores podem querer aprofundar uma especialidade, apoiar a preparação de colegas ou assumir outras responsabilidades. Registre interesse e evidências e leve a Pessoas. Atuar em outro produto exige preparo para esse produto; não transforme o interesse em tarefa de criar currículo. Qualquer colaboração no desenvolvimento precisa ter escopo próprio e não substitui a entrega do produto pronto ao mentor da turma.
Coordenador
Você tem ajudado outros mentores a aplicar os critérios e mostrou bons exemplos de correção. Quer desenvolver mais essa parte?
Mentora
Quero, mas preciso entender quanto isso entraria na minha rotina.
Coordenador
Faz sentido. Vou organizar uma proposta de contribuição com escopo e capacidade e conversar com Pessoas e Programas. Não vou acrescentar essa responsabilidade à sua agenda sem combinar.
O mesmo cuidado vale para retenção. Se alguém importante estiver cansado, descubra o que está pesando, o que já tentou e que ajuste poderia ajudar. Você pode melhorar clareza e organização dentro de sua atuação. Condições de vínculo seguem com Pessoas. Deixe explícito o que já consegue resolver e o que levará para decisão.
6. Envie uma síntese que gere decisão
Exemplo fictício de síntese a Programas: turma A com agenda coberta; turma B ainda depende do aceite para parte das correções; dois candidatos estão em demonstração e não contam como disponíveis; André foi retirado das avaliações e Camila assumiu as revisões combinadas; Beatriz só pode receber nova turma depois de nova confirmação de agenda. Próximas ações: Coordenação conclui a cobertura e o preparo; Programas trata a lacuna na instrução de envio com Design e confirma o planejamento afetado. Inclua os exemplos necessários para conferir os fatos.
Evidência de conclusão
A visão por produto distingue pessoas mapeadas, testadas, preparadas, disponíveis e retiradas da atuação. Programas conhece a capacidade real e as lacunas futuras. Cada próxima ação fortalece a cobertura ou a qualidade de um produto definido.
Aprofunde as decisões que fazem diferença
Mantenha um banco com estado de preparo
Para cada pessoa: especialidade, escopo demonstrado, versão, prova, calibração, disponibilidade, histórico de atuação e próximo contato. Separe mapeado, em avaliação, em preparo, apto e alocado. Um nome antigo não é reserva pronta.
Antecipe o tempo de reposição
Compare previsão de Programas com tempo observado de busca, seleção e preparo. Reconfirme interesse e agenda antes de contar capacidade futura. Priorize especialidades críticas e alternativas que realmente cobrem o trabalho.
Demonstração completa · caso fictício de treinamento
Dez nomes no banco e só dois disponíveis
A situação
O banco tinha dez especialistas. Quatro nunca fizeram prova, três estão sem contato recente, um aceita só palestra e dois são aptos na versão atual.
O raciocínio por trás da ação
Quantidade de nomes não é capacidade. O banco precisa revelar prontidão e lacuna antes da nova turma.
01Coordenação
Vou reclassificar por evidência. Apenas dois estão aptos; ainda preciso confirmar a agenda de ambos.
02Programas
A previsão é abrir duas turmas, com janelas parcialmente coincidentes.
03Coordenação
Primeiro aloco as horas confirmadas, depois comparo a demanda. Em paralelo, retomo os três sem atualização e convido os quatro mapeados para avaliação compatível.
04Contato de atualização
“Estamos planejando novas edições deste produto. Seu interesse e disponibilidade para estas atividades continuam os mesmos? Antes de confirmar atuação, vamos revisar versão e agenda.”
05Decisão
A previsão comercial recebe capacidade confirmada e lacuna separadas. O banco acompanha próximos passos de seleção e preparo.
O que este caso comprova
O banco se torna uma ferramenta de continuidade, com estados que correspondem a evidências.
Quando o caso muda
Se acontecer diferente, decida assim.
O produto mudou significativamente
O que fazer. Reavaliar e calibrar o escopo afetado antes de manter aptidão automática.
Sua experiência continua relevante; esta versão mudou estes critérios e precisa de novo ensaio.
O que conferir. Aptidão atualizada por versão.
A pessoa perde interesse
O que fazer. Atualizar estado e respeitar a decisão; manter histórico necessário conforme política aplicável.
Obrigado por avisar. Vou ajustar sua disponibilidade para não contar com uma agenda que não faz mais sentido.
O que conferir. Banco confiável e contato respeitoso.
Registro para usar na tarefa
Ficha do banco técnico
Preencha no registro oficial do cargo. Substitua os dados de treinamento pelos fatos do caso e mantenha visível o que ainda não foi confirmado.
Modelo para preencher
Pessoa/especialidade:
Escopo e versão aptos:
Provas/calibração:
Disponibilidade confirmada em:
Horas e janelas:
Atuação observada:
Próxima atualização:
Estado e limite:
Exemplo preenchido
Daniela / documentação Revit. Apta na versão vigente após prova e calibração. Agenda ainda a reconfirmar para próxima edição. Estado: apta, não alocada. Não contar horas futuras até aceite. Próximo contato com janelas específicas e revisão de mudanças do produto.
Confira antes de encerrar
Estado corresponde à evidência atual.
Aptidão e disponibilidade são campos distintos.
A previsão mostra lacuna antes da urgência.
Pratique antes de assumir
Agora faça em outro caso.
Situação
Há cinco mentores aptos, todos ocupados na janela de lançamento.
Nenhum até haver disponibilidade confirmada ou reorganização aceita.
Erro que exige refazer. Contar profissionais sem agenda como capacidade.
POP 11 · O cuidado técnico que vira referência
Resultado esperado
Um exemplo de qualidade compreendido, uma diferença de avaliação resolvida e uma prática melhor circulando entre especialistas.
Quando usar
No momento da conquista e no espaço semanal de troca do time. Use os encontros que já existem no calendário; reserve aproximadamente 15 minutos para a troca semanal, ajustando ao tamanho do grupo.
Como conduzir
Selecione uma correção ou explicação exemplar, com contexto protegido, e mostre por que ajudou o aluno a executar. Na calibração, comparem o critério e a orientação de duas avaliações. Reconheça o Mentor que ensinou algo útil aos colegas e convide outro a demonstrar como aplicou o aprendizado.
1. Traga uma cena real
Escolha uma situação com contexto, decisão e resultado. Mostre o que aconteceu de forma que outra pessoa compreenda a contribuição. Preserve dados pessoais e use histórias e projetos externos conforme a autorização de uso.
2. Reconheça a contribuição
Diga o que aquela pessoa fez e por que isso ajudou. Compartilhe o crédito entre quem captou, construiu, orientou e deu continuidade. O reconhecimento precisa tornar o bom trabalho visível.
3. Faça o exemplo circular
Conclua com uma pergunta: “O que podemos aplicar na próxima entrega?”. Escolha uma ação pequena, registre onde ela será usada e retome seu efeito na próxima troca. A celebração pode ser breve e espontânea; o aprendizado precisa chegar ao trabalho.
Resultado do bloco
Um exemplo de qualidade compreendido, uma diferença de avaliação resolvida e uma prática melhor circulando entre especialistas.
Aprofunde as decisões que fazem diferença
Compartilhe uma orientação que elevou a aprendizagem
Escolha devolutiva ou condução com evidência de nova tentativa. Preserve dados e autoria. Mostre a pergunta ou decisão que ajudou o aluno a entender.
Faça uma pequena calibração aplicável
Outro Mentor recebe um caso semelhante e ensaia a resposta. O grupo compara critério, linguagem e conferência. Reconheça o cuidado técnico e registre a prática que vale repetir.
Demonstração completa · caso fictício de treinamento
A pergunta que ensinou mais que uma correção pronta
A situação
Uma mentora fez o aluno comparar conteúdo, missão e identificação antes de editar.
O raciocínio por trás da ação
A contribuição está na decisão ensinada e na autonomia observada, não apenas na rapidez da correção.
01Coordenação
Quero mostrar esta pergunta e o que o aluno fez depois.
02Mentora
Perguntei o que a vista precisava mostrar e pedi evidência no arquivo. Ele identificou a causa e corrigiu.
03Coordenação
Na variação, ele decidiu sozinho entre trocar a vista e ajustar o título. Esse é o efeito que queremos repetir.
04Ensaio
Outro Mentor recebe caso com causa diferente e pratica investigar antes de demonstrar.
05Aplicação
Usar a sequência na próxima orientação pertinente e trazer evidência da tentativa do aluno.
O que este caso comprova
O reconhecimento fortalece rigor, didática e aprendizagem compartilhada.
Quando o caso muda
Se acontecer diferente, decida assim.
A orientação parece boa, mas não há tentativa posterior
O que fazer. Reconhecer a clareza e manter a aprendizagem como não observada.
Precisamos ver o que o aluno consegue fazer depois.
O que conferir. Conclusão proporcional à evidência.
Surge divergência técnica
O que fazer. Voltar à rubrica e validação apta, sem resolver por popularidade.
Qual critério e evidência sustentam cada decisão?
O que conferir. Esclarecimento e nova calibração.
Registro para usar na tarefa
Prática técnica compartilhada
Preencha no registro oficial do cargo. Substitua os dados de treinamento pelos fatos do caso e mantenha visível o que ainda não foi confirmado.
Modelo para preencher
Caso e critério:
Pergunta/decisão útil:
Efeito observado:
Ensaio:
Aplicação seguinte:
Exemplo preenchido
Correspondência de vistas. Pergunta: mostrar conteúdo antes do título. Aluno corrigiu e resolveu variação. Outro Mentor ensaiou causa diferente. Próxima aplicação será observada na devolutiva e reenvio.
Confira antes de encerrar
Há ligação entre orientação e tentativa observada.
A técnica foi validada.
O aprendizado foi praticado por outra pessoa.
Pratique antes de assumir
Agora faça em outro caso.
Situação
O grupo prefere a resposta mais eloquente, mas ela não aponta o erro.
Sua tarefa
Qual ajuste fazer?
Depois de tentar, confira a resposta
Resposta de referência
Localizar critério e evidência e reescrever a orientação com ação e conferência.
Erro que exige refazer. Confundir beleza da fala com qualidade da ajuda.
Novas responsabilidades integradas
Os procedimentos a seguir complementam a execução anterior com a estrutura vigente. Use os exemplos completos e mantenha as responsabilidades do cargo já descritas.
POP 12 · Intermediar o pedido editorial até o aceite
A Designer precisa de um vídeo e capturas sobre uma dúvida técnica. O produto continua sob responsabilidade dela.
Como pensar antes de agir
Seu papel é transformar a necessidade em um compromisso técnico viável. Você encontra o especialista certo, confirma escopo e prazo, acompanha e resolve pendências. A Designer define o uso pedagógico e aprova a adequação ao produto.
O resultado que você vai produzir
Material técnico entregue à Designer no formato, prazo e qualidade combinados.
Abra o que vai usar
Ficha ou pedido com responsável, prazo e critério de aceite. Abra também a regra vigente citada no caso.
Registro oficial da atividade e evidências de origem: use os campos do modelo preenchido abaixo.
Agenda dos envolvidos e limite de decisão do cargo. Separe o caso de treino dos dados reais.
Execute assim
01. Receber o pedido
Confira objetivo, erro, exemplo, formato, versão, arquivos, autorização de uso, prazo e critério. Devolva somente o campo que falta, sem fazer a Designer reconstruir tudo.
02. Selecionar especialista
Use domínio demonstrado e disponibilidade real. Inclua trabalho editorial na carga e condição contratual.
03. Confirmar a entrega
Especialista explica o que fará e aceita data. Registre responsável e ponto de verificação antes do prazo final.
04. Conferir completude
Arquivo abre, vídeo é legível, decisão está explicada e material pode ser utilizado. Validação pedagógica fica com Designer; dúvida técnica volta ao especialista.
05. Fechar o aceite
Designer confirma uso ou pede complemento específico. Registre prazo cumprido e versão, e mantenha a correção técnica do material publicado.
Demonstração completa · caso fictício de treinamento
Veja a execução completa
A situação
A Designer precisa de um vídeo e capturas sobre uma dúvida técnica. O produto continua sob responsabilidade dela.
O raciocínio por trás da ação
Seu papel é transformar a necessidade em um compromisso técnico viável. Você encontra o especialista certo, confirma escopo e prazo, acompanha e resolve pendências. A Designer define o uso pedagógico e aprova a adequação ao produto.
01Designer
Preciso de uma demonstração curta com antes e depois.
02Coordenador
Qual competência e qual erro ela precisa esclarecer?
03Designer
Reconhecer a vista correta para configurar níveis.
04Mentor
Consigo entregar vídeo, arquivo e capturas na quinta.
05Coordenador
Registro o aceite e confiro um rascunho na quarta para evitar surpresa.
O que este caso comprova
Material técnico entregue à Designer no formato, prazo e qualidade combinados.
Quando o caso muda
Se acontecer diferente, decida assim.
O especialista atrasa
O que fazer. Avise antes do marco, ofereça substituto habilitado ou novo plano e registre impacto.
O prazo está em risco. Estas são as alternativas para preservar o marco do produto.
O que conferir. Decisão antes do vencimento e cronologia preservada.
O dado necessário ainda não está confirmado
O que fazer. Mantenha a tarefa em conferência. Escreva qual informação falta, quem pode confirmá-la e a hora do próximo retorno. Continue somente a parte reversível que não depende dessa informação.
Para concluir com segurança preciso confirmar o campo indicado. Já solicitei ao responsável e volto no horário registrado com a resposta ou com a alternativa.
O que conferir. Pedido enviado, responsável e próximo retorno registrados. A falta de dado não foi transformada em aprovação.
Registro para usar na tarefa
Registro para usar no trabalho
Preencha no registro oficial do cargo. Substitua os dados de treinamento pelos fatos do caso e mantenha visível o que ainda não foi confirmado.
Modelo para preencher
Pedido: [preencher]
Dona do produto: [preencher]
Intermediário: [preencher]
Especialista: [preencher]
Entrega: [preencher]
Prévia: [preencher]
Aceite final: [preencher]
Exemplo preenchido
Pedido: ED-031
Dona do produto: Designer
Intermediário: Coordenador
Especialista: habilitado
Entrega: vídeo, arquivo e capturas
Prévia: quarta
Aceite final: quinta, pela Designer e validação técnica
Confira antes de encerrar
Confirme a entrega: Material técnico entregue à Designer no formato, prazo e qualidade combinados.
Confira no registro: Pedido, Dona do produto, Intermediário, Especialista, Entrega, Prévia, Aceite final. Cada número e aceite deve apontar para sua evidência.
Outra pessoa consegue reconstruir a decisão a partir dos dados registrados, sem depender de uma explicação de memória.
Pendência não resolvida continua com responsável e próximo retorno; o destinatário confirmou o recebimento da passagem.
Pratique antes de assumir
Agora faça em outro caso.
Situação
Faltam capturas, mas o vídeo está pronto. O pedido está concluído?
Sua tarefa
Resolva sem consultar a demonstração. Produza o registro, explique a decisão em voz alta e só depois confira os critérios.
Depois de tentar, confira a resposta
Resposta de referência
Somente após critérios de aceite; Pode aceitar parcial identificado; Complemento com prazo; Designer confirma adequação.
Erro que exige refazer. Falha crítica: encerrar pedido sem aceite ou transferir propriedade do produto ao Mentor.
POP 13 · Conferir material técnico e direitos de uso
O Mentor oferece uma gravação de aula que contém projeto de cliente e rostos de participantes.
Como pensar antes de agir
Domínio técnico não resolve autorização de uso. A contribuição deve ser utilizável no produto e respeitar dados e direitos. Prefira arquivo de treino próprio e demonstração limpa quando não houver permissão adequada.
O resultado que você vai produzir
Insumo tecnicamente válido e autorizado, pronto para transformação editorial.
Abra o que vai usar
Ficha ou pedido com responsável, prazo e critério de aceite. Abra também a regra vigente citada no caso.
Registro oficial da atividade e evidências de origem: use os campos do modelo preenchido abaixo.
Agenda dos envolvidos e limite de decisão do cargo. Separe o caso de treino dos dados reais.
Execute assim
01. Identificar origem
Quem criou arquivo, aula e imagens? Há autorização para uso comercial, edição e capturas? Registre o instrumento aplicável com apoio competente.
02. Retirar dados desnecessários
Projetos de clientes, rostos, nomes e informações identificáveis só entram com base e autorização adequadas. Se não houver, regrave com material fictício.
03. Conferir técnica
Reproduza ou peça revisão habilitada do procedimento, versão e resultado. O revisor não deve aceitar erro só porque o material veio de alguém conhecido.
04. Entregar com metadados
Arquivo, autor, versão, permissões, data e limitações. Designer sabe o que pode usar e onde precisa de nova validação.
05. Guardar evidência
Autorização e aceite ficam no acervo restrito correspondente. Publicação só recebe material liberado.
Demonstração completa · caso fictício de treinamento
Veja a execução completa
A situação
O Mentor oferece uma gravação de aula que contém projeto de cliente e rostos de participantes.
O raciocínio por trás da ação
Domínio técnico não resolve autorização de uso. A contribuição deve ser utilizável no produto e respeitar dados e direitos. Prefira arquivo de treino próprio e demonstração limpa quando não houver permissão adequada.
01Mentor
Tenho uma aula pronta com um projeto real.
02Coordenador
Precisamos conferir se podemos usar esse projeto e as imagens no produto. Se não houver autorização, gravamos com um arquivo de treino.
03Designer
Com o material limpo, consigo extrair as capturas e explicar a sequência.
O que este caso comprova
Insumo tecnicamente válido e autorizado, pronto para transformação editorial.
Quando o caso muda
Se acontecer diferente, decida assim.
A autorização é incerta
O que fazer. Mantenha fora da publicação e obtenha validação competente ou substitua o material.
Não vamos presumir o direito de usar. Uma demonstração própria resolve o mesmo objetivo com clareza.
O que conferir. Material substituído ou liberação formal.
O dado necessário ainda não está confirmado
O que fazer. Mantenha a tarefa em conferência. Escreva qual informação falta, quem pode confirmá-la e a hora do próximo retorno. Continue somente a parte reversível que não depende dessa informação.
Para concluir com segurança preciso confirmar o campo indicado. Já solicitei ao responsável e volto no horário registrado com a resposta ou com a alternativa.
O que conferir. Pedido enviado, responsável e próximo retorno registrados. A falta de dado não foi transformada em aprovação.
Registro para usar na tarefa
Registro para usar no trabalho
Preencha no registro oficial do cargo. Substitua os dados de treinamento pelos fatos do caso e mantenha visível o que ainda não foi confirmado.
Modelo para preencher
Origem: [preencher]
Arquivo: [preencher]
Dados de terceiros: [preencher]
Permissões: [preencher]
Técnica: [preencher]
Versão: [preencher]
Entrega: [preencher]
Exemplo preenchido
Origem: demonstração do especialista
Arquivo: treino próprio
Dados de terceiros: removidos
Permissões: registradas
Técnica: revisada
Versão: identificada
Entrega: Designer
Confira antes de encerrar
Confirme a entrega: Insumo tecnicamente válido e autorizado, pronto para transformação editorial.
Confira no registro: Origem, Arquivo, Dados de terceiros, Permissões, Técnica, Versão, Entrega. Cada número e aceite deve apontar para sua evidência.
Outra pessoa consegue reconstruir a decisão a partir dos dados registrados, sem depender de uma explicação de memória.
Pendência não resolvida continua com responsável e próximo retorno; o destinatário confirmou o recebimento da passagem.
Pratique antes de assumir
Agora faça em outro caso.
Situação
Uma captura de aula mostra o nome do cliente no arquivo. Como resolver?
Sua tarefa
Resolva sem consultar a demonstração. Produza o registro, explique a decisão em voz alta e só depois confira os critérios.
Depois de tentar, confira a resposta
Resposta de referência
Remove dado ou refaz com arquivo de treino; Confere direito de uso do conteúdo; Mantém técnica correta; Registra origem.
Erro que exige refazer. Falha crítica: confundir acesso à aula com autorização de republicação.
As conexões do seu trabalho
Seu escopo na estrutura vigente
Manter especialistas preparados, agenda coberta e matéria-prima técnica disponível para o produto.
Coordenação do cargo: CEO no M1; Líder de Mentores quando implantado. Até 20 turmas simultâneas por coordenador é referência de planejamento, condicionada às horas, à complexidade, às correções, à produção editorial e à cobertura confirmadas.
11 / Manual do cargo
Calendário semanal
Use a semana para proteger as turmas em andamento e preparar as próximas. Busca, seleção e desenvolvimento continuam acontecendo enquanto o produto é entregue.
Leitura estimada: 10 minAplicação: 45 min para montar a primeira semana
Encontre a orientação
A turma segue o ciclo de liberação na segunda, prática, checkpoint de quarta, pré-entrega de sexta, análise no sábado e encontro principal no domingo. Depois vêm correções e reenvios, conforme a agenda publicada. Horários e escalas são combinados por produto; confirme também quem responde por uma ausência fora da sua jornada.
Todos os dias · abrir pelo que pode impedir a continuidade
Antes do bloco de foco, confira atividades próximas, mudanças de disponibilidade, pendências técnicas e retornos prometidos. Pergunte: alguém está sem mentor? Existe orientação que precisa ser revista? Uma pessoa ainda em preparação está sendo contada como pronta? Trate primeiro o que pode impedir a turma de continuar, usando os POPs 6 e 9.
Resultado do bloco: prioridades claras, cobertura confirmada ou falta conhecida por Programas, com a próxima ação já em andamento.
Todos os dias · fechar com o próximo passo
Confira o que cada conversa decidiu e atualize o banco e a agenda. Registre só o que permite continuar: situação, motivo, próximo passo, responsável e retorno combinado. Se alguém recebeu uma passagem, verifique se conseguiu abrir o material e assumir a atividade. Um retorno atrasado permanece marcado pelo prazo original e ganha previsão de recuperação.
Resultado do bloco: o dia seguinte começa do ponto em que o trabalho parou, sem depender da memória de quem conversou.
Segunda-feira · Organizar a capacidade da semana
Objetivo do dia
Saber o que a turma precisa agora e qual busca ou preparação permitirá cumprir os próximos compromissos.
Bloco 1 · Ler o que aconteceu na turma
Objetivo: entender como as avaliações e os encontros anteriores afetaram a mentoria.
Como executar: abra registros do mentor, sinais da Gestora e pendências informadas por Programas. Veja se o encontro ocorreu, se a fila foi concluída e quais orientações geraram nova dúvida. No POP 7, escolha casos concretos para observar; não transforme uma reclamação isolada em conclusão sobre a pessoa.
Resultado do bloco: pendências de mentoria conhecidas e casos separados para revisão ou desenvolvimento.
Bloco 2 · Conferir a agenda inteira
Objetivo: confirmar quem consegue realizar preparação, checkpoint, encontro principal, avaliações e reenvios.
Como executar: abra com Programas a agenda das turmas atuais e próximas. Inclua reenvios ainda abertos e o checkpoint de quarta. Compare o trabalho com as janelas aceitas, organize conflitos e confira a cobertura de ausência pelo POP 6.
Resultado do bloco: cobertura por atividade; qualquer falta tem busca ou substituição em andamento.
Bloco 3 · Definir as próximas pessoas a preparar
Objetivo: concentrar o esforço na necessidade que faz diferença para a operação.
Como executar: consulte o produto pronto e o banco. Se há alguém apto sem agenda, procure disponibilidade; se ninguém demonstrou a competência, avance a seleção; se falta preparo, conclua a simulação. Use POPs 1, 4 e 5 para escolher o movimento correto.
Resultado do bloco: prioridades de busca e preparação ligadas a produtos e compromissos reais.
Bloco 4 · Executar as conversas que destravam a semana
Objetivo: transformar a leitura inicial em compromisso.
Como executar: faça os retornos prometidos, confirme entrevistas e converse com quem precisa rever a agenda. Informe Programas sobre o que foi confirmado e o que continua descoberto. Registre o próximo passo no banco pelo POP 10.
Resultado do bloco: semana organizada com ações iniciadas, e não apenas uma lista de problemas.
Terça-feira · Encontrar e testar especialistas
Objetivo do dia
Aumentar as opções de mentoria para as necessidades conhecidas, sem confundir quantidade de contatos com capacidade.
Bloco 1 · Retomar as conversas abertas
Objetivo: dar continuidade a quem já tem contexto.
Como executar: leia o último contato antes de escrever. Se Camila ficou de conferir a agenda, pergunte por essa agenda; se faltou esclarecer autoria do portfólio, retome esse trabalho. Use o POP 2 para avançar, completar informação ou encerrar com respeito.
Resultado do bloco: cada contato prioritário tem uma decisão ou próximo retorno claro.
Bloco 2 · Pesquisar com uma necessidade concreta
Objetivo: encontrar profissionais com evidências próximas do trabalho do produto.
Como executar: escolha fontes e termos do POP 2 pelo produto necessário. Abra projetos e explicações, registre autoria a conferir e a pergunta principal. Aborde com contexto e apresente acompanhamento, correções, reavaliações e agenda.
Resultado do bloco: novos perfis com motivo real para conversar, origem e próxima ação registrados.
Bloco 3 · Entrevistar e observar execução
Objetivo: descobrir o que o candidato consegue fazer e ensinar.
Como executar: com os casos e o apoio técnico preparados, aplique as perguntas e demonstrações do POP 3. Peça que explique uma decisão, oriente a dificuldade e confira uma variação. Compare os registros dos avaliadores depois das tentativas.
Resultado do bloco: evidências para selecionar, pedir uma nova demonstração ou encerrar a seleção.
Bloco 4 · Decidir o avanço e preparar a passagem
Objetivo: evitar que uma prova concluída fique sem consequência.
Como executar: você decide a seleção a partir das evidências. Explique ao candidato o próximo passo real e envie a Pessoas o contexto para formalização. Se a prova foi incompleta, diga exatamente o que falta observar. Consulte POP 4.
Resultado do bloco: seleção decidida ou falta concreta registrada; ninguém é anunciado como disponível antes do preparo e do aceite.
Quarta-feira · Desenvolver a qualidade da mentoria
Objetivo do dia
Fazer as orientações ajudarem o aluno a executar e manter o mesmo critério entre mentores.
Bloco 1 · Observar uma orientação completa
Objetivo: entender o que aconteceu depois da explicação.
Como executar: abra missão, entrega, devolutiva e tentativa seguinte. Combine casos distribuídos e casos com sinal de dificuldade, como no POP 7. Observe também algo que funcionou bem. Pergunte o que o aluno conseguiu fazer depois do retorno.
Resultado do bloco: fatos sobre qualidade, com a limitação da amostra explícita.
Bloco 2 · Investigar a causa com o mentor
Objetivo: escolher um apoio que responda ao problema.
Como executar: mostre o caso e pergunte como a pessoa chegou à orientação. Confira domínio, clareza, acesso, carga e compromisso. André pode precisar praticar uma devolutiva; Beatriz pode precisar dividir a fila. O POP 8 ajuda a separar essas situações.
Resultado do bloco: causa compreendida ou uma verificação definida antes de decidir a intervenção.
Bloco 3 · Treinar e calibrar
Objetivo: observar uma forma melhor de conduzir.
Como executar: ensaie os cinco perfis do POP 5 com quem está em preparação. Para quem já atua, use a dificuldade observada e uma variação. Resolva diferenças de avaliação com referência e evidência; confira se o checkpoint tem mentor preparado e material de apoio.
Resultado do bloco: nova tentativa observada; aptidão confirmada ou preparo ainda aberto.
Bloco 4 · Conferir continuidade e reconhecer boa atuação
Objetivo: dar consequência ao desenvolvimento.
Como executar: confira os sinais do checkpoint conforme a escala. O que foi destravado, que dúvida segue técnica e quem precisa de acompanhamento da Gestora? Defina a próxima observação do mentor, reconheça boas orientações e trate retirada ou cobertura necessária pelo POP 9.
Resultado do bloco: apoio com acompanhamento, decisão tomada quando necessária e boas práticas reconhecidas.
Quinta-feira · Confirmar preparo e cobertura
Objetivo do dia
Chegar às próximas entregas com mentores que conhecem o produto, conseguem acessar o trabalho e aceitaram a agenda.
Bloco 1 · Concluir entradas em preparação
Objetivo: eliminar faltas antes da estreia.
Como executar: abra a preparação de cada mentor e peça que explique o caminho da missão, encontre os critérios e avalie uma entrega de treino. Confira o andamento da formalização com Pessoas. Use POPs 4 e 5.
Resultado do bloco: quem está pronto foi distinguido de quem ainda precisa de prova, acesso ou formalização.
Bloco 2 · Testar a passagem de correção e reenvio
Objetivo: evitar que uma informação se perca entre as pessoas.
Como executar: peça ao mentor que registre uma decisão com critério, evidência e próximo passo. Entregue ao colega que representa a Gestora e veja se ele entende o que acompanhar sem inventar avaliação técnica. Corrija a passagem e teste de novo.
Resultado do bloco: outra pessoa consegue continuar o acompanhamento pelo registro recebido.
Bloco 3 · Confirmar a capacidade das atividades próximas
Objetivo: assegurar que o trabalho cabe no tempo aceito.
Como executar: confira o volume esperado da pré-entrega e as janelas de análise, preparação, encontro e reenvio. Inclua todos os participantes. Compare com a carga de outras turmas e confirme a divisão pelo POP 6.
Resultado do bloco: agenda confirmada por atividade ou falta levada a Programas com alternativas reais.
Bloco 4 · Preparar uma alternativa de continuidade
Objetivo: saber o que fazer se alguém ficar indisponível.
Como executar: consulte mentores aptos para o produto e confirme o que conseguem assumir. Se houver uma substituição necessária, passe manual, missão, critérios, entregas e pendências. Peça ao substituto que abra o material e explique o início da atuação, conforme POP 9.
Resultado do bloco: cobertura necessária aceita e testada; possibilidades ainda não confirmadas continuam identificadas como possibilidades.
Sexta-feira · Fechar a semana e proteger a continuidade
Objetivo do dia
Garantir a passagem para as atividades publicadas e preparar a capacidade da próxima semana.
Bloco 1 · Conferir a passagem da pré-entrega
Objetivo: garantir que o mentor recebe o que precisa avaliar.
Como executar: com Programas e a Gestora, confira o que já chegou e o volume ainda esperado. O mentor precisa encontrar arquivos, versões, critérios e dúvidas do checkpoint. Confirme análise de sábado, encontro de domingo, reenvios e passagem para quem cobre incidentes na escala combinada.
Resultado do bloco: mentores conhecem a fila e assumiram as atividades previstas, com faltas ainda visíveis.
Bloco 2 · Resolver pendências de cobertura e qualidade
Objetivo: não deixar a turma dependendo de um combinado vago.
Como executar: retome cada aceite, falha técnica ou preparação incompleta. Confirme a solução e a passagem pelo POP 9. Se ainda faltar cobertura, informe Programas em tempo de organizar a continuidade; não anuncie que está resolvido só porque existe um nome no banco.
Resultado do bloco: pendências críticas resolvidas ou tratadas com responsável e próximo retorno.
Bloco 3 · Ler os resultados da semana
Objetivo: entender o que mudou na capacidade e na qualidade.
Como executar: compare agenda, preparação e exemplos de atuação. Use os indicadores propostos para localizar a causa e escolher uma ação. Uma média favorável não encerra um caso de erro técnico, desrespeito ou ausência sem cobertura. Confira também se o apoio mudou a prática do mentor.
Resultado do bloco: uma leitura concreta do que melhorou, do que continua faltando e da decisão correspondente.
Bloco 4 · Atualizar o banco e a próxima necessidade
Objetivo: começar a semana seguinte com capacidade conhecida.
Como executar: atualize aptidão, disponibilidade, alocações, desenvolvimento e saídas. Veja em qual etapa a busca está parando e avance a próxima necessidade pelo POP 10. Passe a Programas capacidade futura e padrões de aprendizagem a encaminhar ao Design; mantenha Pessoas informada sobre os movimentos do time.
Resultado do bloco: banco confiável, próximos retornos combinados e prioridade da semana seguinte definida.
A cultura também tem espaço na semana
Ao acontecer uma conquista: reconheça no momento, com contexto e crédito a quem contribuiu. Na troca semanal já prevista no calendário: reserve um espaço breve para o ritual “O cuidado técnico que vira referência”. Use o POP correspondente para conduzir e transformar a história em aprendizagem.
Comece cada dia pelos retornos e compromissos que vencem. Encaixe o ritual na agenda existente e preserve o atendimento e as entregas da turma. Ao fechar a semana, registre o que vale repetir e qual mudança será observada no próximo ciclo.
O que entra na sua semana com a nova estrutura
Até 20 turmas simultâneas por coordenador é referência de planejamento, condicionada às horas, à complexidade, às correções, à produção editorial e à cobertura confirmadas.
Reserve na agenda os novos procedimentos do POP: Intermediar o pedido editorial até o aceite; Conferir material técnico e direitos de uso. Eles entram conforme demanda, prazo e capacidade, sem eliminar as rotinas anteriores.
Toda passagem termina com confirmação de recebimento. Se a responsabilidade ainda está acumulada por outra pessoa, use o responsável interino nomeado. Registre tempo real para ajustar a carga antes de ampliar volume.
12 / Manual do cargo
Metas e placar do cargo
Meta definida. Evidência conferida. Cálculo reproduzível.
Leitura estimada: 12 minAplicação: 45 min para configurar o placar
Uma definição para ler o resultado
Conclusão: todas as atividades obrigatórias realizadas, projeto final aprovado pelo Mentor e cumprimento do prazo estabelecido. A meta de 90% permanece meta, não resultado comprovado. Use a turma encerrada, o prazo original publicado e a base identificada de pagantes e permutas; não retire desistentes. Registre cancelamentos, transferências e conclusões posteriores em recortes explícitos. A regra única distingue o painel operacional da elegibilidade remuneratória ainda dependente de formalização.
Hipóteses de atividade, capacidades de referência, exemplos e metas não são evidência de desempenho. A proposta de detalhamento do bônus em 35/35 só pode orientar pagamento após formalização, conforme as condições comerciais e remuneratórias.
Como conferir a conclusão no prazo
Conclusão no prazo exige, para a mesma pessoa, todas as atividades obrigatórias entregues, projeto final aprovado pelo Mentor e cumprimento do prazo original publicado. A meta é pelo menos 90% nas coortes encerradas, com a base operacional identificada; é uma meta de operação, não um resultado já demonstrado. Preserve a base operacional identificada de entrada, com pagantes e permutas e os recortes explícitos. O tratamento de cancelamentos e transferências para efeito remuneratório depende de formalização; até lá, apresente base bruta e recortes sem resultado remuneratório definitivo. Desistência, atraso ou dificuldade não retiram o participante da base. Cancelamentos, transferências e demais exceções ficam identificados, sem ajuste silencioso do denominador. Reenvios e recuperação obedecem à regra publicada; não há um prazo universal criado por este manual. Registre a data real de aprovação e separe conclusões posteriores. Veja a definição única de conclusão.
Seu resultado, com uma conta que qualquer pessoa pode conferir
Valores de fixo e teto variável seguem a arquitetura vigente de 04/10/2026. As fórmulas e condições novas abaixo compõem a proposta operacional desta revisão e precisam ser formalizadas antes de afetar pagamentos. Exemplos são brutos, antes de descontos e tratamentos aplicáveis.
Indicador
Regra, fonte e conferência
Cobertura
100% dos encontros previstos realizados com mentor habilitado ou substituto confirmado, sem falta de cobertura atribuível à escala. Fonte: Agenda + presença. Confere: Programas.
Prazos técnicos
Pelo menos 95% das correções E pelo menos 95% das solicitações editoriais entregues no prazo; as duas taxas precisam passar. Fonte: Fila técnica + protocolo editorial. Confere: Líder de Mentores.
Atingiu a condição. Liberou a parcela.
Neste exemplo de apuração, a parcela funcional de 70% está dividida em duas partes de 35%, e a condição corporativa corresponde aos outros 30%. O detalhamento 35/35, seus indicadores e exceções dependem de formalização antes do uso remuneratório. O exemplo não autoriza pagamento por si. Na política formalizada, apure cada condição com evidência, sem nota de simpatia, compensação por esforço ou arredondamento para favorecer o resultado.
Nível ou cargo
Fixo / indicador 1 / indicador 2 / corporativo / total máximo
O modelo de 70% função e 30% empresa, com margem mínima de 7%, conclusão de 90% e conformidade, já consta dos documentos vigentes. Os detalhamentos de apuração desta revisão precisam ser formalizados antes do ciclo. A parcela corporativa é liberada somente quando as três condições passam: margem mínima de 7% depois do custo total do bônus corporativo; conclusão de pelo menos 90% nas coortes elegíveis; e checklist de conformidade do ciclo integralmente cumprido.
Condição
Prova objetiva
Margem após bônus
Controller calcula (resultado antes do corporativo, já após todas as demais despesas e parcelas funcionais, menos custo total potencial do corporativo) ÷ receita gerencial na mesma base da Engenharia Econômica vigente, antes da dedução das taxas e tributos apresentados como custos. Inclui encargos aplicáveis e reconhecimento validado pela contabilidade. Receita zero não produz taxa válida.
Conclusão
Alunos das coortes encerradas que cumpriram todas as atividades obrigatórias, aprovação do projeto final pelo Mentor e prazo original ÷ base operacional identificada dessas mesmas coortes, incluindo pagantes e permutas, × 100. A apuração remuneratória depende da elegibilidade formalizada. A base de entrada é preservada: desistentes, atrasados e alunos com dificuldade não são excluídos. Cancelamentos, transferências e incidentes são registrados conforme regra publicada, sem mudar silenciosamente o denominador.
Conformidade
100% dos itens críticos fechados no prazo do calendário: eventos obrigatórios aceitos, pagamentos autorizados, conciliações e obrigações com documentação. Lista, responsáveis e exceções formalizados antes do ciclo, sem criar novo item depois do resultado.
A ausência de turma elegível não equivale a 100% de conclusão. No lançamento, a política deve definir antes do ciclo como a parcela corporativa fica pendente e quando é apurada após a primeira coorte. Não há cancelamento ou substituição automática por opinião.
A DRE fecha até D+10. A parcela corporativa segue o calendário de pagamento validado por DP e contabilidade depois desse fechamento. Isso evita calcular em D+5 um resultado que ainda não existe. Obrigações legais seguem seus prazos aplicáveis.
Demonstração completa · caso fictício de treinamento
Confira um pagamento parcial
A situação
Exemplo do primeiro nível: indicador 1 atingido; indicador 2 não atingido; corporativo atingido.
O raciocínio por trás da ação
A regra paga cada parcela objetiva. O esforço continua importante para desenvolver competência, mas não substitui a evidência do indicador.
Fixo de R$ 4.500,00 + bônus apurado de R$ 325,00 = R$ 4.825,00 brutos.
O que este caso comprova
A pessoa consegue reproduzir o cálculo usando o placar e a política formal.
Como congelar a meta antes do mês
Registrar período, população elegível, meta, numerador, denominador, fonte, responsável, revisor e data de apuração.
Quando a meta vem do orçamento, copiar o número aprovado e sua versão antes do ciclo. Campo em branco impede iniciar aquele indicador remuneratório; não se escolhe o número no fechamento.
Percentuais usam contagens integrais: para 90% em 31 alunos, são necessárias 28 conclusões. Não arredonde 27/31 para aprovação.
Equipe madura, carteira, marcos e regras de mudança são definidos antes do resultado. Ausência de base é “não aplicável”, com tratamento prévio de rampa.
Atraso causado por dependência deve ser documentado quando surge. Responsabilidade é conferida por cronologia, sem exclusão oportunista depois do fechamento.
Amostra de qualidade: seleção aleatória documentada de até 10 itens elegíveis por responsável; se houver menos, revisar todos. Erro crítico exige contenção e revisão dos itens afetados. Rubrica e amostra são fixadas antes do ciclo.
Registro para usar na tarefa
Ficha única do indicador
Preencha no registro oficial do cargo. Substitua os dados de treinamento pelos fatos do caso e mantenha visível o que ainda não foi confirmado.
Modelo para preencher
Indicador:
Período:
Meta:
Base elegível:
Numerador:
Denominador:
Fonte e versão:
Realizado:
Atingiu:
Parcela:
Responsável:
Revisor:
Apuração e pagamento:
Exemplo preenchido
Indicador: Cobertura
Período: mês ou ciclo definido antes do início
Meta: 100% dos encontros previstos realizados com mentor habilitado ou substituto confirmado, sem falta de cobertura atribuível à escala.
Base elegível: população congelada e identificada
Numerador: contar eventos com evidência
Denominador: base de entrada elegível das coortes encerradas, preservada sem excluir desistentes, atrasados ou alunos com dificuldade
Fonte e versão: Agenda + presença
Realizado: calcular depois do corte
Atingiu: sim ou não pela fórmula
Parcela: regra do cargo
Responsável: Coordenador de Mentores
Revisor: Programas
Apuração e pagamento: calendário formal
Conferência e contestação
A pessoa recebe memória de cálculo e pode apontar ID ou evidência divergente. Proposta de rotina: cinco dias úteis para a conferência interna, sem restringir direitos aplicáveis. Revisor corrige com histórico e informa efeito no pagamento. Quem produz a base não aprova sozinho o próprio bônus.
Indicadores de acompanhamento da execução
As orientações a seguir foram preservadas como instrumentos de diagnóstico e melhoria. Elas não criam parcelas adicionais de remuneração. Para pagamento, valem os indicadores e condições formalizados no início deste capítulo.
Seu placar de decisão
Leia estes indicadores junto das metas e dos exemplos detalhados a seguir. Cada número precisa mostrar período, base, fonte e próxima ação. Confira o resultado diário e use a revisão semanal para descobrir o que melhorar.
Indicador
Como ler e agir
Cobertura confirmada
Compromissos com mentor apto e aceite registrado ÷ compromissos da agenda.
Mentores disponíveis
Especialistas aprovados e calibrados com janela confirmada, por produto.
Concordância de avaliação
Critérios com julgamentos equivalentes entre avaliadores ÷ critérios comparados na amostra. Divergência crítica exige nova calibração.
Qualidade da orientação
Amostra de correções com evidência, explicação e próximo passo executável.
Tempo até prontidão
Dias da entrada no processo até aptidão e agenda confirmadas. Use para antecipar buscas.
Como registrar sem distorcer
Anote meta vigente, realizado, período, numerador, denominador, fonte, causa provável, ação, responsável e data de conferência. Sem denominador, a taxa é indisponível; não registre zero por falta de dado. Separe cancelamentos, entradas tardias e outras exceções em campos próprios. Preserve a base de entrada da turma ao calcular conclusão.
Quando houver projeção, identifique-a. O cenário esperado usa taxas observadas de uma base comparável; o realizado usa o evento confirmado. Na primeira operação, registre a hipótese e revise após o ciclo. Uma previsão ajuda a decidir, mas não substitui a confirmação.
Estes indicadores apoiam decisões de capacidade e qualidade. Coordenação atualiza o painel; Programas usa a leitura para planejar as turmas. Registre período, fonte, conta e ação. Os exemplos são fictícios e não criam metas individuais novas. Sem casos no período, registre “sem base”.
1. Cobertura confirmada
Como calcular: atividades previstas com mentor qualificado e compromisso confirmado ÷ atividades previstas × 100. Fonte: agenda e mapa de cobertura; conferir diariamente e antes de confirmar nova turma. Referência inicial proposta: nenhuma atividade chegar ao momento de execução sem responsável adequado.
Exemplo: 12 atividades previstas, dez confirmadas e duas aguardando aceite. 10 ÷ 12 × 100 = 83,3%. Os nomes de candidatos não completam as duas faltantes. Abra as atividades: são dois encontros pequenos ou as correções de toda a turma? O percentual trata cada atividade como uma unidade e não representa a proporção de esforço coberta. Leia também o mapa de capacidade do POP 6.
Ação: confirme a disponibilidade e organize uma alternativa apta. Se faltar capacidade, informe Programas sobre as atividades descobertas e as opções. Atualize a cobertura quando o mentor aceitar e receber condições de executar. Não divida uma atividade em partes artificiais para melhorar o percentual.
2. Preparação concluída antes da atuação
Como calcular: alocações que iniciam no período com prova técnica, método, cinco perfis, critérios, acesso e passagem conferidos ÷ alocações que iniciam no período × 100. Fonte: ficha de preparação por mentor e produto; Coordenação confere antes da atuação e após mudança relevante.
Exemplo: quatro alocações iniciam; três estão preparadas e uma tem acesso, mas não conseguiu aplicar a referência de avaliação. 3 ÷ 4 × 100 = 75%. Ter enviado todos os materiais não transforma o resultado em 100%. Uma pessoa já preparada em outro produto pode precisar de nova calibração para este escopo.
Ação: localize a falta, pratique o que precisa melhorar e observe nova tentativa. Você decide se o mentor está pronto para aquela atuação. Se a estreia estiver ameaçada, organize substituição e informe Programas. A preparação observada não dispensa acompanhar o desempenho real depois.
3. Devolutivas acionáveis na amostra
Como calcular: devolutivas examinadas com critério, evidência, próxima ação e forma de conferir ÷ devolutivas examinadas × 100. Fonte: registro do POP 7; revisar semanalmente e explicar como a amostra foi escolhida.
Exemplo: de nove devolutivas únicas examinadas, seis contêm os quatro elementos. 6 ÷ 9 × 100 = 66,7% na amostra. Se parte foi escolhida por reclamações, não apresente esse percentual como taxa de toda a operação. Também não conclua aprendizagem apenas porque a mensagem tem boa estrutura: o reenvio precisa ser observado pelo mentor.
Ação: identifique o elemento ausente em cada caso e a causa. André precisa praticar orientação específica; Beatriz pode precisar recuperar capacidade. Compare nova evidência após a intervenção, informando diferenças de produto, etapa e seleção da amostra.
4. Compromissos concluídos no prazo original
Como calcular: atividades concluídas até o prazo originalmente combinado ÷ atividades com vencimento no período × 100. Fonte: agenda, fila e registros de entrega; conferir diariamente e consolidar semanalmente.
Exemplo: 20 atividades venceram no período; 17 foram concluídas no prazo, duas depois e uma continua pendente. 17 ÷ 20 × 100 = 85%. Se o mentor avisou antes sobre as duas que atrasaram, a comunicação foi melhor, mas a conclusão continua fora do prazo original. Preserve ambos os registros.
Ação: separar atraso por carga, acesso, preparação e compromisso não cumprido. Avalie também a idade da pendência e quantos alunos ela bloqueia. Não compare produtos distintos somente pelo percentual: complexidade e distribuição das atividades mudam a leitura. Atualize previsão para recuperar a entrega sem reescrever o histórico.
5. Coerência na aplicação dos critérios
Como calcular: decisões equivalentes sobre cada critério entre dois avaliadores independentes do mesmo caso ÷ comparações realizadas × 100. Fonte: registros de calibração usando a mesma referência de avaliação. Confira antes de entrar em um produto e diante de divergência relevante.
Exemplo: dois avaliadores comparam cinco critérios em quatro casos, total de 20 comparações. Concordam em 16: 16 ÷ 20 × 100 = 80%. Abra as quatro divergências e localize causa. Um desacordo sobre critério obrigatório pode ser mais grave do que vários desacordos pequenos; a média não encerra a análise.
Ação: resolver tecnicamente, esclarecer a instrução ou solicitar evidência faltante. Dois avaliadores também podem concordar numa resposta errada. Por isso, a referência técnica competente continua necessária. Repita com uma variação do caso para verificar compreensão, em vez de buscar concordância por autoridade.
O banco está produzindo capacidade?
Leia semanalmente o caminho dos candidatos da mesma necessidade: abordados, conversas concluídas, provas concluídas, selecionados para preparo, aptos e com agenda aceita. Registre os motivos de não avanço. Coordenação mantém a fonte no banco de mentores; não misture pessoas de produtos ou períodos diferentes numa mesma conta.
Exemplo: seis provas concluídas, quatro candidatos aptos após preparo e apenas um com agenda aceita. A passagem de aptidão para aceite é 1 ÷ 4 = 25% nesse grupo observado. A ação é investigar agenda, interesse e clareza do escopo. O número não autoriza prometer que todo novo grupo terá a mesma conversão.
Acompanhe também os dias entre abertura da necessidade e capacidade confirmada. Compare casos semelhantes e abra os períodos de espera: faltou candidato, avaliador, material, decisão ou agenda? Use isso para começar a próxima busca antes. Provas ainda abertas continuam visíveis, em vez de desaparecer da análise.
A demanda cabe em cada janela?
Por produto e janela, registre minutos estimados de demanda e minutos confirmados de mentores aptos. Falta de capacidade = maior valor entre zero e demanda menos capacidade. Fonte: mapa do POP 6; Coordenação atualiza ao mudar volume ou disponibilidade. Mostre separado o cenário de maior demanda e a alternativa de cobertura.
No exercício das duas turmas, faltam 540 minutos na janela de primeiras análises, embora a diferença total da semana seja 522. A ação precisa cobrir a janela correta. O aceite de Teresa resolve a lacuna do cenário estimado; uma recusa mantém a decisão de continuidade aberta com Programas.
Como esse painel se conecta à conclusão da turma
A meta conjunta é 90% com todas as atividades concluídas, projeto final aprovado pelo mentor e prazo original cumprido. Em uma turma com 30 alunos, 27 precisam reunir as três condições. Um projeto aprovado depois continua tecnicamente aprovado, mas não entra na conclusão no prazo. Coordenação contribui com preparo e cobertura; Programas coordena a leitura das causas com Mentor, Gestora e Design. Não baixe critérios nem retire casos difíceis da base.
Falha crítica pede decisão própria
Mantenha visíveis os casos de erro técnico, desrespeito, aprovação sem evidência e atividade sem cobertura, mesmo quando os percentuais gerais estiverem bons. Registre impacto, contenção, decisão de aptidão, substituição e revisão das entregas afetadas. Não existe uma média que torne aceitável manter um mentor atuando abaixo do padrão.
Como preparar a expansão
O plano considera 30 alunos por turma e chega a 50 turmas iniciadas naquele mês, com 1.500 novos alunos, no mês 24. Mês 1 é o primeiro lançamento. Planeje também as turmas iniciadas antes e ainda em andamento; o número mensal de novas turmas não representa toda a carga simultânea.
Receba de Programas as necessidades por produto, etapa e agenda. Some as atividades de turmas simultâneas, reenvios e participantes de parceria. Compare com compromissos aceitos, prepare pessoas com antecedência e exponha onde uma única ausência deixaria o produto sem atendimento.
13 / Manual do cargo
Formação para dominar o cargo
Aprender. Praticar. Corrigir. Demonstrar. Dez dias de desenvolvimento com propósito.
Leitura estimada: 21 minAplicação: 10 dias de formação e desenvolvimento após a habilitação
A formação preserva os exercícios anteriores e integra os novos procedimentos. A autonomia continua sendo demonstrada por tarefa. Não depende de gravações internas do fundador; o avaliador competente confirma a execução, inclusive nos novos casos.
Dez dias para aprender fazendo
Você vai conhecer a Mobflix e praticar o trabalho do seu cargo. Cada dia tem três blocos: vídeo selecionado, exercício e conferência. A leitura do manual entra junto da atividade que ela ajuda a executar. Os casos são fictícios e servem para treinar; nos primeiros dez dias você não precisa abordar clientes, candidatos ou parceiros reais.
Como fazer cada bloco
Leia o trecho indicado e a pergunta de observação.
Assista ao vídeo com essa pergunta em mente. Em aulas longas, concentre-se no trecho do tema do bloco e anote o ponto que pretende aplicar.
Faça o exercício antes de abrir a resposta de referência. Grave uma simulação de voz quando o trabalho exigir conversa.
Compare sua tentativa com a referência e os critérios. Corrija o que falta e faça uma variação.
Guarde primeira tentativa, correção e dúvida específica. Ao final do dia, leve ao avaliador o que precisa ser observado.
Alguns vídeos voltam em dias diferentes, com outro foco de prática. Na primeira vez, conheça o conteúdo. Nas revisitas, volte ao trecho útil e aplique numa situação mais difícil. A prática, e não a quantidade de vídeos assistidos, demonstra preparo.
Uma agenda que protege o aprendizado
Reserve aproximadamente 45 minutos para leitura e organização, três blocos de cerca de 90 minutos e 45 minutos para revisão e nova tentativa: aproximadamente seis horas de desenvolvimento, com pausas dentro da jornada combinada. Ajuste o tempo ao tamanho dos vídeos e à dificuldade do exercício. Se um ponto essencial continuar fraco, repita a prática antes de avançar.
O que você precisa preparar
Use um documento ou pasta para seus exercícios, uma planilha para os cálculos e gravação simples de voz para as conversas. Um colega pode representar o outro lado usando os dados do caso. Se estudar sozinho, grave os dois turnos e depois peça avaliação. Nenhum exercício desta trilha exige vídeo interno produzido pelo fundador.
Como conferir sua prontidão
Dimensão
O que precisa ser demonstrado
Compreensão
Explica o resultado e o motivo da ação com suas palavras.
Execução
Produz a entrega pedida e confere o que fez.
Julgamento
Usa os critérios, reconhece a exceção e envolve a pessoa certa.
Comunicação
A outra pessoa entende o contexto e o próximo passo.
Registro
Preserva evidência, responsável e prazo.
Autocorreção
Percebe a lacuna, corrige e aplica numa variação.
Use três estados: ainda não demonstrou, demonstrou com apoio e demonstrou com autonomia. A resposta de referência ajuda você a corrigir a tentativa; o avaliador observa se consegue aplicar em um caso novo. Critério crítico pendente mantém aquela tarefa supervisionada.
Critérios críticos deste cargo: Competência técnica e didática comprovadas, critério calibrado e agenda realmente coberta.
A Líder de Pessoas organiza as verificações. A pessoa que domina a atividade avalia a execução correspondente. Em critérios técnicos, Coordenação e Programas garantem um especialista apto. O fundador participa somente quando sua validação é necessária e ainda não existe outra pessoa qualificada para aquela decisão.
Quando ainda falta conhecimento técnico do produto
Esta formação ensina como trabalhar na função. Para orientar ou avaliar uma competência técnica, você também precisa demonstrar domínio no escopo do produto. Use os materiais já disponíveis da Aceleração e do catálogo, pratique e peça conferência ao especialista. Quem ainda está aprendendo atua no que foi liberado e recebe apoio nas decisões técnicas. O prazo de dez dias não transforma uma competência ausente em competência comprovada.
Dia 01 / 10
Padrão técnico e experiência
Leitura do dia. Abertura até Cultura da função; POP 1.
O que observar. Como definir mensagem, destinatário, momento e confirmação de uma comunicação.
Seu caso de treino
Um candidato pensa que poderá decidir livremente o conteúdo de cada semana.
Faça agora
Explique o trabalho e peça que ele repita o entendimento.
Fiz minha tentativa. Quero conferir.
O produto define resultado, missões e critérios. O Mentor adapta a explicação, conduz a live, corrige entregas e conduz o checkpoint quando designado por Programas. A validação técnica é sua responsabilidade. Mudanças de programa seguem o fluxo de produto.
Guarde sua tentativa e a versão corrigida. Explique o que mudou e por quê.
O que observar. Como atenção, consistência e detalhes afetam a experiência da pessoa.
Seu caso de treino
Um candidato diz “iniciante precisa se virar”.
Faça agora
Prepare uma pergunta e uma cena de teste que revelem seu comportamento.
Fiz minha tentativa. Quero conferir.
Peça orientar uma dúvida repetida. Observe se investiga a tentativa, explica sem humilhar e devolve a execução ao aluno. Discurso sobre empatia sozinho não basta.
Guarde sua tentativa e a versão corrigida. Explique o que mudou e por quê.
Dia 02 / 10
Perfil e capacidade futura
Leitura do dia. POPs 1 e 10: perfil e banco; Metas.
Abra o procedimento e sua demonstração: POP 1POP 10
O que observar. Como dependências e duração orientam o cronograma.
Seu caso de treino
Duas novas turmas começam em 20 dias; os atuais mentores estão alocados.
Faça agora
Monte etapas de busca, teste, calibração e aceite.
Fiz minha tentativa. Quero conferir.
A data necessária é de prontidão, não de primeiro contato. Trabalhe de trás para frente e reserve tempo do avaliador técnico antes de convidar candidatos.
Guarde sua tentativa e a versão corrigida. Explique o que mudou e por quê.
O que observar. Como ligar necessidade do cargo, etapas de seleção e evidências.
Seu caso de treino
O portfólio não mostra como o candidato identifica erros.
Faça agora
Desenhe uma prova curta com execução e explicação.
Fiz minha tentativa. Quero conferir.
Use uma tarefa representativa do produto, critérios previamente definidos e avaliador técnico apto. A prova testa o trabalho, não gera produção gratuita para a empresa.
Guarde sua tentativa e a versão corrigida. Explique o que mudou e por quê.
O que observar. Como a prática torna a aprendizagem observável.
Seu caso de treino
Na microaula, o candidato resolve tudo enquanto o aluno observa.
Faça agora
Registre o que falta e proponha uma segunda tentativa.
Fiz minha tentativa. Quero conferir.
Peça perguntas de diagnóstico, um passo menor e execução pelo aluno. Explique que demonstrar é parte do ensino; observar a nova tentativa comprova aprendizagem.
Guarde sua tentativa e a versão corrigida. Explique o que mudou e por quê.
O que observar. Como critérios e descritores tornam a avaliação compreensível e consistente.
Seu caso de treino
Amostra com um erro obrigatório: Mentor A aprova pela apresentação; B pede ajuste.
Faça agora
Conduza uma calibração de decisão.
Fiz minha tentativa. Quero conferir.
Volte ao descritor e à evidência. Se o requisito obrigatório falhou, permanece pendente. Corrija entendimento e reavalie amostras sem negociar o critério.
Guarde sua tentativa e a versão corrigida. Explique o que mudou e por quê.
O que observar. Como a avaliação pode orientar a próxima tentativa de aprendizagem.
Seu caso de treino
Cinco correções: duas completas, duas vagas e uma com critério divergente.
Faça agora
Priorize as intervenções e descreva como conferir melhora.
Fiz minha tentativa. Quero conferir.
Trate divergência crítica primeiro, depois orientação vaga. Dê feedback individual e reavalie nova amostra. Use contexto da entrega antes de concluir padrão pessoal.
Guarde sua tentativa e a versão corrigida. Explique o que mudou e por quê.
O que observar. Como perguntar, ouvir e confirmar o entendimento antes de orientar.
Seu caso de treino
O Mentor relata que a missão permite duas interpretações.
Faça agora
Registre o caso e prepare a passagem para Programas.
Fiz minha tentativa. Quero conferir.
Leve instrução, interpretações, amostras e impacto. Design investiga produto; Coordenação cuida da aplicação consistente enquanto se define a orientação.
Guarde sua tentativa e a versão corrigida. Explique o que mudou e por quê.
O que observar. Como usar fatos e uma conversa específica para melhorar a próxima execução.
Seu caso de treino
Uma correção ajudou o aluno a entender a causa e resolver uma variação sozinho. Complemento vigente: Faltam capturas, mas o vídeo está pronto. O pedido está concluído?
Faça agora
Prepare uma demonstração curta para os demais mentores. Consulte também POP 12 · Intermediar o pedido editorial até o aceite e produza a evidência pedida.
Fiz minha tentativa. Quero conferir.
Mostre contexto, pergunta, orientação e evidência de autonomia. Reconheça o profissional e discuta onde a prática pode ser aplicada. Na parte nova: Somente após critérios de aceite; Pode aceitar parcial identificado; Complemento com prazo; Designer confirma adequação.
Guarde sua tentativa e a versão corrigida. Explique o que mudou e por quê.
Dia 08 / 10
Desenvolvimento e continuidade
Leitura do dia. POPs 8, 9 e 10: evolução, substituição e banco.
O que observar. Como transformar uma necessidade de desenvolvimento em prática e avaliação.
Seu caso de treino
O Mentor domina o tema, mas usa linguagem complexa com iniciantes.
Faça agora
Monte treino de uma semana e critério de saída.
Fiz minha tentativa. Quero conferir.
Escolha uma explicação, reduza passos, ensaie com colega e observe nova orientação. A saída depende de compreensão e execução do aluno, não de presença no treino.
Guarde sua tentativa e a versão corrigida. Explique o que mudou e por quê.
O que observar. Como demanda, recursos e disponibilidade condicionam a execução.
Seu caso de treino
Vendas prevê 5 turmas novas por semana, cada uma com 6 semanas.
Faça agora
Estime simultaneidade e liste os dados para dimensionar mentores.
Fiz minha tentativa. Quero conferir.
Cerca de 30 turmas simultâneas em ritmo estável. Precisa volume de entregas, tempo por tarefa, encontros, janelas e capacidade apta. Não dimensione só pelas cinco entradas.
Guarde sua tentativa e a versão corrigida. Explique o que mudou e por quê.
O que observar. Como dependências e duração orientam o cronograma.
Seu caso de treino
Dois programas marcaram live no mesmo horário com o mesmo Mentor.
Faça agora
Apresente opções sem transferir a falha ao aluno.
Fiz minha tentativa. Quero conferir.
Confirme compromissos, acione cobertura qualificada e alinhe com Programas. Agenda é verificada antes da divulgação; correção deve preservar a experiência prometida.
Guarde sua tentativa e a versão corrigida. Explique o que mudou e por quê.
O que observar. Como comparar previsto e realizado para escolher uma ação corretiva.
Seu caso de treino
De 12 candidatos testados, 8 dominam técnica, 3 explicam bem e 2 têm agenda. Complemento vigente: Uma captura de aula mostra o nome do cliente no arquivo. Como resolver?
Faça agora
Identifique gargalo e ação de melhoria. Consulte também POP 13 · Conferir material técnico e direitos de uso e produza a evidência pedida.
Fiz minha tentativa. Quero conferir.
Aptidão técnica 8/12; didática e agenda restringem prontidão. Confira sobreposição entre grupos antes de contar aptos finais. Melhore busca, teste e qualificação inicial. Na parte nova: Remove dado ou refaz com arquivo de treino; Confere direito de uso do conteúdo; Mantém técnica correta; Registra origem.
Guarde sua tentativa e a versão corrigida. Explique o que mudou e por quê.
Dia 10 / 10
Selecionar, preparar e alocar
Leitura do dia. Consulte o processo completo, da busca à alocação.
O que observar. Como aprofundar um exemplo comportamental e separar afirmação de evidência.
Seu caso de treino
Candidato A tem fama e correção vaga; B tem menor audiência e boa prova; C tem técnica e nenhuma janela disponível.
Faça agora
Prepare a decisão com evidências.
Fiz minha tentativa. Quero conferir.
Escolha quem atende a todos os requisitos para a necessidade atual. B pode avançar se agenda e calibração forem confirmadas; fama não compensa prova insuficiente.
Guarde sua tentativa e a versão corrigida. Explique o que mudou e por quê.
O que observar. Como definir mensagem, destinatário, momento e confirmação de uma comunicação.
Seu caso de treino
Mentor apto precisa cobrir domingo, mas ainda não recebeu arquivos nem acesso.
Faça agora
Entregue o pacote e comprove a prontidão.
Fiz minha tentativa. Quero conferir.
Aceite de agenda, materiais, critério, teste de acesso, pauta e contingência confirmados. Avise Programas somente com evidência de cobertura real.
Guarde sua tentativa e a versão corrigida. Explique o que mudou e por quê.
A partir do dia 11: autonomia demonstrada e desenvolvimento
A partir do dia 11, execute com autonomia as rotinas ordinárias demonstradas no dia 10. As atividades posteriores aprofundam os casos e ampliam o volume conforme qualidade, capacidade e julgamento observados. Lacunas específicas recebem treino e nova prova. A matriz de autonomia registra tarefa, estado, evidência, avaliador e próxima verificação, sem impor supervisão geral até o dia 30.
Se a primeira turma ainda está em preparação, use a operação que existe naquele momento: produzir e testar materiais, preparar agenda, organizar acessos, ensaiar atendimentos e verificar as passagens. Clientes e alunos reais só entram nas atividades para as quais a pessoa foi preparada.
As revisões que acompanham seu crescimento
Dia 30: conferir entregas reais, erros recorrentes e autonomia por tarefa.
Dia 60: comparar consistência, capacidade e resposta às exceções; escolher o próximo desenvolvimento.
Dia 90: avaliar contribuição para o resultado, comportamento e próximos desafios, com evidências.
Se um vídeo estiver indisponível
Continue pelo caso, pelo POP e pelo exercício da página. A resposta de referência permite estudar e corrigir a tentativa. Informe a Líder de Pessoas com título, link e habilidade prevista; ela organiza a substituição por um material equivalente. O aprendizado essencial também está explicado no manual.
Sua preparação aparece no que você consegue fazer, explicar, conferir e melhorar.
14 / Manual do cargo
Seu crescimento na Mobflix
Veja o caminho. Conheça os critérios. Prepare o próximo passo.
Leitura estimada: 4 minAplicação: Aplicação no trabalho
Ganhar melhor. Conquistar independência. Ajudar sua família. Fazer planos maiores. Seu crescimento começa em uma competência que você consegue demonstrar e em resultados que se repetem.
A Mobflix está construindo produtos e preparando uma operação para crescer. As responsabilidades de amanhã começam nas entregas de hoje. Esta é a trajetória prevista para o seu caminho, com valores e critérios visíveis.
Seu primeiro avanço é dominar a função
Etapa
Remuneração bruta de referência
N1
R$ 4.500,00 fixos. Variável máximo R$ 500,00; total de R$ 5.000,00 com todas as condições atingidas.
N2
R$ 6.000,00 fixos. Variável máximo R$ 2.000,00; total de R$ 8.000,00 com todas as condições atingidas.
N3
R$ 8.000,00 fixos. Variável máximo R$ 3.000,00; total de R$ 11.000,00 com todas as condições atingidas.
Condição de entrada do time fundador, quando aplicável ao contrato: mês 1 R$ 2.000,00 e mês 2 R$ 3.250,00 de fixo. O nível maduro e o variável seguem as condições formalizadas. A rampa não se aplica automaticamente a toda contratação futura. Nos meses 1 e 2 do negócio, a Engenharia Econômica não orça bônus internos; a comissão de Vendas permanece prevista. A vigência individual precisa constar da condição formal.
Visualize o caminho
01
Coordenador de Mentores
R$ 4.500,00 + até R$ 500,00
Manter especialistas preparados, agenda coberta e matéria-prima técnica disponível para o produto.
02
Líder de Mentores
R$ 5.500,00 + até R$ 2.500,00
Manter uma rede de especialistas com qualidade calibrada, cobertura e capacidade para crescer.
03
Diretor de Produto e Experiência
R$ 15.000,00 + até R$ 5.000,00
Construir produtos que formam bons profissionais e uma experiência sustentável em escala.
As posições de liderança aparecem quando o negócio precisa desse escopo e tem orçamento para sustentá-lo. Transição entre especialidades exige formação e prova do novo trabalho; esta trilha não cria níveis ou salários que não constam do plano vigente.
Há mais de um jeito de crescer. Aprofundar sua especialidade e liderar pessoas são escolhas de escopo. Nos valores vigentes, a remuneração de alguns níveis técnicos pode superar a faixa inicial de liderança. Compare a proposta completa antes de mudar; a transição precisa de condição individual, orçamento e validação de Pessoas e DP, sem presumir aumento automático.
O que faz você avançar
Passo
O que demonstrar
Dominar
Executar os POPs essenciais sem ajuda, conferir o resultado e lidar com uma variação do caso.
Sustentar
Repetir resultado e qualidade em ciclos comparáveis. Para N2/N3 recorrentes, a regra atual pede três ciclos mensais fortes; Pessoas confirma a política aplicável.
Ampliar
Resolver casos mais complexos, melhorar um processo e compartilhar conhecimento útil com evidência.
Liderar, quando esse for seu caminho
Fazer outras pessoas desempenharem melhor: orientar, treinar, delegar, conferir e formar substitutos.
Assumir o próximo escopo
Competência e comportamento demonstrados, posição necessária, orçamento aprovado e transição organizada.
Seu próximo passo cabe em uma conversa
Registro para usar na tarefa
Seu plano de avanço
Preencha no registro oficial do cargo. Substitua os dados de treinamento pelos fatos do caso e mantenha visível o que ainda não foi confirmado.
Modelo para preencher
Etapa desejada:
O que já demonstrei:
O que falta:
Experiência prática:
Avaliador:
Evidência esperada:
Data de revisão:
Exemplo preenchido
Etapa desejada: próxima responsabilidade da trilha
O que já demonstrei: registrar resultados e provas
O que falta: uma competência específica do próximo escopo
Experiência prática: projeto ou tarefa supervisionada
Avaliador: Líder de Mentores e Pessoas
Evidência esperada: execução, resultado e explicação
Data de revisão: combinada antes de iniciar
Sua preparação e sua execução estão nas suas mãos. A empresa torna critérios e oportunidades visíveis. Tempo de casa, vídeos assistidos ou um mês excepcional não prometem promoção automática.
Construa hoje a competência que vai abrir espaço para os seus próximos planos.
15 / Manual do cargo
O que o seu trabalho torna possível
Cada bom mentor que você prepara torna a promessa da Mobflix mais próxima do aluno.
Leitura estimada: 1 minAplicação: 5 min de reflexão
Pense em quem finalmente entende uma dificuldade, corrige o próprio trabalho e percebe que consegue avançar. O mentor aparece nesse momento. Sua contribuição está em ter encontrado essa pessoa, preparado sua atuação e garantido que ela tivesse condições de acompanhar.
A qualidade do time cresce com decisões pequenas e repetidas: uma pergunta melhor na seleção, uma prática bem observada, uma agenda confirmada antes da oferta, uma conversa difícil conduzida com respeito. Nenhuma delas é apenas tarefa administrativa; todas afetam a experiência da turma.
Também faz parte cuidar de quem entrega bem. Reconheça a orientação que ajudou o aluno, ouça o que está consumindo energia e prepare oportunidades de desenvolvimento compatíveis com a disponibilidade. Uma boa atuação precisa ser sustentável para continuar existindo.
Quando alguém não mantém o padrão, assumir a decisão protege o aluno e o restante do time. Faça isso com fatos, clareza e continuidade. Evitar a conversa não desenvolve a pessoa nem garante a entrega.
A expansão abre possibilidades de contribuição conforme as necessidades e condições da empresa. Construa essa trajetória mostrando que a Mobflix pode crescer com mentores capazes, preparados e disponíveis para os produtos que oferece.
16 / Manual do cargo
Seu primeiro compromisso
Seu próximo capítulo começa com o que você faz a partir daqui.
Leitura estimada: 1 minAplicação: 5 min para definir a primeira ação
Abra Formação para dominar o cargo e comece pelo Dia 1. Separe um lugar para guardar os exercícios. Leia os trechos indicados, assista aos vídeos com a pergunta do bloco em mente e faça a primeira tentativa antes de consultar a resposta de referência.
Compare sua entrega com os critérios, corrija o que faltar e guarde as duas versões. Leve ao avaliador a sua execução e a dúvida concreta. A Líder de Pessoas organiza o acompanhamento e conecta você a quem pode conferir a parte técnica.
Ao entrar na operação, use o calendário para escolher a prioridade, o POP para executar e o placar para perceber o que precisa melhorar. Traga suas ideias, compartilhe o que aprender e cuide da continuidade de cada trabalho.
O próximo resultado da Mobflix também começa com você.